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Clima de Páscoa na Geoambiente

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O clima de Páscoa tomou conta da Geoambiente neste pré-feriado.
Para reforçar o trabalho em equipe, todos foram divididos em times para uma caça aos ovos pelos corredores do Parque Tecnológico e responderam a algumas perguntas referentes aos valores e diretrizes da empresa.
E, no final, após todos receberem os ovos de Páscoa, também se surpreenderam com um carrinho de brigadeiros dentro da Geoambiente.
A Geoambiente deseja Feliz Páscoa a todos!

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E quando misturamos clima de Copa do Mundo com café de festa junina?

Nem o frio da manhã do dia 14 de junho derrubou a alegria da equipe Geoambiente para iniciar o dia com um café da manhã bem especial, que juntou o clima de festa junina com o do início da Copa do Mundo.
Comidas típicas de festa junina e as cores do Brasil, presentes nas camisas da equipe e na decoração da empresa, criaram todo o clima de festa. A equipe também pôde acompanhar o primeiro jogo da Copa com cada pessoa acompanhando e torcendo para acertar o placar do bolão da empresa.

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Presença da Geoambiente na AGRISHOW 2017

Entre os dias 1 a 5 de maio, a GEOAMBIENTE participou como expositora na AGRISHOW 2017.

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No evento, o público pôde conferir os lançamentos da Geoambiente, como o AGRODECISÃO e o GO FIELD COLLECTOR.

18209030_1417649218257616_8842708462783231635_oO AGRODECISÃO é uma PLATAFORMA REVOLUCIONÁRIA para o AGRONEGÓCIO , que oferece ao usuário acesso e visualização de dados e informações de ÁREA PLANTADA e MARCHAS DE PLANTIO (soja e agricultura), em MAPAS e TABELAS, categorizados por municípios, estados ou região.
O usuário do AGRODECISÃO poderá manipular os aplicativos fornecidos pela plataforma, para a realização de análises das informações (em tempo quase real), dentro e entre os anos safra.
Com a contratação do AGRODECISÃO, todos poderão receber acesso às informações atualizadas online durante o ano safra.

18221613_1417560158266522_8814369152133506295_nJá o GO FIELD COLLECTOR é o sistema que traz praticidade e rapidez aos projetos que envolvem trabalho de campo.
Com 2 versões complementares: mobile e web, o profissional fica livre de levar tantos materiais ao campo para a coleta de dados, já que o GO FIELD COLLECTOR, no dispositivo móvel, permitirá o registro de fichas de campo com localização automática e associação de fotos às respectivas fichas, com grande ganho de tempo.
Todos os dados registrados são armazenados em nuvem, oferecendo alta segurança e praticidade ao profissional durante a coleta de dados em campo.
A versão web permitirá o download daqueles mesmos dados, com visualização e edição dos dados sobre mapas, exportação em KML e a produção final do RELATÓRIO COMPLETO com cada ficha de campo.
Com o uso do GO FIELD COLLECTOR, o GANHO DE TEMPO é de até 75% em todo o projeto!

A equipe Geoambiente ficou muito feliz em participar mais uma vez da AGRISHOW, podendo mostrar ao público visitante e aos outros expositores todos os serviços e produtos que a empresa oferece ao público do AGRONEGÓCIO.

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Geoambiente em projeto de GIS Corporativo para a mineradora Anglo American

Num total de 15 meses de projeto, com o objetivo de avaliar e desenvolver a implementação de ambiente GIS Corporativo para todas as áreas da unidade de negócio Minério de Ferro Brasil da Anglo American, a equipe de GIS TI da Geoambiente encerra 2015, com chave de ouro, finalizando o projeto para a mineradora.

Nas instalações da Anglo American, em Belo Horizonte, Conceição do Mato, Santo Antônio do Gramo (todas em MG) e São João da Barra (RJ), a Geoambiente tinha como objetivo mapear todas as demandas de GIS existentes, caracterização do cenário atual da Anglo American e propor um modelo GIS Corporativo que atenda a todas demandas identificadas, incluindo as futuras.

