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Geoambiente entrega marco comemorativo de encerramento de projeto à Arauco

Milena Pinheiro (Geoambiente) e Telma Teixeira Zampieri (Arauco)
Milena Pinheiro (Geoambiente) e Telma Teixeira Zampieri (Arauco)
No início de abril, Milena Pinheiro, Gerente de Contas Geoambiente, visitou a sede da Arauco, em Curitiba, para entregar o marco comemorativo pelo encerramento de projeto à Especialista de Negócios TI da Arauco, Telma Teixeira Zampieri.

Trata-se do Sistema de Apoio ao Planejamento e Colheita Florestal desenvolvido pela Geoambiente, sistema esse que é parte integrante e de vital importância do Sistema IP Forest, iniciativa da Arauco para a digitalização de seus processos de produção.

O Sistema de Planejamento e Colheita foi desenvolvido para resolver e dinamizar processos de planejamento e colheita florestal da Arauco, realizando a integração entre os sistemas SAP e ArcGIS, e compartilhando informações entre todas as empresas do Grupo Arauco. Planejamento da colheita, consulta e homologação dos processos de planejamento de colheita, plataforma de mapas para compartilhar informações georreferenciadas, plano mensal de colheita, criação de ordem de produção, são algumas das funções desenvolvidas e que agora estão integradas ao SAP, em todas as unidades da Arauco.

Dentre os diversos benefícios gerados para a Arauco, o sistema trouxe maior agilidade no processo de planejamento e produção de colheita florestal com total integração entre os dados georreferenciados, o planejamento operacional da colheita e o sistema financeiro da empresa.

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Trabalho em contato direto com a natureza

Talvez uma das maiores recompensas dos projetos da Geoambiente de Sensoriamento Remoto combinados com trabalhos de campo é estar em contato direto com a natureza e se deslumbrar com as mais diversas paisagens ou elementos que só ela pode nos oferecer.
Um dos nossos Analistas de Geoprocessamento, Gabriel Baioco, com o uso de drones para um de nossos projetos de mapeamento das áreas florestais de Minas Gerais, fez a gentileza de registrar e nos passar algumas imagens que refletem um pouco sobre o que estamos falando.

Confira as imagens registradas:

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Geoambiente organiza 2º Workshop do Projeto de P&D ANEEL – Faixa de Servidão

Nos dias 22 e 23 de agosto, as instalações da Eletronorte em Brasília, foram palco para o 2º Workshop do Projeto de P&D ANEEL – Faixa de Servidão, organizado pela TAESA – Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A., pela GEOAMBIENTE, representada pelos pesquisadores Dra. Maíra Dzedzej, MSC.Carina Rodrigues, MSc.Luciana Arasato e MSc. Alex Silva, pela ANEEL e Ekocap – Auditoria e Consultoria Ambiental.

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Os 160 convidados de diversas empresas, como concessionárias de energia, agências e órgãos ambientais e do setor elétrico, compareceram ao evento para assistir às apresentações e debater os resultados parciais do projeto de P&D denominado “Estudo de Ações para Mitigação de Riscos de Desligamento das Linhas de Transmissão por Queimadas e Avaliação de Métodos de Manutenção de Faixas de Servidão”.

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O objetivo do projeto de Pesquisa e Desenvolvimento é entender as causas de desligamento de linhas de transmissão de energia por queimadas, avaliar os riscos, identificar indicadores de risco de fogo, vulnerabilidade da linha e criticidade, modelando todos estes aspectos, gerando um modelo preditivo baseado em diversos parâmetros, e de modo especial, em parâmetros definidos a partir de imagens de sensores remotos e de levantamentos florestais in loco.

Além disso a pesquisa visa trazer mais informações para o debate sobre a revisão da Norma NBR 5422, que trata, entre outros aspectos, da manutenção da faixa de servidão das Linhas de Transmissão.

