Arquivo da tag: Recursos Hídricos

Faça sol ou faça chuva, a equipe de campo da Geoambiente nunca para

geoambiente_inema10O projeto de mapeamento da cobertura vegetal da Bahia para o INEMA (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado) ainda segue a todo vapor com o consórcio Geobahia, liderado pela Geoambiente.
E mesmo com a chuva não dando trégua para o cerrado, na região oeste da Bahia, nossa bióloga, Luciana Arasato, seguiu rumo às regiões de Missão de Aricobé, Angical e Barreiras para supervisionar e fazer o levantamento e registro da vegetação existente nestes locais, com base no mapeamento. Estes dados serão usados para fazer a comparação do que foi observado no campo com o próprio mapeamento.

Confira algumas imagens:

 

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Geoambiente e o Projeto de Sistema Gerencial de Informações (SGI) para a Gestão de Recursos Hídricos da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP)

Aumentar a oferta de água para a população. Missão difícil que exige esforço de todos.

E você sabia que uma parcela desta oferta pode ser garantida com a melhora na qualidade da água nos rios e mananciais? E é aí que a Geoambiente entra em cena com um grande projeto.

A Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos de São Paulo (SSRH-SP) solicitou à Geoambiente um sistema que a auxiliasse no controle das informações geradas pelos diversos órgãos diretamente ligados a este assunto, para que então várias decisões pudessem ser tomadas e colocadas em prática pela SSRH. Foi como nasceu o projeto da Geoambiente de desenvolvimento do Sistema de Gestão Integrada das Áreas de Proteção e Recuperação Ambiental da Região Metropolitana (APRM) de São Paulo, o SGI.

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Alguns membros da equipe: Tiago Pinheiro, Júlio Guerra, Carolina Landim e Maíra Dzedzej

Objetivos do sistema:

  • Promoção do compartilhamento dos mais diversos tipos de informações que vêm dos vários órgãos envolvidos;
  • Análise integrada dos dados sob diferentes óticas;
  • Apoio à definição de políticas públicas;
  • Suporte ao monitoramento e à fiscalização das ações implementadas.

E neste sistema, a variedade de informações contidas vão desde características ambientais das sub-bacias, áreas protegidas, dados hidrológicos, uso e ocupação do solo e tendências de transformação, até dados de monitoramento de qualidade da água.

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Processo geral da execução do projeto para a SSRH-SP

Veja algumas das funcionalidades específicas do SGI:

  • Disponibilizar à sociedade e aos órgãos competentes da gestão pública dados e documentos atualizados e organizados referentes à gestão de recursos hídricos nas APRMs;
  • Dar apoio informativo aos agentes públicos e privados que atuam nas bacias;
  • Subsidiar a elaboração e os ajustes nos programas e Planos de Desenvolvimento e Proteção Ambiental (PDPAs) das APRMs;
  • Fornecer informações para monitorar e avaliar a qualidade ambiental das APRMs e os programas e ações definidos nos PDPAs.

A análise e apresentação gráfica, espacializada e temática de temas como abastecimento e qualidade da água, cargas poluidoras, riscos ambientais, dinâmica econômica, fiscalização, habitação, áreas degradadas e doenças de veiculação hídrica são alguns dos resultados das funcionalidades específica do SGI.

O desenho do sistema pela Geoambiente não foi algo simples. Houve inicialmente o rastreamento das fontes de informações necessárias ao SGI que culminou na identificação de sistemas já existentes prontos para serem integrados no projeto, além dos ainda em desenvolvimento. Foram identificados 24 sistemas em diferentes fases de desenvolvimento que serão ou não integrados ao sistema. Portanto, houve a necessidade de uniformização e adaptação de muitas variáveis para o desenvolvimento do sistema.

Além disso, a equipe Geoambiente fez diversas reuniões com cada um dos órgãos envolvidos para identificar e transcrever as reais necessidades dos usuários complementar a atividade de interpretação das leis gerais, leis específicas e resoluções que tratam do SGI e de suas principais aplicações. Esta etapa foi conduzida pela equipe multidisciplinar de profissionais da Geoambiente em parceria com a contratante e demais stakeholders, com o objetivo principal de rastreabilidade e entendimento dos dados e, necessidades dos usuários para o desenho das funcionalidades do sistema. Estas reuniões aconteceram no período de agosto a outubro de 2014.

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Agência Nacional de Águas (ANA) lança o Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil, Informe 2012

fonte: EcoDebate – Texto:Ascom/ANA

Para fazer a gestão de suas águas, o Brasil precisa de dados sobre os vários aspectos do setor, como a relação entre demanda e disponibilidade hídrica nas diferentes regiões do Brasil. Sabendo disso, a Agência Nacional de Águas (ANA) lançou o Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil – Informe 2012 durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira, 4 de junho, em sua sede em Brasília. O estudo aborda a situação dos recursos hídricos e os avanços relacionados à sua gestão e também faz uma análise baseada em indicadores do setor.

