Arquivo da tag: Floresta

Geoambiente é convidada para palestrar no GISForest

IMG-20190910-WA0015_1“Google Earth Engine e BigData revolucionando a obtenção de informações silviculturais para matocompetição e para inventário florestal” foi o tema para a palestra de @Bruno Schultz, representando a Geoambiente, convidada especial para o GISForest, em Curitiba.
O GISForest, que ocorreu entre os dias 10 e 11 de setembro, tem o objetivo de debater soluções para o setor florestal baseadas em geotecnologias e, também, apresentar tendências e cases de sucesso nas mais diversas aplicações florestais.

Entre em contato conosco e conheça nossas soluções para o mercado florestal: querosabermais@geoambiente.com.br ou ligue para (12) 3878-6400.

Please follow and like us:

Trabalho em contato direto com a natureza

Talvez uma das maiores recompensas dos projetos da Geoambiente de Sensoriamento Remoto combinados com trabalhos de campo é estar em contato direto com a natureza e se deslumbrar com as mais diversas paisagens ou elementos que só ela pode nos oferecer.
Um dos nossos Analistas de Geoprocessamento, Gabriel Baioco, com o uso de drones para um de nossos projetos de mapeamento das áreas florestais de Minas Gerais, fez a gentileza de registrar e nos passar algumas imagens que refletem um pouco sobre o que estamos falando.

Confira as imagens registradas:

geoambiente_trabalhodecampo_drone_imagens (10)

geoambiente_trabalhodecampo_drone_imagens (9)

geoambiente_trabalhodecampo_drone_imagens (8)

geoambiente_trabalhodecampo_drone_imagens (7)

geoambiente_trabalhodecampo_drone_imagens (6)

geoambiente_trabalhodecampo_drone_imagens (5)

geoambiente_trabalhodecampo_drone_imagens (4)

geoambiente_trabalhodecampo_drone_imagens (3)

geoambiente_trabalhodecampo_drone_imagens (2)

geoambiente_trabalhodecampo_drone_imagens (1)

Please follow and like us:

Geoambiente em sua 1ª participação na EXPOFOREST

seminarioNos dias 9 e 10 de abril, a equipe Geoambiente (representada por Milena Pinheiro, Pedro Vilas-Bôas, Marcos Cunha e Marina Mizioka) esteve presente nos seminários que antecediam a 4ª edição da Expoforest, que foram o 18º Seminário de Colheita e Transporte de Madeira e o 4º Encontro Brasileiro de Silvicultura.
A Geoambiente foi um dos patrocinadores do 18º Seminário de Colheita e Transporte de Madeira, que contou com Altair Negrello Jr. (Gerente de abastecimento florestal da Klabin) como um dos palestrantes, apresentando a todos os participantes o sistema K-Log (desenvolvido pela Geoambiente).

Todos participantes do evento receberam o material da Geoambiente com as ofertas para o mercado florestal.
Todos participantes do evento receberam o material da Geoambiente com as ofertas para o mercado florestal.

E entre os dias 11 e 13 de abril, a Geoambiente (representada pela mesma equipe dos seminários, além de Felipe Del Nero) participou da 4ª EXPOFOREST, em Santa Rita do Passa Quatro.

Em nosso stand recebemos vários visitantes, a maioria formada por diretores e gerentes de empresas florestais, tanto do Brasil como de outros países.

Nossas 4 ofertas: Monitoramento de Matocompetição, Identificação de idade de plantio de pinus e eucalipto, Sistema de Planejamento Florestal e Sistema de Apoio ao Planejamento de Colheita foram exibidas aos visitantes do stand e chamaram muito a atenção dos mesmos.
Certamente o evento se mostrou muito bom para a geração de contatos para os negócios da Geoambiente.
Esperamos participar da 5ª edição em 2022.

Please follow and like us:

Mapeamento revolucionário da biosfera faz raio-x dos ecossistemas

fonte: Inovação Tecnológica

Cada um dos três instrumentos produz informações diferentes, que podem ser mescladas para traçar quadros da biodiversidade nunca vistos. [Imagem: The Carnegie Airborne Observatory]
Cada um dos três instrumentos produz informações diferentes, que podem ser mescladas para traçar quadros da biodiversidade nunca vistos. [Imagem: The Carnegie Airborne Observatory]

Mapa da biosfera

Pesquisadores testaram com sucesso uma nova forma de rastrear a biosfera terrestre.