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O evento foi dividido em dois módulos: no primeiro dia (22/08), os principais resultados alcançados pela equipe executora da Geoambiente e Ekocap, durante um ano e meio de projeto foram apresentados a todos os convidados. No segundo dia (23/08), houve uma dinâmica organizada em 3 grupos técnicos de trabalho, formados entre os participantes do evento, com as seguintes temáticas:

  • Correlação entre dados de Sensoriamento Remoto e de Campo (inventário florestal, meio físico e socioeconômico),
  • Modelagem de Risco de Fogo, Vulnerabilidade e Criticidade com diferentes sensores e
  • Normatizações.

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Esta edição, dos dias 22 e 23 de agosto, foi a segunda do total das 5 previstas ao longo dos 36 meses de projeto.

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Confira algumas fotos do evento:

Você pode conferir imagens da primeira edição em: http://www.geoambiente.com.br/blog/2016/12/07/geoambiente-no-1o-workshop-do-projeto-de-pd-aneel-faixa-de-servidao

Para obter mais informações sobre o conteúdo deste workshop e/ou solicitar serviços de Sensoriamento Remoto e Desenvolvimento de Sistemas Geográficos, entre em contato com a Geoambiente: querosabermais@geoambiente.com.br

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GEOAMBIENTE encerra com chave de ouro o projeto para a Semace

geoambiente_semaceNa sexta-feira, 09/12/2016, a Geoambiente, representada por sua diretora Izabel Cecarelli e pelo Geógrafo Alex Sousa, esteve presente no Palácio da Abolição, sede do Governo do Estado do Ceará para apresentar os resultados do projeto Reestruturação e Atualização do Mapeamento do Zoneamento Ecológico-Econômico da Zona Costeira e Unidades de Conservação Costeiras do Estado do Ceará.

A cerimônia foi presidida pelo Governador do Estado do Ceará, Camilo Santana e a mesa foi composta pelo Secretário Estadual do Meio Ambiente, Artur Bruno, pelo Superintendente da Semace, José Ricardo Araújo Lima e grande número de autoridades e representantes da sociedade com assento no Conselho Estadual do Meio Ambiente.

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Com os resultados do Projeto desenvolvido pela Geoambiente, o Governo do Ceará terá mais elementos para atrair investimento que promovam o crescimento econômico e o desenvolvimento sustentável.

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Além disso, os resultados do estudo ajudarão no planejamento territorial e no estabelecimento de diretrizes para o zoneamento da faixa costeira do Estado, precisão no posicionamento cartográfico das unidades mapeadas, facilitando suporte técnico à Semace na execução de suas atividades de planejamento, fiscalização, licenciamento e monitoramento ambiental.

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Izabel Cecarelli (Diretora da Geoambiente) entrega marco do projeto a José Ricardo Araújo Lima (Superintendente da Semace) pela conclusão do projeto “Reestruturação e Atualização do Mapeamento do Zoneamento Ecológico-Econômico da Zona Costeira e Unidades de Conservação Costeiras do Estado do Ceará”.
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Equipe Geoambiente do projeto para a Semace.


Breve ficha técnica do projeto:

Coordenação do Projeto
André Luis de Pádua Santos, Engenheiro Cartógrafo
Júlio Bandeira Guerra, Geógrafo, Mestre em Sensoriamento Remoto

Coordenação Técnica dos Mapeamentos de Unidades Geoambientais, Potencialidade de Uso e Capacidade de Suporte a Impactos Cumulativos e de análise ambiental integrada
Alex da Silva Sousa, Geógrafo, Mestre em Geografia Física 

Coordenação Técnica do Mapeamento de Uso e Cobertura do Solo
Rogério de Sousa Bueno Silva, Engenheiro Ambiental

Confira algumas fotos do evento:

 

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Geoambiente no 1º Workshop do Projeto de P&D ANEEL – 0044 – Faixa de Servidão

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(dir. para esq.) Carina Rodrigues, Maíra Dzedzej e Júlio Guerra

Os dias 1 e 2 de dezembro foram marcados pelo 1º Workshop do Projeto de P&D ANEEL 0044 – Faixa de Servidão, organizado pela TAESA (Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A.), Geoambiente, ANEEL e Ekocap, na Universidade de Brasília.

