Arquivos da categoria: Cartografia

OPORTUNIDADE na Geoambiente – GERENTE DE CONTAS PLENO – Sensoriamento Remoto e Cartografia

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O profissional deverá apresentar:

Experiência de 3 anos na área comercial, na elaboração de Propostas Técnicas e Comerciais envolvendo Geotecnologias, com foco em Sensoriamento Remoto e Cartografia.

Competências requeridas
– Alta capacidade de entendimento dos problemas para identificação de oportunidades de negócios e fechamento de negócios;

– Conhecimentos de pesquisa de imagens de satélite nos principais mecanismos de busca e cotação com fornecedores;

– Conhecimento de metodologias de mapeamento do uso do solo e cobertura vegetal, gestão territorial e mapeamentos temáticos em geral;

– Formação em Engenharia Florestal, Engenharia Agronômica, Engenharia Cartográfica, Geografia, Geologia ou afins;

– Conhecimentos de Cartografia, Sensoriamento Remoto, Sistemas de Informações Geográficas;

– Comprometimento com metas, pró-atividade, iniciativa e boa comunicação oral e escrita;

– Capacidade de negociação e resolução de conflitos no desenvolvimento de oportunidades de negócio.

Local de trabalho: São José dos Campos

Os interessados deverão enviar seus currículos para trabalhenageo@geoambiente.com.br, informando o nome da vaga no campo “assunto”.

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GEOAMBIENTE encerra com chave de ouro o projeto para a Semace

geoambiente_semaceNa sexta-feira, 09/12/2016, a Geoambiente, representada por sua diretora Izabel Cecarelli e pelo Geógrafo Alex Sousa, esteve presente no Palácio da Abolição, sede do Governo do Estado do Ceará para apresentar os resultados do projeto Reestruturação e Atualização do Mapeamento do Zoneamento Ecológico-Econômico da Zona Costeira e Unidades de Conservação Costeiras do Estado do Ceará.

A cerimônia foi presidida pelo Governador do Estado do Ceará, Camilo Santana e a mesa foi composta pelo Secretário Estadual do Meio Ambiente, Artur Bruno, pelo Superintendente da Semace, José Ricardo Araújo Lima e grande número de autoridades e representantes da sociedade com assento no Conselho Estadual do Meio Ambiente.

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Com os resultados do Projeto desenvolvido pela Geoambiente, o Governo do Ceará terá mais elementos para atrair investimento que promovam o crescimento econômico e o desenvolvimento sustentável.

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Além disso, os resultados do estudo ajudarão no planejamento territorial e no estabelecimento de diretrizes para o zoneamento da faixa costeira do Estado, precisão no posicionamento cartográfico das unidades mapeadas, facilitando suporte técnico à Semace na execução de suas atividades de planejamento, fiscalização, licenciamento e monitoramento ambiental.

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Izabel Cecarelli (Diretora da Geoambiente) entrega marco do projeto a José Ricardo Araújo Lima (Superintendente da Semace) pela conclusão do projeto “Reestruturação e Atualização do Mapeamento do Zoneamento Ecológico-Econômico da Zona Costeira e Unidades de Conservação Costeiras do Estado do Ceará”.
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Equipe Geoambiente do projeto para a Semace.


Breve ficha técnica do projeto:

Coordenação do Projeto
André Luis de Pádua Santos, Engenheiro Cartógrafo
Júlio Bandeira Guerra, Geógrafo, Mestre em Sensoriamento Remoto

Coordenação Técnica dos Mapeamentos de Unidades Geoambientais, Potencialidade de Uso e Capacidade de Suporte a Impactos Cumulativos e de análise ambiental integrada
Alex da Silva Sousa, Geógrafo, Mestre em Geografia Física 

Coordenação Técnica do Mapeamento de Uso e Cobertura do Solo
Rogério de Sousa Bueno Silva, Engenheiro Ambiental

Confira algumas fotos do evento:

 

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Geoambiente e Google Maps no 14° Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental

O 14º CBGE que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 02 e 06 de Dezembro contou com a participação da Geoambiente, distribuidora do portfólio Google Maps para empresas e governos.

Desastres naturais, controle de erosão, obras de infraestrutura e investigações, remediações de áreas contaminadas, gestão ambiental e mineração. Essas foram as principais linhas de discussão e temáticas de um Evento de caráter multidisciplinar e de vital importância para a nossa sociedade.

