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Geoambiente seguindo os ventos do sul

No mês de outubro, a Geoambiente foi para o sul do país e deu início ao projeto “Conservação da Biodiversidade como Fator de Contribuição ao Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul/Brasil”.

O objetivo do projeto, na terra das araucárias, é a conservação da biodiversidade do Estado do Rio Grande do Sul.

Áreas a serem analisadas
Áreas a serem analisadas: Campos da Campanha, Quarta Colônia, Litoral Médio e Escudo sul-riograndense

O projeto está sob coordenação da SEMA-RS (Secretaria Estadual do Meio Ambiente) e apresenta a FEPAM (Fundação Estadual de Proteção Ambiental) para licenciamento ambiental, FZB (Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul) para conservação da biodiversidade no RS e a EMATER (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul) como órgãos executores.

A Geoambiente segue responsável pelo desenvolvimento e implantação dos seguintes sistemas de informações geográficas:

  • Sistema de Coleções Biológicas com banco de dados em ambiente web e carga de dados inicial do acervo do Museu de Ciências Naturais e do Jardim Botânico, mantido pela FZB.
  • Sistema Web-SIGBIO, com dados espaciais relacionados à conservação da biodiversidade do Estado do Rio Grande do Sul, permitindo consulta de dados e configuração de serviços de mapas para publicação na web. E que também inclui o Sistema de Gestão de Ocorrência de Espécies, que permite o registro digital de todo o acervo de ocorrência de espécies no Rio Grande do Sul, e o Módulo de Indicadores de Biodiversidade.
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Da esq. para dir.: Mateus Pontes (SIGBIO), Danilo Ramalho (SIGBIO), Joyce Tosetto (Gerência do projeto), Miriam Carvalho (Sistema de Coleções), Carolina Landim (Sistema de Coleções) e Djonatas Tenfen (SIGBIO).

Além disso, a Geoambiente deverá fazer a integração de todos os dados georreferenciados do Sistema de Gerenciamento de Coleções Biológicas e Sistema de Gestão de Ocorrência de Espécies ao Sistema Web-SIGBIO.

“É sempre um grande privilégio participar de projetos que visam a conservação da biodiversidade. A região do Rio Grande do Sul, especialmente, com biomas como Mata Atlântica e o Pampa, apresenta uma grande riqueza de espécies e ecossistema, e soluções como a que a Geoambiente está desenvolvendo, são ferramentas importantes para melhor compreensão sobre os impactos que a intervenção ocasionada pelo rápido crescimento poderá ocasionar à população. Nosso desafio, enquanto parceiros para soluções em GIS, envolve o desenvolvimento simultâneo de dois sistemas, que além disso, visa integrar informações de diversas instituições ambientais do Rio Grande do Sul, devendo o SIGBIO atender a necessidade de todos”, afirma Joyce Tosetto, Gerente de projetos GIS TI Geoambiente.

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Geoambiente – Projeto CPFL Paulista

geoambienteA equipe Geoambiente está no meio do projeto de Estudos ambientais para licenciamento das linhas de transmissão do Grupo CPFL, em que são feitos levantamentos de campo de fauna e flora, utilizando a geotecnologia para análises ambientais, especificamente na área da CPFL Paulista.
Os levantamentos de fauna e flora estão sendo feitos pela equipe em campo para algumas linhas de transmissão que serão instaladas.

Local do projeto: Região do Rio Mogi-Guaçu/ Rio Pardo

 

Pegada de onça parda
Pegada de onça parda

Diversas espécies de animais e plantas são registradas em toda a extensão deste projeto. Estamos falando de belíssimos pássaros, e até mesmo lobos-guará, capivaras e onças pardas. Por isso, a equipe Geoambiente (os biólogos Luciana Arasato e Moisés Guimarães, os engenheiros florestais Maíra Dzedzej, Francisco Bernardes e Marco Antônio da Costa) que embora encarem lama, sol, chuva e até mesmo pequenos visitantes curiosos da mata, tem a grande satisfação de trabalhar com empenho em projetos que ajudam a preservar o meio ambiente.

Os profissionais da Geoambiente estão sempre à disposição para planejar e executar projetos de licenciamento ambiental, como este da CPFL. Nosso serviço de Consultoria e Gestão ambiental também envolve estudos de viabilidade de traçado, levantamento de situação fundiária, planos de conservação e uso do solo, gestão ambiental de empreendimentos e muito mais.