Com o objetivo de apresentar e discutir os resultados parciais do projeto, a equipe da Geoambiente (representada por Izabel Cecarelli, Maíra Dzedzej, Carina Rodrigues e Júlio Guerra) e da TAESA realizaram palestras e dinâmicas de grupo entre o público convidado.

Nas palestras, foram apresentados os conceitos, entendimentos e resultados previstos e já alcançados no projeto “Estudo de Ações para Mitigação de Riscos de Desligamento das Linhas de Transmissão por Queimadas e Avaliação de Métodos de Manutenção de Faixas de Servidão”.

Confira algumas fotos do evento:
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Faça sol ou faça chuva, a equipe de campo da Geoambiente nunca para

geoambiente_inema10O projeto de mapeamento da cobertura vegetal da Bahia para o INEMA (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado) ainda segue a todo vapor com o consórcio Geobahia, liderado pela Geoambiente.
E mesmo com a chuva não dando trégua para o cerrado, na região oeste da Bahia, nossa bióloga, Luciana Arasato, seguiu rumo às regiões de Missão de Aricobé, Angical e Barreiras para supervisionar e fazer o levantamento e registro da vegetação existente nestes locais, com base no mapeamento. Estes dados serão usados para fazer a comparação do que foi observado no campo com o próprio mapeamento.

Confira algumas imagens:

 

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Geoambiente levando o SIGA para São Luís

Para gerenciar uma grande capital com mais de 1 milhão de habitantes, a Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de São Luís do Maranhão (SEMMAM) sempre buscou a ordem e a conservação do meio ambiente sincronizados com o progresso e o avanço industrial e tecnológico.

E foi dando mais um passo adiante em seu planejamento que a SEMMAM solicitou os serviços da Geoambiente, para desenvolver o projeto SIGA (Sistema de Informações para Gestão Ambiental).

O SIGA foi desenvolvido para atender não só a SEMMAM, mas também a população ludovicense, com a missão de:

  • levar transparência e agilidade ao processo de licenciamento ambiental por meio do fornecimento de informações aos gestores ambientais e à população, com fácil acompanhamento dos processos de licenciamento pelos requerentes/empreendedores;
  • fornecer à população a possibilidade de registrar denúncias de não-conformidades ambientais através de ferramentas com uma interface amigável em dispositivo móvel;
  • possibilitar o monitoramento de resíduos de construções civis para que estes não sejam deixados em rios, mangues, áreas verdes e áreas livres, assim como em áreas de preservação.

Com estas possibilidades, o SIGA oferece agilidade para a tomada de decisões da SEMMAM.

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Equipe Geoambiente para o projeto do SIGA: (atrás, esq. para dir.): Carolina Landim, Mateus Pontes, Luis Filipe Mota, Carlos Portes e Joyce Tosetto. (frente): Tiago Pinheiro e Miriam Carvalho.


Foram 14 meses de trabalho intenso da equipe Geoambiente neste projeto, que foi estruturado em 6 módulos:

  • Controle de acesso
  • Administração
  • Controle do processo de licenciamento ambiental
  • Relatório (sobre cada solicitação do licenciamento e seu status)
  • Fiscalização ambiental
  • Público (consulta pelo público sobre as Áreas de Proteção Ambiental, hidrografia, parques ecológicos, áreas de risco, entre outros).

A equipe Geoambiente atuou no levantamento e especificação de requisitos, passando por implementações web e móveis (Android e iOS), implantação no cliente, treinamento dos usuários e transferência tecnológica, até as questões jurídicas de garantia legal. Foi um trabalho completo!

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Treinamento Geoambiente da equipe da SEMMAM para uso do SIGA

Para Carolina Landim, analista de sistemas e analista desenvolvedora Geoambiente, o projeto teve grande importância, principalmente para os licenciamentos: “Foi desafiador e de grande satisfação atuar nesse projeto de Gestão Ambiental, em que procuramos manter o foco no objetivo principal do cliente que era agilizar o processo de Licenciamento Ambiental e permitir que o próprio empreendedor possa fazer tal solicitação; além de permitir que a população faça denúncias de infrações ambientais através de seus smartphones.
Acredito que o sistema trará grande benefício aos empreendedores que poderão solicitar os licenciamentos através da Internet e acompanhar o andamento dos processos a qualquer momento com maior transparência”.

