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Portugueses e brasileiros fabricam primeiros transístores de papel.

por Celulose Online

Os primeiros transístores de papel do mundo vão começar a ser fabricados por um consórcio que envolve a Universidade Nova de Lisboa (UNL), a Universidade de São Paulo (USP) e a Suzano Papel e Celulose, a segunda maior produtora de celulose de eucalipto do Planeta.

A UNL participa neste projeto através do Centro de Investigação de Materiais (Cenimat) da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), dirigido por Elvira Fortunado, e a USP através do Instituto de Física de São Carlos.

O projeto pretende determinar as propriedades físico-químicas de 30 amostras de diferentes papéis da Suzano, bem como a suas correlações com as propriedades eletrônicas dos transístores produzidos, tendo como substrato filmes desses papéis.

Até agora a equipe do Cenimat tem usado o papel de escrita comum ou de fotocópia nas suas experiências com transístores e memórias de papel, que inventou em 2008.

Mais recentemente, os investigadores da FCT inventaram baterias em papel que podem ser usadas em celulares, computadores, tablets, vídeo games, kits de diagnóstico e todo o tipo de dispositivos eletrônicos.
O papel usado nas baterias, nos transístores ou nas memórias pode ser reciclado, mas para ser eficiente nas aplicações eletrônicas tem de possuir algumas propriedades específicas.

As baterias agora inventadas são carregadas pelo vapor de água existente na atmosfera, na rua ou em casa, desde que a percentagem de umidade do ar esteja acima dos 40%.

Abaixo dos 40%, o carregamento poderá ser feito em locais fechados com níveis de umidade elevados, como o banheiro quando estamos a tomar banho e outros ambientes artificiais. O papel usado pelas baterias pode ser reciclado.

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Preços da celulose deixam de cair em todos os mercados.

por Celulose Online

A consultoria independente finlandesa Foex informou nesta terça-feira (4/1) que o preço da celulose de fibra curta, com entrega na Europa, ficou praticamente estável (queda de US$ 0,05), a US$ 849,16 por tonelada.
Já o preço da celulose de fibra longa, também com entrega na Europa, registrou alta de 0,03%, ou de US$ 0,29, na última semana, para US$ 949,21.

Na China, o preço da celulose de fibra curta atingiu US$ 742,86 na semana passada, o que representa um avanço de 0,02% ante o período anterior.

Segundo relatório da Link Investimentos, elaborado pelo analista Leonardo Alves, já na primeira semana de 2011 foi observada “uma pequena mudança de tendência, com os preços parando de cair em todos os mercados”.

“Continuamos otimistas com a perspectiva para as companhias brasileiras, que têm grandes vantagens competitivas perante os demais produtores mundiais, e devem manter boas margens de lucro caso os preços se mantenham nesses patamares”, apontou o documento.

No segmento de embalagens, a Link ressalta que o preço do Kraftliner recuou 0,18%, sendo cotado a US$ 744,90 por tonelada, “mudando de trajetória, depois de um longo período de alta.

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Paraná é exemplo no setor de celulose e papel.

por Só Notícias

O Paraná desenvolve importante função dentro do setor de celulose e papel. A afirmação é de Elizabeth de Carvalhaes, presidente executiva da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa). De acordo com ela, o Estado atua exemplarmente tanto em plantação florestal quanto na fabricação de papel. Neste ano, a produção nacional de celulose chegou a 14 milhões de toneladas, sendo 1.200 do Paraná, o que corresponde a 8,6% do total. Já a produção de papel atingiu 9,75 milhões de toneladas, com 21,1% deste Estado.

‘‘O Paraná tem, na sua maioria, plantação de pinus que se destina à grande expertise do Brasil: papel de embalagem, papel cartão e papel ondulado’’, explica. ‘‘Por isso tem função fundamental porque o setor no Brasil possui grandes clientes como a Tetrapak, que faz todas as embalagens de líquidos com papel ondulado que existem no País e no mundo e toda ela é produzida no Paraná’’, justifica.

O Estado atua primeiramente no maior know-how do Brasil e depois no maior volume. O País é especialista em reciclagem de papel de embalagem, papel cartão, papel em caixa e os produtos paranaenses são os mais recicláveis que existem na indústria de papel. ‘‘Nós estamos bastante avançados nisso (reciclagem); as florestas de pinus do Brasil respondem pela grande expertise brasileira na área de papel para embalagem e papel cartão e elas estão concentradas no Paraná’’, reitera.

Além disso, também tem importante participação no cenário brasileiro de florestas plantadas e fabricação de papéis. ‘‘Há investimentos, há expansão e todos os indicadores econômicos do setor avaliados pelo governo brasileiro estão nesta região porque papéis de embalagem ou papéis cartão e ondulado dão indicadores importantes das áreas de alimentos, limpeza, fármacos – embalagens de remédio’’. Elizabeth reforça a necessidade do plantio de pinus no Brasil porque a grande expertise do País está principalmente nas áreas de produtos acabados destas florestas.

