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Pickup in store da Google Maps Platform – Geoambiente

A aplicação PICKUP IN STORE é uma das possibilidades que os varejistas podem contar em seus negócios com a utilização da Plataforma Google Maps.

Após realizar a compra no site do varejista, o consumidor tem a opção de retirar sua compra em uma das lojas, exibidas em um mapa e listadas a partir de sua localização. No caso do varejista, a aplicação de PICKUP IN STORE, desenvolvida com a Plataforma Google Maps, permite a visualização e gerenciamento da logística, desde os centros de distribuição, passando pelos pontos-de-vendas e chegando na localização dos consumidores.

Entre em contato com a Geoambiente e veja como a Google Maps Platform pode trazer inúmeras formas de alavancar seus negócios: querosabermais@geoambiente.com.br ou ligue para (12) 3878-6400.

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Bancos e empresas financeiras só ganham vantagens com GOOGLE MAPS API

Não é só na análise de clientes que a API do GOOGLE MAPS pode ser usada pelos bancos e empresas financeiras, como falamos numa publicação passada. O uso deste grande recurso do Google também pode se destinar ao estudo de novos locais:

– identificação de segmentos de mercado;
– planejamento de novas agências e caixas eletrônicos.

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É fundamental que estas empresas do mercado financeiro tenham um conhecimento muito profundo sobre diferentes áreas, regiões e locais para os mais diversos estudos, identificando os segmentos de mercado para a criação de suas estratégias. Além disso, sem o conhecimento estratégico sobre áreas e locais, torna-se praticamente impossível o planejamento eficiente de novas agências e caixas eletrônicos.

A API do GOOGLE MAPS é um recurso fundamental para o dia-a-dia de suas operações e para a satisfação de seus clientes, através da grande performance de seus sistemas e suas aplicações.

Ao entrar em contato com nossa equipe, você não só tem a certeza de adquirir a licença de uso da API do GOOGLE MAPS, mas contar também com o excelente atendimento e suporte da Geoambiente. Oferecemos consultoria, treinamento e muito mais. Tudo para que seus negócios alcancem o sucesso com a ajuda do GOOGLE MAPS.

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Bancos e empresas financeiras também contam com a API do GOOGLE MAPS

Se você achou que empresas do mercado financeiro não teriam nenhuma compatibilidade ou um porquê de usar a API do GOOGLE MAPS para seus negócios, você se enganou. Bancos e empresas financeiras respiram análises e estratégias em seu dia-a-dia.
Um dos benefícios que a API do GOOGLE MAPS trazem a estas empresas é a ANÁLISE DE CLIENTES, através de:
– compreensão muito mais precisa sobre os clientes;
– segmentação de locais para estudos sobre clientes, prospects, novos produtos e expansões;
– ajustes e formatações de estratégias de Marketing.

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O uso da API do GOOGLE MAPS nos sistemas traz análises com melhor precisão e estratégias mais eficientes, através da visualização de dados estratégicos sobre mapas e a personalização destes para a extração de informações valiosas.
A API do GOOGLE MAPS é um recurso fundamental para o sucesso do planejamento dos bancos e empresas do mercado financeiro.

Entre em contato com nossa equipe e conheça os benefícios que a API do GOOGLE MAPS oferece aos seus negócios.
E-mail: querosabermais@geoambiente.com.br
Telefone: (12) 3878-6400

Acesse também: http://www.geoambiente.com.br/maisqueummapa

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Google Maps API: benefícios para varejistas e consumidores

canais_vendasNão importa se estamos falando de uma grande rede varejista ou uma pequena loja. Deixou de ser estratégico e tornou-se fundamental a oferta de uma boa experiência de compra atrelada a uma ótima cobertura de canais de venda. E quando falamos da presença do varejista no maior número de canais de venda, estamos falando em integração de recursos tecnológicos, onde entram as APIs.

Cada vez mais é necessário que os varejistas tenham uma visão mais próxima das vantagens das APIs e, que entendam que elas permitem que as aplicações conversem umas com as outras, inclusive na troca de dados. Eles também precisam entender que o uso das APIs permite a criação de serviços mais integrados e a oferta de melhores experiências de compra aos consumidores.

A API do Google Maps é um ótimo exemplo de recurso que pode oferecer experiências diversas aos consumidores em suas compras e aos próprios varejistas em suas operações estratégicas, como exibir onde todos seus produtos e serviços podem ser encontrados, localizar os fornecedores mais próximos para os varejistas, entre outras possibilidades.

