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Sistema AGILITY na Smart City Business America 2019

48435558812_f27106bdfb_kEntre os dias 22 e 24 de julho, a equipe Geoambiente esteve presente na Smart City Business America, não só como patrocinadora, mas também para apresentar aos visitantes todas as vantagens do sistema AGILITY.
Os visitantes puderam assistir às palestras e reuniões organizadas pelo evento, além de visitar o espaço do AGILITY e assistir à demonstração da plataforma e conhecer todas suas vantagens.
Desenvolvido pela Geoambiente, o sistema AGILITY é a plataforma inovadora para as prefeituras e secretarias. Diferente de todos outros sistemas e aplicações que estão no mercado, o AGILITY realiza o atendimento, o planejamento e a gestão dos chamados da população de forma completa, ou seja, une prefeitura e cidadão desde a realização do chamado até a comunicação de que o mesmo já foi planejado e solucionado. E com o uso de Inteligência Artificial e Machine Learning, o sistema AGILITY traz seus principais diferenciais que são a triagem e o planejamento, ambos automáticos, ou seja, não há a necessidade de uma equipe para esses processos. Desta forma, o sistema AGILITY traz a otimização de tempo e recursos da prefeitura, ganhando agilidade no atendimento da população.

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Concessionárias de máquinas agrícolas do MT ganham aliado tecnológico para planejar sua estratégia comercial

DataSafra, plataforma de monitoramento por satélite, permite avaliar a área plantada em cada fazenda e associar a informação ao CRM da concessionária

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A infinidade de sensores e demais dispositivos tecnológicos integrados nas máquinas e implementos agrícolas possibilita que seu fabricante consiga, em tempo real, localizar toda sua frota em operação. Essa tecnologia embarcada é de grande valia em termos de competitividade e de posicionamento de mercado em um cenário acirrado como é o do agronegócio brasileiro.

Porém, saber a quantidade e a localização de seus equipamentos não é o suficiente para formular uma estratégia comercial assertiva. A informação mais valiosa, certamente, é detectar, antecipadamente, para onde e em que ritmo avança a safra de um determinado ano. Só assim, é possível estar à frente concorrência.

No estado do Mato Grosso, essa informação já pode ser obtida facilmente, com o uso do DataSafra, uma ferramenta inovadora, que permite, com base na coleta e análise de imagens de satélites, saber, em tempo quase real, para onde se encaminha a expansão ou retração das áreas plantadas das culturas da soja e do milho por região, município e em cada fazenda.

Com os indicadores mapeados pelo DataSafra, a concessionária de equipamentos e implementos agrícolas pode consultar em mapas, tabelas e gráficos detalhados a informação sobre a área plantada do milho safrinha no Estado, durante toda a safra, bem como dados sobre onde ela cresceu ou recuou em relação à safra anterior ou à duas safras anteriores.

A área plantada pode ser vista também por fazenda e associada ao CRM da concessionária. Essa análise permite evidenciar se as vendas já realizadas para cada produtor, cliente da concessionária, estão suprindo as necessidades de sua produção ou se existe oportunidade para ampliação de vendas, oferta de novos implementos para atender diversificação de culturas plantadas, entre outros.

As informações fornecidas pela plataforma digital são originárias de diversos satélites, com a aplicação de complexos algoritmos e conceitos como Big Data e Inteligência Artificial. Isso significa que todos os dados possuem alta confiabilidade e precisão, ou seja, mostram realmente o que estava plantado – e até qual o estágio do crescimento atual em que se encontra a planta – no momento da análise por parte do distribuidor ou fabricante da máquina.

O acesso a todos esses indicadores vai permitir que a área comercial da concessionária de máquinas e implementos no Mato Grosso possa elaborar uma estratégia comercial eficiente, que resulte em um número maior de vendas aos produtores rurais da região.

Fruto de um esforço de inteligência de diversos profissionais e de dois anos e meio de desenvolvimento, o DataSafra foi concebido pela Geoambiente, empresa com 25 anos de experiência na área de geolocalização e sensoriamento remoto. Atualmente focado nas culturas de milho e soja, a plataforma está disponível para o Mato Grosso, mas, em breve, se estenderá a outras culturas e outros estados.

