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Geoambiente apresenta sistema Agility no Geopública 2019

milena_geopublicaA Geoambiente é convidada a participar da 8ª edição do GEOPÚBLICA no dia 17 de setembro, no Auditório do SEINFRA da Bahia.
Com o objetivo de desenvolver uma comunidade de interesses entre as instituições públicas do governo na aplicação de inteligência geoespacial na tomada de decisão, o tema desta edição do GEOPÚBLICA é “Geotecnologias, Geoinformação & Geoinovação transformando o mundo”.
Representando a Geoambiente, Milena Pinheiro, apresentará o inovador sistema Agility em sua palestra “AGILITY – Unindo Inteligência Artificial e Geolocalização para o atendimento e planejamento das demandas da população”.

O Geopública é promovido pela Comissão Estadual de Cartografia e Geoinformação do estado da Bahia (CECAR) e do Grupo Temático de Informações Geoespaciais (GTIGEO) vinculado ao Comitê de Gestores de TIC do estado da Bahia (FORTIC), e será realizado nos dias 17 e 18 de setembro, no Auditório Principal da SEINFRA da Bahia.

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GEOAMBIENTE APRESENTARÁ PLATAFORMA DE GESTÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS NO CONNECTED SMART CITIES

Publicação no blog da Connected Smart Cities: http://www.connectedsmartcities.com.br/2018/08/16/geoambiente-apresentara-plataforma-de-gestao-dos-servicos-publicos-no-connected-smart-cities/

agility_connectedsmartcitiesA GEOAMBIENTE apresentará no Connected Smart Cities 2018 o produto AGILITY, que consiste em uma plataforma em nuvem, criada para a gestão dos serviços públicos e do atendimento ao cidadão.

E para falar sobre a participação da empresa no mais importante evento de cidades inteligentes do Brasil, entrevistamos o diretor comercial da GEOAMBIENTE, Felipe Del Nero. A empresa de base tecnológica, que tem foco em Geotecnologias, é parceira premier de distribuição de licenças Google Maps no Brasil.

Acompanhe a entrevista com o executivo da GEOAMBIENTE, empresa Patrocinadora Prata da Edição 2018 do Connected Smart Cities, que será realizado nos dias 04 e 05 de setembro, em São Paulo, e reunirá mais de 300 palestrantes que se apresentarão em 90 painéis, por meio de 9 palcos simultâneos.

Connected Smart Cities: Qual a relação entre a atuação da Geoambiente com o Connected Smart Cities e com o tema cidades inteligentes?

delneroFelipe Del Nero: A GEOAMBIENTE é uma empresa de base tecnológica com foco em Geotecnologias, parceira premier de distribuição de licenças Google Maps no Brasil. Suas soluções são baseadas em Inteligência Artificial, Machine Learning, Big Data, Geolocalização e Sensoriamento Remoto. São conceitos e tecnologia presentes nas soluções para Cidades Inteligentes, o que nos levou ao desenvolvimento do produto Agility, que será apresentado no evento.
O Connected Smart Cities e a GEOAMBIENTE compartilham do mesmo público-alvo: governo e empresas privadas que buscam soluções para Cidades Inteligentes para o benefício da qualidade de vida da população.

CSC: A Geoambiente desenvolveu alguma iniciativa a partir das ações do Connected Smart Cities?

Felipe Del Nero: De maneira direta não. No entanto, de maneira indireta a GEOAMBIENTE, com base nas ações do Connected Smart Cities e nos movimentos de incentivos a soluções voltadas para Cidades Inteligentes, procurou nos últimos 2 anos, desenvolver um produto inteiramente voltado para este mercado: o sistema Agility.

CSC: Por que a Geoambiente participa e patrocina o Connected Smart Cities? O que o evento oferece que está além dos demais fóruns do segmento que são realizados no Brasil?

Felipe Del Nero: Há alguns anos, a GEOAMBIENTE, em parceria com outra empresa, participou como expositora em uma das edições do Connected Smart Cities. Com base na experiência e impressões obtidas durante o evento, a Geoambiente acredita que o seu público é compatível, em foco, representatividade e quantidade, com o público alvo das nossas soluções. Ainda mais nessa edição, que apresentaremos o nosso novo produto: AGILITY, focado em prefeituras, ou seja, as condições não poderiam ser melhores.
Em outros eventos com foco semelhante, não pudemos notar a presença significativa de entidades governamentais, o que nos trouxe o sentimento de decepção em relação ao investimento.