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Da esq. para dir. – Alexandre Hashimoto, Joyce Tosetto, Luciano Barão, Maíra Dzedzej e Danilo Palomo.

O projeto envolveu 71 reuniões com 133 profissionais da Anglo American de 30 áreas no total, entre eles: Engenharia, transporte, desenvolvimento social, Geociências e licenciamento/desenvolvimento sustentável. E todo o processo contou com 5 etapas, incluindo a gestão e o acompanhamento pela Geoambiente:

  1. Planejamento;
  2. Assessment;
  3. Infraestrutura do Sistema;
  4. Arquitetura do Sistema;
  5. Políticas, Normas e Procedimentos;
  6. Gestão e acompanhamento.

O planejamento inicial contou com plano de trabalho sobre todo o processo a ser seguido (características do projeto, metodologia de trabalho e cronograma). Além do plano de trabalho, também houve o plano de comunicação e as entrevistas de diagnóstico com os profissionais de diversas áreas da Anglo American.

Ainda na etapa inicial, foi produzido o relatório de diagnóstico com mapeamento dos processos que têm a necessidade de informações georreferenciadas na empresa.

Para Maíra Dzedzej, Engenheira Florestal, Especialista em Recursos Hídricos e Meio Ambiente da Geoambiente, o projeto foi intenso e muito gratificante: “Dentre as diversas etapas do projeto esta foi a que estive mais envolvida. A etapa de levantamento de informações nos fez mergulhar intensamente nas atividades da empresa para o entendimento das reais necessidades dos usuários com relação ao GIS Corporativo.
Fisicamente foi um caminho árduo, perfazendo o caminho do minério, paralelamente ao duto e, cobrindo todos os potenciais usuários que necessitam de dados geográficos. Foi intenso. Mas, muito gratificante. Entrevistamos diferentes usuários e conversamos sobre diferentes temas em todas as áreas da empresa. Foram identificados usuários júniors, avançados e os que nem se julgavam usuários. Boas expectativas e ganhos foram apontados com a futura implantação do GIS. Os diferentes usuários, necessitam da ferramenta.
A primeira fase completa (entrevistas e relatório) levou cinco meses para ser concluída e foi realizada com muita interação da equipe multidisciplinar da Geoambiente e colaboradores da Anglo American, do Comitê GIS. Sem eles o trabalho não seria possível pois abriam portas e a discussão sobre o tema, nas diferentes áreas. A convivência e a interação no território mineiro foram especiais”.

A segunda etapa contou com a Arquitetura Conceitual, o processo a ser seguido após o diagnóstico das áreas da Anglo American, visando auxiliar na definição do funcionamento do GIS Corporativo.

E em seguida, a terceira etapa, com a infraestrutura do sistema, em que houve o planejamento e a definição das características da Infraestrutura de Dados Espaciais (IDE) do GIS Corporativo, propondo informações referentes à estrutura de hardware e software que comporão o ambiente GIS.

São previstos cenários de crescimento, com especificação detalhada de hardware, licenças de software e aplicativos a serem adquiridos, desenho da estrutura organizacional e de instalações no mesmo ambiente, tanto para curto e médio, assim como para longo prazo.

Segundo Alexandre Hashimoto (Analista de Sistemas e Analista de Banco de Dados Geoambiente), a etapa não foi algo simples: “O relatório de infraestrutura do sistema foi de alta complexidade, pois estabeleceu um ambiente completo de uma IDE – Infraestrutura de Dados Espaciais do GIS Corporativo. Não foi somente definir software e hardware, mas também foi preciso justificá-los. E como se trata de uma empresa que possui uma grande equipe de TI, as justificativas técnicas precisaram ser de alto nível. Outro ponto de complexidade foi a definição da infraestrutura para os horizontes de curto, médio e longo prazo, ou seja, foi preciso definir estruturas escaláveis para que a implantação do projeto fosse realizada em fases”.