O Congresso aconteceu na UFRJ, na Ilha do Fundão e contou com o estande da Geoambiente e seu portfólio de Soluções em geotecnologia, cartografia e Google Maps.

14° CBGE

Dentre os casos de sucesso e aplicações apresentados na Palestra proferida por Izabel Cecarelli, Diretora Presidente da Geoambiente durante o primeiro dia do Evento, destacamos o mapeamento de suscetibilidade aos riscos geotécnicos nas faixas de dutos da Transpetro, a Gestão Ambiental de uma das maiores Usinas Subterrâneas do Brasil (Salto Pilão) assim como as soluções Google Maps desenvolvidas para o Estado de São Paulo (Emplasa e Cetesb).

“Temos que parabenizar a ABGE e a CPRM pela brilhante organização e atual temática do Evento que se tornou um marco nas políticas públicas de um país que vivencia grandes obras de infraestrutura e se prepara para evitar ou minorar os efeitos catastróficos e tragédias causadas por deslizamentos, escorregamentos e enchentes”, afirma Izabel Cecarelli.

O CBGE é realizado a cada dois anos, sendo esta sua décima quarta edição.

Geoambiente – Google Enterprise Partner
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Sema/BA investe R$ 9 milhões para elaboração do mapeamento de cobertura vegetal

fonte: Ludmilla Sena – Ascom/Sema

O trabalho será desenvolvido pelo Consórcio Geobahia, liderado pela empresa Geoambiente que assinou contrato com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) nesta sexta-feira (16), durante a reunião do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Cepram).

Na foto, da esquerda para a direita: Izabel Cecarelli/Presidente da Geoambiente, Eugenio Spengler/Secretário do Meio Ambiente e Marcia Cristina Telles de Araújo Guedes/Diretora geral do INEMA.
Na foto, da esquerda para a direita: Izabel Cecarelli/Presidente da Geoambiente, Eugenio Spengler/Secretário do Meio Ambiente e Marcia Cristina Telles de Araújo Guedes/Diretora geral do INEMA.

O contrato que marca o início da elaboração do mapeamento de cobertura vegetal da Bahia. O estudo permitirá uma visão detalhada sobre a cobertura vegetal de todos os biomas baianos, numa escala de 1:50.000, o que significa um marco histórico para a Bahia, uma vez que o mapeamento anterior, elaborado em 1997 dispõe uma escala de 1:100.000.

De acordo com o secretário Estadual do Meio Ambiente, Eugênio Spengler, o investimento foi de R$ 9 milhões, com o prazo para finalização de três anos a partir da data de assinatura do contrato. Spengler disse que este momento representa um avanço para a gestão ambiental. Integrado com as outras importantes ferramentas que vem sendo desenvolvidas, a exemplo do Zoneamento Econômico Ecológico (ZEE), planos de bacia, listas de espécies ameaçadas de extinção e áreas prioritárias para conservação, o mapeamento será um instrumentos prioritário para a tomada de decisão e uma melhor organização do território baiano.

“A partir deste mapeamento teremos um panorama recente da situação da cobertura vegetal de todos os biomas e suas fitofisionomias, além da classificação dos estágios sucessionais da Mata Atlântica. O instrumento de gestão vai ser fundamental para o aprimoramento das análises para aplicação da Lei da Mata Atlântica, e o licenciamento ambiental e florestal”, explicou o secretário.

Para a diretora do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Márcia Telles, além de somar com as outras ferramentas de gestão que o Estado vem trabalhando, o mapeamento vai colaborar com o trabalho das equipes técnicas do Inema no que se refere à alta tecnologia e geoprocessamento. A diretora explicou também, que o estudo será iniciado pelo Cerrado, área de expansão do agronegócio, e, em sequência, o bioma Mata Atlântica, e, finalizando com a Caatinga. “Procuramos seguir uma ordem de áreas que foram identificadas como críticas pelo desmatamento e prioritárias para a conservação”, completou.

Representando o consorcio Geobahia, composto pelas empresas Geoambiente, Geopixel e Geojá e que será responsável pela elaboração do mapeamento, a diretora-presidente da Geoambiente, Izabel Cecarelli, disse que a equipe está empenhada para a execução do trabalho. “O consórcio possui 20 anos de experiência no desenvolvimento de questões geográficas. Daremos o melhor de tecnologia para oferecer um produto consistente ao estado da Bahia”, destacou.