Para a versão web do SIGA, acesse: http://sigasemmam.saoluis.ma.gov.br/siga

Para a versão mobile do aplicativo SIGA Denúncia, acesse: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.geoambiente.sigadenunciainfracao

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Geoambiente em projeto de GIS Corporativo para a mineradora Anglo American

Num total de 15 meses de projeto, com o objetivo de avaliar e desenvolver a implementação de ambiente GIS Corporativo para todas as áreas da unidade de negócio Minério de Ferro Brasil da Anglo American, a equipe de GIS TI da Geoambiente encerra 2015, com chave de ouro, finalizando o projeto para a mineradora.

Nas instalações da Anglo American, em Belo Horizonte, Conceição do Mato, Santo Antônio do Gramo (todas em MG) e São João da Barra (RJ), a Geoambiente tinha como objetivo mapear todas as demandas de GIS existentes, caracterização do cenário atual da Anglo American e propor um modelo GIS Corporativo que atenda a todas demandas identificadas, incluindo as futuras.

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Da esq. para dir. – Alexandre Hashimoto, Joyce Tosetto, Luciano Barão, Maíra Dzedzej e Danilo Palomo.

O projeto envolveu 71 reuniões com 133 profissionais da Anglo American de 30 áreas no total, entre eles: Engenharia, transporte, desenvolvimento social, Geociências e licenciamento/desenvolvimento sustentável. E todo o processo contou com 5 etapas, incluindo a gestão e o acompanhamento pela Geoambiente:

  1. Planejamento;
  2. Assessment;
  3. Infraestrutura do Sistema;
  4. Arquitetura do Sistema;
  5. Políticas, Normas e Procedimentos;
  6. Gestão e acompanhamento.

O planejamento inicial contou com plano de trabalho sobre todo o processo a ser seguido (características do projeto, metodologia de trabalho e cronograma). Além do plano de trabalho, também houve o plano de comunicação e as entrevistas de diagnóstico com os profissionais de diversas áreas da Anglo American.

Ainda na etapa inicial, foi produzido o relatório de diagnóstico com mapeamento dos processos que têm a necessidade de informações georreferenciadas na empresa.

Para Maíra Dzedzej, Engenheira Florestal, Especialista em Recursos Hídricos e Meio Ambiente da Geoambiente, o projeto foi intenso e muito gratificante: “Dentre as diversas etapas do projeto esta foi a que estive mais envolvida. A etapa de levantamento de informações nos fez mergulhar intensamente nas atividades da empresa para o entendimento das reais necessidades dos usuários com relação ao GIS Corporativo.
Fisicamente foi um caminho árduo, perfazendo o caminho do minério, paralelamente ao duto e, cobrindo todos os potenciais usuários que necessitam de dados geográficos. Foi intenso. Mas, muito gratificante. Entrevistamos diferentes usuários e conversamos sobre diferentes temas em todas as áreas da empresa. Foram identificados usuários júniors, avançados e os que nem se julgavam usuários. Boas expectativas e ganhos foram apontados com a futura implantação do GIS. Os diferentes usuários, necessitam da ferramenta.
A primeira fase completa (entrevistas e relatório) levou cinco meses para ser concluída e foi realizada com muita interação da equipe multidisciplinar da Geoambiente e colaboradores da Anglo American, do Comitê GIS. Sem eles o trabalho não seria possível pois abriam portas e a discussão sobre o tema, nas diferentes áreas. A convivência e a interação no território mineiro foram especiais”.

A segunda etapa contou com a Arquitetura Conceitual, o processo a ser seguido após o diagnóstico das áreas da Anglo American, visando auxiliar na definição do funcionamento do GIS Corporativo.

E em seguida, a terceira etapa, com a infraestrutura do sistema, em que houve o planejamento e a definição das características da Infraestrutura de Dados Espaciais (IDE) do GIS Corporativo, propondo informações referentes à estrutura de hardware e software que comporão o ambiente GIS.

