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Geoambiente em workshop do programa Copernicus

No final de novembro, São José dos Campos foi palco para o grande workshop organizado e realizado pelo Instituto Espacial Thales Alenia Space (focado no desenvolvimento de recursos humanos especializados em estudos espaciais no Brasil), sobre o programa que participa, o COPERNICUS.

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Membros da equipe Geoambiente que participaram do workshop do programa Copernicus: Izabel Cecarelli (Presidente) e os geógrafos, Carina Rodrigues e Júlio Guerra.

Embora o evento priorizasse a participação de institutos governamentais de destaque, como a Embrapa e o INPE, a Geoambiente foi uma das pouquíssimas empresas privadas convidadas a participar do workshop. O gesto se revelou um belo reconhecimento pelo Instituto Espacial Thales Alenia Space à empresa de mais de 20 anos no mercado brasileiro de Geotecnologia.

Cada um dos convidados pode mostrar suas experiências em Sensoriamento Remoto e intenções no uso dos dados do Copernicus.

Izabel Cecarelli, Júlio Guerra e Carina Rodrigues (Presidente e geógrafos da Geoambiente, respectivamente) levaram ao público presente a questão do Sensoriamento Remoto no monitoramento ambiental, no gerenciamento de riscos e na Agricultura, tanto em forma de cases como em outras aplicações.

“A participação no Copernicus Workshop nos permitiu conhecer melhor os diferentes produtos e serviços de Sensoriamento Remoto do programa Copernicus, bem como identificar diversas possibilidades de uso das imagens ópticas e de radar disponibilizadas pelo mesmo”, afirma Júlio Guerra, Geógrafo e Mestre em Sensoriamento Remoto da Geoambiente.

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Projeto Azul montará sistema inédito de monitoramento oceânico

fonte: Inovação Tecnológica

Projeto Azul

A Bacia de Santos, área onde se encontram campos de petróleo em camadas do pré-sal, será estudada por meio de um sistema inédito de monitoramento oceânico.

O projeto contará com robôs submarinos, boias oceânicas e dados de satélites. [Imagem: Coppe/UFRJ]
O projeto contará com robôs submarinos, boias oceânicas e dados de satélites. [Imagem: Coppe/UFRJ]

As informações contribuirão para a segurança e eficiência das operações de exploração do petróleo e para ampliar o conhecimento e a preservação do meio ambiente.

A iniciativa, batizada de Projeto Azul, é da Coppe/UFRJ em parceria com uma empresa privada.

Os pesquisadores da Coppe pretendem integrar a plataforma a outros sistemas já existentes na Europa e nos Estados Unidos.

“Teremos no final um modelo vivo da região. Com todas as informações, vamos conhecer melhor o oceano, podendo estar dentro da água sem se molhar,” disse o professor Luiz Landau, coordenador do projeto,

Robôs e satélites

Durante três anos, o Projeto Azul vai coletar informações sobre a dinâmica das correntes oceânicas, temperatura, salinidade, PH, oxigênio dissolvido, clorofila, cor e matéria orgânica, entre outros parâmetros.

Para isso serão utilizados robôs mergulhadores (seaglider), derivadores (boias acopladas com medidores), perfiladores (que medem, dentre outros parâmetros, o perfil das correntes principalmente em águas profundas) e imagens de satélite.

As correntes oceânicas e os parâmetros da oceanografia química da região serão estudados até a profundidade de dois mil metros.

A proposta é montar um grande organizador de informações, utilizando o supercomputador da Coppe, cujos dados serão enviados para o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Segundo o coordenador do Projeto Azul, professor Luiz Landau, da Coppe, a iniciativa vai permitir conhecer melhor a região.

Segundo o coordenador do Projeto Azul, professor Luiz Landau, da Coppe, a iniciativa vai permitir conhecer melhor a região.

Vazamentos de óleo

O Projeto Azul será útil também no gerenciamento de eventuais vazamentos de óleo.

Conhecendo previamente o padrão das correntes é possível rastrear manchas de óleo no mar, apontando a direção do deslocamento, para que se atue de forma rápida e eficaz para contenção e dispersão do óleo, minimizando impactos.

A iniciativa também inova ao disponibilizar as informações em tempo real para outras universidades e centros de pesquisa.