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Por dentro do Google Maps

Entenda como o Google desenvolveu o serviço de mapas na nuvem tendo em mente o uso em escala para atender pessoas, empresas e governos.

(Texto publicado pela GEOconnexion International Magazine em Junho 2013, adaptado por Felipe Seabra – Gerente de Marketing da Geoambiente – Google Enterprise Partner no Brasil).

Por dentro do Google Maps

Servir bilhões de requisições de acesso a mapas num único dia de maneira praticamente ininterrupta não é algo fácil. Construir uma infraestrutura para processar e gerenciar milhares de updates no mesmo dia também não é nada trivial. E liberar o acesso desse serviço a todas as pessoas com uma interface amigável e com uma facilidade de desenvolvimento jamais vista? Isso sim pode ser um pouco mais complexo e desafiador.

O objetivo do Google Maps é de fornecer tecnologia geospacial para todos, não apenas aos profissionais da área. Num passado recente, o acesso a essa tecnologia pertencia exclusivamente aos departamentos de GIS (sigla em inglês para Sistemas de Informação Geográfica) das grandes empresas de tecnologia. Hoje em dia, o acesso está literalmente nas palmas das mãos de todos nós através dos smartphones por exemplo. A localização geográfica é uma informação preciosa às pessoas, podendo apresentar praticamente tudo: seja a simples localização de um ente querido, o roteiro de uma viagem de final de semana, um mapa para gestão de equipe de vendas de uma empresa ou até mesmo um detalhado plano de emergência integrando dezenas de secretarias de um Governo em questão.

A missão Google foi sempre de organizar todas as informações do planeta e torná-las universalmente acessíveis e úteis. Para uma empresa, acessar terabytes de imagens e dados cartográficos é algo complexo e custoso. Agora, acessar essas informações como uma camada de dados no Google Maps é algo fácil e incrivelmente rápido.

Nos ombros do gigante

A Plataforma Google foi construída para “empacotar” e disponibilizar toda infraestrutura e serviços do Google Maps e Earth para que milhões de usuários/dia possuam acesso às funcionalidades. O uso em escala dos mapas começou em 2005 com o desenvolvimento do Google Maps APIs (interface de programação Google Maps) que hoje é a engrenagem de mais de um milhão de websites e aplicações que acessam, com poucas linhas de programação, a maior base de dados geográficos do universo (diga-se universo, pois existem dados cartográficos detalhados da lua, marte e até debaixo d’água).

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O sucesso do serviço Google Maps APIs não é apenas pela disponibilidade de 99.9 por cento de tempo, mas também pela velocidade, simplicidade e familiaridade com o uso dos mapas Google. Fator esse que permite que o desenvolvedor crie uma aplicação não apenas com alto desempenho, mas também com uma cartografia de fácil compreensão. Isso porque o usuário final já acessou o serviço diversas vezes na vida através do mesmo Google Maps. Esse é um fator crucial que faz com que as empresas desenvolvam, cada vez mais, suas soluções apoiadas na tecnologia Google. A necessidade de longos treinamentos é minimizada, pois os usuários não precisam gastar tempo reaprendendo como utilizar um mapa Google e podem se concentrar na real finalidade do serviço contratado.

Os populares Google Maps e Google Earth possuem versões equivalentes para o uso corporativo tais como o Google Maps Engine e o Google Earth Pro que apresentam a mesma aparência e desempenho, mas com funcionalidades e controles de uso diferenciados. Outros produtos como o Google Maps Coordinate, se baseia no Google Latitude, mas ao invés de localizar amigos, as organizações podem localizar funcionários e equipes de trabalho em campo, definindo tarefas e gerindo as atividades. Esses serviços apresentam o mesmo modelo de segurança, acesso e compartilhamento comuns em todas as ferramentas Google. Isso significa que quando estudantes de uma universidade acessam o Google Docs para realizar um trabalho em grupo, eles já sabem como compartilhar os mapas de uma solução corporativa como o Google Maps Engine. Quando um desenvolvedor está construindo aplicações de segurança para o Youtube, ele pode utilizar o mesmo código para desenvolver aplicações com Google Maps Engine, usufruindo da mesma infraestrutura do Google Apps que é utilizada por milhares de empresas de todo o planeta. A grande diferença é que não estamos falando de uma funcionalidade construída sobre a “nuvem de alguém”, trata-se de uma aplicação que nasceu numa infraestrutura utilizada por milhões de usuários/dia