Conheça um pouco mais sobre nossa atuação no mercado de meio ambiente: http://www.geoambiente.com.br/meioambiente.html

 

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CETESB terá Sala de Cenários com tecnologia Google Maps

Texto: Mário Senaga

CETESB terá Sala de Cenários com tecnologia Google Maps (Foto: José Jorge)
CETESB terá Sala de Cenários com tecnologia Google Maps (Foto: José Jorge)

Vencedora do certame realizado no final do ano passado, a Geoambiente está apoiando o desenvolvimento de uma solução que vai inovar o processo de licenciamento ambiental no Estado de São Paulo.

Confira aqui o conteúdo oficial da notícia divulgada pela assessoria de imprensa da CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, ligada à Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo:

“O que vocês fazem com todo esse volume de informações constantes de tantos EIAs (estudos de impacto ambiental) que vocês detêm?”. Conforme a diretora de Avaliação de Impacto Ambiental da CETESB, Ana Cristina Pasini, esse questionamento, dirigido tantas vezes a ela – e que a incomodava – , por conta dos volumosos processos de licenciamento de grandes obras, que abarrotam um galpão cheio de armários e prateleiras guardando esses preciosos arquivos, começa a ter uma resposta à altura e satisfatória, com o Projeto Sala de Cenários.

O projeto foi apresentado nesta quarta-feira, 27/11, no auditório Augusto Ruschi, na Sede da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SMA) e da CETESB, para um público formado basicamente por funcionários do Sistema Ambiental do Estado, representantes de empresas parceiras no trabalho, empreendedores e consultores. O “Sala de Cenários”, conforme ressaltou sua coordenadora, Maria Silvia Romitelli, gerente do Departamento de Desenvolvimento de Ações Estratégicas para o Licenciamento, da Diretoria de Avaliação de Impacto Ambiental, ainda está em sua fase inicial, e a intenção desta primeira exibição pública foi exatamente mostrar o seu potencial, explicando sua importância como ferramenta tecnológica fundamental para aprimorar a análise dos licenciamentos e o Estado da Arte do projeto.

O trabalho visa fornecer recursos geotecnológicos aos técnicos e ao corpo gerencial da CETESB/SMA, a uma infraestrutura de dados espaciais, onde serão inseridos “layers” (camadas), com respectivos atributos, referentes às informações constantes nos processos de licenciamentos de empreendimentos licenciados com avaliação de impacto ambiental. Tais informações serão digitalizadas, organizadas, georeferenciadas e serão facilmente acessadas.

Para o secretário de Estado do Meio Ambiente, Bruno Covas, a iniciativa atende o princípio da transparência, também ajudando nos custos dos empreendedores, facilitando o acesso às informações existentes, além de reduzir o prazo de análise para o licenciamento ambiental. “Não queremos resolver com flexibilização, mas sim com transparência e recursos tecnológicos”, afirmou, referindo-se a acusações veiculadas pela mídia, de entraves burocráticos e demora na análise do licenciamento, por parte dos órgãos licenciadores, como responsáveis pelo atraso de grandes obras. “Esse projeto vai contribuir ainda mais com o serviço público de qualidade e de excelência, prestados pela CETESB”, arrematou.

O presidente da Companhia, Otavio Okano, destacou que o trabalho irá servir para o aprimoramento dos trabalhos futuros da CETESB e agilizar as análises dos licenciamentos de empreendimentos com impacto ambiental. Segundo lembrou o dirigente, a CETESB já tem diminuído gradativamente os prazos de análise, que antes chegavam a um ano e meio, e atualmente podem ser concluídos em até 100 dias. “Com a Sala de Cenários, esperamos que esses prazos sejam ainda mais reduzidos. Isto somado à boa apresentação dos projetos pelos empreendedores”, disse, sugerindo que atrasos muitas vezes ocorrem pela apresentação incorreta de informações e documentos, que obrigam a agência ambiental a cobrá-los dos empreendedores, retardando o tempo para conclusão dos processos. “Com tudo isso, o maior beneficiário será a sociedade paulista”, finalizou.

A diretora Ana Cristina Pasini fez um pequeno histórico da evolução dos trabalhos , chamando a atenção para as ações que vêm sendo desenvolvidas com Datageo (Projeto DataGEO), há alguns anos, pela CPLA (Coordenadoria de Planejamento Ambiental da SMA) , as quais a sua diretoria resolveu aproveitar, para montar a desejada base de dados, bem organizada, abrangendo os inúmeros dados e informações importantes dos processos de licenciamentos já concluídos, com o devido cronograma de implantação. Ela esclareceu que a Sala de Cenários teve inicio na gestão passada da Companhia, quando alguns recursos financeiros foram destinados para o projeto, que, no entanto, ainda não existia: “Tínhamos o dinheiro, mas não tínhamos o projeto”. Segundo informou, a Sala de Cenários conta com duas fontes de financiamento: a Petrobras, que proverá os recursos necessários à implantação das soluções, e o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), que irá oferecer subsídios para o aprimoramento e a garantia de continuidade do projeto.