Maior fábrica do País

A Unidade Monte Alegre da Klabin, instalada em Telêmaco Borba (Campos Gerais), constitui atualmente a maior fábrica de papéis do País e a maior fábrica de papéis para embalagem – cartões, kraftliner (usado para caixas de papelão ondulado), e sackraft (para sacos e envelopes) – da América Latina. Em 2006, a Klabin iniciou o Projeto de Expansão MA-1100, o maior já realizado em seus 111 anos de existência com o objetivo de ampliar a capacidade de produção total da empresa de 1,6 milhão de toneladas anuais de papéis para 2 milhões de toneladas. O investimento foi de cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo mais de R$ 300 milhões em meio ambiente.

Com a inauguração da expansão, em 2008, o projeto colocou a unidade, atualmente a maior fábrica de papéis do Brasil, entre as 10 maiores fábricas de papel do mundo e entre os seis maiores fabricantes globais de cartões de fibras virgens (fibras não recicladas).

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Setor de Celulose e Papel no RS teve crescimento de 5,1% em 2010.

por Celulose Online

O setor gaúcho de celulose e papel fechou o ano de 2010 com um crescimento similar ao registrado em nível nacional, 5,1% e 3,4%, respectivamente, na comparação com 2009, segundo avalia o presidente do Sindicato das Indústrias de Celulose, Papel, Papelão, Embalagens e Artefatos de Papel, Papelão e Cortiça do Rio Grande do Sul, Walter Rudi Christmann.

Os números anunciados pela Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa) mostram que a produção de celulose no País chegará a 14 milhões de toneladas, enquanto a de papel alcançará a marca de 9,8 milhões de toneladas. Conforme Christmann, a recuperação do setor iniciada em setembro último, após o período de desaquecimento resultante da crise financeira internacional, tenderá a se manter nos próximos anos.

Segundo o dirigente, o principal fator responsável é a expectativa do aumento do consumo de papel e o maior dinamismo econômico de mercados emergentes, como China, Índia, Rússia, Leste Europeu e América Latina. E, por isso, o Sinpasul continua apostando no potencial de desenvolvimento do setor florestal do Estado e a expectativa é de que o novo governo gaúcho oportunize as condições para a retomada dos projetos de investimento na indústria de base florestal.

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Setor de papel e celulose aumenta produção em 2010 e exporta US$ 6,7 bilhões.

por Globo Rural

O setor de papel e celulose tem muito pouco a reclamar do ano de 2010. Essa é a conclusão de Elizabeth de Carvalhaes, presidente-executiva da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), ao apresentar números que na sua opinião merecem ser celebrados depois da crise financeira iniciada em setembro de 2008. A produção nacional de celulose cresceu uma média de 5,1%, passando para 14 milhões de toneladas, e a de papel 3,4%, alcançando 9,8 milhões de toneladas. As exportações aumentaram 33%, totalizando 6,7 bilhões de dólares. Para a presidente, os resultados representam o sucesso de uma área que tem boa posição no mercado interno e externo. “As empresas mantiveram seus negócios por conta e risco, mesmo no pior momento da crise“, afirma.

Segundo a Bracelpa, as perspectivas para os próximos anos são bastante otimistas. Elas se baseiam na expectativa do aumento de consumo de papel e no dinamismo econômico de mercados emergentes, como China, Índia, Rússia, Leste Europeu e América Latina. O cálculo é de que, nos próximos 15 anos, haja crescimento da demanda mundial por celulose de fibra curta – extraída principalmente do eucalipto – da ordem de 3% ao ano. Também nesse período, a demana por papel, em especial os de embalagem e para fins sanitários, deve ser elevada em 1,5% ao ano. “O país já comprovou sua eficiência e será um forte competidor na disputa desses mercados“, analisa Elizabeth de Carvalhaes.

A executiva afirma, porém, que as empresas precisam se preparar para outro desafio: fazer com que as florestas plantadas entrem no mercado de crédito de carbono. O país tem 2,2 milhões de hectares dessas áreas; estudos de diversas entidades apontam para fixação total de CO2 entre 7,5 e 15 toneladas por hectarepor ano, em cultivos de pinus e eucalipto. Por enquanto, o Protocolo de Kyoto não aceita a inclusão de florestas nativas ou plantadas na geração de créditos de carbono. O argumento é de que não há como garantir o estoque desse gás de efeito estufa por longo tempo, já que as florestas estão sujeitas a queimadas, temporais, inundações e outros eventos da natureza.

