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GEOAMBIENTE fornecerá imagens de radar para o monitoramento da Amazônia

Com o intuito de estabelecer um monitoramento mensal das atividades de desmatamento no período de maior cobertura de nuvens utilizando imagens orbitais na Amazônia Legal, o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia – CENSIPAM conduziu, através do Portal de Compras do Governo Federal, um processo licitatório para o fornecimento de imagens de satélite de Radar de Abertura Sintética (SAR), para um total de 6.287.000 (seis milhões, duzentos e oitenta e sete mil) Km².

A GEOAMBIENTE venceu esta licitação, e vai fornecer, em parceria com a Telespazio/eGeos, imagens de programação a serem coletadas em 2016 pela Constelação Cosmo-SkyMed, Banda X.

Esta iniciativa vai propiciar maior eficiência na observação dos desmatamentos, com a coleta sistemática de dados em curto espaço de tempo, maior cobertura de extensão territorial e redução de custos, se comparado ao imageamento com sensor SAR aerotransportado. A motivação para a contratação é a demanda anual do monitoramento da Amazônia no período de maior cobertura de nuvens (de outubro a abril), no que tange a observação da região denominada Arco do Desmatamento (parte dos Estados do Acre, Rondônia, Roraima, Amazonas, Mato Grosso, Tocantins, Pará e Maranhão), mais o Estado do Amapá. Esta necessidade está fundamentada sobretudo nas diretrizes do Gabinete de Gestão Integrada para a Proteção do Meio Ambiente (GGI-MA).

Embora o projeto tenha como foco justamente a área de concentração de desmatamento nos anos de 2011 a 2012, apresentada na figura a seguir, parte das imagens poderá ser solicitada para imageamento de áreas que tenham sido alvo de desastres naturais ou eventos extremos em qualquer parte do território nacional.

Imagem: Área de interesse do projeto compreendendo o Arco do desmatamento.
Imagem: Área de interesse do projeto compreendendo o Arco do desmatamento.

As imagens serão utilizadas pelo Centro Regional de Belém (CR/BE), pelo Centro Regional de Manaus (CR/MN), pelo Centro Regional de Porto Velho (CR/PV) e pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CCG/Brasília).

Segundo Izabel Cecarelli, Diretora Presidente da GEOAMBIENTE, trata-se de um contrato de grande importância sob o aspecto de avanço tecnológico no monitoramento de florestas naturais. A Geoambiente está muito satisfeita de contribuir com mais este projeto de grande relevância no cenário nacional e para o meio ambiente.

“Gostaria de agradecer ao CENSIPAM pela escolha. Telespazio (empresa Finmeccanica/Thales),  tem orgulho em poder contribuir junto a Geoambiente num projeto tão importante como o monitoramento do desmatamento da Amazônia, para o qual as características da constelação de satélites radar Cosmo SkyMed são particularmente idôneas e eficazes”, afirma Marzio Laurenti, Presidente da Telespazio Brasil.

A Geoambiente é pioneira em Sensoriamento Remoto no Brasil. Atua no mercado há mais de 20 anos, oferecendo soluções em Geotecnologia com alto padrão tecnológico no uso de Sensoriamento Remoto, Banco de Dados e Sistemas de Informações Geográficas. A Geoambiente também é revendedora oficial de Google Maps para empresas e governo.

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Geoambiente em workshop do programa Copernicus

No final de novembro, São José dos Campos foi palco para o grande workshop organizado e realizado pelo Instituto Espacial Thales Alenia Space (focado no desenvolvimento de recursos humanos especializados em estudos espaciais no Brasil), sobre o programa que participa, o COPERNICUS.

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Membros da equipe Geoambiente que participaram do workshop do programa Copernicus: Izabel Cecarelli (Presidente) e os geógrafos, Carina Rodrigues e Júlio Guerra.

