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OPORTUNIDADE na Geoambiente – GERENTE DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

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Profissional com formação em Ciências da Computação ou correlata e certificação PMP-PMI, com experiência em gerenciamento de projetos de Desenvolvimento de Software. Experiência na gestão de equipes de TI. Experiência em tecnologias C# e Java com arquitetura Web, MVC, SOA e utilização de metodologias ágeis de desenvolvimento (Scrum).

O profissional será responsável pela operação de nova linha de negócio da empresa, envolvendo a estruturação da equipe e do processo de desenvolvimento de software para novos produtos.

Competências técnicas requeridas:
– Certificação PMP-PMI;
– Utilização de metodologias ágeis de desenvolvimento (Scrum), melhores práticas PMBOK ;
– Coordenação de projetos nas tecnologias C# e Java com arquitetura Web, MVC, SOA;
– 08 anos de graduação em Ciências da Computação ou área correlata;
– Experiência de 03 anos no cargo de Gerente de Desenvolvimento de Sistemas;
– Inglês fluente.

Competências Desejadas:
– Vivência em ambientes com aplicação de práticas do CMMI ou MPRBr;
– Experiência em Projetos envolvendo GIS (Geographic Information System) – desejável.

Local de trabalho: São José dos Campos

Os interessados deverão enviar seus currículos para trabalhenageo@geoambiente.com.br, informando o nome da vaga no campo “assunto”.

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Geoambiente contratando para equipe comercial

vagas_geoambiente_comercialE mais 2 oportunidades surgem na Geoambiente: Gerente de contas GIS e Gerente de contas Google Maps!
Venham trabalhar com nossa equipe!

Gerente de Contas GIS

Requisitos:

  • Formação superior completa (Geociências e correlatas, Engenharia Cartográfica, Tecnologia da Informação ou Administração de Empresas);
  • Inglês intermediário (escrita e oral);
  • Facilidade de comunicação;
  • Perfil autodidata (busca de conhecimento em pesquisas via internet);
  • Disponibilidade para viagens;
  • Experiência em todas as fases do processo de vendas, desde a prospecção até a elaboração de propostas comerciais, negociação e fechamento de contrato.

Diferenciais:

  • Experiência mínima de 2 anos em vendas de soluções de Geoprocessamento;
  • Experiência em criação de visões sobre soluções tecnológicas;
  • Desenvoltura para apresentações em público.

Principais responsabilidades:

  • Prospecção de novo clientes;
  • Elaboração de propostas comerciais;
  • Execução do plano de ações de vendas para a sua área/mercado de responsabilidade;
  • Elaboração de forecast de vendas;
  • Fechamento de vendas e atingimento de metas.

 

Gerente de Contas Google Maps

Requisitos:

  • Formação superior completa (Tecnologia da Informação, Engenharia ou Administração de Empresas);
  • Fluência em Inglês (escrita e oral);
  • Facilidade de comunicação;
  • Perfil autodidata (busca de conhecimento em pesquisas via internet);
  • Experiência em todas as fases do processo de vendas em TI, desde a prospecção até a elaboração de propostas comerciais, negociação e fechamento de contrato;
  • Disponibilidade para viagens.

Diferenciais:

  • Experiência mínima de 2 anos em vendas de soluções de Geoprocessamento ou serviços de TI;
  • Experiência em criação de visões sobre soluções tecnológicas;
  • Desenvoltura para apresentações em público.

Principais responsabilidades:

  • Prospecção de novo clientes;
  • Elaboração de propostas comerciais;
  • Execução do plano de ações de vendas para a sua área/mercado de responsabilidade;
  • Elaboração de forecast de vendas;
  • Fechamento de vendas e atingimento de metas.

Benefícios:

  • Remuneração compatível com o mercado;
  • Comissão sobre as vendas;
  • Seguro de vida;
  • Planos Médico e Odontológico;
  • Vale-refeição e vale-transporte;
  • Outros benefícios.

Os interessados deverão enviar currículo para trabalhenageo@geoambiente.com.br informando a qual vaga estão se candidatando.