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Mantêm-se a tendência de queda no preço da celulose.

por Brasil Econômico

A consultoria independente finlandesa Foex informou nesta terça-feira (14/12) que o preço da celulose de fibra curta, com entrega na Europa, caiu 1,44%, ou US$ 12,42, a US$ 852,08 por tonelada.

Já o preço da celulose de fibra longa, também com entrega na Europa, registrou queda de 0,03%, ou de US$ 0,28, na última semana, para US$ 948,99.

Na China, o preço da celulose de fibra curta atingiu US$ 747,31 na semana passada, o que representa um recuo de 0,38% ante o período anterior.

“Acreditamos que esse cenário de queda deve continuar para o curto prazo, porém, para o médio e longo-prazo, devemos ter um cenário positivo para as companhias produtoras de celulose, com um pequeno aumento da produção e uma elevação da demanda”, avaliou a Link Investimentos, em relatório assinado pelo analista Leonardo Alves.

Navaliação da Link, o segmento de embalagens continua passando por um momento positivo, com o preço de Kraftliner em tendência de alta. Nessa semana, na Europa, o preço teve uma variação de 0,39% e foi cotado a US$ 736,38 por toneladas.

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Bom desempenho faz Klabin acelerar projeto de cartões.

Bom desempenho faz Klabin acelerar projeto de cartões

por Painel Florestal

Com a maior máquina de papel-cartão da América Latina, Telêmaco Borba (PR) recebeu há dois anos o investimento de R$ 2,2 bilhões de reais e segue superando as previsões originais do projeto.

Após atingir plena operação com quase um ano de antecedência, o equipamento tem registrado picos de produção 14% acima de sua capacidade, de 350 mil toneladas anuais, e poderá ultrapassar, mais adiante e com “pequenos investimentos”, as 400 mil toneladas por ano.

A produção atual é suficiente para carregar 120 caminhões ao dia. Essa produção ampliada deve representar aumento na participação no mercado brasileiro, além de elevar as exportações de 27% para 35% da receita da empresa. O investimento em tecnologia permitiu a redução de custos de fabricação e tornou o produto ainda mais competitivo em escala global. O novo processo produtivo diminuiu em 20% o uso de água e evita o consumo de 100 mil toneladas de óleo combustível ao ano. O projeto previu a diminuição da dependência energética: a fábrica é 70% auto-suficiente e uma parte da energia vem da queima de lascas de madeira em uma caldeira de biomassa recém-construída.

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Preços da celulose deixam de cair.

por Folha.com

Após quedas significativas em julho e em agosto, a celulose parou de cair. Neste mês, os preços começam a se estabilizar porque a China voltou às compras.

Principal responsável pelo recuo, os chineses ficaram com estoques reduzidos nos últimos meses e, ao voltarem ao mercado, estão dando sustentação aos preços.

A avaliação é de Carlos Bacha, professor da Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, ligada à USP) e do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

Segundo ele, a principal queda ocorreu nos preços da fibra curta, que recuou US$ 50 no período. Já a fibra longa teve queda menor, de US$ 30 por tonelada. A tonelada da celulose do tipo fibra curta está sendo negociada a US$ 870, em média, na Europa. A fibra longa está em US$ 973. No mercado interno, os reflexos da queda externa só chegaram a partir do início deste mês.

A celulose parou de cair porque os países europeus também voltaram às compras. Além da recomposição de estoques, a demanda cresce devido ao retorno às aulas, diz Bacha. Apesar da queda de preços, a celulose remunera bem, principalmente o produtor brasileiro, que tem menor custo de produção. Com isso, “o que chama a atenção são os investimentos”.

Mas as indústrias estão desacelerando os investimentos em regiões como São Paulo e buscando áreas com terras de menor valor, como Mato Grosso, Maranhão, Pará, Tocantins e Bahia. Esses novos investimentos, inclusive os do Sul do país, estão sendo feitos, no entanto, sempre próximos a áreas com boa logística de transporte, para tornar o produto brasileiro ainda mais competitivo. Na avaliação de Bacha, são investimentos sem risco porque “a demanda lá fora está aquecida e o Brasil é bastante competitivo”.

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Fibria tem papel térmico homologado.

Atendendo à nova legislação, produto será utilizado em cupons fiscais e tem maior durabilidade

fonte: Fibria.com.br

A Fibria apresentou ao mercado uma novidade que vai oferecer ganhos ao consumidor brasileiro, aumentando a vida útil de cupons fiscais que precisam ser guardados por muitos anos. O novo Termoscript KPR, papel térmico para automação comercial, tem maior definição e durabilidade da imagem, mantendo a fidelidade de impressão por até sete anos.

