Arquivo da tag: Gestão Ambiental

COPEL OBTÉM LICENÇA DE OPERAÇÃO DA LINHA DE TRANSMISSÃO ARARAQUARA 2 – TAUBATÉ, COM APOIO DA GEOAMBIENTE

ARA2TAU – Vegetação nativa conservada em montagem de estrutura (Fonte: COPEL Get)
ARA2TAU – Vegetação nativa conservada em montagem de estrutura (Fonte: COPEL Get)

A Copel e a GEOAMBIENTE celebram a obtenção da Licença de Operação para a Linha de Transmissão Araraquara 2 – Taubaté junto à CETESB. Trata-se de uma Linha de Transmissão de 500 kV e 334,32 km de extensão, que perpassa 28 municípios do Estado de São Paulo e irá reforçar o Sistema de Transmissão Nacional.

A implantação da LT Araraquara 2 – Taubaté representou um grande desafio para a Copel e para as empresas parceiras que trabalharam durante a obra, tendo em vista a sua complexidade por atravessar regiões densamente povoadas e a preocupação em relação à preservação ambiental.

ARA2TAU – Conservação de Mata Ciliar (Fonte: COPEL Get)
ARA2TAU – Conservação de Mata Ciliar (Fonte: COPEL Get)
A GEOAMBIENTE participou deste desafio durante o período de 2016 a 2018, gerenciando e fiscalizando a implantação dos Programas e Subprogramas Ambientais previstos na Licença de Instalação e definidos no Projeto Básico Ambiental da obra. Com presença diária na obra e equipes percorrendo toda a extensão da Linha de Transmissão, a GEOAMBIENTE foi responsável pela vistoria e fiscalização ambiental das empresas contratadas pela Copel para a implantação da obra e para a execução dos programas ambientais, tais como Controle ambiental dos procedimentos construtivos; Monitoramento do desmatamento; Resgate e Destinação de Germoplasma; Afugentamento e salvaguarda da fauna; Minimização dos incômodos à população; Reflorestamento; Desmobilização e recuperação de áreas degradadas; Compensação Ambiental e; Preservação, prospecção, resgate e monitoramento arqueológico.

As vistorias ambientais de campo, com o uso do aplicativo Go Field Collector desenvolvido pela GEOAMBIENTE, permitiram o controle, rastreabilidade e gestão sobre os dados coletados em campo, todos geolocalizados e de acordo com os requisitos definidos pela CETESB e garantiram que o empreendimento fosse implantado de acordo com as normas e legislações ambientais vigentes.

A elaboração de Relatórios Técnicos Periódicos de acompanhamento das ações ambientais pela GEOAMBIENTE, deram o suporte necessário à manutenção das Licenças de Instalação durante a obra e à obtenção da Licença de Operação junto à CETESB.

Fato importante a destacar é a validade de 10 anos para a Licença de Operação obtida pela Copel. É o reconhecimento de que na Linha de Transmissão Araraquara 2 – Taubaté, a Copel e Parceiros estão alinhados com os grandes preceitos da CETESB: mais que o cumprimento à legislação ambiental vigente, as medidas de conservação ambiental representam o compromisso do empreendedor perante a sociedade e as instituições responsáveis pela gestão ambiental, no sentido de conciliar a operação do empreendimento com a manutenção dos recursos naturais e com o desenvolvimento socioeconômico da região.

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Geoambiente levando o SIGA para São Luís

Para gerenciar uma grande capital com mais de 1 milhão de habitantes, a Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de São Luís do Maranhão (SEMMAM) sempre buscou a ordem e a conservação do meio ambiente sincronizados com o progresso e o avanço industrial e tecnológico.

E foi dando mais um passo adiante em seu planejamento que a SEMMAM solicitou os serviços da Geoambiente, para desenvolver o projeto SIGA (Sistema de Informações para Gestão Ambiental).

O SIGA foi desenvolvido para atender não só a SEMMAM, mas também a população ludovicense, com a missão de:

  • levar transparência e agilidade ao processo de licenciamento ambiental por meio do fornecimento de informações aos gestores ambientais e à população, com fácil acompanhamento dos processos de licenciamento pelos requerentes/empreendedores;
  • fornecer à população a possibilidade de registrar denúncias de não-conformidades ambientais através de ferramentas com uma interface amigável em dispositivo móvel;
  • possibilitar o monitoramento de resíduos de construções civis para que estes não sejam deixados em rios, mangues, áreas verdes e áreas livres, assim como em áreas de preservação.

