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GOOGLE premia GEOAMBIENTE – MAIOR IMPACTO DE NEGÓCIOS 2015

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(esq. para dir.) Manik Darh (Diretor Global de Vendas Google Maps), Felipe Del Nero (Diretor Comercial Geoambiente) e Jay Remley (Diretor e Head of Sales – Américas, Google Maps for Work)

Durante a conferência TeamWork 2016 do Google, em Las Vegas, a GEOAMBIENTE marcou presença com Felipe Del Nero (Diretor Comercial) e Joyce Tosetto (Gerente de Projetos GIS TI) e foi premiada como a PARCEIRA GOOGLE LATAM que gerou MAIOR IMPACTO DE NEGÓCIOS em 2015!

O sucesso no processo de migração Google Maps Engine nos projetos e a excelente performance na geração de negócios Google Maps, na América Latina, fizeram a GEOAMBIENTE receber o prêmio direto das mãos de Jay Remley, Diretor Global de Vendas Google Maps, e de Manik Darh, Diretor e Head of Sales – Américas, Google Maps for Work.

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Clientes Geoambiente sempre contando com dedicação integral da equipe

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É incrível a versatilidade no universo Google!
Com a desativação do Google Maps Engine em janeiro deste ano, os clientes da Geoambiente que utilizavam esta solução passaram por um processo ágil e eficiente de migração e adaptação de dados, garantindo que todos os sistemas continuassem a operar integralmente de forma a não sofrer impactos.

Instituições como a Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano SA (Emplasa), Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo e Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), além de outros órgãos públicos e empresas privadas, foram os clientes que tiveram seus projetos migrados pela Geoambiente.

O Google Maps Engine possibilitava o armazenamento de dados geográficos, inclusive de arquivos raster (imagens) e vetores. E sua API fornecia funcionalidades completas para a transferência de dados do Google Maps Engine, através de processamento e manutenção dos dados, associando-os com os componentes de motor do Google Maps.

Sendo assim, o projeto envolveu estudo de arquitetura e infraestrutura, em que foram criados novos ambientes para hospedagem dos dados em nuvem (Google Cloud Platform).

As aplicações que consumiam as camadas de dados do Google Maps Engine também foram adaptadas para funcionarem integradas ao ambiente que substituiu o Google Maps Engine, através de uma API criada pela Geoambiente.

“O processo de migração Google Maps Engine para todos os projetos foi um desafio, porém de grande satisfação, visto que a equipe Geoambiente tinha todo o know-how sobre os recursos Google. Os meios e soluções foram eficientemente desenhados e executados”, afirma Mateus Pontes, Analista desenvolvedor Geoambiente.

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Geoambiente levando o SIGA para São Luís

Para gerenciar uma grande capital com mais de 1 milhão de habitantes, a Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de São Luís do Maranhão (SEMMAM) sempre buscou a ordem e a conservação do meio ambiente sincronizados com o progresso e o avanço industrial e tecnológico.

E foi dando mais um passo adiante em seu planejamento que a SEMMAM solicitou os serviços da Geoambiente, para desenvolver o projeto SIGA (Sistema de Informações para Gestão Ambiental).

O SIGA foi desenvolvido para atender não só a SEMMAM, mas também a população ludovicense, com a missão de:

  • levar transparência e agilidade ao processo de licenciamento ambiental por meio do fornecimento de informações aos gestores ambientais e à população, com fácil acompanhamento dos processos de licenciamento pelos requerentes/empreendedores;
  • fornecer à população a possibilidade de registrar denúncias de não-conformidades ambientais através de ferramentas com uma interface amigável em dispositivo móvel;
  • possibilitar o monitoramento de resíduos de construções civis para que estes não sejam deixados em rios, mangues, áreas verdes e áreas livres, assim como em áreas de preservação.

Com estas possibilidades, o SIGA oferece agilidade para a tomada de decisões da SEMMAM.

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Equipe Geoambiente para o projeto do SIGA: (atrás, esq. para dir.): Carolina Landim, Mateus Pontes, Luis Filipe Mota, Carlos Portes e Joyce Tosetto. (frente): Tiago Pinheiro e Miriam Carvalho.


