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Geoambiente fornece Google Maps API para o desenvolvimento do Táxi SP

O grande destaque do mês de abril foi o lançamento do app Táxi SP. Desenvolvido pela Prodam-SP, assim como o Táxi Rio, desenvolvido pela IPLANRIO, o app de táxis cadastrados pelas prefeituras conta com o uso da GOOGLE MAPS API, fornecida pela Geoambiente.

apptaxi

O Táxi SP, além de oferecer todas as características e funcionalidades de outros apps similares, também oferece a segurança de ter todos os motoristas cadastrados e de ter o acompanhamento dos trajetos dos taxistas, e ainda, os próprios motoristas poderão reportar buracos nas vias, falta de sinalização e lixo nas vias públicas, tudo diretamente pelo app. No entanto, o melhor diferencial talvez seja a possibilidade de motorista e passageiro negociarem os preços das viagens em tempo real pelo app, podendo conceder descontos de até 40%.

Todos os dados coletados sobre todas as corridas realizadas, como principais deslocamentos, ticket-médio, tempo com passageiro, gasto com combustível, concentração por horário, entre outros, podem ser usados para planejamento de melhorias do app e da oferta de taxistas pela cidade.

Hoje a cidade de São Paulo já conta com cerca de 8 mil taxistas usando o Táxi SP, a tendência é alcançar a totalidade dos 38 mil taxistas cadastrados.

O Táxi SP já está disponível na Google Play para aparelhos com sistema operacional Android. A versão para iOS ainda está em desenvolvimento.

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Você não tem tempo a perder durante seu projeto de campo

Não é só na coleta de pontos, durante os trabalhos de campo, que os profissionais e estudantes costumam empregar um tempo muito grande. Todo o trabalho que é feito depois, no escritório, para ordenar e organizar os dados e imagens coletadas em campo, preparar a diagramação, para finalmente gerar o relatório é que toma um outro grande tempo. E você ainda sabe que se não despendesse boa parte deste tempo nestes processos, poderia agilizar várias outras tarefas e projetos.

Como otimizar seu tempo durante os projetos de campo, principalmente na geração dos relatórios finais?

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Para solucionar esta questão, a Geoambiente desenvolveu o GO FIELD COLLECTOR. Além de tornar muito mais prático o trabalho de campo, ele traz um sistema web completo que permite visualizar todos seus pontos coletados sobre o Google Maps, acompanhados das coordenadas, informações digitadas em campo e as fotos tiradas durante as missões.
E então, em um clique, é possível gerar seus relatórios no formato PDF, automaticamente.
Seu relatório para cada ponto sairá com todas as informações necessárias para entregar ao seu cliente, incluindo a logomarca deste, ou seja, customizado e completo.

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E ainda é possível exportar para seu PC ou notebook todos os dados coletados em KML e as imagens em JPG.

COM O GO FIELD COLLECTOR, VOCÊ ECONOMIZA ATÉ 75% DE TEMPO EM SEUS PROJETOS DE CAMPO

O GO FIELD COLLECTOR está disponível a todos. Acesse http://www.gofieldcollector.com.br para realizar seu teste por 7 dias grátis. No site, você também pode optar por adquirir a licença pelo uso mensal do sistema para criar várias missões e registrar mais pontos coletados.

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GO FIELD COLLECTOR – Alta Performance nos Trabalhos de Campo

Mesmo com um excelente planejamento, a realização do trabalho de campo pode se tornar difícil com o transporte e manuseio de tantos itens (como máquina fotográfica, cadernos, planilhas, entre outras coisas) para conseguir registrar os pontos em campo, havendo ainda o risco de perder tais dados coletados no caminho para o escritório ou até mesmo no próprio campo.
Na etapa pós-campo, há o trabalho intenso nas associações de imagens com os dados registrados nas planilhas e cadernos, e então a passagem desses para mapas, e a produção manual de relatórios de campo.

COMO CONSEGUIR OTIMIZAR O TEMPO NOS TRABALHOS DE CAMPO?

Pensando nisso, a Geoambiente criou, desenvolveu e trouxe a você o GO FIELD COLLECTOR.

O GO FIELD COLLECTOR facilita o dia-a-dia de quem realiza trabalhos e projetos de campo.