Com estas possibilidades, o SIGA oferece agilidade para a tomada de decisões da SEMMAM.

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Equipe Geoambiente para o projeto do SIGA: (atrás, esq. para dir.): Carolina Landim, Mateus Pontes, Luis Filipe Mota, Carlos Portes e Joyce Tosetto. (frente): Tiago Pinheiro e Miriam Carvalho.


Foram 14 meses de trabalho intenso da equipe Geoambiente neste projeto, que foi estruturado em 6 módulos:

  • Controle de acesso
  • Administração
  • Controle do processo de licenciamento ambiental
  • Relatório (sobre cada solicitação do licenciamento e seu status)
  • Fiscalização ambiental
  • Público (consulta pelo público sobre as Áreas de Proteção Ambiental, hidrografia, parques ecológicos, áreas de risco, entre outros).

A equipe Geoambiente atuou no levantamento e especificação de requisitos, passando por implementações web e móveis (Android e iOS), implantação no cliente, treinamento dos usuários e transferência tecnológica, até as questões jurídicas de garantia legal. Foi um trabalho completo!

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Treinamento Geoambiente da equipe da SEMMAM para uso do SIGA

Para Carolina Landim, analista de sistemas e analista desenvolvedora Geoambiente, o projeto teve grande importância, principalmente para os licenciamentos: “Foi desafiador e de grande satisfação atuar nesse projeto de Gestão Ambiental, em que procuramos manter o foco no objetivo principal do cliente que era agilizar o processo de Licenciamento Ambiental e permitir que o próprio empreendedor possa fazer tal solicitação; além de permitir que a população faça denúncias de infrações ambientais através de seus smartphones.
Acredito que o sistema trará grande benefício aos empreendedores que poderão solicitar os licenciamentos através da Internet e acompanhar o andamento dos processos a qualquer momento com maior transparência”.

Para a versão web do SIGA, acesse: http://sigasemmam.saoluis.ma.gov.br/siga

Para a versão mobile do aplicativo SIGA Denúncia, acesse: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.geoambiente.sigadenunciainfracao

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Gestão e Monitoramento Ambiental de Linhas de Transmissão

A Geoambiente possui vasta experiência na gestão e monitoramento ambiental de empreendimentos de energia elétrica em diferentes regiões brasileiras. Tem-se com destaque a gestão e monitoramento ambiental de Linhas de Transmissão.

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Dione dos Santos, especialista GIS Geoambiente, em campo e utilizando o Field Collector.


A empresa utiliza técnicas de Sensoriamento Remoto e GIS como ferramentas de trabalho para os processos de gestão e monitoramento ambiental destes empreendimentos de energia elétrica em suas diferentes fases de licenciamento – licenças prévias, de instalação e operação. Desta forma, o conhecimento espacializado na forma de mapas traduz a “expertise” da equipe de uma forma clara e assertiva para os desafios propostos.

Luciano Barão, especialista GIS Geoambiente, em campo.
Luciano Barão, especialista GIS Geoambiente, em campo.


As vistorias ambientais de campo com o uso do aplicativo
Field Collector, desenvolvido pela Geoambiente, permitem um melhor controle e gestão dos dados coletados em campo. Somado a isto está a utilização de procedimentos de controle ambientais, os quais permitem que os empreendimentos sejam implantados e operem de acordo com as normas e legislação ambiental vigentes.

Tiago Pinheiro e Mateus Pontes, desenvolvedores do Field Collector.
Tiago Pinheiro e Mateus Pontes, desenvolvedores do Field Collector.

 

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Field Collector

Projeto 1: Cliente – CPFL

A Linha de Transmissão de 138 kV SE Franca – SE Pioneiros, com 54,219 km de extensão – está situada nos municípios de Franca, São José da Bela Vista, Guará e São Joaquim da Barra. A Linha de Transmissão irá interligar a SE Franca, localizada no município de Franca, à SE Pioneiros, localizada no município de São Joaquim da Barra.

Projeto 2: Cliente – CENTROESTE

A Linha de Transmissão de 345 kV FUPII II – circuito simples de 345kV, com 62,326 km de extensão – está situada na região centro-oeste do Estado de Minas Gerais. A Linha interliga a SE Furnas, no município de São João Batista do Glória, à SE Pimenta no município de Pimenta. O traçado da linha atravessa, além dos municípios citados, São José da Barra, Capitólio e Piumhi, todos inseridos na região centro-oeste de Minas Gerais.