Fonte: assessoria de imprensa

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Plataforma de monitoramento DataSafra auxilia a estratégia comercial da indústria de insumos agrícolas

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As dimensões continentais do Brasil exigem precisão nas estratégias comerciais e de distribuição dos fornecedores de insumos para a agricultura, pois as distâncias entre o local de fabricação e o ponto de entrega são enormes e os custos logísticos, devido à infraestrutura deficiente, são altos. Para conseguir um sistema de distribuição mais racional, os fabricantes e distribuidores de fertilizantes, defensivos e sementes precisam de um planejamento assertivo que contemple informações e tendências sobre plantio de safra e de colheita e, assim, ser mais eficiente no atendimento aos seus clientes.

Para auxiliar nesse planejamento, uma ferramenta tecnológica, o DataSafra, foi desenvolvida para levar dados precisos sobre áreas plantadas das culturas de soja e milho de segunda safra, por região, municípios e até por talhão plantado. Por meio da coleta e análise de imagens de satélites, a plataforma digital fornece, em tempo quase real, mapas, tabelas e gráficos detalhados sobre a expansão ou retração dessas culturas.

Atualmente ainda restrita ao mapeamento do Mato Grosso, a inovação permite transformar dados em indicadores úteis, que servirão também para orientar, com mais confiabilidade, as estratégias comerciais dos fabricantes de insumos agrícolas, incluindo os esforços de vendas, mobilização de equipes e realocação de recursos.

Com os indicadores mapeados pelo DataSafra, um fabricante de fertilizantes consegue ter na tela do computador, por exemplo, a informação de que a área plantada de milho safrinha no Mato Grosso era, em maio deste ano, de 4,8 milhões de hectares. A vantagem é que esse dado não foi informado ou estimado pelos produtores, mas sim fruto da análise de uma imagem real do que estava efetivamente plantado naquele momento, permitindo até saber qual o estágio de evolução da plantação.

É possível ainda antecipar tendências de para onde está avançando a plantação da cultura numa determinada região, uma vez que o DataSafra disponibiliza a situação de até duas safras passadas, permitindo análises comparativas. A ferramenta consegue descer a esse nível de detalhe graças ao cruzamento de dados levantados a partir de complexos algoritmos e até a utilização de conceitos como Big Data e Inteligência Artificial.

Fruto de um esforço de inteligência de diversos profissionais e de dois anos e meio de desenvolvimento, o DataSafra foi concebido pela Geoambiente, empresa com 25 anos de experiência na área de geolocalização e sensoriamento remoto. Atualmente focado nas culturas de milho e soja, a plataforma está disponível para o Mato Grosso, mas, em breve, se estenderá a outras culturas e outros estados.

Fonte: assessoria de imprensa

ACESSE: WWW.DATASAFRA.COM.BR

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Agility renova patrocínio e confirma participação no CSC19

del-nero_csc_sitePlataforma em nuvem desenvolvida pela Geoambiente para a gestão dos serviços públicos, o Agility participará pela 2ª vez consecutiva do Connected Smart Cities. Em entrevista, o diretor comercial da empresa, Felipe Del Nero, ressaltou a participação no evento em 2018.

Mais importante iniciativa de cidades inteligentes do Brasil, o Connected Smart Cities está na 5ª edição e será realizado nos dias 17 e 18 de setembro de 2019, em São Paulo. O evento conta com a participação de governos, especialistas nacionais e internacionais e empresas, como o Agility, plataforma em nuvem desenvolvida pela Geoambiente para a gestão dos serviços públicos e do atendimento ao cidadão. Patrocinadora prata do evento, a empresa participa pela 2ª vez consecutiva do evento.

Em entrevista ao Connected Smart Cities, o diretor comercial do Agility (Geoambiente), Felipe Del Nero, destacou a importância da participação da empresa na edição 2018, fundamental para a renovação do patrocínio esse ano. O executivo destaca que escolheu o evento para apresentar o Agility, novo sistema da empresa, voltado para o planejamento, gestão e atendimento ao cidadão.