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Geoambiente em projeto de GIS Corporativo para a mineradora Anglo American

Num total de 15 meses de projeto, com o objetivo de avaliar e desenvolver a implementação de ambiente GIS Corporativo para todas as áreas da unidade de negócio Minério de Ferro Brasil da Anglo American, a equipe de GIS TI da Geoambiente encerra 2015, com chave de ouro, finalizando o projeto para a mineradora.

Nas instalações da Anglo American, em Belo Horizonte, Conceição do Mato, Santo Antônio do Gramo (todas em MG) e São João da Barra (RJ), a Geoambiente tinha como objetivo mapear todas as demandas de GIS existentes, caracterização do cenário atual da Anglo American e propor um modelo GIS Corporativo que atenda a todas demandas identificadas, incluindo as futuras.

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Da esq. para dir. – Alexandre Hashimoto, Joyce Tosetto, Luciano Barão, Maíra Dzedzej e Danilo Palomo.

O projeto envolveu 71 reuniões com 133 profissionais da Anglo American de 30 áreas no total, entre eles: Engenharia, transporte, desenvolvimento social, Geociências e licenciamento/desenvolvimento sustentável. E todo o processo contou com 5 etapas, incluindo a gestão e o acompanhamento pela Geoambiente:

  1. Planejamento;
  2. Assessment;
  3. Infraestrutura do Sistema;
  4. Arquitetura do Sistema;
  5. Políticas, Normas e Procedimentos;
  6. Gestão e acompanhamento.

O planejamento inicial contou com plano de trabalho sobre todo o processo a ser seguido (características do projeto, metodologia de trabalho e cronograma). Além do plano de trabalho, também houve o plano de comunicação e as entrevistas de diagnóstico com os profissionais de diversas áreas da Anglo American.

Ainda na etapa inicial, foi produzido o relatório de diagnóstico com mapeamento dos processos que têm a necessidade de informações georreferenciadas na empresa.

Para Maíra Dzedzej, Engenheira Florestal, Especialista em Recursos Hídricos e Meio Ambiente da Geoambiente, o projeto foi intenso e muito gratificante: “Dentre as diversas etapas do projeto esta foi a que estive mais envolvida. A etapa de levantamento de informações nos fez mergulhar intensamente nas atividades da empresa para o entendimento das reais necessidades dos usuários com relação ao GIS Corporativo.
Fisicamente foi um caminho árduo, perfazendo o caminho do minério, paralelamente ao duto e, cobrindo todos os potenciais usuários que necessitam de dados geográficos. Foi intenso. Mas, muito gratificante. Entrevistamos diferentes usuários e conversamos sobre diferentes temas em todas as áreas da empresa. Foram identificados usuários júniors, avançados e os que nem se julgavam usuários. Boas expectativas e ganhos foram apontados com a futura implantação do GIS. Os diferentes usuários, necessitam da ferramenta.
A primeira fase completa (entrevistas e relatório) levou cinco meses para ser concluída e foi realizada com muita interação da equipe multidisciplinar da Geoambiente e colaboradores da Anglo American, do Comitê GIS. Sem eles o trabalho não seria possível pois abriam portas e a discussão sobre o tema, nas diferentes áreas. A convivência e a interação no território mineiro foram especiais”.

A segunda etapa contou com a Arquitetura Conceitual, o processo a ser seguido após o diagnóstico das áreas da Anglo American, visando auxiliar na definição do funcionamento do GIS Corporativo.

E em seguida, a terceira etapa, com a infraestrutura do sistema, em que houve o planejamento e a definição das características da Infraestrutura de Dados Espaciais (IDE) do GIS Corporativo, propondo informações referentes à estrutura de hardware e software que comporão o ambiente GIS.

São previstos cenários de crescimento, com especificação detalhada de hardware, licenças de software e aplicativos a serem adquiridos, desenho da estrutura organizacional e de instalações no mesmo ambiente, tanto para curto e médio, assim como para longo prazo.