Para entender como a API do Google Maps pode trazer mais benefícios às suas operações no dia-a-dia e/ou levar grandes experiências de compra aos seus clientes, entre em contato conosco: querosabermais@geoambiente.com.br ou ligue para (12) 3878-6400.

Acesse: http://www.geoambiente.com.br/maisqueummapa.

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Google Maps API na concretização de suas ideias

geoambiente_desenvolvimento_googlemapsapiIdeias boas estão por todos os cantos. Para levar adiante essas boas ideias, é fundamental que haja vontade acima de tudo. Mas para que estas boas ideias realmente tenham sucesso, é mais que fundamental contar com as ferramentas certas.

Uma das ferramentas que irão ajudar sua empresa é a API do Google Maps porque ela é completa nos recursos, no suporte, na facilidade do uso pelos desenvolvedores e por todas as possibilidades que ela proporciona na concretização de suas ideias e planos. Mas acima de tudo, a versatilidade que a API do Google Maps oferece é o que se destaca entre todos os benefícios pois não há limitações de mercados, ou seja, seu app ou sistema pode ser direcionado ao mercado financeiro, logístico, educacional, varejista e todos os demais.

Qualquer que seja a sua ideia, você sabe que com o uso da API do GOOGLE MAPS os caminhos estarão sempre abertos.

Confira mais informações sobre como a API poderá auxiliá-lo no desenvolvimento de suas ideias: http://www.geoambiente.com.br/googlemapsapi/desenvolvimentodesoftware/

Nossa equipe também está pronta para tirar suas dúvidas e dar todas as informações sobre a API do GOOGLE MAPS: querosabermais@geoambiente.com.br ou (12) 3878-6400

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QUEIMADAS EM ÁREAS DE CANA-DE-AÇÚCAR: MONITORAMENTO E PREVENÇÃO

O termo “Queimada”, de uso popular, se refere a qualquer tipo de queima da vegetação, e a maioria das queimadas no Brasil tem origem antrópica: limpeza de pastagens, preparo de plantios de culturas temporárias, desmatamentos, colheita não mecanizada da cana-de-açúcar, vandalismo, balões de São João e disputas fundiárias, entre outras. Como resultado, tem-se, além das perdas econômicas, a destruição da biodiversidade (fauna e flora), o empobrecimento do solo e a redução da penetração de água no subsolo. Em muitos casos ocorrem mortes, acidentes e perda de benfeitorias.

O fato irrefutável é que enquanto houver pecuária extensiva e agricultura baseada no sistema de corte/queima, em detrimento do estabelecimento de sistemas agro-florestais e de manejo florestal sustentável, as queimadas continuarão a ocasionar perdas ambientais, econômicas e sociais. O fogo é um agente de transformação da paisagem e de geração de enormes prejuízos ambientais, econômicos e sociais e constitui-se numa prática arraigada na cultura brasileira, uma vez que as queimadas estão amplamente inseridas no processo produtivo, sendo considerado um método barato para preparar a terra para o plantio de culturas e para a limpeza de pastagens.

Em termos de Monitoramento, dadas as dimensões continentais do território brasileiro, o uso de imagens de satélite pode ser considerado como ideal (prático, rápido e de baixo custo) para a identificação e monitoramento de queimadas. Para que se possa identifica-las é preciso detectar focos de calor, pela diferença de temperatura entre os alvos imageados na superfície terrestre. O princípio físico que define a detecção de um foco de queimada é o de que qualquer material em combustão emite energia, principalmente na faixa termal-média de 3,7 µm a 4,1 µm do espectro óptico. O instrumento sensor do satélite mede a radiância termal da área imageada numa determinada passagem, e esta radiância é convertida para temperatura, que é utilizada no processamento. As coordenadas do foco de queimada são então calculadas. Como indicativo, com base nos dados analisados durante 10 anos, foram identificados 1.653.482 focos de queimadas no território brasileiro.

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Figura 1. Total de focos de queimadas no Brasil, durante 10 anos.

 

Devido ao uso indiscriminado na agropecuária, os meses de agosto a outubro concentram 67,19% do total de ocorrências de focos de queimadas no período analisado. Incluindo-se novembro, tem-se 79,72% dos focos.

