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Geoambiente e Google Maps no 14° Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental

O 14º CBGE que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 02 e 06 de Dezembro contou com a participação da Geoambiente, distribuidora do portfólio Google Maps para empresas e governos.

Desastres naturais, controle de erosão, obras de infraestrutura e investigações, remediações de áreas contaminadas, gestão ambiental e mineração. Essas foram as principais linhas de discussão e temáticas de um Evento de caráter multidisciplinar e de vital importância para a nossa sociedade.

O Congresso aconteceu na UFRJ, na Ilha do Fundão e contou com o estande da Geoambiente e seu portfólio de Soluções em geotecnologia, cartografia e Google Maps.

14° CBGE

Dentre os casos de sucesso e aplicações apresentados na Palestra proferida por Izabel Cecarelli, Diretora Presidente da Geoambiente durante o primeiro dia do Evento, destacamos o mapeamento de suscetibilidade aos riscos geotécnicos nas faixas de dutos da Transpetro, a Gestão Ambiental de uma das maiores Usinas Subterrâneas do Brasil (Salto Pilão) assim como as soluções Google Maps desenvolvidas para o Estado de São Paulo (Emplasa e Cetesb).

“Temos que parabenizar a ABGE e a CPRM pela brilhante organização e atual temática do Evento que se tornou um marco nas políticas públicas de um país que vivencia grandes obras de infraestrutura e se prepara para evitar ou minorar os efeitos catastróficos e tragédias causadas por deslizamentos, escorregamentos e enchentes”, afirma Izabel Cecarelli.

O CBGE é realizado a cada dois anos, sendo esta sua décima quarta edição.

Geoambiente – Google Enterprise Partner
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Projeto Azul montará sistema inédito de monitoramento oceânico

fonte: Inovação Tecnológica

Projeto Azul

A Bacia de Santos, área onde se encontram campos de petróleo em camadas do pré-sal, será estudada por meio de um sistema inédito de monitoramento oceânico.

O projeto contará com robôs submarinos, boias oceânicas e dados de satélites. [Imagem: Coppe/UFRJ]
O projeto contará com robôs submarinos, boias oceânicas e dados de satélites. [Imagem: Coppe/UFRJ]

As informações contribuirão para a segurança e eficiência das operações de exploração do petróleo e para ampliar o conhecimento e a preservação do meio ambiente.

A iniciativa, batizada de Projeto Azul, é da Coppe/UFRJ em parceria com uma empresa privada.

Os pesquisadores da Coppe pretendem integrar a plataforma a outros sistemas já existentes na Europa e nos Estados Unidos.

“Teremos no final um modelo vivo da região. Com todas as informações, vamos conhecer melhor o oceano, podendo estar dentro da água sem se molhar,” disse o professor Luiz Landau, coordenador do projeto,

Robôs e satélites

Durante três anos, o Projeto Azul vai coletar informações sobre a dinâmica das correntes oceânicas, temperatura, salinidade, PH, oxigênio dissolvido, clorofila, cor e matéria orgânica, entre outros parâmetros.

Para isso serão utilizados robôs mergulhadores (seaglider), derivadores (boias acopladas com medidores), perfiladores (que medem, dentre outros parâmetros, o perfil das correntes principalmente em águas profundas) e imagens de satélite.

As correntes oceânicas e os parâmetros da oceanografia química da região serão estudados até a profundidade de dois mil metros.

A proposta é montar um grande organizador de informações, utilizando o supercomputador da Coppe, cujos dados serão enviados para o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Segundo o coordenador do Projeto Azul, professor Luiz Landau, da Coppe, a iniciativa vai permitir conhecer melhor a região.

Segundo o coordenador do Projeto Azul, professor Luiz Landau, da Coppe, a iniciativa vai permitir conhecer melhor a região.

Vazamentos de óleo

O Projeto Azul será útil também no gerenciamento de eventuais vazamentos de óleo.

Conhecendo previamente o padrão das correntes é possível rastrear manchas de óleo no mar, apontando a direção do deslocamento, para que se atue de forma rápida e eficaz para contenção e dispersão do óleo, minimizando impactos.

A iniciativa também inova ao disponibilizar as informações em tempo real para outras universidades e centros de pesquisa.

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