O novo produto começa a ser fabricado na unidade de Piracicaba (SP) e estará disponível no mercado já nos próximos meses. Além da longevidade, possui fibras que são reagentes a luz UV. Diferentemente dos cupons fiscais amarelos ou brancos, atualmente utilizados, o novo produto tem cor palha. Essa diferenciação no tom busca coibir a utilização de materiais inadequados, como os papéis para fax, de qualidade inferior e que dura cerca de dois anos.

As novidades seguem as recentes exigências do Ato Cotepe 04/10, que regulará o padrão técnico das bobinas de papel para uso em equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). Os produtos deverão passar por uma série de testes em laboratório, homologado pelo órgão, e só então estarão aptos a serem fornecidos para uso em ECF.

O Termoscript KPR foi desenvolvido com tecnologia Oji Paper, indústria japonesa que é líder mundial na produção de papéis térmicos, num acordo de transferência de tecnologia com a Fibria. “Estamos oferecendo aos comerciantes e consumidores finais um produto moderno que, além das vantagens de impressão do papel térmico que já elimina tintas e cartuchos, também garantirá que as informações ali gravadas sejam preservadas por até sete anos”, afirma Silney Szyszko, gerente geral de negócios da linha de papéis especiais da Fibria.

A fábrica de Piracicaba recebeu um investimento de R$ 115 milhões, no ano de 2008, em novas tecnologias e no equipamento específico para a produção de papéis térmicos. A capacidade de produção saltou de 15 para 40 mil toneladas por ano. A estimativa é que todo o volume para cupons fiscais seja produzido com o novo Termoscript KPR.

 

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Estoques mundiais de celulose ameaçam queda de preços.

por CIFlorestas.com

Os preços da celulose de fibra curta, que se mantiveram estáveis neste mês, podem consumar em outubro a projeção de queda traçada por analistas há algumas semanas, diante do aumento maior do que o esperado nos estoques mundiais da matéria-prima. Segundo o Conselho de Produtos de Celulose e Papel (PPPC, na sigla em inglês), o volume estocado globalmente subiu para 34 dias em agosto, ante 29 dias em julho e 25 dias em junho, de volta ao nível médio histórico. Esse dado pode ser interpretado como indício de maior equilíbrio na relação entre oferta e demanda mundial, com potencial para pressionar as cotações válidas para o próximo mês.

Para o analista Leonardo Alves, da Link Investimentos, os números relativos à economia europeia e ao desempenho da China, um dos principais destinos da celulose brasileira, abaixo do esperado, se somam ao cenário de incerteza desenhado pela elevação dos estoques. “As empresas justificaram os reajustes deste ano com os estoques baixos.

Esse argumento não poderá ser usado por enquanto”, afirma o analista. “Pode haver pressão para queda dos preços em outubro”. Em base sazonalizada, os estoques em agosto ficaram em 33 dias, exatamente no nível histórico.

Desde o início do ano, os produtores de celulose de fibra curta implementaram seis reajustes e um corte de preços, de US$ 50 por tonelada, válido a partir de agosto. Com isso, as cotações de referência da fibra curta negociada na Europa se mantiveram neste mês em US$ 870 por tonelada. Na América do Norte, o preço lista está em US$ 900 a tonelada e na Ásia, incluindo China, a tonelada vale US$ 800. Na avaliação de Alves, é possível falar em queda de US$ 30 por tonelada caso se confirme a acomodação na demanda.

Apesar do cenário menos otimista para as cotações no curtíssimo prazo, o Brasil continua se destacando no mercado global e avançando sobre outros países produtores. Em agosto, segundo balanço da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações da fibra – praticamente toda a celulose de mercado produzida no país é vendida para outros países – somaram 707,3 mil toneladas, uma alta de 2,4% na comparação com o mesmo período de 2009. Os dados detalhados do setor, que são compilados pela Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), devem ser divulgados entre hoje e amanhã. No acumulado do ano até julho, conforme a entidade, o Brasil exportou 4,842 milhões de toneladas da matéria-prima, uma alta de 2,8%.

Em 2009, o país manteve a quarta posição no ranking da RISI, consultoria internacional especializada no setor, entre os maiores produtores mundiais, com 13,7 milhões de toneladas, alta de 7,3% ante o volume produzido em 2008. No grupo dos 10 maiores, apenas o Brasil e Chile mostraram expansão. O fechamento de fábricas de alto custo e a transferência de operações para o Hemisfério Sul, onde as condições são mais favoráveis ao cultivo de celulose de eucalipto, explicam, em parte, a importância do país para a indústria mundial de celulose. Outra vantagem competitiva está no custo de produção da matéria-prima, o mais baixo do globo. Até 2020, a perspectiva da Bracelpa é a de que o país avance no ranking, ameaçando a vice-liderança dos chineses, com base em dados de 2009, na esteira da implementação de novas fábricas. Conforme a entidade, até aquele ano, o setor vai receber aportes de US$ 20 bilhões.

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