O equipamento é chamado ATOMS – Airborne Taxonomic Mapping System, sistema de mapeamento taxonômico aerotransportado, em tradução livre.

As informações obtidas revelam a ecologia de uma forma nunca vista antes, nem por satélites artificiais e nem mesmo por observações diretas no solo.

“Cada imagem que o ATOMS produz é uma descoberta, é como se estivéssemos olhando para um universo inteiro pela primeira vez,” disse Greg Asner, líder do projeto.

As imagens produzidas, obtidas em uma única passagem, geram informações sobre a composição química, função e estrutura dos ecossistemas.

O equipamento foi testado a bordo de um avião da NASA que sobrevoou ecossistemas nos EUA (Califórnia), Colômbia, Costa Rica e Peru, incluindo a floresta amazônica.

Não se trata de floresta e água: cada cor representa diferentes tipos de vegetação. Esta imagem mostra áreas de desmatamento na Amazônia peruana. [Imagem: The Carnegie Airborne Observatory]
Não se trata de floresta e água: cada cor representa diferentes tipos de vegetação. Esta imagem mostra áreas de desmatamento na Amazônia peruana. [Imagem: The Carnegie Airborne Observatory]

Radar de luz

O sistema ATOMS é uma combinação de várias técnicas de rastreamento e imageamento, incluindo lasers e espectrômetros.

A estrela do conjunto é um LIDAR (Light Detection and Ranging), também conhecido como radar de luz.

Sua resolução espacial varia de 25 centímetros a 1 metro, dependendo da altitude do avião.

Completam o equipamento um espectrômetro de ondas curtas, com resolução espacial entre 0,5 e 2 metros, e um espectrômetro de infravermelho, com resolução similar à do LIDAR, entre 0,25 e 1 metro.

“É como tirar um raio X de uma paisagem inteira, planta por planta, e de cada pequena elevação. Nós podemos ver como cada pequena elevação no solo, de meio metro, pode criar um novo habitat para espécies, com efeitos mensuráveis para a biomassa da floresta inteira,” disse Dana Chadwick, que usou o sistema para fazer uma pesquisa sobre a interação entre a floresta e sua geologia.

Please follow and like us:

Dinheiro dá em árvore, sim

Florestas em pé não são boas só para a biodiversidade. Elas geram bilhões para a economia. Quando as tratarmos como empresas, aí, sim, o desmatamento pode cair a zero. Ou abaixo de zero

fonte: Planeta Sustentável

CHINA, DESMATAMENTO ZERO

Um Maracanã de floresta acaba de desaparecer. Isso desde que você começou a ler este texto, há 1 segundo. Amanhã, neste mesmo horário, você levará a vida como sempre – esperamos. Mas os integrantes de 137 espécies de plantas, animais e insetos, não. Eles terão o destino que 50 mil espécies por ano têm: a extinção. Argumentos como os 15 Maracanãs de mata tropical devastados desde o início deste parágrafo – agora, 17 -, são fortes, mas nem sempre suficientes para que algo seja feito. Só que existe outro, talvez ainda mais persuasivo: dinheiro não dá em árvore, mas árvore dá dinheiro.

Hoje, manter uma floresta em pé é negócio da China. Em uma área estratégica perto do rio Yang Tsé, o governo chinês paga US$ 450 aos fazendeiros por hectare reflorestado. O objetivo é conter as enchentes que alteram o fluxo de água do rio. Equilíbrio ecológico, manutenção do ecossistema, mais espécies preservadas, esses são os objetivos do Partido Comunista Chinês? Não.

Trata-se de um investimento. O reflorestamento mantém o curso do rio estável e as árvores, sozinhas, aumentam a quantidade de chuva – as plantas liberam vapor d’água durante a fotossíntese. Resultado: mais água no Yang Tsé. O que isso tem a ver com dinheiro? A água alimenta turbinas das hidrelétricas distribuídas pelo rio – inclusive a megausina de Três Gargantas, 50% maior que Itaipu, que abriu as comportas em 2008.

Investindo em reflorestamento, os chineses agem de forma pragmática. Pagar fazendeiros = mais árvores. Mais árvores = mais água no rio. Mais água = mais energia elétrica barata (ainda mais no país que inaugura duas usinas a carvão por semana para dar conta de crescer como cresce). Mais energia barata, mais produção para a economia – e dinheiro para pagar os reflorestadores. O final dessa equação é surreal para os padrões brasileiros. A China, nação que mais polui e que mais consome matéria-prima, tem índice de desmatamento zero. Abaixo de zero, até: eles plantam mais árvores do que derrubam.