Foram 14 meses de trabalho intenso da equipe Geoambiente neste projeto, que foi estruturado em 6 módulos:

  • Controle de acesso
  • Administração
  • Controle do processo de licenciamento ambiental
  • Relatório (sobre cada solicitação do licenciamento e seu status)
  • Fiscalização ambiental
  • Público (consulta pelo público sobre as Áreas de Proteção Ambiental, hidrografia, parques ecológicos, áreas de risco, entre outros).

A equipe Geoambiente atuou no levantamento e especificação de requisitos, passando por implementações web e móveis (Android e iOS), implantação no cliente, treinamento dos usuários e transferência tecnológica, até as questões jurídicas de garantia legal. Foi um trabalho completo!

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Treinamento Geoambiente da equipe da SEMMAM para uso do SIGA

Para Carolina Landim, analista de sistemas e analista desenvolvedora Geoambiente, o projeto teve grande importância, principalmente para os licenciamentos: “Foi desafiador e de grande satisfação atuar nesse projeto de Gestão Ambiental, em que procuramos manter o foco no objetivo principal do cliente que era agilizar o processo de Licenciamento Ambiental e permitir que o próprio empreendedor possa fazer tal solicitação; além de permitir que a população faça denúncias de infrações ambientais através de seus smartphones.
Acredito que o sistema trará grande benefício aos empreendedores que poderão solicitar os licenciamentos através da Internet e acompanhar o andamento dos processos a qualquer momento com maior transparência”.

Para a versão web do SIGA, acesse: http://sigasemmam.saoluis.ma.gov.br/siga

Para a versão mobile do aplicativo SIGA Denúncia, acesse: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.geoambiente.sigadenunciainfracao

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Geoambiente em projeto de GIS Corporativo para a mineradora Anglo American

Num total de 15 meses de projeto, com o objetivo de avaliar e desenvolver a implementação de ambiente GIS Corporativo para todas as áreas da unidade de negócio Minério de Ferro Brasil da Anglo American, a equipe de GIS TI da Geoambiente encerra 2015, com chave de ouro, finalizando o projeto para a mineradora.

Nas instalações da Anglo American, em Belo Horizonte, Conceição do Mato, Santo Antônio do Gramo (todas em MG) e São João da Barra (RJ), a Geoambiente tinha como objetivo mapear todas as demandas de GIS existentes, caracterização do cenário atual da Anglo American e propor um modelo GIS Corporativo que atenda a todas demandas identificadas, incluindo as futuras.

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Da esq. para dir. – Alexandre Hashimoto, Joyce Tosetto, Luciano Barão, Maíra Dzedzej e Danilo Palomo.

O projeto envolveu 71 reuniões com 133 profissionais da Anglo American de 30 áreas no total, entre eles: Engenharia, transporte, desenvolvimento social, Geociências e licenciamento/desenvolvimento sustentável. E todo o processo contou com 5 etapas, incluindo a gestão e o acompanhamento pela Geoambiente:

  1. Planejamento;
  2. Assessment;
  3. Infraestrutura do Sistema;
  4. Arquitetura do Sistema;
  5. Políticas, Normas e Procedimentos;
  6. Gestão e acompanhamento.

O planejamento inicial contou com plano de trabalho sobre todo o processo a ser seguido (características do projeto, metodologia de trabalho e cronograma). Além do plano de trabalho, também houve o plano de comunicação e as entrevistas de diagnóstico com os profissionais de diversas áreas da Anglo American.

Ainda na etapa inicial, foi produzido o relatório de diagnóstico com mapeamento dos processos que têm a necessidade de informações georreferenciadas na empresa.