Figura 2. Distribuição temporal das queimadas durante o período analisado.
Figura 2. Distribuição temporal das queimadas durante o período analisado.

 

Em termos de Prevenção, a análise do risco de incêndios é um elemento antecessor, de ação preventiva, e o risco de queimadas pode ser obtido diariamente por meio de índices de risco que refletem a sua possibilidade de ocorrência e a sua facilidade de propagação, de acordo com as condições atmosféricas. Os principais serviços compreendidos no monitoramento de risco de incêndios são estruturados para o envio diário de informações: monitoramento de condições meteorológicas das propriedades de interesse; análise das informações meteorológicas predominantes do dia; medições com alta precisão do risco de incêndio e em turnos (manhã, tarde e noite); instituição de um “Totem de Alerta” ao risco de queimada em cada propriedade; análise de regiões com maior risco; e sugestão de modos de contenções relativos. O monitoramento deste risco permite estabelecer um plano de proteção, já que se pode prever as condições de risco e adotar medidas preventivas mais eficientes e econômicas, tal como a definição do local do plantão da Brigada de Incêndio (comumente terceirizado).

Autor: Marcos Leandro Kazmierczak

Marcos Leandro Kazmierczak é Engenheiro Florestal, Mestre em Sensoriamento Remoto, com especialização em Interpretação de Imagens Orbitais e Sub-orbitais, e Inovação Tecnológica.
Atual Gestor de Negócios – Agro e Florestal na Geoambiente, Marcos tem 30 anos de experiência em Sensoriamento Remoto e geotecnologia.

E-mail: marcos.leandro@geoambiente.com.br
Tel.: (12) 99677-8356

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Prefeitura de São Luís implantará sistema de georreferenciamento ambiental

fonte: Prefeitura Municipal de São Luís

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A Prefeitura de São Luís está avançando no processo de informatização da gestão ambiental. Nesta quinta-feira (23), foi realizada uma reunião entre representantes da Secretaria de Projetos Especiais (Sempe) e Secretaria de Meio Ambiente (Semmam) com a empresa Geoambiente Sensoriamento Remoto, contratada para implantação e desenvolvimento do Sistema de Informações Georreferenciadas para Gestão Ambiental (SIGA).

Dentre as novidades que esse novo sistema irá trazer está a possibilidade do cidadão realizar denúncias de forma rápida utilizando o telefone celular, incluindo o envio de fotos. “Essa é uma prática que insere o cidadão como um fiscalizador das questões de interesse público e um agente participante das ações da gestão pública. Ações como essa buscam a agilidade e a transparência, pontos fortes da gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior”, afirmou o titular da Sempe, Gustavo Marques.

O processo de contratação da empresa foi realizado através do Programa de Recuperação Ambiental e Melhoria da Qualidade de Vida da Bacia do Bacanga, financiado pelo Banco Mundial (Bird) e gerenciado pela Prefeitura de São Luís, através da Sempe. A consultoria contratada fará o desenvolvimento e a instalação do SIGA, além do treinamento dos servidores para manutenção e gerenciamento do sistema.

“Essa consultoria vai durar dez meses e irá fortalecer a política municipal de meio ambiente, através da criação desse sistema informatizado que dará maior agilidade aos processos administrativos e operacionais”, explicou o especialista socioambiental da Sempe, José Antônio Lopes.

De acordo com o superintendente de Qualidade Ambiental da Semmam, Raul Vilhena, os benefícios da informatização são importantes para a gestão ambiental. Ele explicou que a ferramenta permitirá ao interessado a realização de pesquisas sobre as questões ambientais do município de maneira rápida e eficaz, com acesso online a um banco de dados. Com o sistema, os pesquisadores terão acesso a informações confiáveis sem a necessidade de se deslocaram à sede da Semmam, no São Francisco.

O analista chefe da consultoria, Tiago Oliveira, ressaltou que o sistema vai aprimorar atividades como o licenciamento, fiscalização e monitoramento ambiental. “Estamos na fase de coleta de dados, e logo em seguida daremos início ao desenvolvimento do software, e após os testes e a aprovação preliminar implantaremos o SIGA”, comentou sobre o andamento do processo.