Não é só lá que as árvores valem dinheiro. No país que melhor preserva sua floresta tropical acontece a mesma coisa. É a Costa Rica. Os donos de terras de lá são pagos para manter áreas de floresta intactas. Parte do dinheiro vem de uma companhia hidrelétrica interessada em manter os rios que usa fluindo. Florestas, hidrelétricas… Só esses dois pontos já deixam claro que o Brasil tem algo a aprender. O berço da maior usina hidrelétrica inteiramente brasileira (e 3ª do mundo) fica em plena Floresta Amazônica. É Belo Monte, no rio Xingu, a 40 quilômetros da cidade de Altamira, no Pará.

A partir de 2015, ela vai servir 26 milhões de habitantes. O dado mais célebre dela é outro: os 512 km2 de floresta inundada por suas barragens. É a área de uma cidade média, toda debaixo d’água. Mesmo assim, a usina pode fazer mais bem do que mal para a mata. Pelo menos nas próximas décadas. Se seguirmos a lógica da China e da Costa Rica, faz sentido que Belo Monte pague algo pela manutenção da floresta, já que sem ela não tem chuva o bastante, e sem chuva o bastante não tem energia.

E não são só hidrelétricas que lucram com as árvores de pé, e que podem pagar para mantê-las assim. O ciclo de chuvas da Floresta Amazônica é o que garante nossas safras agrícolas – sem ele, boa parte do país seria um deserto. A ONU calcula que mesmo uma queda mínima na quantidade de chuvas que a floresta produz pode trazer prejuízos entre US$ 1 bilhão a US$ 30 bilhões para a agricultura nos arredores da Amazônia.

As estimativas são imprecisas por uma limitação da ciência: não há como saber se um tanto de desmatamento vai provocar outro tanto de bagunça no ritmo das chuvas. Mas todo mundo sabe que a relação existe. O problema é quantificá-la. Mesmo assim, faz sentido imaginar um futuro em que os produtores agrícolas paguem pela preservação de florestas como uma espécie de seguro contra a falta de chuvas.

Claro que, se ficar só na conversa, nunca vai acontecer nada. Mas um grupo de cientistas americanos deu um passo importante. Criaram um software que busca calcular com alguma precisão quanto uma área desmatada ou reflorestada pode gerar em lucros (ou prejuízos) para a economia de uma região. O nome do programa é engenhoso: InVEST (Valoração Integrada de Serviços e Compensações do Ecossistema, em inglês – haja paciência para inventar uma sigla dessas). E ele já saiu do mundo das ideias: é o software que a China usa para gerenciar o retorno de seu reflorestamento. Enquanto isso, devastamos mais 200 Maracanãs no tempo que você levou para ler este texto.

Please follow and like us:

Estudo utiliza sistema remoto para criar banco de dados da floresta.

por MundoGEO

Dois grandes desafios para se realizar pesquisas na Floresta Amazônica são os custos e a logística, tanto para a coleta de dados como para a manutenção de uma equipe em excursão, pois tanto as distâncias quanto as dificuldades de permanência em locais isolados podem onerar a pesquisa.

Para tentar mudar esta realidade, um grupo de pesquisadores lançou mão da tecnologia para realizar tarefas quase impossíveis. Por meio do projeto “Sistema Remoto de Coleta de Dados para Redes de Sensores sem fio Geograficamente Distribuídos”, eles buscam estudar métodos e tecnologias de comunicação alternativos que permitam a utilização de redes de sensores geograficamente distribuídos.

O estudo desenvolvido pelo laboratório do Núcleo de Pesquisas em Computação, da Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), realizou experimentos na reserva florestal da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Segundo o pesquisador da Fucapi, Carlos Maurício Seródio Figueiredo, as aplicações de monitoramento ambiental permitem observar diferentes localidades remotas sem infraestrutura e comunicação. “Estas áreas podem ser monitoradas apenas por sensores, o que facilita a coleta dados para um ponto central de armazenamento e análises”, explicou.

Estudo

Segundo Figueiredo, o estudo com a utilização de sensores é desenvolvido a partir de três pontos estratégicos. O primeiro, baseado em redes GPRS/GSM, tendo como sequenciamento o uso de dispositivos móveis como tablet, PCs ou smartphone. E, por último, o uso de robôs móveis que vão ao local de interesse.