O sistema é constituído por dois módulos (mobile e web), sendo ambos necessários para o trabalho. No primeiro, o módulo mobile (aplicativo) é baixado no celular ou tablet, e nele você pode substituir justamente o uso de câmeras fotográficas, blocos de anotações e canetas.

Também no celular, você pode criar e definir suas missões (projetos), criando uma ficha de campo para cada local que queira registrar. Nesse ambiente, é possível anexar fotos, informações registradas e a localização, que automaticamente serão salvos na NUVEM, dispensando a necessidade de passar todo o conteúdo para o computador no escritório.

Go Field Collector nos dispositivos móveis - praticidade e organização em campo
Go Field Collector nos dispositivos móveis – praticidade e organização em campo

Já na versão web (portal), todos os dados compartilhados na NUVEM podem ser acessados e ficam sobrepostos aos mapas do Google, de acordo com as coordenadas registradas na ficha de campo. Na versão web, associadas à conta do usuário, as descrições e fotos registradas ficam à disposição para você editar e selecionar pontos e informações de acordo com a sua preferência, gerando arquivos para impressão ou exportação.

Go Field Collector - sistema web - organização, segurança e eficiência na geração de relatórios de campo
Go Field Collector – sistema web – organização, segurança e eficiência na geração de relatórios de campo

Com o GO FIELD COLLECTOR, você pode gerar RELATÓRIOS COMPLETOS E CUSTOMIZADOS com as especificações que deseja no documento. Assim, o sistema acaba dinamizando grande tempo da tarefa de coleta e levantamento de dados e, principalmente, na tarefa de compilação de relatórios sobre o trabalho de campo, ECONOMIZANDO ATÉ 75% DO TEMPO que normalmente gastaria para fazer todo o processo.

O GO FIELD COLLECTOR conta com uma versão de teste disponível gratuitamente por sete dias, além do plano convencional de assinatura mensal, que disponibiliza a coleta de muitos mais pontos para suas missões.

ACESSE: http://www.gofieldcollector.com.br

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MAIS VANTAGENS da API do GOOGLE MAPS para empresas de LOGÍSTICA

Se você achou que as vantagens de usar a API do GOOGLE MAPS pelas empresas de logística foram todas citadas naquela publicação (CLIQUE AQUI), está enganado. As empresas de logística e de rastreamento só ganham quando contam com a API do GOOGLE MAPS em seus sistemas e apps pois as vantagens são muitas.
Uma das vantagens é a OTIMIZAÇÃO DE TRAJETOS que faz com que o transporte siga rotas inteligentes, leve um TEMPO MENOR aos seus destinos, trazendo EFICIÊNCIA a todo o processo e planejamento, pois além de diminuir custos com grande coordenação de recursos, ELEVA A SATISFAÇÃO DO CLIENTE.

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A API do GOOGLE MAPS é um dos melhores recursos estratégicos que você pode ter em mãos se o sucesso dos seus negócios for um de seus objetivos.
Entre em contato com a GEOAMBIENTE para obter a licença da API DO GOOGLE MAPS e começar a explorar todas as vantagens deste grande recurso para seus negócios.
Envie e-mail para querosabermais@geoambiente.com.br ou ligue para (12) 3878-6400.

Mais informações sobre a API do GOOGLE MAPS para empresas de logística/rastreamento, acesse: http://www.geoambiente.com.br/googlemapsapi/rastreamento

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Google Maps API divertindo as crianças

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A API do Google Maps também pode ser usada para o lazer das crianças. O app “Quest to Legoland – A GPS Adventure” permite que as viagens até a Legoland (Flórida) fiquem muito interessantes e divertidas para as crianças, dentro dos automóveis.

Enquanto os pais dirigem, o avatar também se movimenta em tempo real usando GPS para identificar pontos turísticos/de interesse para destravar jogos e outros capítulos de uma história, incluindo desafios, mistérios a serem resolvidos e várias corridas.

A API do Google Maps permite que o jogo puxe os pontos de interesse para dentro da experiência do jogo, e isso inclui parques, pontos históricos, lagos, rios, montanhas e cavernas. Além disso, a API também traz trivias e fatos interessantes ao jogo dependendo do local por onde o carro está passando.