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Publicação apresenta os fundamentos científicos das mudanças climáticas

fonte: MundoGEO (Alexandre Scussel)

Como parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2012, a Rede Clima e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT-MC), sediados no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), acabam de lançar a publicação “Fundamentos Científicos das Mudanças Climáticas”.

O texto foi elaborado a partir da transcrição da palestra homônima proferida pelo pesquisador Carlos Nobre, secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação em 2010, em Brasília, e tem como co-autoras a oceanógrafa Julia Reid e a jornalista Ana Paula Soares Veiga, da Rede Clima.

Dirigida a estudantes universitários, educadores, responsáveis por políticas públicas, profissionais de comunicação e outros públicos que tenham interesse em se aproximar dessa temática, a publicação tem como objetivo apresentar, em linguagem acessível, a fundamentação científica das mudanças climáticas, embasada no conhecimento mais atualizado existente sobre o assunto. O material será distribuído em bibliotecas públicas e de instituições de ensino superior, secretarias de meio ambiente e meios de comunicação.

“O tema mudanças climáticas tornou-se recorrente em nosso cotidiano, em reportagens dos meios de comunicação, nas escolas, nas esferas governamentais. Pela sua abrangência, complexidade e multidisciplinaridade, as pesquisas visando o entendimento de suas causas, de seus impactos e formas de mitigação representam um dos maiores desafios da ciência, em nível global”, afirmam os autores, no texto de abertura.

Editado no formato de livreto (15 cm x 21 cm), em papel reciclado, “Fundamentos Científicos das Mudanças Climáticas” aborda, em 44 páginas, tópicos que têm suscitado discussões e questionamentos por parte da sociedade e da mídia: Qual a principal razão da elevação da temperatura média da Terra nos últimos150 anos – natural ou antropogênica (causada pelo homem)?; Quais são os feedbacks positivos e negativos do CO2?; As projeções de mudanças climáticas do IPCC foram superestimadas?; Quais são as consequências das mudanças climáticas e do aquecimento global para a economia e a saúde humana?; Como devem ser analisados os erros cometidos pelo IPCC em relação às geleiras do Himalaia?; Qual é o papel das nações em desenvolvimento e desenvolvidas em relação às mudanças climáticas?;  Para onde caminhamos?

A ideia é que o material seja um ponto de partida para quem deseja se aprofundar na área, e que possa ser útil na divulgação científica das mudanças climáticas, contribuindo para a conscientização da importância das ações em direção a uma economia comprometida com a redução das emissões de gases de efeito estufa, ao desenvolvimento sustentável e à erradicação da pobreza.

A distribuição é gratuita, a versão eletrônica está disponível para download. A versão impressa em pequenas quantidades (até 100 exemplares) podem ser solicitadas pelo email eventos.redeclima@inpe.br.

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Novo ministro da ciência e tecnologia visita o Inpe.

Novo ministro da ciência e tecnologia visita o Inpe.

por MundoGEO

Aloizio Mercadante, que acaba de assumir a pasta da Ciência e Tecnologia, visita nesta segunda-feira (10/01) o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos (SP), para conhecer as instalações do Laboratório de Integração e Testes (LIT) e reunir-se com gestores e cientistas do Instituto.

Já em seu discurso de posse, no dia 3 de janeiro, Mercadante ressaltou o trabalho de monitoramento por satélites do Inpe como essencial para a redução do desmatamento na Amazônia. Na mesma ocasião, lembrou o papel do Instituto na área de pesquisas sobre mudanças climáticas e para o estabelecimento de um sistema de prevenção de desastres naturais.

“O Brasil não pode prescindir de um programa espacial fortalecido, que conte com recursos suficientes para atender as importantes demandas por satélites e por aplicações espaciais”, defendeu o novo ministro.

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INPE abre inscrições para Escola de Verão – ELAC 2011.

por MundoGEO

Estão abertas as inscrições para a ELAC 2011 – Escola de Verão do Laboratório Associado de Computação e Matemática Aplicada do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que será realizada de 22 a 25 de fevereiro em São José dos Campos (SP).

Já em sua sexta edição, a ELAC oferece minicursos em Processamento de Imagens, Engenharia de Software, Redes Neurais, Processos Estocásticos, Cosmologia Computacional, entre outros.