A quarta etapa, Arquitetura do Sistema, propõe a estruturação de softwares que suportarão as necessidades levantadas, atendendo aos cenários de curto a longo prazos do GIS Corporativo.

E por último, a etapa de políticas, normas e procedimentos em que houve a elaboração de um conjunto de documentos para suportar a administração e a manutenção do ambiente GIS Corporativo.

Para Danilo Palomo, Analista de Sistemas GIS Geoambiente, o projeto em sua etapa final foi de grande importância para a Anglo American e para a Geoambiente: “Nesta etapa utilizamos o entendimento da estrutura organizacional adquirido nas fases anteriores com o conhecimento da equipe em GIS para a definição dos padrões que deverão ser adotados e construção dos instrumentos normativos que deverão ser aplicados para a utilização, manutenção, difusão e evolução da utilização do GIS dentro da Unidade de Minério de Ferro da Anglo American (MFB).
As Políticas e Normas foram elaboradas de forma a se tornarem as regras básicas que orientam a tomada de decisão na organização na utilização do GIS, refletindo o pensamento da organização com relação ao GIS, servindo de orientação para a definição das estratégias, táticas e planos operacionais. Os procedimentos definem padrões, parâmetros e responsabilidades para a execução dos processos envolvendo GIS. Esses procedimentos são importantes para a implantação do GIS Corporativo e seu crescimento de forma madura e ordenada dentro da organização.
Foram realizadas várias discussões com os colaboradores da Anglo American para o enriquecimento dos documentos, para que esses reflitam as necessidades e objetivos a serem alcançados pela MFB com a utilização do GIS”.

Todo o projeto da Geoambiente com a Anglo American teve a gestão e o acompanhamento feito por Joyce Tosetto, gerente de projetos Geoambiente, contando ainda com monitoramento, controle e emissão de relatórios semanais de acompanhamento.

“O projeto Anglo foi desafiador pela quantidade de dados geográficos envolvidos em nossos processos de negócio da empresa, onde entrevistamos mais de cem pessoas, em quatro plantas diferentes. Hoje, esses dados estão mapeados com a modelagem do banco dados já disponível, além do plano de implantação de GIS Corporativo de curto, médio e longo prazo, fornecendo todas as orientações técnicas necessárias para transformar o GIS em uma solução capaz de alcançar reais reduções de custos e agilidade para tomada de decisões”, afirma Joyce.

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Geoambiente e o Projeto de Sistema Gerencial de Informações (SGI) para a Gestão de Recursos Hídricos da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP)

Aumentar a oferta de água para a população. Missão difícil que exige esforço de todos.

E você sabia que uma parcela desta oferta pode ser garantida com a melhora na qualidade da água nos rios e mananciais? E é aí que a Geoambiente entra em cena com um grande projeto.

A Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos de São Paulo (SSRH-SP) solicitou à Geoambiente um sistema que a auxiliasse no controle das informações geradas pelos diversos órgãos diretamente ligados a este assunto, para que então várias decisões pudessem ser tomadas e colocadas em prática pela SSRH. Foi como nasceu o projeto da Geoambiente de desenvolvimento do Sistema de Gestão Integrada das Áreas de Proteção e Recuperação Ambiental da Região Metropolitana (APRM) de São Paulo, o SGI.

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Alguns membros da equipe: Tiago Pinheiro, Júlio Guerra, Carolina Landim e Maíra Dzedzej

Objetivos do sistema:

  • Promoção do compartilhamento dos mais diversos tipos de informações que vêm dos vários órgãos envolvidos;
  • Análise integrada dos dados sob diferentes óticas;
  • Apoio à definição de políticas públicas;
  • Suporte ao monitoramento e à fiscalização das ações implementadas.