CSC: Qual a importância do Connected Smart Cities para o desenvolvimento de cidades inteligentes no Brasil?

Felipe Del Nero: O Connected Smart Cities une iniciativas e soluções de cidades inteligentes para o desenvolvimento e promoção da melhor qualidade de vida para a população das cidades, e também incentiva o melhor da capacidade e experiência tecnológica das empresas em desenvolver soluções para as cidades.

CSC: Tem alguma novidade que será apresentada no evento?

Felipe Del Nero: No evento Connected Smart Cities, a GEOAMBIENTE apresentará seu mais novo produto, o AGILITY, que é a plataforma em nuvem, criada para a gestão dos serviços públicos e do atendimento ao cidadão. O AGILITY permite o atendimento dos chamados originados através de portal na internet, telefone, aplicativo celular ou do balcão da Prefeitura. Realizando a triagem das solicitações de serviço com o uso de inteligência artificial, o AGILITY planeja o atendimento e disponibiliza as rotas sobre o Google Maps, além de despachar as equipes específicas para cada tipo de demanda, tudo de forma automática.

O AGILITY mantém o munícipe informado sobre o status do atendimento do seu chamado e fornece à Prefeitura indicadores de performance e ferramentas para simulação de cenários e planejamentos futuros. O sistema é altamente automatizado, desde o recebimento e atendimento das solicitações, até o feedback junto ao cidadão.

CSC: Qual a visão da Geoambiente sobre nós?

Felipe Del Nero: A Geoambiente acredita que o evento Connected Smart Cities une iniciativas e soluções de cidades inteligentes para o desenvolvimento e promoção da melhor qualidade de vida para a população das cidades e, também, incentiva o melhor da capacidade e experiência tecnológica das empresas em desenvolver soluções para as cidades.

O evento Connected Smart Cities ocorrerá nos dias 4 e 5 de setembro.
Confira o site do evento: http://www.connectedsmartcities.com.br

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Geoambiente na Smart City Business America

Entre os dias 16 e 18 de abril, a equipe da Geoambiente esteve presente no evento Smart City Business America, em São Paulo.

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Com participação no stand da TIC Vale, a equipe mostrou ao público visitante o AGILITY (solução desenvolvida pela Geoambiente para que prefeituras possam ter o planejamento e a gestão do atendimento à população, de forma mais organizada, otimizada e rápida, contando com triagem, priorização, workflow e planejamento dos chamados no processo).

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Além da participação no espaço de exposição, a Geoambiente também participou de eventos paralelos de relacionamento, como o jantar com prefeitos no Palácio dos Bandeirantes.

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Webinar Geoambiente – “Surpreendendo Seus CLIENTES com GOOGLE MAPS APIs”

Na manhã do dia 16 de agosto, Felipe Del Nero (Diretor Comercial) e Valeria Prisco (Gerente de Pré-Vendas Google Maps API) apresentaram o Webinar Geoambiente “Surpreendendo Seus CLIENTES com GOOGLE MAPS APIs” ao público que fez suas inscrições nas últimas semanas.

A intenção foi mostrar a importância do uso de mapas nos negócios e nas aplicações pelas empresas de desenvolvimento, para entregar grandes projetos aos clientes. Também foram exibidos cases com aplicações e sistemas desenvolvidos com a API do GOOGLE MAPS, incluindo o Go Field Collector.

Após assistir ao webinar, você pode enviar suas dúvidas para a equipe Geoambiente: querosabermais@geoambiente.com.br.

Fiquem ligados em nossas mídias sociais e blog para receber novidades e participar dos próximos webinares.

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Geoambiente e o Projeto de Sistema Gerencial de Informações (SGI) para a Gestão de Recursos Hídricos da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP)

Aumentar a oferta de água para a população. Missão difícil que exige esforço de todos.

E você sabia que uma parcela desta oferta pode ser garantida com a melhora na qualidade da água nos rios e mananciais? E é aí que a Geoambiente entra em cena com um grande projeto.

A Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos de São Paulo (SSRH-SP) solicitou à Geoambiente um sistema que a auxiliasse no controle das informações geradas pelos diversos órgãos diretamente ligados a este assunto, para que então várias decisões pudessem ser tomadas e colocadas em prática pela SSRH. Foi como nasceu o projeto da Geoambiente de desenvolvimento do Sistema de Gestão Integrada das Áreas de Proteção e Recuperação Ambiental da Região Metropolitana (APRM) de São Paulo, o SGI.

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Alguns membros da equipe: Tiago Pinheiro, Júlio Guerra, Carolina Landim e Maíra Dzedzej

Objetivos do sistema:

  • Promoção do compartilhamento dos mais diversos tipos de informações que vêm dos vários órgãos envolvidos;
  • Análise integrada dos dados sob diferentes óticas;
  • Apoio à definição de políticas públicas;
  • Suporte ao monitoramento e à fiscalização das ações implementadas.

E neste sistema, a variedade de informações contidas vão desde características ambientais das sub-bacias, áreas protegidas, dados hidrológicos, uso e ocupação do solo e tendências de transformação, até dados de monitoramento de qualidade da água.

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Processo geral da execução do projeto para a SSRH-SP

Veja algumas das funcionalidades específicas do SGI:

  • Disponibilizar à sociedade e aos órgãos competentes da gestão pública dados e documentos atualizados e organizados referentes à gestão de recursos hídricos nas APRMs;
  • Dar apoio informativo aos agentes públicos e privados que atuam nas bacias;
  • Subsidiar a elaboração e os ajustes nos programas e Planos de Desenvolvimento e Proteção Ambiental (PDPAs) das APRMs;
  • Fornecer informações para monitorar e avaliar a qualidade ambiental das APRMs e os programas e ações definidos nos PDPAs.

A análise e apresentação gráfica, espacializada e temática de temas como abastecimento e qualidade da água, cargas poluidoras, riscos ambientais, dinâmica econômica, fiscalização, habitação, áreas degradadas e doenças de veiculação hídrica são alguns dos resultados das funcionalidades específica do SGI.

O desenho do sistema pela Geoambiente não foi algo simples. Houve inicialmente o rastreamento das fontes de informações necessárias ao SGI que culminou na identificação de sistemas já existentes prontos para serem integrados no projeto, além dos ainda em desenvolvimento. Foram identificados 24 sistemas em diferentes fases de desenvolvimento que serão ou não integrados ao sistema. Portanto, houve a necessidade de uniformização e adaptação de muitas variáveis para o desenvolvimento do sistema.

Além disso, a equipe Geoambiente fez diversas reuniões com cada um dos órgãos envolvidos para identificar e transcrever as reais necessidades dos usuários complementar a atividade de interpretação das leis gerais, leis específicas e resoluções que tratam do SGI e de suas principais aplicações. Esta etapa foi conduzida pela equipe multidisciplinar de profissionais da Geoambiente em parceria com a contratante e demais stakeholders, com o objetivo principal de rastreabilidade e entendimento dos dados e, necessidades dos usuários para o desenho das funcionalidades do sistema. Estas reuniões aconteceram no período de agosto a outubro de 2014.

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Encargo financia obras no setor elétrico.

Uma parte do dinheiro da RGR tem sido usado para financiar o Luz para Todos

por Estadão.com.br

Com o caixa cada vez mais gordo, o fundo da Reserva Global de Reversão (RGR) se transformou numa das formas mais baratas de conseguir dinheiro no setor elétrico. Segundo o diretor financeiro e de Relações com Investidores da Eletrobrás, Armando Casado, a taxa cobrada nas operações de financiamento para empresas é de 5% ao ano, uma das menores do mercado.

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, afirma que, na verdade, o dinheiro da RGR não deveria ser usado para nada. Era para ficar parado para eventuais problemas nas concessões. “Mas ela acabou se transformando num grande banco para o setor, com juro bastante camarada para financiar projetos.”

Especialistas, no entanto, criticam o encargo e questionam se é o consumidor de energia que tem de arcar com a formação desse fundo. O presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales, destaca que o encargo está previsto para ser extinto em 31 de dezembro deste ano, mas já há movimento favorável à prorrogação da RGR por mais um tempo. “O que está em jogo é o encarecimento da conta de luz”, destaca ele, lembrando que o encargo já foi prorrogado em 2002.