 

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Mapeamento revolucionário da biosfera faz raio-x dos ecossistemas

fonte: Inovação Tecnológica

Cada um dos três instrumentos produz informações diferentes, que podem ser mescladas para traçar quadros da biodiversidade nunca vistos. [Imagem: The Carnegie Airborne Observatory]
Cada um dos três instrumentos produz informações diferentes, que podem ser mescladas para traçar quadros da biodiversidade nunca vistos. [Imagem: The Carnegie Airborne Observatory]

Mapa da biosfera

Pesquisadores testaram com sucesso uma nova forma de rastrear a biosfera terrestre.

O equipamento é chamado ATOMS – Airborne Taxonomic Mapping System, sistema de mapeamento taxonômico aerotransportado, em tradução livre.

As informações obtidas revelam a ecologia de uma forma nunca vista antes, nem por satélites artificiais e nem mesmo por observações diretas no solo.

“Cada imagem que o ATOMS produz é uma descoberta, é como se estivéssemos olhando para um universo inteiro pela primeira vez,” disse Greg Asner, líder do projeto.

As imagens produzidas, obtidas em uma única passagem, geram informações sobre a composição química, função e estrutura dos ecossistemas.

O equipamento foi testado a bordo de um avião da NASA que sobrevoou ecossistemas nos EUA (Califórnia), Colômbia, Costa Rica e Peru, incluindo a floresta amazônica.

Não se trata de floresta e água: cada cor representa diferentes tipos de vegetação. Esta imagem mostra áreas de desmatamento na Amazônia peruana. [Imagem: The Carnegie Airborne Observatory]
Não se trata de floresta e água: cada cor representa diferentes tipos de vegetação. Esta imagem mostra áreas de desmatamento na Amazônia peruana. [Imagem: The Carnegie Airborne Observatory]

Radar de luz

O sistema ATOMS é uma combinação de várias técnicas de rastreamento e imageamento, incluindo lasers e espectrômetros.

A estrela do conjunto é um LIDAR (Light Detection and Ranging), também conhecido como radar de luz.

Sua resolução espacial varia de 25 centímetros a 1 metro, dependendo da altitude do avião.

Completam o equipamento um espectrômetro de ondas curtas, com resolução espacial entre 0,5 e 2 metros, e um espectrômetro de infravermelho, com resolução similar à do LIDAR, entre 0,25 e 1 metro.

“É como tirar um raio X de uma paisagem inteira, planta por planta, e de cada pequena elevação. Nós podemos ver como cada pequena elevação no solo, de meio metro, pode criar um novo habitat para espécies, com efeitos mensuráveis para a biomassa da floresta inteira,” disse Dana Chadwick, que usou o sistema para fazer uma pesquisa sobre a interação entre a floresta e sua geologia.

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Agrobots prometem invadir fazendas

fonte: Inovação Tecnológica (com informações da New Scientist)

Robôs agricultores

Leves e ágeis, robôs agricultores como o Prospero têm a vantagem de não compactar o solo, como ocorre com os tratores. [Imagem: Dorhout R&D LLC]
Leves e ágeis, robôs agricultores como o Prospero têm a vantagem de não compactar o solo, como ocorre com os tratores. [Imagem: Dorhout R&D LLC]

Sistemas de inteligência artificial e sensoriamento do ambiente pretendem transformar os robôs em agricultores autônomos, funcionando 24 horas por dia. Os robôs fazendeiros, robôs agricultores, ou simplesmente agrobots,  respondem mais facilmente a sinais infravermelhos, comandos a laser ou conexões wireless e, a depender dos projetistas, logo não será necessário nem mesmo dirigir-se a eles.
O esforço para a criação de agrobots é mundial. O impulso é mais forte no Japão, país que produz apenas 40% dos alimentos que consome. Com o envelhecimento da população, e uma menor disponibilidade de mão-de-obra para trabalhos braçais, o governo está investindo nos robôs, com os quais pretende que o país produza pelo menos metade de sua necessidade de alimentos na próxima década.

Comportamentos complexos

Os Estados Unidos, com suas enormes plantações já altamente mecanizadas também estão apostando alto no conceito de robôs fazendeiros. David Dorhout e seus colegas da indústria já estão com seu robô em estado avançado de desenvolvimento.

Dorhout é entomologista, o que significa que seus robôs imitam o comportamento dos insetos para trabalhar em conjunto. Quando uma formiga encontra uma fonte de alimento, ela libera um feromônio para atrair suas companheiras e de forma similar, o robô usa LEDs infravermelhos para emitir sinais e pedir ajuda, o qual pode ter um nível mais elevado do que a tarefa que os demais robôs espalhados pelo campo estão realizando naquele momento. “Não há memória de longo prazo, não há comando centralizado e nem central de controle. Os robôs simplesmente seguem regras simples, por meio das quais emergem comportamentos complexos,” explica ele.