Iniciativa do Laboratório Associado de Computação e Matemática Aplicada (LAC) do INPE, a Escola de Verão é voltada principalmente a alunos de graduação e pós-graduação em matemática, física, química, engenharias, astronomia, biologia e ciências do meio ambiente.

Informações e inscrições no site da ELAC ou pelos telefones (12) 3208-6550/6554/6534.

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INPE inaugura novo supercomputador.

por MundoGEO

Para aprimorar a qualidade das previsões meteorológicas e o desenvolvimento de cenários climáticos futuros globais e regionais, foi inaugurado no dia 28 de dezembro (terça-feira) o novo supercomputador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Batizado de Tupã, o supercomputador é um modelo XT6 da Cray capaz de realizar 258 trilhões de cálculos por segundo. Adquirido com recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), o Tupã está entre os mais poderosos supercomputadores do mundo para previsão de tempo e estudos em mudanças climáticas.

Instalado no INPE de Cachoeira Paulista (SP), atenderá aos centros de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) e de Ciência do Sistema Terrestre (CCST) do próprio instituto, além dos grupos de pesquisa, instituições e universidades integrantes da Rede Brasileira de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas (Rede CLIMA) do MCT, do Programa FAPESP de Pesquisa em Mudanças Climáticas Globais e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) para Mudanças Climáticas.

Tupã

O supercomputador Tupã entrará em plena operação no início de 2011 e permitirá ao INPE gerar previsões de tempo mais confiáveis, com maior prazo de antecedência e de melhor qualidade, ampliando o nível de detalhamento para 5 km na América do Sul e 20 km para todo o globo. Será possível prever ainda eventos extremos com boa confiabilidade, como chuvas intensas, secas, geadas, ondas de calor, entre outros. As previsões ambientais e de qualidade do ar também serão beneficiadas, gerando prognósticos de maior resolução, de 15 quilômetros, com até seis dias de antecedência.

A nova máquina também será fundamental para o desenvolvimento e implementação do Modelo Brasileiro do Sistema Climático Global, que incorporará todos os elementos do Sistema Terrestre (atmosfera, oceanos, criosfera, vegetação, ciclos biogeoquímicos, etc), suas interações e como este sistema está sendo perturbado por ações antropogênicas (por exemplo, emissões de gases de efeito estufa, mudanças na vegetação, urbanização, etc.). Este esforço envolve um grande número de pesquisadores do Brasil e do exterior, provenientes de diversas instituições, o que se constitui num projeto interdisciplinar de desenvolvimento de modelagem climática sem precedentes entre países em desenvolvimento.

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Novo supercomputador do Inpe é destaque em matéria na revista Nature.

por MundoGEO

A Nature, uma das mais conceituadas revistas científicas do mundo, em sua edição de 4 de novembro (nº 468) traz o artigo Brazil’s climate modellers are set to go global, sobre o supercomputador que está sendo instalado no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O novo equipamento estará entre os mais poderosos do mundo quando em plena operação e será utilizado para aprimorar a qualidade das previsões meteorológicas e o desenvolvimento de cenários climáticos futuros globais e regionais.

Entre outros aspectos, a revista ressalta o fortalecimento da ciência climática brasileira no cenário internacional, pois o novo equipamento, um XT6 da Cray que foi batizado de “Tupã”, vai colocar o país entre os poucos que podem contribuir com o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) em termos de modelagem climática global.

Modelo Brasileiro do Sistema Climático Global

O supercomputador será fundamental para o desenvolvimento e implementação do Modelo Brasileiro do Sistema Climático Global, que incorporará todos os elementos do Sistema Terrestre (atmosfera, oceanos, criosfera, vegetação, ciclos biogeoquímicos, etc), suas interações e como este sistema está sendo perturbado por ações antropogênicas (por exemplo, emissões de gases de efeito estufa, mudanças na vegetação, urbanização, etc.).

Ao ampliar em mais de 50 vezes a capacidade de processamento no Inpe, o supercomputador permitirá gerar previsões de tempo mais confiáveis, com maior prazo de antecedência e de melhor qualidade, ampliando o nível de detalhamento para 5 quilômetros na América do Sul e 20 quilômetros para todo o globo. Será possível prever ainda eventos extremos com boa confiabilidade, como chuvas intensas, secas, geadas, ondas de calor, entre outros. As previsões ambientais e de qualidade do ar também serão beneficiadas, gerando prognósticos de maior resolução, de 15 quilômetros, com até seis dias de antecedência.