Num ano marcado pela Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) e pelos 15 anos da Lei das Águas, o Informe 2012 traz como novidade análises históricas e informações importantes sobre como a água vem sendo utilizada, gerenciada e monitorada nas últimas duas décadas.
Segundo o diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu, o estudo pode contribuir para que haja água para os brasileiros, pois se trata de um instrumento  que subsidia a tomada de decisões por parte dos gestores públicos. “Esperamos que o Relatório possa contribuir para um planejamento mais amplo a respeito do que nós chamamos de segurança hídrica, seja no aspecto da contenção de cheias, seja no sentido de minimizar os efeitos das secas em no País”, afirma.

Representando a ministra do Meio Ambiente, o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente, Francisco Gaetani, destacou a importância de estudos como o Relatório de Conjuntura para embasamento técnico das discussões ambientais. “O debate na área ambiental se ressente da falta de embasamento técnico e essa contribuição da ANA é mais um ‘gol’, mais um trabalho que instrumentaliza uma discussão qualificada e fundamentada sobre os desafios relativos à gestão dos recursos hídricos no País”, destaca.

Destaques
No aspecto de eventos críticos, em 2011 foram publicados 933 decretos de situação de emergência ou estado de calamidade pública, devido à ocorrência de cheias, em 754 municípios brasileiros (14% do total de municípios do País). O número de decretos em 2011 foi superior ao registrado em 2010, conforme apresentado no Informe 2011, e foi o segundo maior número registrado desde 2003. No que refere às secas e estiagens, em 2011, 125 municípios (cerca de 2% do total de municípios do País) publicaram 127 decretos de situação de emergência devido à ocorrência de estiagem ou seca. Esse valor é inferior ao registrado em 2010, conforme apresentado no Informe 2011, e foi o menor registrado entre 2003 e 2011.

Houve melhora no índice de tratamento de esgotos, que passou de 21% em 2000 para 30% em 2008 (percentual do esgoto tratado em relação ao produzido). O documento destaca cidades e regiões com ampliação significativa no tratamento de esgotos entre 2000-2008: as regiões metropolitanas de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília, Goiânia, além de Curitiba, Londrina e Maringá (PR) e Sorocaba (SP).

O Relatório
Em 2006, o Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) deu à ANA a atribuição de elaborar o Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil para auxiliar à tomada de decisões do setor. Em 2009, a Agência concluiu a primeira edição do estudo. Desde então, a instituição realiza atualizações anuais. Para 2013, está previsto o Relatório de Conjuntura completamente atualizado e com um balanço dos recursos hídricos dos quatro anos anteriores.
Para esta edição, a Agência Nacional de Águas contou com as seguintes parcerias: Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano (SRHU/MMA) e da Secretaria de Biodiversidade e Florestas (SBF/MMA), do Ministério do Meio Ambiente; Departamento Nacional de Obras contras as Secas (DNOCS); Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet); e órgãos gestores estaduais de recursos hídricos e meio ambiente.

Acesse o Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil – Informe 2012:  http://arquivos.ana.gov.br/imprensa/arquivos/Conjuntura2012.pdf

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Pesquisadora debate regulamentação de recursos hídricos na região amazônica.

por Ambiente Brasil

Nesta quinta-feira, 09, o Museu da Amazônia, Musa, promove a palestra “Quando teremos referências para nossas condições ambientais?”, com Domitila Pascoaloto, da Coordenação de Pesquisas em Clima e Recursos Hídricos do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Inpa.

Segundo a pesquisadora, os rios amazônicos  não se enquadram na legislação vigente sobre o tema. Ela defende critérios regionais. “Para fazer gestão sobre qualquer sistema é necessário, antes de mais nada, conhecê-lo. Mas devido à grandeza e à dificuldade de acesso, os rios da Amazônia são ainda pouco conhecidos”, afirmou.

Na ocasião serão discutidos estudos científicos que possam contribuir para a aplicação de marcos legais em relação aos recursos hídricos.

O evento tem início às 17 horas e a entrada é gratuita. O Musa fica na Avenida Constelação 16, Conjunto Morada do Sol, Aleixo, em Manaus.

 

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Companhia de Saneamento de Diadema implanta GIS corporativo para otimizar atendimento à população.

por MundoGEO

Utilizando a tecnologia de geoprocessamento, a Companhia de Saneamento de Diadema (Saned) iniciou em junho um projeto com o objetivo aprimorar o abastecimento de água e a coleta de esgoto no município. A Saned irá implantar o GIS Corporativo em diversas áreas da empresa, como administração, comercial, cadastro, projetos e manutenção, entre outros.