São previstos cenários de crescimento, com especificação detalhada de hardware, licenças de software e aplicativos a serem adquiridos, desenho da estrutura organizacional e de instalações no mesmo ambiente, tanto para curto e médio, assim como para longo prazo.

Segundo Alexandre Hashimoto (Analista de Sistemas e Analista de Banco de Dados Geoambiente), a etapa não foi algo simples: “O relatório de infraestrutura do sistema foi de alta complexidade, pois estabeleceu um ambiente completo de uma IDE – Infraestrutura de Dados Espaciais do GIS Corporativo. Não foi somente definir software e hardware, mas também foi preciso justificá-los. E como se trata de uma empresa que possui uma grande equipe de TI, as justificativas técnicas precisaram ser de alto nível. Outro ponto de complexidade foi a definição da infraestrutura para os horizontes de curto, médio e longo prazo, ou seja, foi preciso definir estruturas escaláveis para que a implantação do projeto fosse realizada em fases”.

A quarta etapa, Arquitetura do Sistema, propõe a estruturação de softwares que suportarão as necessidades levantadas, atendendo aos cenários de curto a longo prazos do GIS Corporativo.

E por último, a etapa de políticas, normas e procedimentos em que houve a elaboração de um conjunto de documentos para suportar a administração e a manutenção do ambiente GIS Corporativo.

Para Danilo Palomo, Analista de Sistemas GIS Geoambiente, o projeto em sua etapa final foi de grande importância para a Anglo American e para a Geoambiente: “Nesta etapa utilizamos o entendimento da estrutura organizacional adquirido nas fases anteriores com o conhecimento da equipe em GIS para a definição dos padrões que deverão ser adotados e construção dos instrumentos normativos que deverão ser aplicados para a utilização, manutenção, difusão e evolução da utilização do GIS dentro da Unidade de Minério de Ferro da Anglo American (MFB).
As Políticas e Normas foram elaboradas de forma a se tornarem as regras básicas que orientam a tomada de decisão na organização na utilização do GIS, refletindo o pensamento da organização com relação ao GIS, servindo de orientação para a definição das estratégias, táticas e planos operacionais. Os procedimentos definem padrões, parâmetros e responsabilidades para a execução dos processos envolvendo GIS. Esses procedimentos são importantes para a implantação do GIS Corporativo e seu crescimento de forma madura e ordenada dentro da organização.
Foram realizadas várias discussões com os colaboradores da Anglo American para o enriquecimento dos documentos, para que esses reflitam as necessidades e objetivos a serem alcançados pela MFB com a utilização do GIS”.

Todo o projeto da Geoambiente com a Anglo American teve a gestão e o acompanhamento feito por Joyce Tosetto, gerente de projetos Geoambiente, contando ainda com monitoramento, controle e emissão de relatórios semanais de acompanhamento.

“O projeto Anglo foi desafiador pela quantidade de dados geográficos envolvidos em nossos processos de negócio da empresa, onde entrevistamos mais de cem pessoas, em quatro plantas diferentes. Hoje, esses dados estão mapeados com a modelagem do banco dados já disponível, além do plano de implantação de GIS Corporativo de curto, médio e longo prazo, fornecendo todas as orientações técnicas necessárias para transformar o GIS em uma solução capaz de alcançar reais reduções de custos e agilidade para tomada de decisões”, afirma Joyce.

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Em congresso no Rio Grande do Sul, a Geoambiente apresenta seu projeto de ZEE da costa do Ceará

“DELIMITAÇÃO DAS UNIDADES GEOAMBIENTAIS DO LITORAL CEARENSE A PARTIR DA INTERPRETAÇÃO DE ORTOFOTOS E DADOS LIDAR”, este foi o tema apresentado pela Geoambiente, representada pelo geógrafo Alex Sousa, no XV Congresso da Associação Brasileira de Estudos do Quaternário – ABEQUA, no final de outubro deste ano.