Para Maíra Dzedzej, Engenheira Florestal, Especialista em Recursos Hídricos e Meio Ambiente da Geoambiente, o projeto foi intenso e muito gratificante: “Dentre as diversas etapas do projeto esta foi a que estive mais envolvida. A etapa de levantamento de informações nos fez mergulhar intensamente nas atividades da empresa para o entendimento das reais necessidades dos usuários com relação ao GIS Corporativo.
Fisicamente foi um caminho árduo, perfazendo o caminho do minério, paralelamente ao duto e, cobrindo todos os potenciais usuários que necessitam de dados geográficos. Foi intenso. Mas, muito gratificante. Entrevistamos diferentes usuários e conversamos sobre diferentes temas em todas as áreas da empresa. Foram identificados usuários júniors, avançados e os que nem se julgavam usuários. Boas expectativas e ganhos foram apontados com a futura implantação do GIS. Os diferentes usuários, necessitam da ferramenta.
A primeira fase completa (entrevistas e relatório) levou cinco meses para ser concluída e foi realizada com muita interação da equipe multidisciplinar da Geoambiente e colaboradores da Anglo American, do Comitê GIS. Sem eles o trabalho não seria possível pois abriam portas e a discussão sobre o tema, nas diferentes áreas. A convivência e a interação no território mineiro foram especiais”.

A segunda etapa contou com a Arquitetura Conceitual, o processo a ser seguido após o diagnóstico das áreas da Anglo American, visando auxiliar na definição do funcionamento do GIS Corporativo.

E em seguida, a terceira etapa, com a infraestrutura do sistema, em que houve o planejamento e a definição das características da Infraestrutura de Dados Espaciais (IDE) do GIS Corporativo, propondo informações referentes à estrutura de hardware e software que comporão o ambiente GIS.

São previstos cenários de crescimento, com especificação detalhada de hardware, licenças de software e aplicativos a serem adquiridos, desenho da estrutura organizacional e de instalações no mesmo ambiente, tanto para curto e médio, assim como para longo prazo.

Segundo Alexandre Hashimoto (Analista de Sistemas e Analista de Banco de Dados Geoambiente), a etapa não foi algo simples: “O relatório de infraestrutura do sistema foi de alta complexidade, pois estabeleceu um ambiente completo de uma IDE – Infraestrutura de Dados Espaciais do GIS Corporativo. Não foi somente definir software e hardware, mas também foi preciso justificá-los. E como se trata de uma empresa que possui uma grande equipe de TI, as justificativas técnicas precisaram ser de alto nível. Outro ponto de complexidade foi a definição da infraestrutura para os horizontes de curto, médio e longo prazo, ou seja, foi preciso definir estruturas escaláveis para que a implantação do projeto fosse realizada em fases”.

A quarta etapa, Arquitetura do Sistema, propõe a estruturação de softwares que suportarão as necessidades levantadas, atendendo aos cenários de curto a longo prazos do GIS Corporativo.

E por último, a etapa de políticas, normas e procedimentos em que houve a elaboração de um conjunto de documentos para suportar a administração e a manutenção do ambiente GIS Corporativo.

Para Danilo Palomo, Analista de Sistemas GIS Geoambiente, o projeto em sua etapa final foi de grande importância para a Anglo American e para a Geoambiente: “Nesta etapa utilizamos o entendimento da estrutura organizacional adquirido nas fases anteriores com o conhecimento da equipe em GIS para a definição dos padrões que deverão ser adotados e construção dos instrumentos normativos que deverão ser aplicados para a utilização, manutenção, difusão e evolução da utilização do GIS dentro da Unidade de Minério de Ferro da Anglo American (MFB).
As Políticas e Normas foram elaboradas de forma a se tornarem as regras básicas que orientam a tomada de decisão na organização na utilização do GIS, refletindo o pensamento da organização com relação ao GIS, servindo de orientação para a definição das estratégias, táticas e planos operacionais. Os procedimentos definem padrões, parâmetros e responsabilidades para a execução dos processos envolvendo GIS. Esses procedimentos são importantes para a implantação do GIS Corporativo e seu crescimento de forma madura e ordenada dentro da organização.
Foram realizadas várias discussões com os colaboradores da Anglo American para o enriquecimento dos documentos, para que esses reflitam as necessidades e objetivos a serem alcançados pela MFB com a utilização do GIS”.

Todo o projeto da Geoambiente com a Anglo American teve a gestão e o acompanhamento feito por Joyce Tosetto, gerente de projetos Geoambiente, contando ainda com monitoramento, controle e emissão de relatórios semanais de acompanhamento.