Ele explicou que foram necessários equipamentos tais como: protótipo de redes de sensores, dispositivos móveis programáveis, plataformas de sistemas embarcados, modems de comunicação e kits de robôs móveis.

O uso de tecnologias para a realização de pesquisas sobre o meio ambiente já mostrou ser bastante útil. “Prova disso foi a publicação de artigos científicos e orientações de alunos de graduação e mestrado, como também, a participação em eventos nacionais e internacionais, a partir do trabalho desenvolvido pela Fucapi”, afirmou.

Figueiredo destacou que a disponibilização de equipamentos diferenciados em uma instituição de ensino e pesquisa como a Fucapi proporcionou ainda outras oportunidades de aprendizado não diretamente relacionadas ao projeto, como aulas práticas e a criação de novos projetos.

Please follow and like us:

Brasil cumpre apenas 2 de 51 metas de preservação, diz ONG.

Uma das metas não cumpridas determinava a redução em 75% do desmatamento da Amazônia.

por R7 Notícias

Dentre 51 metas de preservação ambiental que deveriam ser cumpridas até 2010, o Brasil conseguiu terminar apenas duas. Esse é o resultado de um levantamento feito pela ONG (organização não governamental) WWF-Brasil em parceria com o Conselho Nacional Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.

As metas para a proteção de biomas foram estipuladas em convenção da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre Conservação da Diversidade Biológica. Além das duas que foram totalmente finalizadas, outras cinco não foram executadas e o restante está em execução.

Segundo a WWF, o Brasil cumpriu apenas a redução média de 25% no número de focos de calor em cada bioma e, além disso, elaborou uma lista amplamente acessível das espécies brasileiras formalmente descritas de plantas, animais vertebrados, animais invertebrados e microorganismos.

Por outro lado, o país não cumpriu a meta de recuperar no mínimo 30% dos principais estoques pesqueiros com gestão participativa e controle de capturas. Também não colocou em ação os planos de manejo para controlar, ao menos, 25 das principais espécies exóticas invasoras que mais ameaçam os ecossistemas.

O país também não implementou projetos de proteção do conhecimento das comunidades tradicionais dos biomas, nem criou políticas para aplicar recursos na conservação da biodiversidade, segundo o superintendente de conservação do WWF-Brasil, Cláudio Maretti. Maretti.

– No campo do conhecimento, de criação de áreas protegidas, de monitoramento, as notícias são boas. Em outros campos, sobre o uso sustentável dos biomas, de se colocar o meio ambiente no centro das decisões políticas, e de se criar uma economia verde, as notícias são ruins.

O estudo mostra ainda que o Brasil cumpriu apenas em parte a meta de redução na taxa de desmatamento, ficando longe de reduzir em 100% o desmatamento da Mata Atlântica, em 75% na Amazônia e em 50% nos demais.

Com encerramento dos prazos de 2010 e com as decisões tomadas na conferência de Nagoia (Japão), em outubro passado, ficaram definidas metas ainda mais ambiciosas para o Brasil. O objetivo agora é aumentar, até 2020, para 17% as áreas protegidas, o que representa o dobro do que é protegido atualmente.

Please follow and like us:

Serviço Florestal demarca área de concessão em floresta pública no Pará.

por Ambiente Brasil

Equipes foram a campo colocar marcos e placas para identificar limites das unidades de manejo da Flona Saracá-Taquera (PA). Trabalho na Flona levou três meses

O Serviço Florestal Brasileiro entregou nesta quarta-feira (2) às duas empresas que venceram a concessão na Floresta Nacional (Flona) de Saracá-Taquera os documentos sobre a demarcação de uma área de 48 mil hectares que será manejada por elas.

Neles está registrado o trabalho de delimitação das duas unidades de manejo concedidas e a localização dos elementos para identificar o perímetro da área, como os marcos geodésicos (pequenas estruturas de concreto com uma placa de metal que traz as coordenadas do local) e placas de sinalização.

A partir dessas referências colocadas diretamente na floresta, as empresas concessionárias saberão exatamente o local que podem usar. A demarcação evita que a extração de madeira ocorra fora da unidade de manejo e também dá ao Estado condições de ter maior controle sobre a área, afirma o geógrafo da Gerência de Cadastro do Serviço Florestal, Rodrigo Santos.

Como a demarcação é uma responsabilidade compartilhada entre o Serviço Florestal e os concessionários por cláusula contratual, estes últimos têm até cinco anos para completar a demarcação das unidades de manejo com marcos secundários, mantendo a linha divisória da unidade de manejo bem visível através de uma picada de dois metros de largura.