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Geoambiente levando o SIGA para São Luís

Para gerenciar uma grande capital com mais de 1 milhão de habitantes, a Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de São Luís do Maranhão (SEMMAM) sempre buscou a ordem e a conservação do meio ambiente sincronizados com o progresso e o avanço industrial e tecnológico.

E foi dando mais um passo adiante em seu planejamento que a SEMMAM solicitou os serviços da Geoambiente, para desenvolver o projeto SIGA (Sistema de Informações para Gestão Ambiental).

O SIGA foi desenvolvido para atender não só a SEMMAM, mas também a população ludovicense, com a missão de:

  • levar transparência e agilidade ao processo de licenciamento ambiental por meio do fornecimento de informações aos gestores ambientais e à população, com fácil acompanhamento dos processos de licenciamento pelos requerentes/empreendedores;
  • fornecer à população a possibilidade de registrar denúncias de não-conformidades ambientais através de ferramentas com uma interface amigável em dispositivo móvel;
  • possibilitar o monitoramento de resíduos de construções civis para que estes não sejam deixados em rios, mangues, áreas verdes e áreas livres, assim como em áreas de preservação.

Com estas possibilidades, o SIGA oferece agilidade para a tomada de decisões da SEMMAM.

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Equipe Geoambiente para o projeto do SIGA: (atrás, esq. para dir.): Carolina Landim, Mateus Pontes, Luis Filipe Mota, Carlos Portes e Joyce Tosetto. (frente): Tiago Pinheiro e Miriam Carvalho.


Foram 14 meses de trabalho intenso da equipe Geoambiente neste projeto, que foi estruturado em 6 módulos:

  • Controle de acesso
  • Administração
  • Controle do processo de licenciamento ambiental
  • Relatório (sobre cada solicitação do licenciamento e seu status)
  • Fiscalização ambiental
  • Público (consulta pelo público sobre as Áreas de Proteção Ambiental, hidrografia, parques ecológicos, áreas de risco, entre outros).

A equipe Geoambiente atuou no levantamento e especificação de requisitos, passando por implementações web e móveis (Android e iOS), implantação no cliente, treinamento dos usuários e transferência tecnológica, até as questões jurídicas de garantia legal. Foi um trabalho completo!

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Treinamento Geoambiente da equipe da SEMMAM para uso do SIGA

Para Carolina Landim, analista de sistemas e analista desenvolvedora Geoambiente, o projeto teve grande importância, principalmente para os licenciamentos: “Foi desafiador e de grande satisfação atuar nesse projeto de Gestão Ambiental, em que procuramos manter o foco no objetivo principal do cliente que era agilizar o processo de Licenciamento Ambiental e permitir que o próprio empreendedor possa fazer tal solicitação; além de permitir que a população faça denúncias de infrações ambientais através de seus smartphones.
Acredito que o sistema trará grande benefício aos empreendedores que poderão solicitar os licenciamentos através da Internet e acompanhar o andamento dos processos a qualquer momento com maior transparência”.

Para a versão web do SIGA, acesse: http://sigasemmam.saoluis.ma.gov.br/siga

Para a versão mobile do aplicativo SIGA Denúncia, acesse: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.geoambiente.sigadenunciainfracao

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Projeto permite que produtores de São Paulo plantem nas APPs

fonte: CanalRural

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=T_NVLI575Z8]

Pelo Código Florestal em vigência, é proibida a exploração agrícola em áreas de Preservação Permanente (APP). As APPs são áreas nas margens de rios, córregos e de nascentes que devem ser preservadas para  manter a biodiversidade do local. No Estado de São Paulo agricultores que moram num assentamento, estão produzindo em cima destas áreas. E, curiosamente, eles não estão fora da lei.

Os produtores Osvaldo de Andrade e Maria dos Santos Andrade moram em Porto Feliz (SP), em um assentamento com mais 82 famílias. Neste local, pela lei nº 4.771, nenhum produtor pode utilizar esta área, porém o projeto do Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp) permite que as áreas de APP sejam exploradas, devido a isso são plantados palmito juçara, banana, café e hortaliças.

O agrônomo do Itesp, Edevandro Moraes Ruas, explica que a resolução 369 do Conama, o Conselho Nacional do Meio Ambiente, permite a intervenção em APP.