“O projeto Anglo foi desafiador pela quantidade de dados geográficos envolvidos em nossos processos de negócio da empresa, onde entrevistamos mais de cem pessoas, em quatro plantas diferentes. Hoje, esses dados estão mapeados com a modelagem do banco dados já disponível, além do plano de implantação de GIS Corporativo de curto, médio e longo prazo, fornecendo todas as orientações técnicas necessárias para transformar o GIS em uma solução capaz de alcançar reais reduções de custos e agilidade para tomada de decisões”, afirma Joyce.

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Sistema de Cadastro Ambiental Rural com a Geoambiente

Em conjunto com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Governo de São Paulo, a Geoambiente está em fase final do projeto “Desenvolvimento e Adequação do Sistema de Cadastro Ambiental Rural do Estado de São Paulo – SiCAR/SP”.

Sob a responsabilidade da Geoambiente estão a realização de melhorias no sistema já existente, a criação de cadastro para a adequação ambiental dos interessados (incluindo o PRA – Programa de Regularização Ambiental) e o desenvolvimento de ferramentas para auxiliar os técnicos da Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Governo de São Paulo na análise dos dados inseridos pelos interessados.

Equipe Geoambiente - Projeto SiCAR/SP
Equipe Geoambiente para o projeto SiCAR/SP. Atrás (esq. para dir.): Carlos Portes, Mateus Pontes, Willian Faria, Luis Filipe Mota e Tiago Pinheiro. Frente (esq. para dir.): Joyce Tosetto, Carolina Landim e Ana Carolina Rodrigues.

Em 3 de novembro de 2015, uma nova versão do SiCAR/SP (http://sigam.ambiente.sp.gov.br/sigam3) foi publicada com algumas funcionalidades já desenvolvidas pela própria Geoambiente. No entanto, o cadastro da adequação ambiental (PRA) ainda não foi liberado pois a lei que o regulamenta ainda não está em vigor.

Dentre as funcionalidades do SiCAR/SP implementadas pela Geoambiente, podemos destacar:

  1. Cadastro Ambiental Rural – como a Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo já fazia uso do CAR, a Geoambiente atuou em melhorias na inserção de informações da propriedade, do proprietário, da matrícula ou da posse e na delimitação/importação de shapefile das geometrias de camadas com o apoio da API do Google Maps.

  2. Adequação Ambiental – permite a inserção de compromissos anteriores com os órgãos de interesse, informando a localização geográfica e os dados do processo (o SiCAR/SP faz integração com os sistemas de fiscalização e licenciamento do SIGAM/SP para obtenção dos dados do processo), revisão de termos firmados anteriormente com o órgão ambiental (permite que o interessado proponha uma nova localização para o compromisso), adesão ao PRA, proposição de Reserva Legal, Reservas Legais referentes ao artigo 68 (os proprietários ou possuidores de imóveis rurais que realizaram supressão de vegetação nativa respeitando os percentuais de Reserva Legal previstos pela legislação em vigor à época em que ocorreu a supressão são dispensados de promover a recomposição, compensação ou regeneração para os percentuais exigidos nesta Lei), mapa da adequação e termo de adesão ao PRA.

  3. Comunicações e Pendências – permite ao interessado consultar problemas, recomendação e observações descritas pela equipe do CAR, localização geográfica dos problemas, histórico da situação do seu CAR e os e-mails que foram encaminhados a ele pela equipe do CAR.

  4. Consulta Pública ao CAR pelas instituições parceiras e pelo público externo.

  5. Geração de Relatórios e Gráficos para auxiliar a equipe do CAR na gestão dos cadastros.

  6. Históricos sobre gravação de logs de alterações de dados após inscrição.

  7. Análises – Consulta de CARs para análise, permitindo filtros para: priorização de análise por meio de critérios e pesos pré-definidos, consulta de CARs em análise, com pareceres pendentes, de forma aleatória e por critério de priorização. Este módulo permite também a emissão de Parecer do técnico da equipe do CAR, a emissão de e-mails de notificação aos responsáveis técnicos, a aprovação pelo responsável técnico do parecer, histórico do parecer, análise espacial e alteração da situação do CAR.

Segundo Tiago Pinheiro, Coordenador Geoambiente do projeto, a principal vantagem do sistema que está em desenvolvimento é permitir ao interessado se inscrever no Cadastro Ambiental Rural – CAR, fazer sua adesão ao Programa de Regularização Ambiental – PRA e obter automaticamente, seguindo as regras definidas no novo código florestal, o quanto precisará recuperar de APP se aderir ou não ao PRA e qual a área exigida de Reserva Legal dentro de sua propriedade.