A ABEQUA é uma entidade científica sem fins lucrativos, que se destina a reunir os pesquisadores das rochas e sedimentos do período Quaternário. E entre seus objetivos está a realização periódica de reuniões científicas para relatar e debater assuntos de interesse para o desenvolvimento do estudo do Quaternário no Brasil, além da promoção do aperfeiçoamento de pesquisadores nas diversas especialidades abrangidas pelas pesquisas do mesmo.

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Apresentação da Geoambiente no XV Congresso da ABEQUA.

Em apresentação, Alex expôs as razões para o desenvolvimento do projeto que envolvia a preocupação sobre o desenvolvimento econômico e da grande exploração dos recursos e paisagens naturais refletida sobre a zona costeira do Ceará. A solução que contava com o controle otimizado e ações pela SEMACE (Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Estado do Ceará) sobre a área poderia ser realizada através da reestruturação da cartografia do Zoneamento Ecológico-Econômico, direcionando uma exploração sustentável daquelas áreas, possibilitando a preservação da dinâmica costeira natural.

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Alex Sousa, geógrafo e Mestre em Geografia Física da Geoambiente.

O projeto da Geoambiente com a SEMACE envolveu mapeamento de toda a área da zona costeira, intenso trabalho de campo com a supervisão e visitas por especialistas de ambas empresas.

“A participação da Geoambiente em congressos desta importância demonstra a seriedade e o rigor técnico-científico com que são desenvolvidos os nossos produtos. Ao participar desses eventos a Geoambiente se mantém antenada aos estudos mais recentes e as demandas do meio científico, proporcionando assim as melhores soluções aos nossos clientes”, diz Alex Sousa.

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Gestão e Monitoramento Ambiental de Linhas de Transmissão

A Geoambiente possui vasta experiência na gestão e monitoramento ambiental de empreendimentos de energia elétrica em diferentes regiões brasileiras. Tem-se com destaque a gestão e monitoramento ambiental de Linhas de Transmissão.

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Dione dos Santos, especialista GIS Geoambiente, em campo e utilizando o Field Collector.


A empresa utiliza técnicas de Sensoriamento Remoto e GIS como ferramentas de trabalho para os processos de gestão e monitoramento ambiental destes empreendimentos de energia elétrica em suas diferentes fases de licenciamento – licenças prévias, de instalação e operação. Desta forma, o conhecimento espacializado na forma de mapas traduz a “expertise” da equipe de uma forma clara e assertiva para os desafios propostos.

Luciano Barão, especialista GIS Geoambiente, em campo.
Luciano Barão, especialista GIS Geoambiente, em campo.


As vistorias ambientais de campo com o uso do aplicativo
Field Collector, desenvolvido pela Geoambiente, permitem um melhor controle e gestão dos dados coletados em campo. Somado a isto está a utilização de procedimentos de controle ambientais, os quais permitem que os empreendimentos sejam implantados e operem de acordo com as normas e legislação ambiental vigentes.

Tiago Pinheiro e Mateus Pontes, desenvolvedores do Field Collector.
Tiago Pinheiro e Mateus Pontes, desenvolvedores do Field Collector.

 

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Field Collector

Projeto 1: Cliente – CPFL

A Linha de Transmissão de 138 kV SE Franca – SE Pioneiros, com 54,219 km de extensão – está situada nos municípios de Franca, São José da Bela Vista, Guará e São Joaquim da Barra. A Linha de Transmissão irá interligar a SE Franca, localizada no município de Franca, à SE Pioneiros, localizada no município de São Joaquim da Barra.

Projeto 2: Cliente – CENTROESTE

A Linha de Transmissão de 345 kV FUPII II – circuito simples de 345kV, com 62,326 km de extensão – está situada na região centro-oeste do Estado de Minas Gerais. A Linha interliga a SE Furnas, no município de São João Batista do Glória, à SE Pimenta no município de Pimenta. O traçado da linha atravessa, além dos municípios citados, São José da Barra, Capitólio e Piumhi, todos inseridos na região centro-oeste de Minas Gerais.

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Equipe de inspeção do projeto CPFL: André Santos, Luciano Barão e Rogério Silva (atrás)/ Dione Santos, Maíra Dzedzej e Mariângela Martins (frente).
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