Arquivos da categoria: Sistemas de Informação Geográfica

CETESB terá Sala de Cenários com tecnologia Google Maps

Texto: Mário Senaga

CETESB terá Sala de Cenários com tecnologia Google Maps (Foto: José Jorge)
CETESB terá Sala de Cenários com tecnologia Google Maps (Foto: José Jorge)

Vencedora do certame realizado no final do ano passado, a Geoambiente está apoiando o desenvolvimento de uma solução que vai inovar o processo de licenciamento ambiental no Estado de São Paulo.

Confira aqui o conteúdo oficial da notícia divulgada pela assessoria de imprensa da CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, ligada à Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo:

“O que vocês fazem com todo esse volume de informações constantes de tantos EIAs (estudos de impacto ambiental) que vocês detêm?”. Conforme a diretora de Avaliação de Impacto Ambiental da CETESB, Ana Cristina Pasini, esse questionamento, dirigido tantas vezes a ela – e que a incomodava – , por conta dos volumosos processos de licenciamento de grandes obras, que abarrotam um galpão cheio de armários e prateleiras guardando esses preciosos arquivos, começa a ter uma resposta à altura e satisfatória, com o Projeto Sala de Cenários.

O projeto foi apresentado nesta quarta-feira, 27/11, no auditório Augusto Ruschi, na Sede da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SMA) e da CETESB, para um público formado basicamente por funcionários do Sistema Ambiental do Estado, representantes de empresas parceiras no trabalho, empreendedores e consultores. O “Sala de Cenários”, conforme ressaltou sua coordenadora, Maria Silvia Romitelli, gerente do Departamento de Desenvolvimento de Ações Estratégicas para o Licenciamento, da Diretoria de Avaliação de Impacto Ambiental, ainda está em sua fase inicial, e a intenção desta primeira exibição pública foi exatamente mostrar o seu potencial, explicando sua importância como ferramenta tecnológica fundamental para aprimorar a análise dos licenciamentos e o Estado da Arte do projeto.

O trabalho visa fornecer recursos geotecnológicos aos técnicos e ao corpo gerencial da CETESB/SMA, a uma infraestrutura de dados espaciais, onde serão inseridos “layers” (camadas), com respectivos atributos, referentes às informações constantes nos processos de licenciamentos de empreendimentos licenciados com avaliação de impacto ambiental. Tais informações serão digitalizadas, organizadas, georeferenciadas e serão facilmente acessadas.

Para o secretário de Estado do Meio Ambiente, Bruno Covas, a iniciativa atende o princípio da transparência, também ajudando nos custos dos empreendedores, facilitando o acesso às informações existentes, além de reduzir o prazo de análise para o licenciamento ambiental. “Não queremos resolver com flexibilização, mas sim com transparência e recursos tecnológicos”, afirmou, referindo-se a acusações veiculadas pela mídia, de entraves burocráticos e demora na análise do licenciamento, por parte dos órgãos licenciadores, como responsáveis pelo atraso de grandes obras. “Esse projeto vai contribuir ainda mais com o serviço público de qualidade e de excelência, prestados pela CETESB”, arrematou.

O presidente da Companhia, Otavio Okano, destacou que o trabalho irá servir para o aprimoramento dos trabalhos futuros da CETESB e agilizar as análises dos licenciamentos de empreendimentos com impacto ambiental. Segundo lembrou o dirigente, a CETESB já tem diminuído gradativamente os prazos de análise, que antes chegavam a um ano e meio, e atualmente podem ser concluídos em até 100 dias. “Com a Sala de Cenários, esperamos que esses prazos sejam ainda mais reduzidos. Isto somado à boa apresentação dos projetos pelos empreendedores”, disse, sugerindo que atrasos muitas vezes ocorrem pela apresentação incorreta de informações e documentos, que obrigam a agência ambiental a cobrá-los dos empreendedores, retardando o tempo para conclusão dos processos. “Com tudo isso, o maior beneficiário será a sociedade paulista”, finalizou.