Questionado sobre o assunto, em evento realizado na capital paulista, o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, afirmou que a prorrogação dependeria de mudança na lei e que, por enquanto, não tinha nenhuma informação sobre o caso.

Hoje, a RGR tem participação pequena na conta dos consumidores: só 1,23% do total. Mas, somando todo o mercado, o volume é expressivo, especialmente se for considerada a elevada carga tributária, que já chega a 45% das receitas totais do setor.

Além disso, para um grande consumidor, o recolhimento do encargo pesa bastante nos cofres da empresa, afirma o presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), Paulo Pedrosa. Segundo ele, hoje o brasileiro paga um encargo para manter o equilíbrio fiscal do governo. “O pior é que isso não ocorre só com a RGR. A taxa de fiscalização recolhida pela Aneel e os recursos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) também são contingenciados. É dinheiro que sai do bolso do consumidor para ficar parado.”

Na avaliação de Pedrosa, o governo transfere para o consumidor uma obrigação dele. Além disso, os encargos sempre surgem com uma causa nobre, como a universalização dos serviços de energia, e depois são destinados a patrocinar interesses locais. Ele cita como exemplo a Conta de Consumo de Combustível (CCC) recolhida no setor para subsidiar as térmicas movidas a óleo diesel e óleo combustível no Norte do País.

Com a mudança na legislação, o encargo ganhou novas atribuições. Ele vai subsidiar não só os combustíveis como também vai cobrir o custo dos contratos de energia e potência dos sistemas isolados, o custo de manutenção e operação, o custo dos investimentos e os tributos incidentes sobre os combustíveis usados nas térmicas no Norte do País. Isso elevou de R$ 2,9 bilhões para R$ 4,7 bilhões o valor que os consumidores terão de pagar.

Sales conta que na RGR a mudança também ocorreu. Começou como fundo para indenizar a reversão de bens e hoje tem sete finalidades. A Eletrobrás, diz ele, tentou embutir mais uma finalidade: aplicar os recursos para salvar a Celg, estatal goiana que nas últimas décadas foi vítima de gestão pública temerária e hoje enfrenta situação financeira precária. A opção foi abortada depois de grande polêmica.

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Artigo detalha o desenvolvimento de um banco de dados geográficos para a gestão ambiental.

Por MundoGEO

A gestão ambiental em escala municipal é um dos maiores desafios para os governos atualmente . Com o avanço tecnológico, um aparato de ferramentas computacionais tem auxiliado muito neste processo, especialmente o desenvolvimento de banco de dados e o uso nos sistemas de informações geográficas (SIG).

Este trabalho tem por objetivo mostrar a elaboração de um banco de dados geográfico para o município do Chuí no Rio Grande do Sul utilizando o SIG Idrisi Andes.

O banco de dados foi gerado a partir da digitalização das informações existentes de geologia, geomorfologia, hidrografia, hidrogeologia, solos e capacidade de uso agrícola e unidades de paisagem da área de estudo, utilizando o software de apoio Carta Linx.

Adicionalmente, foi realizado o mapeamento da vegetação e uso do solo atual utilizando imagens do sensor Landsat TM5, através do processo de classificação supervisionada do SIG, cujo resultado foi ajustado por conferência da verdade de campo.

A disponibilidade do banco de dados permitirá a geração de outras camadas temáticas pela aplicação de rotinas computacionais específicas, permitindo, assim, a sua atualização constante.

As facilidades para a tomada de decisão na gestão ambiental municipal são evidentes, permitindo aos técnicos e planejadores agregar novas informações em diferentes escalas, elaborar planos de manejo setoriais, educação ambiental, zoneamento ambiental, entre outros, assim como a tomada de decisão baseada em critérios menos subjetivos

Leia a íntegra do artigo sobre desenvolvimento de banco de dados para gestão ambiental.

ada em cinco categorias: áreas antrópicas, ou ocupadas pelo homem, não agrícolas, áreas antrópicas agrícolas, áreas de vegetação natural, água e outras áreas. A publicação inclui tabelas, figuras e fotos.

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