A ideia de Dorhout, por enquanto, não é substituir os agricultores, mas prover-lhes servos prontos a atender e fazer o trabalho pesado: “O fazendeiro é como um pastor, que dá instruções aos robôs”. Seus primeiros protótipos são capazes apenas de plantar sementes, mas a ideia é torná-los capazes de plantar mudas, cortar ervas daninhas, aplicar fertilizantes e colher.

Economia da robótica

O HortiBot, desenvolvido na Universidade de Aarhus, na Dinamarca, marca a transição dos tratores automatizados para os robôs autônomos. [Imagem: Aarhus University]
O HortiBot, desenvolvido na Universidade de Aarhus, na Dinamarca, marca a transição dos tratores automatizados para os robôs autônomos. [Imagem: Aarhus University]

As ideias são ótimas, mas os desafios são gigantescos. Apesar dos avanços dos sistemas de visão artificial, tornar um robô capaz de separar entre a planta que está sendo cultivada e uma erva daninha, nas condições totalmente aleatórias do campo, está longe de ser uma tarefa solucionada.

Arno Ruckelshausen, da Universidade de Osnabruck, na Alemanha, equipou seu robô BoniRob com um sistema copiado de uma impressora jato de tinta que despeja quantidades mínimas de agrotóxicos apenas nas folhas das ervas daninhas. Segundo ele, isso poderá reduzir os gastos com defensivos agrícolas em até 80%, e números semelhantes podem ser alcançados para os fertilizantes.

O BoniRob usa um sistema de aplicação de defensivos agrícolas similar ao mecanismo de uma impressora jato-de-tinta. [Imagem: Arno Ruckelshausen]
O BoniRob usa um sistema de aplicação de defensivos agrícolas similar ao mecanismo de uma impressora jato-de-tinta. [Imagem: Arno Ruckelshausen]

E os fazendeiros, estarão dispostos a pagar o preço?

“Quando nós começamos a falar em robôs na agricultura, em meados dos anos 1990, os fazendeiros ficaram céticos e deram risadas, mas quando nós demonstramos um colhedor de pepinos, eles nos perguntaram se poderiam comprar um já,” responde Eldert van Henten, da Universidade Wageningen, na Holanda.

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GeoMetrópoles: monitoramento espacial das regiões metropolitanas brasileiras

fonte: INCT

O INCT Observatório das Metrópoles apresenta à comunidade acadêmica, aos movimentos sociais e a todos aqueles interessados pela questão urbana a nova versão do sistema de informações geográficas GeoMetrópoles. A ferramenta foi desenvolvida com o propósito de reunir em um só plano de informação dados espaciais sobre os mais diversos temas (demográficos, sociais, econômicos, ambientais) relacionados às regiões metropolitanas do Brasil. Considerado pela comissão avaliadora do Programa INCT/CNPq como uma contribuição inovadora do Observatório para a sociedade brasileira, o GeoMetrópoles é um sistema aberto e de atualização permanente a fim de possibilitar o acesso e a produção democrática de dados quantitativos e qualitativos referentes à temática urbana e metropolitana.

“Não existe no Brasil uma base de dados sobre as metrópoles brasileiras. No entanto, temos 51 aglomerados metropolitanos de acordo com o IBGE; isto é, as RMs ganham cada vez mais um papel central no desenvolvimento do País e, consequentemente, nos desafios da gestão urbana. O Observatório das Metrópoles resolveu desenvolver um sistema de informações geográficas a partir dos dados censitários do IBGE – nossa fonte matriz. Ou seja, o GeoMetrópoles incorpora às escalas nacional, regional, macro-regionais, entre outras do IBGE, informações sobre as regiões metropolitanas, incluindo informações pontuais como localização de equipamentos urbanos (escolas, postos de saúde, locais de votação etc”, explica o coordenador nacional do instituto, Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro.