Embora o evento priorizasse a participação de institutos governamentais de destaque, como a Embrapa e o INPE, a Geoambiente foi uma das pouquíssimas empresas privadas convidadas a participar do workshop. O gesto se revelou um belo reconhecimento pelo Instituto Espacial Thales Alenia Space à empresa de mais de 20 anos no mercado brasileiro de Geotecnologia.

Cada um dos convidados pode mostrar suas experiências em Sensoriamento Remoto e intenções no uso dos dados do Copernicus.

Izabel Cecarelli, Júlio Guerra e Carina Rodrigues (Presidente e geógrafos da Geoambiente, respectivamente) levaram ao público presente a questão do Sensoriamento Remoto no monitoramento ambiental, no gerenciamento de riscos e na Agricultura, tanto em forma de cases como em outras aplicações.

“A participação no Copernicus Workshop nos permitiu conhecer melhor os diferentes produtos e serviços de Sensoriamento Remoto do programa Copernicus, bem como identificar diversas possibilidades de uso das imagens ópticas e de radar disponibilizadas pelo mesmo”, afirma Júlio Guerra, Geógrafo e Mestre em Sensoriamento Remoto da Geoambiente.

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Geoambiente seguindo os ventos do sul

No mês de outubro, a Geoambiente foi para o sul do país e deu início ao projeto “Conservação da Biodiversidade como Fator de Contribuição ao Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul/Brasil”.

O objetivo do projeto, na terra das araucárias, é a conservação da biodiversidade do Estado do Rio Grande do Sul.

Áreas a serem analisadas
Áreas a serem analisadas: Campos da Campanha, Quarta Colônia, Litoral Médio e Escudo sul-riograndense

O projeto está sob coordenação da SEMA-RS (Secretaria Estadual do Meio Ambiente) e apresenta a FEPAM (Fundação Estadual de Proteção Ambiental) para licenciamento ambiental, FZB (Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul) para conservação da biodiversidade no RS e a EMATER (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul) como órgãos executores.

A Geoambiente segue responsável pelo desenvolvimento e implantação dos seguintes sistemas de informações geográficas:

  • Sistema de Coleções Biológicas com banco de dados em ambiente web e carga de dados inicial do acervo do Museu de Ciências Naturais e do Jardim Botânico, mantido pela FZB.
  • Sistema Web-SIGBIO, com dados espaciais relacionados à conservação da biodiversidade do Estado do Rio Grande do Sul, permitindo consulta de dados e configuração de serviços de mapas para publicação na web. E que também inclui o Sistema de Gestão de Ocorrência de Espécies, que permite o registro digital de todo o acervo de ocorrência de espécies no Rio Grande do Sul, e o Módulo de Indicadores de Biodiversidade.
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Da esq. para dir.: Mateus Pontes (SIGBIO), Danilo Ramalho (SIGBIO), Joyce Tosetto (Gerência do projeto), Miriam Carvalho (Sistema de Coleções), Carolina Landim (Sistema de Coleções) e Djonatas Tenfen (SIGBIO).

Além disso, a Geoambiente deverá fazer a integração de todos os dados georreferenciados do Sistema de Gerenciamento de Coleções Biológicas e Sistema de Gestão de Ocorrência de Espécies ao Sistema Web-SIGBIO.

“É sempre um grande privilégio participar de projetos que visam a conservação da biodiversidade. A região do Rio Grande do Sul, especialmente, com biomas como Mata Atlântica e o Pampa, apresenta uma grande riqueza de espécies e ecossistema, e soluções como a que a Geoambiente está desenvolvendo, são ferramentas importantes para melhor compreensão sobre os impactos que a intervenção ocasionada pelo rápido crescimento poderá ocasionar à população. Nosso desafio, enquanto parceiros para soluções em GIS, envolve o desenvolvimento simultâneo de dois sistemas, que além disso, visa integrar informações de diversas instituições ambientais do Rio Grande do Sul, devendo o SIGBIO atender a necessidade de todos”, afirma Joyce Tosetto, Gerente de projetos GIS TI Geoambiente.

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