Segundo a diretora de Pesquisa e Informação Florestal do Serviço Florestal, Cláudia Azevedo-Ramos, a demarcação das unidades motivada pelas concessões contribui para conhecer no campo, e não apenas no papel, os limites das florestas públicas. No Brasil são poucas as unidades de conservação demarcadas, e este é um benefício palpável das concessões, afirma.

Atividades – As equipes responsáveis pela atividade levaram três meses para percorrer os 51 locais onde foram instalados marcos e os 37 pontos de acesso às unidades de manejo – como igarapés e estradas – em que foram postas as placas de sinalização para indicar que aquela é uma área concedida. Foram mais de 200 quilômetros de trilha na floresta, percorridas de barco, de jipe 4×4 e, na maioria das vezes, a pé.

Para garantir a exatidão dos pontos de limite das unidades de manejo, foi usado um tipo especial de GPS (equipamento que fornece a localização de qualquer ponto no planeta a partir de um sistema de posicionamento via satélite) que fornece números com a precisão de milímetros.

Em cada local, o aparelho era colocado por pelo menos cinco horas em cima de um apoio onde seria implantado o marco. Ao final desse período, as coordenadas estavam refinadas o suficiente para serem registradas pelas equipes de campo, formadas por topógrafos, calculistas, digitadores de dados, engenheiros e técnicos de apoio logístico.

A sinalização das unidades de manejo foi complementada com a marcação de três árvores próximas a cada marco geodésico. Elas receberam uma placa de metal, colocada sobre parte do tronco com pintura amarela, que informa a direção e a distância para o marco.

Manejo – A Flona de Saracá-Taquera foi a segunda no país a passar pelo processo de concessão florestal, que destina áreas de floresta à extração de madeira de forma sustentável e mediante pagamento ao governo. As duas empresas foram escolhidas em agosto de 2010, em um processo licitatório que abrange critérios ambientais e sociais.

As concessionárias são responsáveis por apresentar o Plano de Manejo Florestal Sustentável ao Ibama, que traz o planejamento do uso da área durante os 40 anos do contrato assinado com o Serviço Florestal.

Please follow and like us:

MA vai promover Censo Florestal em todo Brasil.

por Painel Florestal

O Ministério do Meio Ambiente irá promover este ano em todos os estados o Censo Florestal. O objetivo do trabalho é catalogar e analisar os tipos de árvores, idade e saúde, além da capacidade de armazenamento de biomassa e carbono.

Isso pode ser um importante aliado na criação de políticas públicas. O desenvolvimento dessas políticas – voltadas principalmente à preservação, manejo e sustentabilidade – pode ser facilitado com o trabalho. Um projeto-piloto foi desenvolvido no Distrito Federal. No Nordeste, por exemplo, já foram firmados convênios com o Ceará e Sergipe. Segundo o Serviço Florestal Brasileiro, o trabalho será importante para se detectar o que acontece com as florestas de todo o Brasil.

Outro ponto positivo é a coleta de informações precisas que poderão ser apresentadas em fóruns internacionais de Meio Ambiente. Além disso, o inventário poderá contribuir para a capacitação de profissionais da área de engenharia florestal. O Ministério quer repetir o mapeamento a cada cinco anos. O último Censo Florestal promovido no País, no fim da década de 70, nunca chegou a ser concluído.

Atualmente, o monitoramento das florestas brasileiras é feito por satélites. O inventário florestal vai analisar aproximadamente 20 mil pontos de florestas em todo o País, distantes 20 quilômetros um do outro. A expectativa é descobrir novas espécies ou constatar o ressurgimento de outras, consideradas extintas. Um levantamento socioambiental para conhecer a relação das populações locais com a floresta também será feito.

Please follow and like us:

Tragédia põe Código Florestal na berlinda.

Para ambientalistas, Código permite repetir a devastação do Rio em outros locais.

por Brasil Econômico

A tragédia na região serrana do Rio de Janeiro jogou gasolina na fervura do debate entre ambientalistas e ruralistas em torno das mudanças no Código Florestal Brasileiro, datado de 1965.

Peça de resistência do agronegócio, as alterações já passaram por todo o rito da Câmara e estão prontas para serem votadas pelo plenário.

O Código deve ser um dos primeiros projetos na pauta da nova legislatura, que assume em fevereiro com uma bancada ruralista renovada.

Please follow and like us: