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Safra de milho de inverno em MT é de 5,1 milhões de hectares

Até o primeiro decêndio de junho, 28% da área plantada já havia sido colhida.

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O total de área plantada no Mato Grosso da atual safra de inverno de milho é de exatos 5,188 milhões de hectares. O número foi apurado pelo DataSafra, uma plataforma de monitoramento em tempo quase real da safra, que é baseado na análise de imagens captadas por diversos satélites. Trata-se do dado mais próximo da realidade plantada naquele estado, por não depender da declaração de produtores ou outros métodos estatísticos de amostragem.

Em relação à safra de inverno de milho em 2018, isso representa um aumento de 8,1% na área plantada em Mato Grosso, quando foram cultivados 4,798 milhões de hectares. Por meio do DataSafra, ainda é possível mapear a área colhida da safra atual. Até o primeiro decêndio de junho, 28% da área cultivada já havia sido colhida, ou seja, de 1,447 milhão de hectares.

A exatidão desse tipo de monitoramento auxilia na tomada de decisão por parte de fabricantes e distribuidores de insumos agrícolas, concessionárias de máquinas e implementos agrícolas, além de bancos e tradings, pois se tem de forma mais rápida e objetiva, a informação de qual a tendência da evolução da safra numa determinada região.

Exatamente por essa peculiaridade, a plataforma inovadora possibilita transformar dados em indicadores, incluindo informações detalhadas por municípios e até por talhões. Com ela, as empresas da cadeia do agronegócio podem realizar um melhor planejamento para suas equipes de vendas. A plataforma permite, ainda, a integração com o sistema de CRM das organizações, o que significa analisar, em caso de uma concessionaria de máquinas agrícolas, por exemplo, o tamanho da área plantada ou colhida com sua máquina ou de seu concorrente.

No caso dos bancos e tradings, vale acrescentar que o DataSafra fornece gráficos e tabelas com históricos de produtividade das safras anteriores e o monitoramento da safra atual, do desempenho da lavoura e previsão sobre a colheita. Com esses dados, as operações de barter ganham mais segurança, além de oferecer menor risco com consequente redução das despesas com fiscalização.

Fruto de um esforço de inteligência de diversos profissionais e de dois anos e meio de desenvolvimento, o DataSafra foi concebido pela Geoambiente, empresa com 25 anos de experiência na área de geolocalização e sensoriamento remoto. Atualmente focado nas culturas de milho e soja, a plataforma está disponível para o Mato Grosso, mas, em breve, se estenderá a outras culturas e outros estados.

Matéria publicada no portal AgroNews (31/07/2019)
Por: Assessoria

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Plataforma de monitoramento DataSafra auxilia a estratégia comercial da indústria de insumos agrícolas

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As dimensões continentais do Brasil exigem precisão nas estratégias comerciais e de distribuição dos fornecedores de insumos para a agricultura, pois as distâncias entre o local de fabricação e o ponto de entrega são enormes e os custos logísticos, devido à infraestrutura deficiente, são altos. Para conseguir um sistema de distribuição mais racional, os fabricantes e distribuidores de fertilizantes, defensivos e sementes precisam de um planejamento assertivo que contemple informações e tendências sobre plantio de safra e de colheita e, assim, ser mais eficiente no atendimento aos seus clientes.

Para auxiliar nesse planejamento, uma ferramenta tecnológica, o DataSafra, foi desenvolvida para levar dados precisos sobre áreas plantadas das culturas de soja e milho de segunda safra, por região, municípios e até por talhão plantado. Por meio da coleta e análise de imagens de satélites, a plataforma digital fornece, em tempo quase real, mapas, tabelas e gráficos detalhados sobre a expansão ou retração dessas culturas.

Atualmente ainda restrita ao mapeamento do Mato Grosso, a inovação permite transformar dados em indicadores úteis, que servirão também para orientar, com mais confiabilidade, as estratégias comerciais dos fabricantes de insumos agrícolas, incluindo os esforços de vendas, mobilização de equipes e realocação de recursos.

Com os indicadores mapeados pelo DataSafra, um fabricante de fertilizantes consegue ter na tela do computador, por exemplo, a informação de que a área plantada de milho safrinha no Mato Grosso era, em maio deste ano, de 4,8 milhões de hectares. A vantagem é que esse dado não foi informado ou estimado pelos produtores, mas sim fruto da análise de uma imagem real do que estava efetivamente plantado naquele momento, permitindo até saber qual o estágio de evolução da plantação.

É possível ainda antecipar tendências de para onde está avançando a plantação da cultura numa determinada região, uma vez que o DataSafra disponibiliza a situação de até duas safras passadas, permitindo análises comparativas. A ferramenta consegue descer a esse nível de detalhe graças ao cruzamento de dados levantados a partir de complexos algoritmos e até a utilização de conceitos como Big Data e Inteligência Artificial.

Fruto de um esforço de inteligência de diversos profissionais e de dois anos e meio de desenvolvimento, o DataSafra foi concebido pela Geoambiente, empresa com 25 anos de experiência na área de geolocalização e sensoriamento remoto. Atualmente focado nas culturas de milho e soja, a plataforma está disponível para o Mato Grosso, mas, em breve, se estenderá a outras culturas e outros estados.

Fonte: assessoria de imprensa

ACESSE: WWW.DATASAFRA.COM.BR

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GEOAMBIENTE fornecerá imagens de radar para o monitoramento da Amazônia

Com o intuito de estabelecer um monitoramento mensal das atividades de desmatamento no período de maior cobertura de nuvens utilizando imagens orbitais na Amazônia Legal, o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia – CENSIPAM conduziu, através do Portal de Compras do Governo Federal, um processo licitatório para o fornecimento de imagens de satélite de Radar de Abertura Sintética (SAR), para um total de 6.287.000 (seis milhões, duzentos e oitenta e sete mil) Km².

A GEOAMBIENTE venceu esta licitação, e vai fornecer, em parceria com a Telespazio/eGeos, imagens de programação a serem coletadas em 2016 pela Constelação Cosmo-SkyMed, Banda X.

Esta iniciativa vai propiciar maior eficiência na observação dos desmatamentos, com a coleta sistemática de dados em curto espaço de tempo, maior cobertura de extensão territorial e redução de custos, se comparado ao imageamento com sensor SAR aerotransportado. A motivação para a contratação é a demanda anual do monitoramento da Amazônia no período de maior cobertura de nuvens (de outubro a abril), no que tange a observação da região denominada Arco do Desmatamento (parte dos Estados do Acre, Rondônia, Roraima, Amazonas, Mato Grosso, Tocantins, Pará e Maranhão), mais o Estado do Amapá. Esta necessidade está fundamentada sobretudo nas diretrizes do Gabinete de Gestão Integrada para a Proteção do Meio Ambiente (GGI-MA).

Embora o projeto tenha como foco justamente a área de concentração de desmatamento nos anos de 2011 a 2012, apresentada na figura a seguir, parte das imagens poderá ser solicitada para imageamento de áreas que tenham sido alvo de desastres naturais ou eventos extremos em qualquer parte do território nacional.

Imagem: Área de interesse do projeto compreendendo o Arco do desmatamento.
Imagem: Área de interesse do projeto compreendendo o Arco do desmatamento.

As imagens serão utilizadas pelo Centro Regional de Belém (CR/BE), pelo Centro Regional de Manaus (CR/MN), pelo Centro Regional de Porto Velho (CR/PV) e pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CCG/Brasília).

Segundo Izabel Cecarelli, Diretora Presidente da GEOAMBIENTE, trata-se de um contrato de grande importância sob o aspecto de avanço tecnológico no monitoramento de florestas naturais. A Geoambiente está muito satisfeita de contribuir com mais este projeto de grande relevância no cenário nacional e para o meio ambiente.

“Gostaria de agradecer ao CENSIPAM pela escolha. Telespazio (empresa Finmeccanica/Thales),  tem orgulho em poder contribuir junto a Geoambiente num projeto tão importante como o monitoramento do desmatamento da Amazônia, para o qual as características da constelação de satélites radar Cosmo SkyMed são particularmente idôneas e eficazes”, afirma Marzio Laurenti, Presidente da Telespazio Brasil.

A Geoambiente é pioneira em Sensoriamento Remoto no Brasil. Atua no mercado há mais de 20 anos, oferecendo soluções em Geotecnologia com alto padrão tecnológico no uso de Sensoriamento Remoto, Banco de Dados e Sistemas de Informações Geográficas. A Geoambiente também é revendedora oficial de Google Maps para empresas e governo.

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