Confira a entrevista:

CSC: Por que participar mais uma vez do Connected Smart Cities e quais as expectativas?
Felipe Del Nero: A Geoambiente participará, por meio do Agility, pela segunda vez consecutiva do Connected Smart Cities. Em 2018, tivemos um retorno muito bom, onde tivemos a oportunidade de apresentar nossos serviços a um público bastante seleto. Portanto, nossa expectativa para 2019 é que possamos, assim como em 2018, fazer diversas discussões sobre o contexto, desafios e soluções para smart cities, além de apresentarmos o nosso sistema Agility, voltado para o planejamento, gestão e atendimento ao cidadão.

CSC: Qual a relação entre a atuação da empresa com o Connected Smart Cities e com o tema cidades inteligentes?
Felipe Del Nero: Em 2019, a Geoambiente completará 25 anos de história e, neste período, desenvolvemos diversos tipos de soluções de geolocalização para variados públicos e setores, dentre eles estão as Prefeituras. E um dos alicerces do conceito de smart cities é a utilização de tecnologias que possam aprimorar a Gestão Municipal, trazendo agilidade aos processos e, assim, possibilitando um atendimento efetivo às demandas da cidade. Desta forma, a Geoambiente desenvolveu, em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), o Agility, que, baseado em tecnologias de ponta como Inteligência Artifical e Google Maps, automatiza todo o processo abertura de chamados pelo cidadão, bem como todo o processo de recebimento destas demandas pela prefeitura, triagem, planejamento, agendamento e execução da atividade pelas equipes de campo.

CSC: A Geoambiente/Agility desenvolveu alguma iniciativa ou projeto a partir das ações do Connected Smart Cities? Se sim, quais?
Felipe Del Nero: Em 2018, tivemos a possibilidade de lançar o Agility no Connected Smart Cities e debater com diversos gestores públicos sobre a aplicabilidade da solução e os benefícios que ela traz, além de trocar experiências com o público em geral. Isso nos possibilitou, dentre outras coisas, evoluir ainda mais o produto, que neste ano está ainda melhor e poderá ser explorado pelo público em nosso stand.

CSC: De que forma o evento pode contribuir para disseminar os produtos e/ou serviços da companhia?
Felipe Del Nero: Entendemos que o público que participará do evento em 2019 será bastante seleto e composto por gestores municipais, que é o público-alvo do Agility. Desta forma, esperamos alcançar um grande número de gestores, que poderão conhecer a solução e desfrutar dos benefícios em seus municípios futuramente.

CSC: Que produtos e/ou serviços serão apresentados no Connected Smart Cities 2019? Quais as novidades que o mercado e os participantes devem esperar?
Felipe Del Nero: O nosso foco no evento estará 100% voltado para o Agility, apesar da Geoambiente também desenvolver outros tipos de soluções de geolocalização para municípios. Os participantes vão conhecer uma plataforma baseada no que há de mais moderno em tecnologia, tais como inteligência artificial, machine learning e geolocalização. Todos voltados ao benefício da gestão pública, do munícipe e da cidade.

CSC: Qual a importância da parceria com o Connected Smart Cities para a sua organização?
Felipe Del Nero: A parceria entre a Geoambiente e o Connected Smart Cities é algo de grande valor para nós, não somente pela possibilidade de atingirmos o público comprador do Agility, mas também para podermos evoluir cada vez mais nossa solução a partir de debates com as pessoas chave do setor e trocas de ideias sobre smart cities.

CSC: Qual a importância do evento para o setor considerando o mercado brasileiro, da América latina e mundial?
Felipe Del Nero: Apesar do conceito smart cities ser algo bastante vivo em nossas discussões do dia a dia, ainda há muita coisa por fazer nos municípios e muita tecnologia por ser implementada para apoiar a gestão pública. E nesse contexto, o evento ao mesmo tempo que gera muitas discussões e cria caminhos para a concretização das cidades inteligentes, também possibilita que o mercado evolua e que os gestores públicos conheçam as possibilidades existentes de aprimorar a gestão do seu município, a partir das diversas soluções existentes no mercado.