A diretora Ana Cristina Pasini fez um pequeno histórico da evolução dos trabalhos , chamando a atenção para as ações que vêm sendo desenvolvidas com Datageo (Projeto DataGEO), há alguns anos, pela CPLA (Coordenadoria de Planejamento Ambiental da SMA) , as quais a sua diretoria resolveu aproveitar, para montar a desejada base de dados, bem organizada, abrangendo os inúmeros dados e informações importantes dos processos de licenciamentos já concluídos, com o devido cronograma de implantação. Ela esclareceu que a Sala de Cenários teve inicio na gestão passada da Companhia, quando alguns recursos financeiros foram destinados para o projeto, que, no entanto, ainda não existia: “Tínhamos o dinheiro, mas não tínhamos o projeto”. Segundo informou, a Sala de Cenários conta com duas fontes de financiamento: a Petrobras, que proverá os recursos necessários à implantação das soluções, e o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), que irá oferecer subsídios para o aprimoramento e a garantia de continuidade do projeto.

Conforme Maria Silvia Romitelli, que fez a apresentação do estado da arte do projeto, no “workshop”, o Sala de Cenários prevê: a criação de uma infraestrutura de dados georeferenciados a partir dos estudos ambientais e dos processos de licenciamento da Diretoria de Avaliação de Impacto Ambiental da CETESB, que deverá ser operada junto com o Projeto DataGEO da SMA; o início da gestão eletrônica dos processos de licenciamento com Avaliação de Impacto Ambiental; e o desenvolvimento de um ambiente virtual (“Geoportal”) e físico (Sala de Cenários) de análise.

Ainda de acordo com Silvia, a implantação do projeto busca oferecer, entre outros, as seguintes soluções tecnológicas: análise espacial de diversos temas sobre diferentes projetos, assim como das informações de seu entorno, utilizando ferramentas como a sobreposição de “layers”, análise de proximidade, correlação espacial etc.; busca, acesso e visualização das informações ambientais espaciais e não espaciais de interesse (incluindo os dados obtidos em licenciamentos atuais e pretéritos); consumo e disponibilização, via serviços, de dados espaciais e não espaciais para os diversos setores da CETESB e para os órgãos que compõem o Sistema Ambiental Paulista, além de outros órgãos do Estado; propiciar a interação com empreendedores, consultores e órgãos envolvidos durante o processo de licenciamento. Também, futuramente, o público externo terá acesso às informações, podendo acompanhar os processos de licenciamento.

Ao final do evento, houve apresentações, no “hall” do auditório, do primeiro protótipo do Sala de Cenários, baseando-se em um hipotético projeto de empreendimento . Ainda no worskhop, houve as apresentações da “Política de Tecnologia da Informação e Comunicação em curso para os órgãos integrantes do Sistema Estadual do Meio Ambiente”, por Marcos Mungo, gestor do Grupo Setorial de T.I.C.– GSTIC/SMA; da “Aplicação de infraestrutura de dados espaciais para gestão e planejamento ambiental”, por Arlete Tieko Ohata, diretora do Departamento de Informações Ambientais – CPLA/SMA; e das “Geotecnologias como suporte à Caracterização e ao Monitoramento Ambiental”, por Cristina Bentz, da Gerência de Avaliação e Monitoramento Ambiental do Centro de Pesquisas da Petrobras.

O evento foi prestigiado também pelo vice-presidente da CETESB, Nelson Bugalho; dos diretores Carlos Roberto dos Santos, de Engenharia e Qualidade Ambiental, e Aruntho Savastano Neto, de Controle e Licenciamento Ambiental; e da coordenadora da CPLA/SMA, Zuleica Perez.

 

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Geoambiente e Google Maps no 14° Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental

O 14º CBGE que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 02 e 06 de Dezembro contou com a participação da Geoambiente, distribuidora do portfólio Google Maps para empresas e governos.

Desastres naturais, controle de erosão, obras de infraestrutura e investigações, remediações de áreas contaminadas, gestão ambiental e mineração. Essas foram as principais linhas de discussão e temáticas de um Evento de caráter multidisciplinar e de vital importância para a nossa sociedade.

O Congresso aconteceu na UFRJ, na Ilha do Fundão e contou com o estande da Geoambiente e seu portfólio de Soluções em geotecnologia, cartografia e Google Maps.