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Equipe de inspeção do projeto CPFL: André Santos, Luciano Barão e Rogério Silva (atrás)/ Dione Santos, Maíra Dzedzej e Mariângela Martins (frente).
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Geoambiente – Projeto CPFL Paulista

geoambienteA equipe Geoambiente está no meio do projeto de Estudos ambientais para licenciamento das linhas de transmissão do Grupo CPFL, em que são feitos levantamentos de campo de fauna e flora, utilizando a geotecnologia para análises ambientais, especificamente na área da CPFL Paulista.
Os levantamentos de fauna e flora estão sendo feitos pela equipe em campo para algumas linhas de transmissão que serão instaladas.

Local do projeto: Região do Rio Mogi-Guaçu/ Rio Pardo

 

Pegada de onça parda
Pegada de onça parda

Diversas espécies de animais e plantas são registradas em toda a extensão deste projeto. Estamos falando de belíssimos pássaros, e até mesmo lobos-guará, capivaras e onças pardas. Por isso, a equipe Geoambiente (os biólogos Luciana Arasato e Moisés Guimarães, os engenheiros florestais Maíra Dzedzej, Francisco Bernardes e Marco Antônio da Costa) que embora encarem lama, sol, chuva e até mesmo pequenos visitantes curiosos da mata, tem a grande satisfação de trabalhar com empenho em projetos que ajudam a preservar o meio ambiente.

Os profissionais da Geoambiente estão sempre à disposição para planejar e executar projetos de licenciamento ambiental, como este da CPFL. Nosso serviço de Consultoria e Gestão ambiental também envolve estudos de viabilidade de traçado, levantamento de situação fundiária, planos de conservação e uso do solo, gestão ambiental de empreendimentos e muito mais.

Conheça um pouco mais sobre nossa atuação no mercado de meio ambiente: http://www.geoambiente.com.br/meioambiente.html

 

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Prefeitura de São Luís implantará sistema de georreferenciamento ambiental

fonte: Prefeitura Municipal de São Luís

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A Prefeitura de São Luís está avançando no processo de informatização da gestão ambiental. Nesta quinta-feira (23), foi realizada uma reunião entre representantes da Secretaria de Projetos Especiais (Sempe) e Secretaria de Meio Ambiente (Semmam) com a empresa Geoambiente Sensoriamento Remoto, contratada para implantação e desenvolvimento do Sistema de Informações Georreferenciadas para Gestão Ambiental (SIGA).

Dentre as novidades que esse novo sistema irá trazer está a possibilidade do cidadão realizar denúncias de forma rápida utilizando o telefone celular, incluindo o envio de fotos. “Essa é uma prática que insere o cidadão como um fiscalizador das questões de interesse público e um agente participante das ações da gestão pública. Ações como essa buscam a agilidade e a transparência, pontos fortes da gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior”, afirmou o titular da Sempe, Gustavo Marques.

O processo de contratação da empresa foi realizado através do Programa de Recuperação Ambiental e Melhoria da Qualidade de Vida da Bacia do Bacanga, financiado pelo Banco Mundial (Bird) e gerenciado pela Prefeitura de São Luís, através da Sempe. A consultoria contratada fará o desenvolvimento e a instalação do SIGA, além do treinamento dos servidores para manutenção e gerenciamento do sistema.

“Essa consultoria vai durar dez meses e irá fortalecer a política municipal de meio ambiente, através da criação desse sistema informatizado que dará maior agilidade aos processos administrativos e operacionais”, explicou o especialista socioambiental da Sempe, José Antônio Lopes.

De acordo com o superintendente de Qualidade Ambiental da Semmam, Raul Vilhena, os benefícios da informatização são importantes para a gestão ambiental. Ele explicou que a ferramenta permitirá ao interessado a realização de pesquisas sobre as questões ambientais do município de maneira rápida e eficaz, com acesso online a um banco de dados. Com o sistema, os pesquisadores terão acesso a informações confiáveis sem a necessidade de se deslocaram à sede da Semmam, no São Francisco.

O analista chefe da consultoria, Tiago Oliveira, ressaltou que o sistema vai aprimorar atividades como o licenciamento, fiscalização e monitoramento ambiental. “Estamos na fase de coleta de dados, e logo em seguida daremos início ao desenvolvimento do software, e após os testes e a aprovação preliminar implantaremos o SIGA”, comentou sobre o andamento do processo.