Segundo Alexandre Hashimoto (Analista de Sistemas e Analista de Banco de Dados Geoambiente), a etapa não foi algo simples: “O relatório de infraestrutura do sistema foi de alta complexidade, pois estabeleceu um ambiente completo de uma IDE – Infraestrutura de Dados Espaciais do GIS Corporativo. Não foi somente definir software e hardware, mas também foi preciso justificá-los. E como se trata de uma empresa que possui uma grande equipe de TI, as justificativas técnicas precisaram ser de alto nível. Outro ponto de complexidade foi a definição da infraestrutura para os horizontes de curto, médio e longo prazo, ou seja, foi preciso definir estruturas escaláveis para que a implantação do projeto fosse realizada em fases”.

A quarta etapa, Arquitetura do Sistema, propõe a estruturação de softwares que suportarão as necessidades levantadas, atendendo aos cenários de curto a longo prazos do GIS Corporativo.

E por último, a etapa de políticas, normas e procedimentos em que houve a elaboração de um conjunto de documentos para suportar a administração e a manutenção do ambiente GIS Corporativo.

Para Danilo Palomo, Analista de Sistemas GIS Geoambiente, o projeto em sua etapa final foi de grande importância para a Anglo American e para a Geoambiente: “Nesta etapa utilizamos o entendimento da estrutura organizacional adquirido nas fases anteriores com o conhecimento da equipe em GIS para a definição dos padrões que deverão ser adotados e construção dos instrumentos normativos que deverão ser aplicados para a utilização, manutenção, difusão e evolução da utilização do GIS dentro da Unidade de Minério de Ferro da Anglo American (MFB).
As Políticas e Normas foram elaboradas de forma a se tornarem as regras básicas que orientam a tomada de decisão na organização na utilização do GIS, refletindo o pensamento da organização com relação ao GIS, servindo de orientação para a definição das estratégias, táticas e planos operacionais. Os procedimentos definem padrões, parâmetros e responsabilidades para a execução dos processos envolvendo GIS. Esses procedimentos são importantes para a implantação do GIS Corporativo e seu crescimento de forma madura e ordenada dentro da organização.
Foram realizadas várias discussões com os colaboradores da Anglo American para o enriquecimento dos documentos, para que esses reflitam as necessidades e objetivos a serem alcançados pela MFB com a utilização do GIS”.

Todo o projeto da Geoambiente com a Anglo American teve a gestão e o acompanhamento feito por Joyce Tosetto, gerente de projetos Geoambiente, contando ainda com monitoramento, controle e emissão de relatórios semanais de acompanhamento.

“O projeto Anglo foi desafiador pela quantidade de dados geográficos envolvidos em nossos processos de negócio da empresa, onde entrevistamos mais de cem pessoas, em quatro plantas diferentes. Hoje, esses dados estão mapeados com a modelagem do banco dados já disponível, além do plano de implantação de GIS Corporativo de curto, médio e longo prazo, fornecendo todas as orientações técnicas necessárias para transformar o GIS em uma solução capaz de alcançar reais reduções de custos e agilidade para tomada de decisões”, afirma Joyce.

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Geoambiente seguindo os ventos do sul

No mês de outubro, a Geoambiente foi para o sul do país e deu início ao projeto “Conservação da Biodiversidade como Fator de Contribuição ao Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul/Brasil”.

O objetivo do projeto, na terra das araucárias, é a conservação da biodiversidade do Estado do Rio Grande do Sul.

Áreas a serem analisadas
Áreas a serem analisadas: Campos da Campanha, Quarta Colônia, Litoral Médio e Escudo sul-riograndense

O projeto está sob coordenação da SEMA-RS (Secretaria Estadual do Meio Ambiente) e apresenta a FEPAM (Fundação Estadual de Proteção Ambiental) para licenciamento ambiental, FZB (Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul) para conservação da biodiversidade no RS e a EMATER (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul) como órgãos executores.