14° CBGE

Dentre os casos de sucesso e aplicações apresentados na Palestra proferida por Izabel Cecarelli, Diretora Presidente da Geoambiente durante o primeiro dia do Evento, destacamos o mapeamento de suscetibilidade aos riscos geotécnicos nas faixas de dutos da Transpetro, a Gestão Ambiental de uma das maiores Usinas Subterrâneas do Brasil (Salto Pilão) assim como as soluções Google Maps desenvolvidas para o Estado de São Paulo (Emplasa e Cetesb).

“Temos que parabenizar a ABGE e a CPRM pela brilhante organização e atual temática do Evento que se tornou um marco nas políticas públicas de um país que vivencia grandes obras de infraestrutura e se prepara para evitar ou minorar os efeitos catastróficos e tragédias causadas por deslizamentos, escorregamentos e enchentes”, afirma Izabel Cecarelli.

O CBGE é realizado a cada dois anos, sendo esta sua décima quarta edição.

Geoambiente – Google Enterprise Partner
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Webinar Google Maps: Soluções para gestão de equipes Externas

Webinar Google Maps: Soluções para gestão de equipes ExternasA sua empresa possui diversas tarefas, chamados e clientes para atender num único dia?

Otimize os seus atendimentos, possua visibilidade da sua equipe externa e melhore os seus processos internos.

Participe do nosso Webinar e conheça as novidades e aplicativos Google para a gestão de equipes de rua.

Além dos produtos prontos para uso, a sua empresa pode contar com o desenvolvimento de aplicativos próprios apoiados na tecnologia Google Maps for Business.

Geoambiente_Google_Maps_Coordinate_2bPúblico-Alvo: Todas as empresas/governos que necessitam despachar e gerenciar equipes externas. Exemplos: equipes de campo/coleta; reparos, suporte e manutenção; entregas e encomendas expressas; funcionários remotos; equipes de vendas; manutenção na rede de água/elétrica; seguradoras, inspetores e auditores; representantes e propagandistas.

Quando : O nosso Webinar será ministrado em conjunto pela equipe Google e Geoambiente no dia 05/09.

>> GARANTA SUA INSCRIÇÃO AQUI. <<

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Geoambiente e Google disponibilizam aplicativo para gestão de equipes de campo

Desenvolvido para uso corporativo, mas com o conceito Google de facilidade de uso, o Google Maps Coordinate é uma ferramenta de trabalho que apoia o dia-a-dia das empresas que necessitam despachar e gerenciar equipes de campo. Além da interface Web (despachador), o aplicativo pode ser baixado em smartphones com os sistemas Android e iOS.

Google_Maps_Coordinate

A ferramenta, licenciada no Brasil pela Geoambiente, permite que o usuário defina atribuições por proximidade geográfica e disponibilidade de seu recurso. Mais do que isso, todo monitoramento e interação é realizado em tempo real sobre a infraestrutura do Google Maps.

Dentre os principais recursos disponíveis, o aplicativo permite que o usuário crie grupos e equipes, gerencie o acesso dos usuários, personalize as informações e tarefas, localize a equipe em tempo real no mapa, visualize o status e histórico das tarefas e chamados, além de possibilitar a realização de videoconferências, compartilhamento de arquivos via Google Docs e mais.

Como funciona

O Google Maps Coordinate é um aplicativo para web e smartphones que ajuda organizações a gerenciar sua força de trabalho móvel. Com o Google Maps Coordinate, os expedidores trabalham com mais eficiência, pois têm visibilidade em tempo real do local onde estão seus trabalhadores e podem enviar atribuições de tarefa diretamente para dispositivos móveis. No campo, os trabalhadores podem manter seus expedidores atualizados sobre o status de suas atribuições de tarefa e podem trabalhar com mais eficiência, sabendo onde todos estão.

O aplicativo inclui um console da Web, executado em um navegador e um aplicativo para dispositivos móveis, executado em um dispositivo móvel (smartphone ou tablet).

Geoambiente e Google lançam Google Maps Coordinate 2 Geoambiente e Google lançam aplicativo para gestão de equipes de campoConsole na Web (administrador): Os administradores do Google Maps Coordinate utilizam o console da Web para configurar o Google Maps Coordinate e criar equipes de usuários, que podem incluir expedidores, trabalhadores móveis e outros administradores do Google Maps Coordinate.