 

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Geoambiente e Google Maps no 14° Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental

O 14º CBGE que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 02 e 06 de Dezembro contou com a participação da Geoambiente, distribuidora do portfólio Google Maps para empresas e governos.

Desastres naturais, controle de erosão, obras de infraestrutura e investigações, remediações de áreas contaminadas, gestão ambiental e mineração. Essas foram as principais linhas de discussão e temáticas de um Evento de caráter multidisciplinar e de vital importância para a nossa sociedade.

O Congresso aconteceu na UFRJ, na Ilha do Fundão e contou com o estande da Geoambiente e seu portfólio de Soluções em geotecnologia, cartografia e Google Maps.

14° CBGE

Dentre os casos de sucesso e aplicações apresentados na Palestra proferida por Izabel Cecarelli, Diretora Presidente da Geoambiente durante o primeiro dia do Evento, destacamos o mapeamento de suscetibilidade aos riscos geotécnicos nas faixas de dutos da Transpetro, a Gestão Ambiental de uma das maiores Usinas Subterrâneas do Brasil (Salto Pilão) assim como as soluções Google Maps desenvolvidas para o Estado de São Paulo (Emplasa e Cetesb).

“Temos que parabenizar a ABGE e a CPRM pela brilhante organização e atual temática do Evento que se tornou um marco nas políticas públicas de um país que vivencia grandes obras de infraestrutura e se prepara para evitar ou minorar os efeitos catastróficos e tragédias causadas por deslizamentos, escorregamentos e enchentes”, afirma Izabel Cecarelli.

O CBGE é realizado a cada dois anos, sendo esta sua décima quarta edição.

Geoambiente – Google Enterprise Partner
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Gestão ambiental garante menos emissão de gases

fonte: Diário Online

Se há vinte anos,quando foi realizada a primeira Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável – a Eco 92 –, o setor mineral começava a dar os primeiros passos rumo à superação da ideia de que mineração e degradação caminham lado a lado, hoje o cenário já é bem diferente. Houve uma mudança de paradigmas, que faz com que as empresas do setor se preocupem cada vez mais em investir na área de sustentabilidade, implantando planos de gestão ambiental. “As empresas hoje se preocupam muito com o legado que vão deixar nas comunidades. O legado econômico é facilmente percebido, com a geração imediata de emprego e renda. É fundamental uma visão de planejamento de longo prazo, com investimentos em capacitação e diversificação da economia local, acoplada ao desenvolvimento de políticas públicas de sustentabilidade”, diz Rinaldo Mancin, diretor de Assuntos Ambientais do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM).

“As empresas estão buscando não só ultrapassar aquilo que é exigido delas pelas leis ambientais, mas querem se tornar referências em sustentabilidade”, acrescenta Mancin. Este mês, o Instituto se prepara para lançar uma publicação na Rio + 20, que analisa a evolução da gestão ambiental nas mineradoras nos últimos 20 anos, e traz dados surpreendentes: o setor contribui com menos de 0,5% na emissão de gases de efeito estufa (GEE) no Brasil, por exemplo.

Através de um Termo de Convênio, assinado entre a Hydro Alunorte e a prefeitura de Barcarena, a refinaria de alumina, localizada em Barcarena, reflorestou 37,5 hectares na comunidade Santana do Cafezal. Na área, foram plantadas mais de 41 mil mudas de árvores frutíferas, gerando renda a pequenos produtores locais. “O objetivo é restabelecer as condições naturais do ecossistema ou minimizar os impactos ambientais. Queremos chegar o mais próximo possível das condições originais”, explica Sérgio Rosas, gerente da Área de Meio Ambiente e Qualidade da Hydro Alunorte.

No oeste do Pará, em meio à Floresta Nacional Saracá-Taquera, uma das reservas biológicas brasileiras, a Mineração Rio do Norte (MRN) já reflorestou desde 1979, 8,8 milhões de mudas de 450 espécies arbóreas nativas. O reflorestamento foi só início. Hoje, a MRN realiza o monitoramento físico-químico e biológico das águas de rios e igarapés; a qualidade do ar; o nível de ruído; recicla; monitora e resgata a fauna, abelhas e a flora; entre outras ações desenvolvidas, em sua maioria, com o apoio de universidades brasileiras.

“Queremos compreender suas dietas, áreas de vida, comportamentos sociais e reprodutivos, e completar as necessidades técnicas sobre o monitoramento da influência da mineração de bauxita sobre o meio ambiente”, explica Milena Moreira, gerente do Departamento de Controle Ambiental da empresa.