O pilar de todas as coisas

O Google Maps Engine (GME) é a engrenagem da Plataforma Google Maps, pois foi desenvolvido para fornecer a mesma simplicidade e familiaridade do Google Maps e Google Apps, traduzida numa poderosa computação nas nuvens para dados geográficos. A escalabilidade é a mesma oferecida do Youtube e a velocidade idêntica ao do Google Search. Essa ferramenta corporativa permite fazer o upload de arquivos geográficos em formatos como GeoTiffs e Shapefiles, apresenta-los como camadas de mapas customizados ou criar grandes mosaicos de imagens para apoiar aplicações e serviços de mapas.

Para que tudo se tornasse possível, a Google forneceu a mesma infraestrutura de servidores disponível para todos os seus serviços. Recentemente, a gigante de Mountain View apresentou a localização dos datacenters espalhados pelo globo. O mais próximo do Brasil fica em Território chileno cuja localização geográfica foi definida em função de questões ambientais, jurídicas e de segurança. No total são 13 datacenters com dezenas de procedimentos de segurança da informação. Isso inclui robustas medidas de recuperação de desastres no local no caso de incêndio ou qualquer outra interrupção. Num eventual incidente, a Google muda o acesso aos dados de forma automática e transparente para outro centro de dados permitindo que os usuários continuem trabalhando, ininterruptamente.

Podemos afirmar que computação nas nuvens ou “cloud computing” não se trata de quebra paradigma, pois já é uma realidade que suporta praticamente toda tecnologia da atualidade. Fator esse que não poderia ser diferente no universo dos mapas, muito menos no mundo corporativo.

Seria o fim do GIS tradicional?

A entrada de players globais no mundo GIS das empresas e governos não elimina o uso das tradicionais ferramentas de edição e manipulação de dados. Pelo contrario, as novas plataformas contribuem com a popularização do uso dos mapas. O poder de publicação e compartilhamento das informações geográficas nunca foi tão grande e disseminado. Transparência para a gestão pública, melhoria nos processos das empresas, na comunicação entre colaboradores e clientes e facilidade no acesso às informações de uma maneira geral são os benefícios imediatos da nossa realidade. O mundo corporativo conta agora com ferramentas de trabalho tão incríveis como aquelas que já utilizamos em nosso dia-a-dia. Trata-se da expressão “Work the way you live”! (Trabalhe da mesma maneira que você vive!).

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Geoambiente e Google trazem ao Brasil a tecnologia Liquid Galaxy

fonte: MundoGEO (por Alexandre Scussel)

Geoambiente, em parceria com a Google e a Endpoint, proporcionará aos visitantes do MundoGEO#Connect 2013 uma experiência única de imersão 3D baseada no Google Earth.

O evento MundoGEO#Connect LatinAmerica 2013 irá acontecer de 18 a 20 de junho em São Paulo (SP), e vai contar com cursos, seminários, fóruns e workshops com as principais tendências do setor de geotecnologia. A Geoambiente já confirmou presença na feira de produtos para Geomática e Soluções Geoespaciais do evento, que contará com mais de 50 empresas expositoras e também universidades.

Lançado em 2005, o Google Earth é um dos softwares de maior sucesso da história. Com muitos recursos e usuários de todo o mundo, ele permite que qualquer pessoa de qualquer lugar consiga visualizar países, estados, cidades, ruas e até sua própria casa. O sucesso é tanto que o software já atingiu a marca de 1 bilhão de downloads.

O Google Earth proporciona aos seus usuários a possibilidade de viajar  facilmente pelo mundo, sem sair de casa. Entretanto, o estande da Geoambiente no MundoGEO#Connect 2013 vai incrementar essa experiência com 5 grandes telas unidas, explorando toda a capacidade de visão do olho humano, inclusive a periférica.

O gigantesco mapa é interativo e pode ser navegado pelos visitantes, através de um joystick e uma tela touchscreen, com possibilidade de zoom para visualização extremamente nítida.

“A sensação de voar pelos cantos mais remotos do planeta, visualizar incríveis imagens do relevo e edificações em 3D com velocidade e resolução surpreendentes é algo fascinante. As cinco telas do Liquid Galaxy fazem uma ‘meia-lua’ que envolvem praticamente todo o campo de visão. Chega a dar até um frio na barriga”, brinca Felipe Seabra, Gerente de Marketing da Geoambiente.

