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Geoambiente e o Projeto de Sistema Gerencial de Informações (SGI) para a Gestão de Recursos Hídricos da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP)

Aumentar a oferta de água para a população. Missão difícil que exige esforço de todos.

E você sabia que uma parcela desta oferta pode ser garantida com a melhora na qualidade da água nos rios e mananciais? E é aí que a Geoambiente entra em cena com um grande projeto.

A Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos de São Paulo (SSRH-SP) solicitou à Geoambiente um sistema que a auxiliasse no controle das informações geradas pelos diversos órgãos diretamente ligados a este assunto, para que então várias decisões pudessem ser tomadas e colocadas em prática pela SSRH. Foi como nasceu o projeto da Geoambiente de desenvolvimento do Sistema de Gestão Integrada das Áreas de Proteção e Recuperação Ambiental da Região Metropolitana (APRM) de São Paulo, o SGI.

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Alguns membros da equipe: Tiago Pinheiro, Júlio Guerra, Carolina Landim e Maíra Dzedzej

Objetivos do sistema:

  • Promoção do compartilhamento dos mais diversos tipos de informações que vêm dos vários órgãos envolvidos;
  • Análise integrada dos dados sob diferentes óticas;
  • Apoio à definição de políticas públicas;
  • Suporte ao monitoramento e à fiscalização das ações implementadas.

E neste sistema, a variedade de informações contidas vão desde características ambientais das sub-bacias, áreas protegidas, dados hidrológicos, uso e ocupação do solo e tendências de transformação, até dados de monitoramento de qualidade da água.

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Processo geral da execução do projeto para a SSRH-SP

Veja algumas das funcionalidades específicas do SGI:

  • Disponibilizar à sociedade e aos órgãos competentes da gestão pública dados e documentos atualizados e organizados referentes à gestão de recursos hídricos nas APRMs;
  • Dar apoio informativo aos agentes públicos e privados que atuam nas bacias;
  • Subsidiar a elaboração e os ajustes nos programas e Planos de Desenvolvimento e Proteção Ambiental (PDPAs) das APRMs;
  • Fornecer informações para monitorar e avaliar a qualidade ambiental das APRMs e os programas e ações definidos nos PDPAs.

A análise e apresentação gráfica, espacializada e temática de temas como abastecimento e qualidade da água, cargas poluidoras, riscos ambientais, dinâmica econômica, fiscalização, habitação, áreas degradadas e doenças de veiculação hídrica são alguns dos resultados das funcionalidades específica do SGI.

O desenho do sistema pela Geoambiente não foi algo simples. Houve inicialmente o rastreamento das fontes de informações necessárias ao SGI que culminou na identificação de sistemas já existentes prontos para serem integrados no projeto, além dos ainda em desenvolvimento. Foram identificados 24 sistemas em diferentes fases de desenvolvimento que serão ou não integrados ao sistema. Portanto, houve a necessidade de uniformização e adaptação de muitas variáveis para o desenvolvimento do sistema.

Além disso, a equipe Geoambiente fez diversas reuniões com cada um dos órgãos envolvidos para identificar e transcrever as reais necessidades dos usuários complementar a atividade de interpretação das leis gerais, leis específicas e resoluções que tratam do SGI e de suas principais aplicações. Esta etapa foi conduzida pela equipe multidisciplinar de profissionais da Geoambiente em parceria com a contratante e demais stakeholders, com o objetivo principal de rastreabilidade e entendimento dos dados e, necessidades dos usuários para o desenho das funcionalidades do sistema. Estas reuniões aconteceram no período de agosto a outubro de 2014.

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Companhia de Saneamento de Diadema implanta GIS corporativo para otimizar atendimento à população.

por MundoGEO

Utilizando a tecnologia de geoprocessamento, a Companhia de Saneamento de Diadema (Saned) iniciou em junho um projeto com o objetivo aprimorar o abastecimento de água e a coleta de esgoto no município. A Saned irá implantar o GIS Corporativo em diversas áreas da empresa, como administração, comercial, cadastro, projetos e manutenção, entre outros.

O projeto prevê o mapeamento de toda a rede de distribuição de água, incluindo estações de tratamento, reservatórios e tubulações que chegam aos consumidores. Integrado ao mapeamento será criado um banco de dados com informações sobre todos os componentes da rede e também sobre o consumo de água em cada imóvel da cidade. Com isso a empresa terá muito mais informações disponíveis para otimizar suas atividades operacionais e comerciais.