Link publicação original: https://www.connectedsmartcities.com.br/2019/06/19/agility-renova-patrocinio-e-confirma-participacao-no-csc-19/

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Agrobots prometem invadir fazendas

fonte: Inovação Tecnológica (com informações da New Scientist)

Robôs agricultores

Leves e ágeis, robôs agricultores como o Prospero têm a vantagem de não compactar o solo, como ocorre com os tratores. [Imagem: Dorhout R&D LLC]
Leves e ágeis, robôs agricultores como o Prospero têm a vantagem de não compactar o solo, como ocorre com os tratores. [Imagem: Dorhout R&D LLC]

Sistemas de inteligência artificial e sensoriamento do ambiente pretendem transformar os robôs em agricultores autônomos, funcionando 24 horas por dia. Os robôs fazendeiros, robôs agricultores, ou simplesmente agrobots,  respondem mais facilmente a sinais infravermelhos, comandos a laser ou conexões wireless e, a depender dos projetistas, logo não será necessário nem mesmo dirigir-se a eles.
O esforço para a criação de agrobots é mundial. O impulso é mais forte no Japão, país que produz apenas 40% dos alimentos que consome. Com o envelhecimento da população, e uma menor disponibilidade de mão-de-obra para trabalhos braçais, o governo está investindo nos robôs, com os quais pretende que o país produza pelo menos metade de sua necessidade de alimentos na próxima década.

Comportamentos complexos

Os Estados Unidos, com suas enormes plantações já altamente mecanizadas também estão apostando alto no conceito de robôs fazendeiros. David Dorhout e seus colegas da indústria já estão com seu robô em estado avançado de desenvolvimento.

Dorhout é entomologista, o que significa que seus robôs imitam o comportamento dos insetos para trabalhar em conjunto. Quando uma formiga encontra uma fonte de alimento, ela libera um feromônio para atrair suas companheiras e de forma similar, o robô usa LEDs infravermelhos para emitir sinais e pedir ajuda, o qual pode ter um nível mais elevado do que a tarefa que os demais robôs espalhados pelo campo estão realizando naquele momento. “Não há memória de longo prazo, não há comando centralizado e nem central de controle. Os robôs simplesmente seguem regras simples, por meio das quais emergem comportamentos complexos,” explica ele.

A ideia de Dorhout, por enquanto, não é substituir os agricultores, mas prover-lhes servos prontos a atender e fazer o trabalho pesado: “O fazendeiro é como um pastor, que dá instruções aos robôs”. Seus primeiros protótipos são capazes apenas de plantar sementes, mas a ideia é torná-los capazes de plantar mudas, cortar ervas daninhas, aplicar fertilizantes e colher.

Economia da robótica

O HortiBot, desenvolvido na Universidade de Aarhus, na Dinamarca, marca a transição dos tratores automatizados para os robôs autônomos. [Imagem: Aarhus University]
O HortiBot, desenvolvido na Universidade de Aarhus, na Dinamarca, marca a transição dos tratores automatizados para os robôs autônomos. [Imagem: Aarhus University]

As ideias são ótimas, mas os desafios são gigantescos. Apesar dos avanços dos sistemas de visão artificial, tornar um robô capaz de separar entre a planta que está sendo cultivada e uma erva daninha, nas condições totalmente aleatórias do campo, está longe de ser uma tarefa solucionada.

Arno Ruckelshausen, da Universidade de Osnabruck, na Alemanha, equipou seu robô BoniRob com um sistema copiado de uma impressora jato de tinta que despeja quantidades mínimas de agrotóxicos apenas nas folhas das ervas daninhas. Segundo ele, isso poderá reduzir os gastos com defensivos agrícolas em até 80%, e números semelhantes podem ser alcançados para os fertilizantes.

O BoniRob usa um sistema de aplicação de defensivos agrícolas similar ao mecanismo de uma impressora jato-de-tinta. [Imagem: Arno Ruckelshausen]
O BoniRob usa um sistema de aplicação de defensivos agrícolas similar ao mecanismo de uma impressora jato-de-tinta. [Imagem: Arno Ruckelshausen]

E os fazendeiros, estarão dispostos a pagar o preço?

“Quando nós começamos a falar em robôs na agricultura, em meados dos anos 1990, os fazendeiros ficaram céticos e deram risadas, mas quando nós demonstramos um colhedor de pepinos, eles nos perguntaram se poderiam comprar um já,” responde Eldert van Henten, da Universidade Wageningen, na Holanda.

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