Liquid Galaxy traz 5 telas unidas para visualização muito nítida

Além da base de mapas da Google, o Liquid Galaxy mostrará alguns exemplos do mapeamento cartográfico da Geoambiente, empresa parceira da companhia e responsável pela comercialização do portfólio de produtos Google Maps & Earth no Brasil.

Inscrições abertas

O MundoGEO#Connect LatinAmerica 2013 – Conferência e Feira de Geomática e Soluções Geoespaciais será realizado de 18 a 20 de junho, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP). O cadastramento gratuito para visitar a área de exposições já pode ser feito online.

As inscrições para as atividades do evento, que este ano contará com cursos, seminários, fóruns e workshops também já estão abertas. Para mais informações, acesse a grade completa e veja as opções de participação.

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Conheça como a Geoambiente e a solução Google Maps Coordinate podem apoiar o seu negócio

[youtube=http://youtu.be/0IVOOV7_4io]

A Geoambiente, revenda dos produtos Google no Brasil, apresenta o Google Maps Coordinate, ferramenta de gestão de força de trabalho que aperfeiçoa a eficiência de seus times móveis. Com ela todos os membros das equipes podem ser vistos em um mapa do Google e através do endereçamento de serviços para a equipe mais próxima, mais tarefas podem ser completadas em um período menor de tempo.

Os trabalhadores de campo podem visualizar informações detalhadas sobre a tarefa, assim como adicionar suas próprias anotações, que são imediatamente armazenadas na nuvem. E os gestores ainda podem fazer análises, como o histórico de localização de cada trabalhador.

Venha conhecer mais sobre nossas soluções em nosso site: www.geoambiente.com.br

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GeoMetrópoles: monitoramento espacial das regiões metropolitanas brasileiras

fonte: INCT

O INCT Observatório das Metrópoles apresenta à comunidade acadêmica, aos movimentos sociais e a todos aqueles interessados pela questão urbana a nova versão do sistema de informações geográficas GeoMetrópoles. A ferramenta foi desenvolvida com o propósito de reunir em um só plano de informação dados espaciais sobre os mais diversos temas (demográficos, sociais, econômicos, ambientais) relacionados às regiões metropolitanas do Brasil. Considerado pela comissão avaliadora do Programa INCT/CNPq como uma contribuição inovadora do Observatório para a sociedade brasileira, o GeoMetrópoles é um sistema aberto e de atualização permanente a fim de possibilitar o acesso e a produção democrática de dados quantitativos e qualitativos referentes à temática urbana e metropolitana.

“Não existe no Brasil uma base de dados sobre as metrópoles brasileiras. No entanto, temos 51 aglomerados metropolitanos de acordo com o IBGE; isto é, as RMs ganham cada vez mais um papel central no desenvolvimento do País e, consequentemente, nos desafios da gestão urbana. O Observatório das Metrópoles resolveu desenvolver um sistema de informações geográficas a partir dos dados censitários do IBGE – nossa fonte matriz. Ou seja, o GeoMetrópoles incorpora às escalas nacional, regional, macro-regionais, entre outras do IBGE, informações sobre as regiões metropolitanas, incluindo informações pontuais como localização de equipamentos urbanos (escolas, postos de saúde, locais de votação etc”, explica o coordenador nacional do instituto, Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro.

A ferramenta apresenta outra característica: as informações sobre as RMs são desagregadas em várias escalas: região metropolitana na sua inserção regional; municipal, intra-municipal, entre outras. “O GeoMetrópoles foi pensado para atender os diversos públicos, por isso os seus dados podem ser lidos em diferentes escalas e todas as informações estão linkadas aos outros níveis. O planejador  vai pensar a metrópole e tem um interesse específico; mas o militante está pensando no seu bairro, nos problemas que são diários. Quer dizer, como é que estão as condições de saneamento do bairro? Como é que está o desempenho escolar das crianças daquela região, como é que está a situação da moradia? Essas escalas são disponibilizadas no GeoMetrópoles. E isso tudo vinculado ao Google o que permite a elaboração de mapas a partir de imagens de satélites, ou seja, imagens reais”, afirma Ribeiro.