A Geoambiente segue responsável pelo desenvolvimento e implantação dos seguintes sistemas de informações geográficas:

  • Sistema de Coleções Biológicas com banco de dados em ambiente web e carga de dados inicial do acervo do Museu de Ciências Naturais e do Jardim Botânico, mantido pela FZB.
  • Sistema Web-SIGBIO, com dados espaciais relacionados à conservação da biodiversidade do Estado do Rio Grande do Sul, permitindo consulta de dados e configuração de serviços de mapas para publicação na web. E que também inclui o Sistema de Gestão de Ocorrência de Espécies, que permite o registro digital de todo o acervo de ocorrência de espécies no Rio Grande do Sul, e o Módulo de Indicadores de Biodiversidade.
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Da esq. para dir.: Mateus Pontes (SIGBIO), Danilo Ramalho (SIGBIO), Joyce Tosetto (Gerência do projeto), Miriam Carvalho (Sistema de Coleções), Carolina Landim (Sistema de Coleções) e Djonatas Tenfen (SIGBIO).

Além disso, a Geoambiente deverá fazer a integração de todos os dados georreferenciados do Sistema de Gerenciamento de Coleções Biológicas e Sistema de Gestão de Ocorrência de Espécies ao Sistema Web-SIGBIO.

“É sempre um grande privilégio participar de projetos que visam a conservação da biodiversidade. A região do Rio Grande do Sul, especialmente, com biomas como Mata Atlântica e o Pampa, apresenta uma grande riqueza de espécies e ecossistema, e soluções como a que a Geoambiente está desenvolvendo, são ferramentas importantes para melhor compreensão sobre os impactos que a intervenção ocasionada pelo rápido crescimento poderá ocasionar à população. Nosso desafio, enquanto parceiros para soluções em GIS, envolve o desenvolvimento simultâneo de dois sistemas, que além disso, visa integrar informações de diversas instituições ambientais do Rio Grande do Sul, devendo o SIGBIO atender a necessidade de todos”, afirma Joyce Tosetto, Gerente de projetos GIS TI Geoambiente.

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Gestão e Monitoramento Ambiental de Linhas de Transmissão

A Geoambiente possui vasta experiência na gestão e monitoramento ambiental de empreendimentos de energia elétrica em diferentes regiões brasileiras. Tem-se com destaque a gestão e monitoramento ambiental de Linhas de Transmissão.

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Dione dos Santos, especialista GIS Geoambiente, em campo e utilizando o Field Collector.


A empresa utiliza técnicas de Sensoriamento Remoto e GIS como ferramentas de trabalho para os processos de gestão e monitoramento ambiental destes empreendimentos de energia elétrica em suas diferentes fases de licenciamento – licenças prévias, de instalação e operação. Desta forma, o conhecimento espacializado na forma de mapas traduz a “expertise” da equipe de uma forma clara e assertiva para os desafios propostos.

Luciano Barão, especialista GIS Geoambiente, em campo.
Luciano Barão, especialista GIS Geoambiente, em campo.


As vistorias ambientais de campo com o uso do aplicativo
Field Collector, desenvolvido pela Geoambiente, permitem um melhor controle e gestão dos dados coletados em campo. Somado a isto está a utilização de procedimentos de controle ambientais, os quais permitem que os empreendimentos sejam implantados e operem de acordo com as normas e legislação ambiental vigentes.

Tiago Pinheiro e Mateus Pontes, desenvolvedores do Field Collector.
Tiago Pinheiro e Mateus Pontes, desenvolvedores do Field Collector.

 

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Field Collector

Projeto 1: Cliente – CPFL

A Linha de Transmissão de 138 kV SE Franca – SE Pioneiros, com 54,219 km de extensão – está situada nos municípios de Franca, São José da Bela Vista, Guará e São Joaquim da Barra. A Linha de Transmissão irá interligar a SE Franca, localizada no município de Franca, à SE Pioneiros, localizada no município de São Joaquim da Barra.