Geoambiente e Google lançam Google Maps Coordinate 3 Geoambiente e Google lançam aplicativo para gestão de equipes de campoConsole da Web (expedição): Os expedidores do Google Maps Coordinateusam o console da Web para localizar trabalhadores móveis no campo, atribuir tarefas ao trabalhador mais próximo disponível e monitorar o status da tarefa. Os expedidores também podem ver o histórico de tarefas e de locais de um trabalhador, de modo que possam tomar decisões.

Geoambiente e Google lançam Google Maps Coordinate 4 Geoambiente e Google lançam aplicativo para gestão de equipes de campoAplicativo para dispositivos móveis (equipe de campo): Os trabalhadores móveis do Google Maps Coordinate utilizam o aplicativo para dispositivos móveis para receber atribuições de tarefa de seu expedidor, atualizar o status da tarefa e localizar tarefas e outros trabalhadores no mapa. O aplicativo também alerta imediatamente os trabalhadores sobre novas atribuições de tarefa.

Segundo Felipe Seabra, Gerente de Marketing da Geoambiente, o aplicativo atende à uma grande demanda de clientes que ainda utilizam rádios, planilhas e sistemas nada amigáveis na gestão e colaboração entre equipes de campo. Dentre as possibilidades de uso, é possível citar:

• Equipes de reparo e manutenção de ativos;
• Serviços de entrega;
• Seguradoras, inspetores e auditores;
• Funcionários remotos;
• Equipes de vendas;
• Supply Chain;
• Operações e logística de uma maneira geral.

De acordo com Seabra, como uma possibilidade ainda mais interessante, as empresas podem contar com o desenvolvimento de aplicativos próprios baseados no Google Maps Coordinate e nas APIs de desenvolvimento do Google Maps for Business. Para saber mais sobre o Google Maps Coordinate, acesse a página com o Portfólio completo do Google Maps for Business no Brasil: www.maisqueummapa.com.br.

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Por dentro do Google Maps

Entenda como o Google desenvolveu o serviço de mapas na nuvem tendo em mente o uso em escala para atender pessoas, empresas e governos.

(Texto publicado pela GEOconnexion International Magazine em Junho 2013, adaptado por Felipe Seabra – Gerente de Marketing da Geoambiente – Google Enterprise Partner no Brasil).

Por dentro do Google Maps

Servir bilhões de requisições de acesso a mapas num único dia de maneira praticamente ininterrupta não é algo fácil. Construir uma infraestrutura para processar e gerenciar milhares de updates no mesmo dia também não é nada trivial. E liberar o acesso desse serviço a todas as pessoas com uma interface amigável e com uma facilidade de desenvolvimento jamais vista? Isso sim pode ser um pouco mais complexo e desafiador.

O objetivo do Google Maps é de fornecer tecnologia geospacial para todos, não apenas aos profissionais da área. Num passado recente, o acesso a essa tecnologia pertencia exclusivamente aos departamentos de GIS (sigla em inglês para Sistemas de Informação Geográfica) das grandes empresas de tecnologia. Hoje em dia, o acesso está literalmente nas palmas das mãos de todos nós através dos smartphones por exemplo. A localização geográfica é uma informação preciosa às pessoas, podendo apresentar praticamente tudo: seja a simples localização de um ente querido, o roteiro de uma viagem de final de semana, um mapa para gestão de equipe de vendas de uma empresa ou até mesmo um detalhado plano de emergência integrando dezenas de secretarias de um Governo em questão.

A missão Google foi sempre de organizar todas as informações do planeta e torná-las universalmente acessíveis e úteis. Para uma empresa, acessar terabytes de imagens e dados cartográficos é algo complexo e custoso. Agora, acessar essas informações como uma camada de dados no Google Maps é algo fácil e incrivelmente rápido.