 

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Sede do Inpe recebe reuniões sobre normalização espacial da ISO.

por MundoGEO

O Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) será sede de reuniões semestrais de três grupos de trabalho do subcomitê dedicado à área espacial da Organização Internacional para Normalização (ISO, na sigla em inglês).

No evento, estarão presentes delegações de Rússia, China, Estados Unidos, Japão, França e outros países, para discutir a elaboração de normas para o setor espacial. Todas elas fazem parte do subcomitê SC14 (Sistemas e Operações Espaciais) do TC20, o comitê para assuntos ligados à aeronáutica e espaço da ISO. Este subcomitê se reúne anualmente, tendo sido a ocasião mais recente há seis meses em Londres.

Paralelamente ao encontro no LIT, haverá duas reuniões de outros grupos de trabalho do SC14 da ISO, uma delas com representantes do Inpe em Paris, que também abordarão a elaboração de normas para o setor espacial.

No Brasil, estarão reunidos os seguintes grupos de trabalho: WG1-Design Engineering and Production, WG2-Interfaces, Integration and Test e WG6-Materials and Process. No LIT/Inpe, as reuniões estão sendo coordenadas por Carlos de Oliveira Lino, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que é membro da ISO.

Entre os temas abordados pelos grupos de trabalhos do TC20/SC14 da ISO estão: engenharia de projeto espacial, interfaces, integração e ensaios espaciais, operações e apoio no solo para atividades espaciais, condições ambientais naturais espaciais e induzidas, gerenciamento de programas espaciais e qualidade e materiais e processos de aplicação espacial.

Com sede em Genebra, a ISO é uma organização internacional com 167 membros e que desenvolve e publica normas internacionais em várias áreas da tecnologia.

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Satélite Cbers-3 tem lançamento marcado para novembro de 2011.

por MundoGEO

A próxima versão do Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (Cbers-3) será lançada em novembro do próximo ano, segundo informou recentemente Gilberto Câmara, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A previsão de Câmara foi feita nesta quarta-feira, dia 13, durante a reunião de cúpula do Comitê de Satélites de Observação da Terra (Ceos, na sigla em inglês), no Rio de Janeiro, que vai até quinta-feira, dia 14. O Inpe ocupa atualmente a presidência do Ceos.

Em 12 de maio deste ano, o Inpe anunciou o fim de operações do Cbers-2B, com o qual perdeu contato desde março. Os atrasos no cronograma de lançamento do Cbers-3 estariam relacionados com o embargo à venda de componentes eletrônicos de aplicação espacial, imposto à China pelos Estados Unidos.

SBSR recebe trabalhos

XV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (SBSR) será em Curitiba, de 30 de abril a 5 de maio de 2011. O evento é promovido pelo Inpe e pela Sociedade de Especialistas Latino-americanos em Sensoriamento Remoto (Selper).

Inscrições de trabalhos vão até 10 de novembro. É possível submeter trabalhos em duas categorias: Artigos ou Artigos de Iniciação Científica, para apresentação em sessão técnica oral ou interativa de painéis.

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Imagens de satélites registram os efeitos da seca nos rios amazônicos.

por MundoGEO

Um conjunto de imagens de satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram o avanço acelerado da vazante nos baixos Negro e Solimões, no Amazonas. A diminuição do leito dos rios fica evidente na comparação entre as imagens do satélite Landsat-5 obtidas em diferentes períodos, comprovando o efeito da seca na região.

As imagens revelam que serão mais afetadas pela diminuição aguda do leito dos rios as comunidades rurais dos municípios de Manaquiri, Jatuarana, Manacapuru, Autazes, Careiro da Várzea, Caapiranga, no baixo Solimões. As regiões do baixo vale do rio Negro também estão sendo avaliadas. Por meio do Projeto Panamazônia, do Inpe, os pesquisadores pretendem estender o estudo sobre vazão a rios da Amazônia sul-americana.

A estiagem na região deve se prolongar até meados de novembro, quando a situação nos rios pode estar próxima ao que ocorreu em 2005, como demonstram as figuras abaixo.

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