Projeto 2: Cliente – CENTROESTE

A Linha de Transmissão de 345 kV FUPII II – circuito simples de 345kV, com 62,326 km de extensão – está situada na região centro-oeste do Estado de Minas Gerais. A Linha interliga a SE Furnas, no município de São João Batista do Glória, à SE Pimenta no município de Pimenta. O traçado da linha atravessa, além dos municípios citados, São José da Barra, Capitólio e Piumhi, todos inseridos na região centro-oeste de Minas Gerais.

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Equipe de inspeção do projeto CPFL: André Santos, Luciano Barão e Rogério Silva (atrás)/ Dione Santos, Maíra Dzedzej e Mariângela Martins (frente).
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Por dentro do Google Maps

Entenda como o Google desenvolveu o serviço de mapas na nuvem tendo em mente o uso em escala para atender pessoas, empresas e governos.

(Texto publicado pela GEOconnexion International Magazine em Junho 2013, adaptado por Felipe Seabra – Gerente de Marketing da Geoambiente – Google Enterprise Partner no Brasil).

Por dentro do Google Maps

Servir bilhões de requisições de acesso a mapas num único dia de maneira praticamente ininterrupta não é algo fácil. Construir uma infraestrutura para processar e gerenciar milhares de updates no mesmo dia também não é nada trivial. E liberar o acesso desse serviço a todas as pessoas com uma interface amigável e com uma facilidade de desenvolvimento jamais vista? Isso sim pode ser um pouco mais complexo e desafiador.

O objetivo do Google Maps é de fornecer tecnologia geospacial para todos, não apenas aos profissionais da área. Num passado recente, o acesso a essa tecnologia pertencia exclusivamente aos departamentos de GIS (sigla em inglês para Sistemas de Informação Geográfica) das grandes empresas de tecnologia. Hoje em dia, o acesso está literalmente nas palmas das mãos de todos nós através dos smartphones por exemplo. A localização geográfica é uma informação preciosa às pessoas, podendo apresentar praticamente tudo: seja a simples localização de um ente querido, o roteiro de uma viagem de final de semana, um mapa para gestão de equipe de vendas de uma empresa ou até mesmo um detalhado plano de emergência integrando dezenas de secretarias de um Governo em questão.

A missão Google foi sempre de organizar todas as informações do planeta e torná-las universalmente acessíveis e úteis. Para uma empresa, acessar terabytes de imagens e dados cartográficos é algo complexo e custoso. Agora, acessar essas informações como uma camada de dados no Google Maps é algo fácil e incrivelmente rápido.

Nos ombros do gigante

A Plataforma Google foi construída para “empacotar” e disponibilizar toda infraestrutura e serviços do Google Maps e Earth para que milhões de usuários/dia possuam acesso às funcionalidades. O uso em escala dos mapas começou em 2005 com o desenvolvimento do Google Maps APIs (interface de programação Google Maps) que hoje é a engrenagem de mais de um milhão de websites e aplicações que acessam, com poucas linhas de programação, a maior base de dados geográficos do universo (diga-se universo, pois existem dados cartográficos detalhados da lua, marte e até debaixo d’água).

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O sucesso do serviço Google Maps APIs não é apenas pela disponibilidade de 99.9 por cento de tempo, mas também pela velocidade, simplicidade e familiaridade com o uso dos mapas Google. Fator esse que permite que o desenvolvedor crie uma aplicação não apenas com alto desempenho, mas também com uma cartografia de fácil compreensão. Isso porque o usuário final já acessou o serviço diversas vezes na vida através do mesmo Google Maps. Esse é um fator crucial que faz com que as empresas desenvolvam, cada vez mais, suas soluções apoiadas na tecnologia Google. A necessidade de longos treinamentos é minimizada, pois os usuários não precisam gastar tempo reaprendendo como utilizar um mapa Google e podem se concentrar na real finalidade do serviço contratado.