Nos ombros do gigante

A Plataforma Google foi construída para “empacotar” e disponibilizar toda infraestrutura e serviços do Google Maps e Earth para que milhões de usuários/dia possuam acesso às funcionalidades. O uso em escala dos mapas começou em 2005 com o desenvolvimento do Google Maps APIs (interface de programação Google Maps) que hoje é a engrenagem de mais de um milhão de websites e aplicações que acessam, com poucas linhas de programação, a maior base de dados geográficos do universo (diga-se universo, pois existem dados cartográficos detalhados da lua, marte e até debaixo d’água).

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O sucesso do serviço Google Maps APIs não é apenas pela disponibilidade de 99.9 por cento de tempo, mas também pela velocidade, simplicidade e familiaridade com o uso dos mapas Google. Fator esse que permite que o desenvolvedor crie uma aplicação não apenas com alto desempenho, mas também com uma cartografia de fácil compreensão. Isso porque o usuário final já acessou o serviço diversas vezes na vida através do mesmo Google Maps. Esse é um fator crucial que faz com que as empresas desenvolvam, cada vez mais, suas soluções apoiadas na tecnologia Google. A necessidade de longos treinamentos é minimizada, pois os usuários não precisam gastar tempo reaprendendo como utilizar um mapa Google e podem se concentrar na real finalidade do serviço contratado.

Os populares Google Maps e Google Earth possuem versões equivalentes para o uso corporativo tais como o Google Maps Engine e o Google Earth Pro que apresentam a mesma aparência e desempenho, mas com funcionalidades e controles de uso diferenciados. Outros produtos como o Google Maps Coordinate, se baseia no Google Latitude, mas ao invés de localizar amigos, as organizações podem localizar funcionários e equipes de trabalho em campo, definindo tarefas e gerindo as atividades. Esses serviços apresentam o mesmo modelo de segurança, acesso e compartilhamento comuns em todas as ferramentas Google. Isso significa que quando estudantes de uma universidade acessam o Google Docs para realizar um trabalho em grupo, eles já sabem como compartilhar os mapas de uma solução corporativa como o Google Maps Engine. Quando um desenvolvedor está construindo aplicações de segurança para o Youtube, ele pode utilizar o mesmo código para desenvolver aplicações com Google Maps Engine, usufruindo da mesma infraestrutura do Google Apps que é utilizada por milhares de empresas de todo o planeta. A grande diferença é que não estamos falando de uma funcionalidade construída sobre a “nuvem de alguém”, trata-se de uma aplicação que nasceu numa infraestrutura utilizada por milhões de usuários/dia

O pilar de todas as coisas

O Google Maps Engine (GME) é a engrenagem da Plataforma Google Maps, pois foi desenvolvido para fornecer a mesma simplicidade e familiaridade do Google Maps e Google Apps, traduzida numa poderosa computação nas nuvens para dados geográficos. A escalabilidade é a mesma oferecida do Youtube e a velocidade idêntica ao do Google Search. Essa ferramenta corporativa permite fazer o upload de arquivos geográficos em formatos como GeoTiffs e Shapefiles, apresenta-los como camadas de mapas customizados ou criar grandes mosaicos de imagens para apoiar aplicações e serviços de mapas.

Para que tudo se tornasse possível, a Google forneceu a mesma infraestrutura de servidores disponível para todos os seus serviços. Recentemente, a gigante de Mountain View apresentou a localização dos datacenters espalhados pelo globo. O mais próximo do Brasil fica em Território chileno cuja localização geográfica foi definida em função de questões ambientais, jurídicas e de segurança. No total são 13 datacenters com dezenas de procedimentos de segurança da informação. Isso inclui robustas medidas de recuperação de desastres no local no caso de incêndio ou qualquer outra interrupção. Num eventual incidente, a Google muda o acesso aos dados de forma automática e transparente para outro centro de dados permitindo que os usuários continuem trabalhando, ininterruptamente.

Podemos afirmar que computação nas nuvens ou “cloud computing” não se trata de quebra paradigma, pois já é uma realidade que suporta praticamente toda tecnologia da atualidade. Fator esse que não poderia ser diferente no universo dos mapas, muito menos no mundo corporativo.

Seria o fim do GIS tradicional?