A ferramenta apresenta outra característica: as informações sobre as RMs são desagregadas em várias escalas: região metropolitana na sua inserção regional; municipal, intra-municipal, entre outras. “O GeoMetrópoles foi pensado para atender os diversos públicos, por isso os seus dados podem ser lidos em diferentes escalas e todas as informações estão linkadas aos outros níveis. O planejador  vai pensar a metrópole e tem um interesse específico; mas o militante está pensando no seu bairro, nos problemas que são diários. Quer dizer, como é que estão as condições de saneamento do bairro? Como é que está o desempenho escolar das crianças daquela região, como é que está a situação da moradia? Essas escalas são disponibilizadas no GeoMetrópoles. E isso tudo vinculado ao Google o que permite a elaboração de mapas a partir de imagens de satélites, ou seja, imagens reais”, afirma Ribeiro.

Idealizado e desenvolvido pelo pesquisador Arthur Felipe Molina Moreira, responsável também pela coordenação de uma equipe que trabalhou no projeto, o GeoMetrópoles é um sistema aberto e pode ser operacionalizado pela internet. Dessa forma, qualquer usuário pode ter acesso e utilizar as informações para produzir tabelas, mapas, gráficos etc. “Além disso, é um sistema que permite ser permanentemente atualizado pelos dados que vem do IBGE (fonte matriz), como também informações administrativas, da Justiça Eleitoral, do Censo Escolar, da Prova Brasil, Informações do Data SUS, ou seja, qualquer informação cadastral administrativa pode ser incorporada na ferramenta”, esclarece o pesquisador.

Acesso à informação e participação popular

Arthur Molina conta que o projeto GeoMetrópoles partiu da elaboração de uma plataforma de SIG Participativo a partir da experiência da Rede Observatório das Metrópoles  em trabalhos de assessoria em organizações não governamentais ligadas ao Movimento Nacional pela Reforma Urbana (MNRU). “Por conta dessa relação com os movimentos sociais, o projeto teve como objetivo inicial criar uma ferramenta que ao mesmo tempo em que centralizasse todas as informações espaciais sobre o ambiente metropolitano brasileiro, possibilitasse a visualização, a colaboração e a análise das informações de modo intuitivo e interativo por usuários com escolaridades variadas de modo a capacitar o cidadão no entendimento da questão urbana”, explica o pesquisador.

Atualmente o sistema oferece uma organização das informações de maneira que sua apresentação facilite ao mesmo tempo a visualização dos elementos da dinâmica espacial metropolitana, a construção de mapas temáticos e a análise espacial através das diferentes ferramentas de geotecnologia, oferecendo maior autonomia na utilização por pesquisadores não especializados. “Queremos possibilitar ao usuário comum o acesso a informações espaciais, à medida que este conhecer o espaço em questão instrumentalize o usuário para melhor entender os processos de produção espacial que a todo momento alteram a sua vivência, ao construir constantemente novas paisagens, novas espacialidades”, argumenta.

Acesse o GeoMetrópoles. Faça seu cadastro e utilize o sistema de informações geográficas sobre as regiões metropolitanas brasileiras aqui.

DESAFIO: aperfeiçoamento do sistema

Concebido como uma ferramenta para possibilitar a democratização da informação, o GeoMetrópoles é um sistema em constante aperfeiçoamento, seja pelo feedback dos usuários como também pela ampliação da base de dados. Segundo Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro, o desafio do Observatório das Metrópoles em relação à ferramenta é incorporar a base de dados de 2010 e aperfeiçoar outras funções. “O instituto precisa agora formar uma nova equipe com profissionais especializados para incorporar os dados do Censo 2010, além de aperfeiçoar a base cartográfica. Só assim o GeoMetrópoles cumpre a sua função de oferecer a base de dados espaciais mais completa sobre as regiões metropolitanas brasileiras”, argumenta o coordenador e completa:

“O nosso desafio refere-se a como transformar dados em informação. Mas como isso pode ser feito? Quando sou capaz de pegar o dado, absorvê-lo e transformá-lo em recurso para a minha ação. Isso depende da capacidade do usuário de lidar e interpretar o dado; mas também do acesso a esse dado, o modo como está disponível. O GeoMetrópoles tem sido aprimorado para facilitar a visualização e o manuseio do dado; quer dizer, queremos ampliar o acesso e a capacidade de interpretação sobre os problemas metropolitanos do país”.

Segundo Arthur Molina, a ferramenta está em fase de ajustes. “A atual fase em que se encontra é a de testes de usabilidade para verificar se realmente a interface é intuitiva e fácil de usar. Para que esta verificação ocorra, o sistema conta com monitoramento de todas as ações do usuário para análise posterior”.

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