Reduzir, reutilizar e reciclar. É dessa forma que o Departamento de Meio Ambiente da Imerys está conseguindo ter bons resultados quando o assunto é reaproveitar materiais que iriam para o lixo. Na fábrica em Barcarena e nas duas minas de extração de caulim, localizadas em Ipixuna do Pará, a Imerys possui centrais de resíduos para descartar materiais que a empresa não utiliza mais. “Resolvemos fazer uma triagem desses materiais para que os funcionários pudessem visualizar o que ainda poderia ser utilizado dentro da empresa. A ideia está dando certo!”, explica Shyrlene Maciel, engenheira ambiental da Imerys. (Ascom Hydro/Imerys)

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Acordo visa melhorar políticas de preservação no estado de São Paulo

fonte: Alexandre Scussel / MundoGEO

Acordo visa melhorar políticas de preservação no estado de SP

Secretaria de Estado do Meio Ambiente de São Paulo (SMA) e a ONG ambiental The Nature Conservancy (TNC) assinaram um convênio de cooperação técnica com o objetivo de aprimorar as políticas de conservação, recuperação e uso sustentável da diversidade biológica e dos recursos naturais no Estado de São Paulo

A parceria prevê, entre outros pontos: a produção de estudos para melhorar a compreensão dos processos ecológicos e econômicos; o desenvolvimento de projetos, programas, tecnologia, instrumentos e modelos de gestão ambiental que possam compor ou subsidiar as políticas públicas para a conservação e recuperação dos biomas paulistas; e a formulação de projetos de restauração de mata ciliar em áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade e dos recursos hídricos.

Entre as ações que serão desenvolvidas estão o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), a adequação ambiental de propriedades, a restauração de áreas de Reserva Legal (RL) e de Áreas de Preservação Permanente (APPs).

As ações serão desenvolvidas por meio do Programa Estadual de Remanescentes Florestais, do Projeto de Recuperação de Matas Ciliares e do Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável.

A sub-bacia Cantareira e a bacia hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí serão algumas das regiões contempladas. A implementação será feita pela SMA sob a responsabilidade da Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais.

 

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UFSCar recebe inscrições para curso de especialização em gestão ambiental.

por MundoGEO

Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

Até o dia 1° de outubro, estão abertas as inscrições para a terceira turma do Curso de Especialização em Gestão Ambiental oferecido pelo Departamento de Engenharia Civil (DECiv) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

O curso é direcionado a engenheiros, arquitetos, biólogos, geólogos, geógrafos, químicos e outros profissionais envolvidos com problemas de meio ambiente e gestão ambiental. Os egressos poderão coordenar programas de gestão ambiental e estarão aptos a trabalharem em equipes interdisciplinares, tratando de questões ambientais com profissionais de outras áreas do conhecimento.

Com duração total de 384 horas, o curso visa complementar a formação na gestão ambiental de forma interdisciplinar, capacitando o profissional para o entendimento sistêmico dos múltiplos aspectos ambientais e para a contribuição na solução de seus mais importantes problemas.

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Geoambiente renova contrato com a Usina Salto Pilão.

Geoambiente renova contrato com a Usina Salto Pilão
Usina Salto Pilão

No mês de julho a Geoambiente renovou seu contrato com o Consórcio Empresarial Salto Pilão, composto pelas empresas do Grupo Votorantim (Metais e Cimentos), a DME Energética e a Camargo Correa Energia.

O consórcio foi responsável pelo projeto de construção da Usina Hidrelétrica da região, no rio Itajaí-Açu, entre os municípios de Apiúna, Lontras e Ibirama, no Alto Vale do Itajaí – Santa Catarina. Esse empreendimento absorveu um investimento de cerca de R$ 500 milhões e possui uma potência instalada de geração de 182,3 MW, suficiente para abastecer uma região do porte da Grande Florianópolis. Durante os 41 meses de construção e implantação, foram gerados aproximadamente mil e duzentos empregos, diretos e indiretos, priorizando a contratação de mão-de-obra local e o desenvolvimento da economia da região.

Como realizado nas fases de construção e implantação, a Geoambiente continuará a ser responsável por toda a gestão ambiental do empreendimento durante a licença de operação, por um período de dois anos.

Mais uma vez a Geoambiente reforça seu posicionamento no mercado como uma empresa competente e referência em qualidade.

Parabéns a toda a equipe!

Em breve teremos mais novidades!

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