A entrada de players globais no mundo GIS das empresas e governos não elimina o uso das tradicionais ferramentas de edição e manipulação de dados. Pelo contrario, as novas plataformas contribuem com a popularização do uso dos mapas. O poder de publicação e compartilhamento das informações geográficas nunca foi tão grande e disseminado. Transparência para a gestão pública, melhoria nos processos das empresas, na comunicação entre colaboradores e clientes e facilidade no acesso às informações de uma maneira geral são os benefícios imediatos da nossa realidade. O mundo corporativo conta agora com ferramentas de trabalho tão incríveis como aquelas que já utilizamos em nosso dia-a-dia. Trata-se da expressão “Work the way you live”! (Trabalhe da mesma maneira que você vive!).

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Geoambiente e Google trazem ao Brasil a tecnologia Liquid Galaxy

fonte: MundoGEO (por Alexandre Scussel)

Geoambiente, em parceria com a Google e a Endpoint, proporcionará aos visitantes do MundoGEO#Connect 2013 uma experiência única de imersão 3D baseada no Google Earth.

O evento MundoGEO#Connect LatinAmerica 2013 irá acontecer de 18 a 20 de junho em São Paulo (SP), e vai contar com cursos, seminários, fóruns e workshops com as principais tendências do setor de geotecnologia. A Geoambiente já confirmou presença na feira de produtos para Geomática e Soluções Geoespaciais do evento, que contará com mais de 50 empresas expositoras e também universidades.

Lançado em 2005, o Google Earth é um dos softwares de maior sucesso da história. Com muitos recursos e usuários de todo o mundo, ele permite que qualquer pessoa de qualquer lugar consiga visualizar países, estados, cidades, ruas e até sua própria casa. O sucesso é tanto que o software já atingiu a marca de 1 bilhão de downloads.

O Google Earth proporciona aos seus usuários a possibilidade de viajar  facilmente pelo mundo, sem sair de casa. Entretanto, o estande da Geoambiente no MundoGEO#Connect 2013 vai incrementar essa experiência com 5 grandes telas unidas, explorando toda a capacidade de visão do olho humano, inclusive a periférica.

O gigantesco mapa é interativo e pode ser navegado pelos visitantes, através de um joystick e uma tela touchscreen, com possibilidade de zoom para visualização extremamente nítida.

“A sensação de voar pelos cantos mais remotos do planeta, visualizar incríveis imagens do relevo e edificações em 3D com velocidade e resolução surpreendentes é algo fascinante. As cinco telas do Liquid Galaxy fazem uma ‘meia-lua’ que envolvem praticamente todo o campo de visão. Chega a dar até um frio na barriga”, brinca Felipe Seabra, Gerente de Marketing da Geoambiente.

Liquid Galaxy traz 5 telas unidas para visualização muito nítida

Além da base de mapas da Google, o Liquid Galaxy mostrará alguns exemplos do mapeamento cartográfico da Geoambiente, empresa parceira da companhia e responsável pela comercialização do portfólio de produtos Google Maps & Earth no Brasil.

Inscrições abertas

O MundoGEO#Connect LatinAmerica 2013 – Conferência e Feira de Geomática e Soluções Geoespaciais será realizado de 18 a 20 de junho, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP). O cadastramento gratuito para visitar a área de exposições já pode ser feito online.

As inscrições para as atividades do evento, que este ano contará com cursos, seminários, fóruns e workshops também já estão abertas. Para mais informações, acesse a grade completa e veja as opções de participação.

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Evento Online sobre Mapas e Geotecnologia faz parte da estratégia Google de desenvolvimento do mercado corporativo Brasileiro.

Webinar organizado pela maior parceira Google especializada nesse tipo de solução, a Geoambiente, será realizado dia 12/03 com inscrições gratuitas.

Felipe Seabra, Gerente de Marketing da Geoambiente/Google Enterprise Partner

Webinar - Produtos Google - Potencializando o uso dos mapas para seus Negócios Popularizar o uso dos mapas, facilitar a vida das empresas organizando dados geográficos e tornando-os disponíveis a qualquer um e em qualquer lugar. Essa é a visão da gigante Google frente o crescente mercado de Geotecnologia.

