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Em congresso no Rio Grande do Sul, a Geoambiente apresenta seu projeto de ZEE da costa do Ceará

“DELIMITAÇÃO DAS UNIDADES GEOAMBIENTAIS DO LITORAL CEARENSE A PARTIR DA INTERPRETAÇÃO DE ORTOFOTOS E DADOS LIDAR”, este foi o tema apresentado pela Geoambiente, representada pelo geógrafo Alex Sousa, no XV Congresso da Associação Brasileira de Estudos do Quaternário – ABEQUA, no final de outubro deste ano.

A ABEQUA é uma entidade científica sem fins lucrativos, que se destina a reunir os pesquisadores das rochas e sedimentos do período Quaternário. E entre seus objetivos está a realização periódica de reuniões científicas para relatar e debater assuntos de interesse para o desenvolvimento do estudo do Quaternário no Brasil, além da promoção do aperfeiçoamento de pesquisadores nas diversas especialidades abrangidas pelas pesquisas do mesmo.

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Apresentação da Geoambiente no XV Congresso da ABEQUA.

Em apresentação, Alex expôs as razões para o desenvolvimento do projeto que envolvia a preocupação sobre o desenvolvimento econômico e da grande exploração dos recursos e paisagens naturais refletida sobre a zona costeira do Ceará. A solução que contava com o controle otimizado e ações pela SEMACE (Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Estado do Ceará) sobre a área poderia ser realizada através da reestruturação da cartografia do Zoneamento Ecológico-Econômico, direcionando uma exploração sustentável daquelas áreas, possibilitando a preservação da dinâmica costeira natural.

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Alex Sousa, geógrafo e Mestre em Geografia Física da Geoambiente.

O projeto da Geoambiente com a SEMACE envolveu mapeamento de toda a área da zona costeira, intenso trabalho de campo com a supervisão e visitas por especialistas de ambas empresas.

“A participação da Geoambiente em congressos desta importância demonstra a seriedade e o rigor técnico-científico com que são desenvolvidos os nossos produtos. Ao participar desses eventos a Geoambiente se mantém antenada aos estudos mais recentes e as demandas do meio científico, proporcionando assim as melhores soluções aos nossos clientes”, diz Alex Sousa.

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Geoambiente seguindo os ventos do sul

No mês de outubro, a Geoambiente foi para o sul do país e deu início ao projeto “Conservação da Biodiversidade como Fator de Contribuição ao Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul/Brasil”.

O objetivo do projeto, na terra das araucárias, é a conservação da biodiversidade do Estado do Rio Grande do Sul.

Áreas a serem analisadas
Áreas a serem analisadas: Campos da Campanha, Quarta Colônia, Litoral Médio e Escudo sul-riograndense

O projeto está sob coordenação da SEMA-RS (Secretaria Estadual do Meio Ambiente) e apresenta a FEPAM (Fundação Estadual de Proteção Ambiental) para licenciamento ambiental, FZB (Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul) para conservação da biodiversidade no RS e a EMATER (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul) como órgãos executores.

A Geoambiente segue responsável pelo desenvolvimento e implantação dos seguintes sistemas de informações geográficas:

  • Sistema de Coleções Biológicas com banco de dados em ambiente web e carga de dados inicial do acervo do Museu de Ciências Naturais e do Jardim Botânico, mantido pela FZB.
  • Sistema Web-SIGBIO, com dados espaciais relacionados à conservação da biodiversidade do Estado do Rio Grande do Sul, permitindo consulta de dados e configuração de serviços de mapas para publicação na web. E que também inclui o Sistema de Gestão de Ocorrência de Espécies, que permite o registro digital de todo o acervo de ocorrência de espécies no Rio Grande do Sul, e o Módulo de Indicadores de Biodiversidade.
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Da esq. para dir.: Mateus Pontes (SIGBIO), Danilo Ramalho (SIGBIO), Joyce Tosetto (Gerência do projeto), Miriam Carvalho (Sistema de Coleções), Carolina Landim (Sistema de Coleções) e Djonatas Tenfen (SIGBIO).

Além disso, a Geoambiente deverá fazer a integração de todos os dados georreferenciados do Sistema de Gerenciamento de Coleções Biológicas e Sistema de Gestão de Ocorrência de Espécies ao Sistema Web-SIGBIO.

“É sempre um grande privilégio participar de projetos que visam a conservação da biodiversidade. A região do Rio Grande do Sul, especialmente, com biomas como Mata Atlântica e o Pampa, apresenta uma grande riqueza de espécies e ecossistema, e soluções como a que a Geoambiente está desenvolvendo, são ferramentas importantes para melhor compreensão sobre os impactos que a intervenção ocasionada pelo rápido crescimento poderá ocasionar à população. Nosso desafio, enquanto parceiros para soluções em GIS, envolve o desenvolvimento simultâneo de dois sistemas, que além disso, visa integrar informações de diversas instituições ambientais do Rio Grande do Sul, devendo o SIGBIO atender a necessidade de todos”, afirma Joyce Tosetto, Gerente de projetos GIS TI Geoambiente.

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