“A Geoambiente foi a ganhadora no processo de contratação da empresa que faria os novos desenvolvimentos necessários no Sistema de Cadastro Ambiental Rural de São Paulo – o SiCAR, e a construção dos novos módulos de Adequação Ambiental e Análise. Estávamos apreensivos pois sabíamos que o desafio seria grande, principalmente devido à necessidade de cálculos espaciais complexos que demandariam conhecimento em sistemas de informação geográfica e geoprocessamento. Para o CAR, São Paulo optou por fazer um cadastro próprio, e tinha como preocupação disponibilizar ao cidadão um sistema simples mas completo. O grande desafio desse projeto, além das melhorias no sistema já existente, foi criar as ferramentas que calculam, por meio das informações declaradas pelo proprietário, quais são suas obrigações de restauração ecológica no imóvel para sua adequação ambiental conforme a legislação.
Quase um ano de desenvolvimento se passou. Tivemos o suporte de ótimos profissionais da empresa, que nos ajudaram muito nos detalhamentos de requisitos para o sistema e trabalharam duro no desenvolvimento, sendo muito solícitos quanto às nossas demandas. E o resultado foi extremamente satisfatório!
Hoje, todos os proprietários de imóveis rurais do Estado de São Paulo podem acessar o sistema com as novas funcionalidades implantadas, que tornaram o cadastro mais fácil ao mesmo tempo que impedem erros. Além disso, os técnicos do órgão ambiental já contam com o sistema de análise e, em muito breve, daremos início ao Programa de Regularização Ambiental do Estado, com todo o processo estabelecido de forma eletrônica”, afirma a bióloga Caroline Cogueto, Diretora de Centro de Monitoramento e Avaliação de Programas e Projetos de Biodiversidade da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

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Geoambiente seguindo os ventos do sul

No mês de outubro, a Geoambiente foi para o sul do país e deu início ao projeto “Conservação da Biodiversidade como Fator de Contribuição ao Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul/Brasil”.

O objetivo do projeto, na terra das araucárias, é a conservação da biodiversidade do Estado do Rio Grande do Sul.

Áreas a serem analisadas
Áreas a serem analisadas: Campos da Campanha, Quarta Colônia, Litoral Médio e Escudo sul-riograndense

O projeto está sob coordenação da SEMA-RS (Secretaria Estadual do Meio Ambiente) e apresenta a FEPAM (Fundação Estadual de Proteção Ambiental) para licenciamento ambiental, FZB (Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul) para conservação da biodiversidade no RS e a EMATER (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul) como órgãos executores.

A Geoambiente segue responsável pelo desenvolvimento e implantação dos seguintes sistemas de informações geográficas:

  • Sistema de Coleções Biológicas com banco de dados em ambiente web e carga de dados inicial do acervo do Museu de Ciências Naturais e do Jardim Botânico, mantido pela FZB.
  • Sistema Web-SIGBIO, com dados espaciais relacionados à conservação da biodiversidade do Estado do Rio Grande do Sul, permitindo consulta de dados e configuração de serviços de mapas para publicação na web. E que também inclui o Sistema de Gestão de Ocorrência de Espécies, que permite o registro digital de todo o acervo de ocorrência de espécies no Rio Grande do Sul, e o Módulo de Indicadores de Biodiversidade.
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Da esq. para dir.: Mateus Pontes (SIGBIO), Danilo Ramalho (SIGBIO), Joyce Tosetto (Gerência do projeto), Miriam Carvalho (Sistema de Coleções), Carolina Landim (Sistema de Coleções) e Djonatas Tenfen (SIGBIO).

Além disso, a Geoambiente deverá fazer a integração de todos os dados georreferenciados do Sistema de Gerenciamento de Coleções Biológicas e Sistema de Gestão de Ocorrência de Espécies ao Sistema Web-SIGBIO.