O projeto prevê o mapeamento de toda a rede de distribuição de água, incluindo estações de tratamento, reservatórios e tubulações que chegam aos consumidores. Integrado ao mapeamento será criado um banco de dados com informações sobre todos os componentes da rede e também sobre o consumo de água em cada imóvel da cidade. Com isso a empresa terá muito mais informações disponíveis para otimizar suas atividades operacionais e comerciais.

Adriana Xavier, coordenadora de informática da Saned, explica além de centralizar informações úteis para o trabalho de toda a companhia, o GIS Corporativo também permitirá maior transparência na gestão. “A tecnologia também servirá para organizar melhor os processos internos devido a geração de relatórios específicos, validação dos dados cadastrados e registro de todas as obras e ocorrências”.

A solução será utilizada no processo gerencial e agregará informações do sistema comercial para mapear também os dados de consumo da população. “Poderemos visualizar as áreas de maior consumo, assim como as áreas mais carentes e de maior inadimplência para direcionar nossos atendimentos. Ao mesmo tempo a população poderá contar com mais agilidade nos serviços e no reparo de falhas com a automatização das manobras”, explica Xavier.

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Compesa apresenta resultados da implantação de geoprocessamento na gestão da rede de distribuição de água.

por MundoGEO

Durante um evento de saneamento que será realizado em São Paulo, companhias de saneamento apresentarão seus cases de sucesso. Entre elas, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) que apresentará o ProGIS, projeto desenvolvido com o objetivo de modernizar sua gestão operacional da rede.

O coordenador de Cadastro Técnico da Compesa, Clécio Barbosa Souza, falará sobre as áreas atendidas pelo projeto e os resultados obtidos até agora, destacando a importância de um Sistema de Informação Geográfica na gestão das informações operacionais, comerciais e técnicas dentro da Companhia.

Souza explica que a empresa utilizará GIS para mapear e monitorar o atendimento na rede de saneamento de toda região metropolitana do Recife. “As soluções utilizam imagens de satélite interligadas aos mapas digitais da rede e aos dados cadastrais tanto da rede como dos consumidores por ela atendidos”, detalha. Entre os resultados da implantação da tecnologia estão maior rapidez no atendimento a clientes e otimização e monitoração da frota de veículos em tempo real, combate a perdas e melhoria da gestão com a visualização da distribuição geográfica de ocorrências, obras e indicadores de eficiência em mapas digitais dinâmicos.

O projeto foi divido em quatro fases. A primeira, já finalizada, é responsável pelo acesso ao cadastro técnico, compartilhando as informações da empresa. As próximas fases cuidarão do acesso comercial, ordens de serviço e monitoramento de veículos.

Parte do resultado já pode ser visualizado na web a fim de garantir mais transparência e credibilidade ao cadastro de rede de água e esgoto dentro da Compesa. As informações técnicas já estão sendo trabalhadas em conjunto, possibilitando o cruzamento de dados administrativos e operacionais, dando melhor suporte para a operação. O processo de implantação deve durar em torno de um ano e o suporte técnico deve ser finalizado em dois anos.

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Brasil deve ter papel relevante em conferência do clima.

por Agência Estado  

COP-10, Conferência das Partes sobre Biodiversidade - Nagoya - Japão

 

O Brasil deve assumir um papel importante na Conferência das Partes sobre Biodiversidade (COP-10), a ser realizada em outubro em Nagoya, no Japão, na avaliação do assessor especial do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), Pavan Sukhdev. 

– O Brasil é o centro do capital natural. Por isso, deve assumir uma postura afirmativa sobre o valor da conservação ambiental. 

Sukhdev disse esperar que o Brasil tome como referência para essa ação dados do estudo A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (Teeb, na sigla em inglês), que foi encomendado pelo grupo dos países desenvolvidos e emergentes (G8+5). Na semana passada, o estudo foi apresentado por ele em Curitiba e apontou que a destruição ambiental provoca perdas anuais equivalentes a R$ 3,43 trilhões (US$ 2 trilhões) a R$ 7,72 milhões (US$ 4,5 trilhões) por ano à economia mundial. 

O governo brasileiro deve apresentar, na COP-10, a própria conta para a preservação ambiental e pleitear recursos para o seu cumprimento. 

Questionado sobre a possibilidade de o Brasil obter financiamentos para projetos de conservação, o assessor do Pnuma afirmou que, em tese, isso é possível. Ele lembrou que o Brasil já recebeu recentemente R$ 1,71 bilhão (US$ 1 bilhão) da Noruega para o combate ao desmatamento da Amazônia, já que os efeitos do efeito estufa são globais. 

Já no caso da proteção de recursos hídricos e da biodiversidade, Sukhdev disse que o maior interesse é local e de países vizinhos, então é daí que provavelmente vão partir os recursos.

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