Os populares Google Maps e Google Earth possuem versões equivalentes para o uso corporativo tais como o Google Maps Engine e o Google Earth Pro que apresentam a mesma aparência e desempenho, mas com funcionalidades e controles de uso diferenciados. Outros produtos como o Google Maps Coordinate, se baseia no Google Latitude, mas ao invés de localizar amigos, as organizações podem localizar funcionários e equipes de trabalho em campo, definindo tarefas e gerindo as atividades. Esses serviços apresentam o mesmo modelo de segurança, acesso e compartilhamento comuns em todas as ferramentas Google. Isso significa que quando estudantes de uma universidade acessam o Google Docs para realizar um trabalho em grupo, eles já sabem como compartilhar os mapas de uma solução corporativa como o Google Maps Engine. Quando um desenvolvedor está construindo aplicações de segurança para o Youtube, ele pode utilizar o mesmo código para desenvolver aplicações com Google Maps Engine, usufruindo da mesma infraestrutura do Google Apps que é utilizada por milhares de empresas de todo o planeta. A grande diferença é que não estamos falando de uma funcionalidade construída sobre a “nuvem de alguém”, trata-se de uma aplicação que nasceu numa infraestrutura utilizada por milhões de usuários/dia

O pilar de todas as coisas

O Google Maps Engine (GME) é a engrenagem da Plataforma Google Maps, pois foi desenvolvido para fornecer a mesma simplicidade e familiaridade do Google Maps e Google Apps, traduzida numa poderosa computação nas nuvens para dados geográficos. A escalabilidade é a mesma oferecida do Youtube e a velocidade idêntica ao do Google Search. Essa ferramenta corporativa permite fazer o upload de arquivos geográficos em formatos como GeoTiffs e Shapefiles, apresenta-los como camadas de mapas customizados ou criar grandes mosaicos de imagens para apoiar aplicações e serviços de mapas.

Para que tudo se tornasse possível, a Google forneceu a mesma infraestrutura de servidores disponível para todos os seus serviços. Recentemente, a gigante de Mountain View apresentou a localização dos datacenters espalhados pelo globo. O mais próximo do Brasil fica em Território chileno cuja localização geográfica foi definida em função de questões ambientais, jurídicas e de segurança. No total são 13 datacenters com dezenas de procedimentos de segurança da informação. Isso inclui robustas medidas de recuperação de desastres no local no caso de incêndio ou qualquer outra interrupção. Num eventual incidente, a Google muda o acesso aos dados de forma automática e transparente para outro centro de dados permitindo que os usuários continuem trabalhando, ininterruptamente.

Podemos afirmar que computação nas nuvens ou “cloud computing” não se trata de quebra paradigma, pois já é uma realidade que suporta praticamente toda tecnologia da atualidade. Fator esse que não poderia ser diferente no universo dos mapas, muito menos no mundo corporativo.

Seria o fim do GIS tradicional?

A entrada de players globais no mundo GIS das empresas e governos não elimina o uso das tradicionais ferramentas de edição e manipulação de dados. Pelo contrario, as novas plataformas contribuem com a popularização do uso dos mapas. O poder de publicação e compartilhamento das informações geográficas nunca foi tão grande e disseminado. Transparência para a gestão pública, melhoria nos processos das empresas, na comunicação entre colaboradores e clientes e facilidade no acesso às informações de uma maneira geral são os benefícios imediatos da nossa realidade. O mundo corporativo conta agora com ferramentas de trabalho tão incríveis como aquelas que já utilizamos em nosso dia-a-dia. Trata-se da expressão “Work the way you live”! (Trabalhe da mesma maneira que você vive!).

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GEOAMBIENTE torna-se distribuidor GOOGLE no Brasil!

GEOAMBIENTE torna-se distribuidor Google e agrega as soluções Google ao portfólio, aliado à sua expertise em desenvolvimento de sistemas

A Geoambiente, com 18 anos de experiência e uma das principais empresas de Geotecnologia do país, tornou-se Parceiro Enterprise Google. A partir de agora os produtos Google também passam a fazer parte do seu portfólio e serão apoiados no vasto conhecimento de sua equipe técnica, possibilitando o desenvolvimento de aplicações, customizações e prestação de consultoria específica.