“É sempre um grande privilégio participar de projetos que visam a conservação da biodiversidade. A região do Rio Grande do Sul, especialmente, com biomas como Mata Atlântica e o Pampa, apresenta uma grande riqueza de espécies e ecossistema, e soluções como a que a Geoambiente está desenvolvendo, são ferramentas importantes para melhor compreensão sobre os impactos que a intervenção ocasionada pelo rápido crescimento poderá ocasionar à população. Nosso desafio, enquanto parceiros para soluções em GIS, envolve o desenvolvimento simultâneo de dois sistemas, que além disso, visa integrar informações de diversas instituições ambientais do Rio Grande do Sul, devendo o SIGBIO atender a necessidade de todos”, afirma Joyce Tosetto, Gerente de projetos GIS TI Geoambiente.

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Geoambiente e o Projeto de Sistema Gerencial de Informações (SGI) para a Gestão de Recursos Hídricos da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP)

Aumentar a oferta de água para a população. Missão difícil que exige esforço de todos.

E você sabia que uma parcela desta oferta pode ser garantida com a melhora na qualidade da água nos rios e mananciais? E é aí que a Geoambiente entra em cena com um grande projeto.

A Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos de São Paulo (SSRH-SP) solicitou à Geoambiente um sistema que a auxiliasse no controle das informações geradas pelos diversos órgãos diretamente ligados a este assunto, para que então várias decisões pudessem ser tomadas e colocadas em prática pela SSRH. Foi como nasceu o projeto da Geoambiente de desenvolvimento do Sistema de Gestão Integrada das Áreas de Proteção e Recuperação Ambiental da Região Metropolitana (APRM) de São Paulo, o SGI.

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Alguns membros da equipe: Tiago Pinheiro, Júlio Guerra, Carolina Landim e Maíra Dzedzej

Objetivos do sistema:

  • Promoção do compartilhamento dos mais diversos tipos de informações que vêm dos vários órgãos envolvidos;
  • Análise integrada dos dados sob diferentes óticas;
  • Apoio à definição de políticas públicas;
  • Suporte ao monitoramento e à fiscalização das ações implementadas.

E neste sistema, a variedade de informações contidas vão desde características ambientais das sub-bacias, áreas protegidas, dados hidrológicos, uso e ocupação do solo e tendências de transformação, até dados de monitoramento de qualidade da água.

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Processo geral da execução do projeto para a SSRH-SP

Veja algumas das funcionalidades específicas do SGI:

  • Disponibilizar à sociedade e aos órgãos competentes da gestão pública dados e documentos atualizados e organizados referentes à gestão de recursos hídricos nas APRMs;
  • Dar apoio informativo aos agentes públicos e privados que atuam nas bacias;
  • Subsidiar a elaboração e os ajustes nos programas e Planos de Desenvolvimento e Proteção Ambiental (PDPAs) das APRMs;
  • Fornecer informações para monitorar e avaliar a qualidade ambiental das APRMs e os programas e ações definidos nos PDPAs.

A análise e apresentação gráfica, espacializada e temática de temas como abastecimento e qualidade da água, cargas poluidoras, riscos ambientais, dinâmica econômica, fiscalização, habitação, áreas degradadas e doenças de veiculação hídrica são alguns dos resultados das funcionalidades específica do SGI.

O desenho do sistema pela Geoambiente não foi algo simples. Houve inicialmente o rastreamento das fontes de informações necessárias ao SGI que culminou na identificação de sistemas já existentes prontos para serem integrados no projeto, além dos ainda em desenvolvimento. Foram identificados 24 sistemas em diferentes fases de desenvolvimento que serão ou não integrados ao sistema. Portanto, houve a necessidade de uniformização e adaptação de muitas variáveis para o desenvolvimento do sistema.

Além disso, a equipe Geoambiente fez diversas reuniões com cada um dos órgãos envolvidos para identificar e transcrever as reais necessidades dos usuários complementar a atividade de interpretação das leis gerais, leis específicas e resoluções que tratam do SGI e de suas principais aplicações. Esta etapa foi conduzida pela equipe multidisciplinar de profissionais da Geoambiente em parceria com a contratante e demais stakeholders, com o objetivo principal de rastreabilidade e entendimento dos dados e, necessidades dos usuários para o desenho das funcionalidades do sistema. Estas reuniões aconteceram no período de agosto a outubro de 2014.

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