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Geoambiente recebe alunos de Engenharia Ambiental da EEL/USP

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A Geoambiente encerra o mês de novembro com a visita de alunos de Engenharia Ambiental da Escola de Engenharia de Lorena (EEL/USP), sob a supervisão da Profª Danúbia Caporusso Bargos, que leciona a disciplina Sistema de Informações Geográficas na EEL.

Pela manhã, os alunos foram recepcionados pela equipe de Marketing da Geoambiente, além da Presidente, Izabel Cecarelli, e da Gerente de Projetos de Sensoriamento Remoto e Cartografia, Neila Ferreira. E no momento inicial da visita, Neila apresentou uma visão geral sobre a empresa, o mercado de Geotecnologias e alguns projetos desenvolvidos pela Geoambiente.

Momentos depois, o grupo de alunos foi dividido em duas turmas para assistirem a uma apresentação do Sistema Curupira, uma guiada por Neila e Ana Carolina Rezende, e outra, por Bruno Schultz e Tiago Pinheiro.

Os alunos, que pertencem às turmas do segundo, terceiro e quarto ano do curso, mostraram grande interesse nas apresentações do dia e não faltaram perguntas desde o primeiro momento das apresentações.

E o término da visita contou com um tour por dentro da empresa para conhecer os departamentos, principalmente a área que contempla a Engenharia.

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Geoambiente marca presença em evento de Geociências da USP

fonte: Alexandre Scussel (MundoGEO)

A VI Feira Nacional de Fornecedores e empresas de Geologia (Fenafeg 2013), organizada pela Geo Júnior Consultoria e pelo Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP), contou com uma palestra sobre a tecnologia Google Maps e o Mundo Corporativo. A feira, que aconteceu entre os dias 20 e 23 de agosto, reuniu assuntos de diversas áreas da Geociências, proporcionando aos participantes uma oportunidade de conhecer formas de atuação do profissional de geologia no mercado de trabalho.

A palestra foi ministrada no terceiro dia do evento, no salão nobre do Instituto de Geociências da USP, pela equipe de Marketing da Geoambiente. Os alunos e participantes tiveram a oportunidade de conhecer as novidades, exemplos e histórias de sucesso de empresas em todo o planeta que utilizam a tecnologia Google Maps nas áreas de Geologia, meio ambiente e recursos naturais.

“A Geologia, como ciência Natural que estuda a Terra, pode contar com a facilidade de uso e poder de publicação das informações do planeta através das plataformas e aplicativos Google Maps. Investigar o planeta pode ser muito mais divertido e envolvente. Foi um pouco dessa visão que tentamos mostrar aos alunos e participantes do evento que, por sinal, se mostraram muito interessados nas novidades tecnológicas” afirma Felipe Seabra, Gerente de Marketing da Geoambiente.

A Geoambiente, além de ser distribuidora do portfólio Google Maps no Brasil, possui por um know-how de 20 anos no desenvolvimento de soluções corporativas e na execução de grandes projetos de mapeamento e cartografia.

“Nós, da Geoambiente, estamos muito contentes de poder apresentar um amplo universo de possibilidades, no que tange o nosso mercado de trabalho com uso de soluções e aplicativos Google Maps, aliando uma visão corporativa aos conhecimentos acadêmicos dos alunos presentes a este evento”, comenta José Carlos Cecarelli, diretor da Geoambiente.

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Mapa colaborativo indica alagamentos na cidade de São Paulo

Usuários podem visualizar na internet e informar pontos inundados, além de receber alertas de alagamentos

fonte: Agência USP de Notícias (Júlio Bernardes)

Usuários do site podem mandar fotos e vídeos dos pontos de alagamento

Na Escola Politécnica (Poli) da USP, a geógrafa Eliane Hirata desenvolve em pesquisa de mestrado um esquema conceitual para elaborar mapas dinâmicos e colaborativos, disponibilizados na internet, que indiquem alagamentos na cidade de São Paulo. As informações são obtidas a partir da contribuição voluntária de dados geográficos pelos usuários que acessam o site do projeto, obtidos por receptores GPS em telefones celulares. A página com o mapeamento, denominada “Pontos de Alagamento”, pode ser acessada por computador, celular e dispositivos móveis. Também é possível aos usuários se cadastrarem no site para receber alertas de inundações.

O site utiliza a plataforma livre e de código aberto Ushahidi, criada por desenvolvedores africanos e já utilizada no exterior em casos de desastres naturais e crises políticas. “Essa plataforma permite criar mapas de forma colaborativa, com base no princípio denominado Volunteered Geographic Information (VGI), ou seja, informação geográfica voluntária”, conta a geógrafa. “A página é hospedada no serviço Crowdmap, que abriga mapas sem a necessidade da instalação em servidores, bastando apenas customizar o site”.

Ao acessar a página, o usuário visualiza um mapa da cidade de São Paulo, com marcações dos pontos de alagamento. “Ele também pode consultar uma lista com os relatos de inundações, incluindo indicação de endereço, data e horário”, aponta Eliane. “São disponibilizadas ainda informações fornecidas pelos órgãos oficiais, como o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), da Prefeitura de São Paulo, e sites de notícias”.

A pessoa que quiser colaborar pode enviar um relato de alagamento, preenchendo um formulário, e também mandar fotos e vídeos. “A descrição dos eventos é padronizada, de acordo com os padrões do CGE”, conta a pesquisadora. “O site possui um sistema que indica no mapa se a rua está intransitável, transitável ou se a água já escoou, entre outras categorias”.

Os usuários cadastrados também podem receber alertas de alagamento, bastando informar seu endereço. “Uma vez cadastrado, ele receberá os informes sobre alagamentos acontecidos em um raio que pode ser de 5 a 100 quilômetros de distância do local informado”, ressalta Eliane. O acesso ao site pode ser feito pela internet, e também por telefone celular, iPhone ou Android, por intermédio de um aplicativo disponibilizado aos usuários no site do projeto.

“Pela internet, é possível entrar com o nome da rua e marcar manualmente no mapa o ponto de alagamento”, afirma a geógrafa. “Quando a informação é passada por celular ou aparelhos móveis, o ponto é inserido automaticamente por meio do sistema de localização do celular, baseado em GPS”.

A pesquisa está sendo desenvolvida no Laboratório de Geoprocessamento (LabGEO) do Departamento de Engenharia de Transportes (PTR) da Poli, com orientação dos professores Ana Paula Camargo Larocca, José Alberto Quintanilha e Mariana Abrantes Giannotti. O estudo conta com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O site está disponível no endereço http://pontosdealagamento.crowdmap.com/ e já aceita informações de colaboradores. Eliane atua como administradora e atualmente tem colocado no mapa da cidade os pontos de alagamento informados no site do CGE. “Na medida em que os usuários acessarem, eles também poderão fornecer dados e colaborar com a atualização do mapeamento”, diz. “Além disso, para quem puder colaborar com a pesquisa, está a disposição um questionário rápido, para que o sistema possa ser aperfeiçoado”.

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