Idealizado e desenvolvido pelo pesquisador Arthur Felipe Molina Moreira, responsável também pela coordenação de uma equipe que trabalhou no projeto, o GeoMetrópoles é um sistema aberto e pode ser operacionalizado pela internet. Dessa forma, qualquer usuário pode ter acesso e utilizar as informações para produzir tabelas, mapas, gráficos etc. “Além disso, é um sistema que permite ser permanentemente atualizado pelos dados que vem do IBGE (fonte matriz), como também informações administrativas, da Justiça Eleitoral, do Censo Escolar, da Prova Brasil, Informações do Data SUS, ou seja, qualquer informação cadastral administrativa pode ser incorporada na ferramenta”, esclarece o pesquisador.

Acesso à informação e participação popular

Arthur Molina conta que o projeto GeoMetrópoles partiu da elaboração de uma plataforma de SIG Participativo a partir da experiência da Rede Observatório das Metrópoles  em trabalhos de assessoria em organizações não governamentais ligadas ao Movimento Nacional pela Reforma Urbana (MNRU). “Por conta dessa relação com os movimentos sociais, o projeto teve como objetivo inicial criar uma ferramenta que ao mesmo tempo em que centralizasse todas as informações espaciais sobre o ambiente metropolitano brasileiro, possibilitasse a visualização, a colaboração e a análise das informações de modo intuitivo e interativo por usuários com escolaridades variadas de modo a capacitar o cidadão no entendimento da questão urbana”, explica o pesquisador.

Atualmente o sistema oferece uma organização das informações de maneira que sua apresentação facilite ao mesmo tempo a visualização dos elementos da dinâmica espacial metropolitana, a construção de mapas temáticos e a análise espacial através das diferentes ferramentas de geotecnologia, oferecendo maior autonomia na utilização por pesquisadores não especializados. “Queremos possibilitar ao usuário comum o acesso a informações espaciais, à medida que este conhecer o espaço em questão instrumentalize o usuário para melhor entender os processos de produção espacial que a todo momento alteram a sua vivência, ao construir constantemente novas paisagens, novas espacialidades”, argumenta.

Acesse o GeoMetrópoles. Faça seu cadastro e utilize o sistema de informações geográficas sobre as regiões metropolitanas brasileiras aqui.

DESAFIO: aperfeiçoamento do sistema

Concebido como uma ferramenta para possibilitar a democratização da informação, o GeoMetrópoles é um sistema em constante aperfeiçoamento, seja pelo feedback dos usuários como também pela ampliação da base de dados. Segundo Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro, o desafio do Observatório das Metrópoles em relação à ferramenta é incorporar a base de dados de 2010 e aperfeiçoar outras funções. “O instituto precisa agora formar uma nova equipe com profissionais especializados para incorporar os dados do Censo 2010, além de aperfeiçoar a base cartográfica. Só assim o GeoMetrópoles cumpre a sua função de oferecer a base de dados espaciais mais completa sobre as regiões metropolitanas brasileiras”, argumenta o coordenador e completa:

“O nosso desafio refere-se a como transformar dados em informação. Mas como isso pode ser feito? Quando sou capaz de pegar o dado, absorvê-lo e transformá-lo em recurso para a minha ação. Isso depende da capacidade do usuário de lidar e interpretar o dado; mas também do acesso a esse dado, o modo como está disponível. O GeoMetrópoles tem sido aprimorado para facilitar a visualização e o manuseio do dado; quer dizer, queremos ampliar o acesso e a capacidade de interpretação sobre os problemas metropolitanos do país”.

Segundo Arthur Molina, a ferramenta está em fase de ajustes. “A atual fase em que se encontra é a de testes de usabilidade para verificar se realmente a interface é intuitiva e fácil de usar. Para que esta verificação ocorra, o sistema conta com monitoramento de todas as ações do usuário para análise posterior”.

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IBGE lança novos mapas digitais de estados brasileiros

fonte: MundoGEO (Alexandre Scussel)

Já estão disponíveis, em meio digital, os novos mapas físicos de seis estados do Brasil: Alagoas, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Norte e Sergipe. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), trata-se de uma atualização cartográfica, com alguns acréscimos e atualizações que se faziam necessárias, principalmente em termos de relevo, hidrografia e nomes geográficos.

Esses mapas integram o conjunto de Mapas da Série Estadual do IBGE: Acre, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Os mapas podem ser acessados na página do IBGE.

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