– A lei abriu pra exploração das entrelinhas por três anos. Então aqui já se plantou abóbora, quiabo, feijão, milho, as mais diversas culturas. Atualmente a lei foi alterada pra cinco anos, e nós esperamos que isso possibilitasse alguma exploração. No caso da juçara, ela vai ficar na mata aqui, vai se reproduzir, que ela possa ser modificada pra exploração permanente da juçara. O projeto de plantio de palmito nesta área é um piloto – diz.

O Itesp distribuiu aos agricultores do assentamento 400 mudas. A intenção é explorar comercialmente a polpa da fruta, como acontece com o açaí,  e as sementes para a produção de novas mudas. Isso deve levar pelo menos cinco anos.

– No começo a gente até ganhou um dinheiro cuidando. Depois a gente plantou também, colheu algumas coisas, então isso ajuda – conta Andrade.

– Nós achamos que a exploração, conciliando a questão ambiental. E a questão econômica, não deixando o agricultor fora disso, é a condição melhor pra gente restaurar estas áreas e manter esta restauração – explica o agrônomo.

O assentamento de Porto Feliz tem pelo menos 200 hectares de área de APP e de Reserva Legal. O palmito foi plantado em 10% da área. O profissional conta que as 30 famílias de assentados trabalham, há quatro anos, na recuperação da terra. Os agricultores plantaram 32 espécies de árvores nativas. O palmito agora vai beneficiar pelo menos cinco deles, que são os diretamente envolvidos no projeto. Num calculo bruto, a previsão é que cada família receba R$ 2.500 por ano só com a polpa do palmito.

A produtora Maria dos Santos Andrade não vê problema pois afirma que não é só com a renda que ela e os vizinhos estão preocupados.

– A gente plantou as árvores, ajudou a natureza. Nós hoje estamos precisando plantar. Porque o povo só quer derrubar as árvores e agora nós estamos plantando – conclui.

 

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Acordo visa melhorar políticas de preservação no estado de São Paulo

fonte: Alexandre Scussel / MundoGEO

Acordo visa melhorar políticas de preservação no estado de SP

Secretaria de Estado do Meio Ambiente de São Paulo (SMA) e a ONG ambiental The Nature Conservancy (TNC) assinaram um convênio de cooperação técnica com o objetivo de aprimorar as políticas de conservação, recuperação e uso sustentável da diversidade biológica e dos recursos naturais no Estado de São Paulo

A parceria prevê, entre outros pontos: a produção de estudos para melhorar a compreensão dos processos ecológicos e econômicos; o desenvolvimento de projetos, programas, tecnologia, instrumentos e modelos de gestão ambiental que possam compor ou subsidiar as políticas públicas para a conservação e recuperação dos biomas paulistas; e a formulação de projetos de restauração de mata ciliar em áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade e dos recursos hídricos.

Entre as ações que serão desenvolvidas estão o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), a adequação ambiental de propriedades, a restauração de áreas de Reserva Legal (RL) e de Áreas de Preservação Permanente (APPs).

As ações serão desenvolvidas por meio do Programa Estadual de Remanescentes Florestais, do Projeto de Recuperação de Matas Ciliares e do Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável.

A sub-bacia Cantareira e a bacia hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí serão algumas das regiões contempladas. A implementação será feita pela SMA sob a responsabilidade da Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais.

 

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Geoambiente e Fibria fecham um novo contrato.

FIBRIA e Geoambiente
Geoambiente e Fibria fecham contrato

Na última semana, no dia 11 de agosto, a Geoambiente fechou  mais um novo contrato, dessa vez com a Fibria, empresa brasileira que atua no mercado global de produtos florestais.

A Fibria surgiu da união entre a Aracruz Celulose e da Votorantim Celulose e Papel, duas empresas brasileiras com atuação e experiência no segmento. Atualmente a Fibria possui 6 fábricas com capacidade para mais de 5,4 milhões de toneladas de celulose por ano, produzindo ainda cerca de 313 mil toneladas de papéis térmicos . Sua atividade têm como base uma área florestal superior a 1 milhão de hectares, sendo mais de 393 mil hectares dedicados a conservação de ecossistemas nativos em mais de seis estados brasileiros.

O contrato visa o mapeamento de APPs de topo de morro da região de Cunha, dentro de uma nova especificação que segue a resolução da CETESB para mapeamentos na escala 1:10.000, através de um projeto piloto que poderá se transformar em novos negócios.

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