Adriana Xavier, coordenadora de informática da Saned, explica além de centralizar informações úteis para o trabalho de toda a companhia, o GIS Corporativo também permitirá maior transparência na gestão. “A tecnologia também servirá para organizar melhor os processos internos devido a geração de relatórios específicos, validação dos dados cadastrados e registro de todas as obras e ocorrências”.

A solução será utilizada no processo gerencial e agregará informações do sistema comercial para mapear também os dados de consumo da população. “Poderemos visualizar as áreas de maior consumo, assim como as áreas mais carentes e de maior inadimplência para direcionar nossos atendimentos. Ao mesmo tempo a população poderá contar com mais agilidade nos serviços e no reparo de falhas com a automatização das manobras”, explica Xavier.

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Compesa apresenta resultados da implantação de geoprocessamento na gestão da rede de distribuição de água.

por MundoGEO

Durante um evento de saneamento que será realizado em São Paulo, companhias de saneamento apresentarão seus cases de sucesso. Entre elas, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) que apresentará o ProGIS, projeto desenvolvido com o objetivo de modernizar sua gestão operacional da rede.

O coordenador de Cadastro Técnico da Compesa, Clécio Barbosa Souza, falará sobre as áreas atendidas pelo projeto e os resultados obtidos até agora, destacando a importância de um Sistema de Informação Geográfica na gestão das informações operacionais, comerciais e técnicas dentro da Companhia.

Souza explica que a empresa utilizará GIS para mapear e monitorar o atendimento na rede de saneamento de toda região metropolitana do Recife. “As soluções utilizam imagens de satélite interligadas aos mapas digitais da rede e aos dados cadastrais tanto da rede como dos consumidores por ela atendidos”, detalha. Entre os resultados da implantação da tecnologia estão maior rapidez no atendimento a clientes e otimização e monitoração da frota de veículos em tempo real, combate a perdas e melhoria da gestão com a visualização da distribuição geográfica de ocorrências, obras e indicadores de eficiência em mapas digitais dinâmicos.

O projeto foi divido em quatro fases. A primeira, já finalizada, é responsável pelo acesso ao cadastro técnico, compartilhando as informações da empresa. As próximas fases cuidarão do acesso comercial, ordens de serviço e monitoramento de veículos.

Parte do resultado já pode ser visualizado na web a fim de garantir mais transparência e credibilidade ao cadastro de rede de água e esgoto dentro da Compesa. As informações técnicas já estão sendo trabalhadas em conjunto, possibilitando o cruzamento de dados administrativos e operacionais, dando melhor suporte para a operação. O processo de implantação deve durar em torno de um ano e o suporte técnico deve ser finalizado em dois anos.

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Ministério das Cidades e CNPq lançam edital para formação de rede nacional em saneamento ambiental.

por MundoGEO

Os projetos aprovados serão financiadas pelo montante de 2,5 milhões de reais

A chamada 43/2010 é fruto de parceria entre os ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e das Cidades com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Inscrições até 18 de outubro

O edital selecionará propostas para formar a Rede Nacional de Capacitação e Extensão Tecnológica em Saneamento Ambiental (ReCESA). O intuito é apoiar projetos de pesquisa científica e tecnológica que promovam a articulação, consolidação ou formação dos Núcleos Regionais da ReCESA.

As propostas selecionadas deverão compor o segundo ciclo de atividades da ReCESA, de modo a consolidar a atuação da rede, com a constituição de cinco Núcleos Regionais, considerando as políticas e técnicas de manejo, tratamento e disposição específicas para cada tema e apropriadas para cada região.

Requisitos

O projeto deve estar claramente caracterizado como pesquisa científica e tecnológica e precisa conter, entre outras informações, a indicação da região geográfica objetivada, principal problema a ser abordado e as contribuições. As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente por intermédio do Formulário de Propostas On-line, disponível na Plataforma Carlos Chagas .

O proponente deve possuir o título de doutor e ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes, ser obrigatoriamente o coordenador do projeto e ter vínculo celetista ou estatutário com a instituição de execução do projeto. A presença na equipe de um pesquisador com formação em pedagogia e experiência relevante no desenvolvimento de propostas pedagógicas é obrigatória.

As propostas deverão apresentar objetivos claramente alinhados a pelo menos uma das cinco áreas temáticas que compõem as atividades da ReCESA: abastecimento de água; esgotamento sanitário; resíduos sólidos; águas pluviais; e temas de gestão, integradores e transversais. Os projetos aprovados serão financiadas pelo montante de 2,5 milhões de reais, sendo 1 milhão oriundo do orçamento do Ministério das Cidades e 1,5 milhão vindo do FNDCT/Fundos Setoriais. Os projetos terão o valor máximo de financiamento de 500 mil reais


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