Conforme Maria Silvia Romitelli, que fez a apresentação do estado da arte do projeto, no “workshop”, o Sala de Cenários prevê: a criação de uma infraestrutura de dados georeferenciados a partir dos estudos ambientais e dos processos de licenciamento da Diretoria de Avaliação de Impacto Ambiental da CETESB, que deverá ser operada junto com o Projeto DataGEO da SMA; o início da gestão eletrônica dos processos de licenciamento com Avaliação de Impacto Ambiental; e o desenvolvimento de um ambiente virtual (“Geoportal”) e físico (Sala de Cenários) de análise.

Ainda de acordo com Silvia, a implantação do projeto busca oferecer, entre outros, as seguintes soluções tecnológicas: análise espacial de diversos temas sobre diferentes projetos, assim como das informações de seu entorno, utilizando ferramentas como a sobreposição de “layers”, análise de proximidade, correlação espacial etc.; busca, acesso e visualização das informações ambientais espaciais e não espaciais de interesse (incluindo os dados obtidos em licenciamentos atuais e pretéritos); consumo e disponibilização, via serviços, de dados espaciais e não espaciais para os diversos setores da CETESB e para os órgãos que compõem o Sistema Ambiental Paulista, além de outros órgãos do Estado; propiciar a interação com empreendedores, consultores e órgãos envolvidos durante o processo de licenciamento. Também, futuramente, o público externo terá acesso às informações, podendo acompanhar os processos de licenciamento.

Ao final do evento, houve apresentações, no “hall” do auditório, do primeiro protótipo do Sala de Cenários, baseando-se em um hipotético projeto de empreendimento . Ainda no worskhop, houve as apresentações da “Política de Tecnologia da Informação e Comunicação em curso para os órgãos integrantes do Sistema Estadual do Meio Ambiente”, por Marcos Mungo, gestor do Grupo Setorial de T.I.C.– GSTIC/SMA; da “Aplicação de infraestrutura de dados espaciais para gestão e planejamento ambiental”, por Arlete Tieko Ohata, diretora do Departamento de Informações Ambientais – CPLA/SMA; e das “Geotecnologias como suporte à Caracterização e ao Monitoramento Ambiental”, por Cristina Bentz, da Gerência de Avaliação e Monitoramento Ambiental do Centro de Pesquisas da Petrobras.

O evento foi prestigiado também pelo vice-presidente da CETESB, Nelson Bugalho; dos diretores Carlos Roberto dos Santos, de Engenharia e Qualidade Ambiental, e Aruntho Savastano Neto, de Controle e Licenciamento Ambiental; e da coordenadora da CPLA/SMA, Zuleica Perez.

 

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Novo contrato com a TNC é fechado pela Geoambiente.

The Nature Conservancy

No mês de agosto a Geoambiente fechou mais um contrato, reafirmando a parceria hoje existente com a TNC (The Nature Conservancy), organização mundial sem fins lucrativos voltada para a conservação da natureza.

A TNC está presente em 34 países e é responsável pela proteção de mais de 47 milhões de hectares em todo o mundo. No Brasil ela atua desde a década de 80 e apóia programas de conservação em cinco biomas brasileiros: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal. Os desafios da conservação da natureza, defendidos pela TNC, são enfrentados sempre através da construção de alianças importantes, trabalhando em conjunto com a comunidade local, governo, empresas e outras organizações não-governamentais, buscando assim a conciliação entre as partes nas questões ambientais.

O novo contrato consiste na geração de base cartográfica em escala 1:25.000 para cerca de 455.000 hectares compreendendo os municípios de Angélica, Ivinhema e Novo Horizonte do Sul – MS, para aprimorar a metodologia de cadastramento de propriedades ora em desenvolvimento e agregar maior eficiência e eficácia ao sistema de Licenciamento Ambiental das Propriedades Rurais.

Novamente a Geoambiente mostra sua preocupação em trabalhar com empresas conscientes e que prezem pelo desenvolvimento sustentável. Parabéns a toda a equipe!

Fiquem conectados! Mais um mês cheio de novidades vem por aí!

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