E neste sistema, a variedade de informações contidas vão desde características ambientais das sub-bacias, áreas protegidas, dados hidrológicos, uso e ocupação do solo e tendências de transformação, até dados de monitoramento de qualidade da água.

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Processo geral da execução do projeto para a SSRH-SP

Veja algumas das funcionalidades específicas do SGI:

  • Disponibilizar à sociedade e aos órgãos competentes da gestão pública dados e documentos atualizados e organizados referentes à gestão de recursos hídricos nas APRMs;
  • Dar apoio informativo aos agentes públicos e privados que atuam nas bacias;
  • Subsidiar a elaboração e os ajustes nos programas e Planos de Desenvolvimento e Proteção Ambiental (PDPAs) das APRMs;
  • Fornecer informações para monitorar e avaliar a qualidade ambiental das APRMs e os programas e ações definidos nos PDPAs.

A análise e apresentação gráfica, espacializada e temática de temas como abastecimento e qualidade da água, cargas poluidoras, riscos ambientais, dinâmica econômica, fiscalização, habitação, áreas degradadas e doenças de veiculação hídrica são alguns dos resultados das funcionalidades específica do SGI.

O desenho do sistema pela Geoambiente não foi algo simples. Houve inicialmente o rastreamento das fontes de informações necessárias ao SGI que culminou na identificação de sistemas já existentes prontos para serem integrados no projeto, além dos ainda em desenvolvimento. Foram identificados 24 sistemas em diferentes fases de desenvolvimento que serão ou não integrados ao sistema. Portanto, houve a necessidade de uniformização e adaptação de muitas variáveis para o desenvolvimento do sistema.

Além disso, a equipe Geoambiente fez diversas reuniões com cada um dos órgãos envolvidos para identificar e transcrever as reais necessidades dos usuários complementar a atividade de interpretação das leis gerais, leis específicas e resoluções que tratam do SGI e de suas principais aplicações. Esta etapa foi conduzida pela equipe multidisciplinar de profissionais da Geoambiente em parceria com a contratante e demais stakeholders, com o objetivo principal de rastreabilidade e entendimento dos dados e, necessidades dos usuários para o desenho das funcionalidades do sistema. Estas reuniões aconteceram no período de agosto a outubro de 2014.

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Geoambiente em campo – Projeto ZEE do Ceará

São inúmeras as idas de nossos profissionais a campo durante o desenvolvimento dos mais diversos projetos que a Geoambiente fornece aos seus clientes.

geoambiente_zee_cearaUma delas foi a visita dos nossos especialistas em geoprocessamento, Alex Sousa e Angélica Santos, ao local do projeto de elaboração do  ZEE (Zoneamento Ecológico-Econômico) do Ceará.

A pedido da SEMACE (Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará), a Geoambiente está com a responsabilidade de elaborar os mapeamentos de Uso e Cobertura do Solo e de Unidades Geoambientais (dunas, planícies, praias, entre outros) na escala de 1:10.000. Já a consultoria do projeto fica por conta dos professores Dr. George Satander (UFC) e Dr. Norberto Horn (UFSC).

geoambiente_zee_ceara3O real objetivo deste projeto pela Geoambiente é o mapeamento de Unidades Geoambientais para que a SEMACE possa utilizar essas informações no licenciamento ambiental. Alex exemplifica: “quando alguém deseja construir um resort, hotel ou outro estabelecimento, precisa pedir autorização para a SEMACE, que então recorre ao mapeamento para ver em que contexto está inserida a área do empreendimento, não autorizando assim, ou restringindo, a construção em áreas ambientalmente mais frágeis, como dunas e borda de falésias”.

geoambiente_zee_ceara2Segundo nosso especialista, durante o mapeamento das Unidades Geoambientais surgem dúvidas, e essas visitas a campo são fundamentais para esclarecê-las. Tais visitas também são importantes para a validação dos mapas, sempre feitas em presença da SEMACE e dos consultores.

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