Entre em contato com a Geoambiente e descubra como as soluções Google podem apoiar o seu negócio: www.geoambiente.com.br

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Comunidade internacional discute normas da indústria geoespacial no Inpe.

por MundoGEO

Representantes do Brasil, EUA, Rússia, França, China e Japão estão reunidos esta semana no Laboratório de Integração e Testes (LIT), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de São José dos Campos, para a busca de consenso na elaboração de novas normas para a indústria espacial.

Os participantes deste encontro fazem parte de três grupos de trabalho do subcomitê SC14 (Sistemas e Operações Espaciais) do TC20, o comitê para assuntos ligados à aeronáutica e espaço da ISO (International Organization for Standartization).

As discussões giram em torno de temas como engenharia de projeto, componentes eletrônicos, painéis solares, testes de lançadores e motores de foguete, combustíveis de satélites, entre outros.

“As comissões de estudos elaboram normas no intuito de melhorar a segurança, aumentar a confiabilidade e a qualidade dos produtos, facilitar parcerias e também reduzir custos”, explicou o coordenador do encontro Carlos de Oliveira Lino, que também é membro da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), representante na ISO.

As reuniões do SC14 representam, segundo o americano David Hirsch, um passo importante para a cooperação internacional e a unificação de objetivos na exploração espacial. “Trabalhando juntos conseguimos identificar problemas técnicos e buscar entendimentos entre parceiros”, afirmou Hirsch, líder do grupo de trabalho WG6 Materials and Process.

Para o líder do WG1 Design Engineering and Production, o japonês Keiichino Eishima, estas reuniões são fundamentais para que os participantes, Brasil, Japão, China, EUA e Agência Espacial Europeia (ESA), conheçam as tecnologias já existentes no mundo e troquem informações. “Se todos nós tivermos um bom padrão de qualidade, poderemos fazer bons negócios”, completou.

ISO

Com sede em Genebra, a ISO é uma organização internacional com 167 membros e que desenvolve e publica normas internacionais em várias áreas da tecnologia. O Brasil é representado neste órgão pela ABNT.

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Compesa apresenta resultados da implantação de geoprocessamento na gestão da rede de distribuição de água.

por MundoGEO

Durante um evento de saneamento que será realizado em São Paulo, companhias de saneamento apresentarão seus cases de sucesso. Entre elas, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) que apresentará o ProGIS, projeto desenvolvido com o objetivo de modernizar sua gestão operacional da rede.

O coordenador de Cadastro Técnico da Compesa, Clécio Barbosa Souza, falará sobre as áreas atendidas pelo projeto e os resultados obtidos até agora, destacando a importância de um Sistema de Informação Geográfica na gestão das informações operacionais, comerciais e técnicas dentro da Companhia.

Souza explica que a empresa utilizará GIS para mapear e monitorar o atendimento na rede de saneamento de toda região metropolitana do Recife. “As soluções utilizam imagens de satélite interligadas aos mapas digitais da rede e aos dados cadastrais tanto da rede como dos consumidores por ela atendidos”, detalha. Entre os resultados da implantação da tecnologia estão maior rapidez no atendimento a clientes e otimização e monitoração da frota de veículos em tempo real, combate a perdas e melhoria da gestão com a visualização da distribuição geográfica de ocorrências, obras e indicadores de eficiência em mapas digitais dinâmicos.

O projeto foi divido em quatro fases. A primeira, já finalizada, é responsável pelo acesso ao cadastro técnico, compartilhando as informações da empresa. As próximas fases cuidarão do acesso comercial, ordens de serviço e monitoramento de veículos.

Parte do resultado já pode ser visualizado na web a fim de garantir mais transparência e credibilidade ao cadastro de rede de água e esgoto dentro da Compesa. As informações técnicas já estão sendo trabalhadas em conjunto, possibilitando o cruzamento de dados administrativos e operacionais, dando melhor suporte para a operação. O processo de implantação deve durar em torno de um ano e o suporte técnico deve ser finalizado em dois anos.

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