Como praticamente 80% das decisões empresariais e principalmente dos Governos possuem uma relevância espacial (“onde”), os dados geográficos como imagens de satélite, mapas e pontos de interesse se tornam cada vez mais integrados aos sistemas de gestão. Relacionar-se com as pessoas certas, otimizar equipes e ativos e tomar melhores decisões. Esses são os benefícios das novas ferramentas geográficas disponíveis no mercado.

Um estudo recente encomendado pela Google revela que os serviços de geolocalização, indicam um movimento entre US$ 150 bilhões e US$ 270 bilhões por ano no mundo. A receita do segmento de geolocalização cresce anualmente 30%, impulsionada pelas novidades que chegam constantemente ao mercado. “Há cada vez mais companhias criando serviços baseados nessa tecnologia”, disse Charlie Hale, analista de políticas públicas de geolocalização do Google.

Após o desenvolvimento do mercado Norte Americano e Europeu, a “bola da vez” é o Brasil. A estratégia da Google em Território Nacional é difundir a genialidade de suas ferramentas de mapas para o mercado corporativo através de parceiros locais especialistas em Sistemas de Informação Geográfica (GIS, sigla em inglês), como a empresa Geoambiente, sediada em São José dos Campos, o polo tecnológico desse tipo de produto no Brasil.

Produtos Google - Potencializando o uso dos mapas para seus Negócios
Produtos Google – Potencializando o uso dos mapas para seus Negócios

O Evento online que ocorre dia 12/03 inaugura a divulgação em massa dessas novas ferramentas no Brasil. O público-alvo do Webinar são tomadores de decisão de praticamente todos os segmentos de Mercado e esferas Governamentais uma vez que mapas, imagens de satélite e ferramentas de busca e apresentação desse tipo de informação ainda são pouco exploradas no país.

Para saber mais sobre o Evento gratuito, mas que possui limite de 1.000 inscritos, acesse: www.maisqueummapa.com.br

 

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O mercado GIS de uma maneira jamais vista, mas sempre vislumbrada.

As novas ferramentas de armazenamento, busca e compartilhamento de dados geográfico se tornam cada vez mais eficientes, intuitivas e alcançam novos departamentos, empresas e pessoas em praticamente todas as áreas do conhecimento.

Felipe Seabra, Gerente de Marketing da Geoambiente /Google Partner .

wordpress_materia1Sabe aquelas inovações que encantam e você se pergunta, como ninguém pensou nisso antes? Manipular com agilidade um globo tridimensional na ponta de seus dedos. Ligar e desligar camadas de informações suas, da sua empresa, de seus clientes  e sobrepô-las sobre uma base rica em mapas, imagens e vídeos criteriosamente localizados no espaço geográfico.  Carregar, de maneira rápida e segura, terabytes de informações em servidores espalhados pelos cantos mais remotos do Planeta. Gerenciar seus ativos, suas equipes em tempo real e com o máximo de eficiência. Integrar e trabalhar com diferentes bancos de dados de uma maneira simples e sem a necessidade de longos treinamentos. A realidade agora é outra e a palavra da vez é descomplicar!

Um universo de possibilidades se abriu com a união do útil ao agradável. Em outras palavras, a utilidade inquestionável dos Sistemas de Informação Geográfica ganhou força com as geniais e intuitivas ferramentas de armazenamento, compartilhamento e apresentação de informações que convivemos hoje e que foram muito bem desenvolvidas através das redes sociais e de uma nova geração de aplicativos desenvolvidos recentemente.

Estamos na era da democratização do uso dos mapas, da massificação da Geografia. Mapa para todos! Esse seria o slogan da nova era. Um estudo recente encomendado pela Google e publicado recentemente no Valor Econômico, revela que os serviços de geolocalização, indicam um movimento entre US$ 150 bilhões e US$ 270 bilhões por ano no mundo. Em nome da comodidade e da rapidez, mesmo quem não é fã da tecnologia aprendeu a usar novidades que ajudam o usuário a chegar em algum lugar, como mapas digitais, sistemas de navegação via satélite e softwares de busca por estabelecimentos comerciais, como restaurantes e lojas.

No mundo corporativo, a Geografia é muito mais que um mapa, é sinal de melhoria no relacionamento com clientes e na otimização de equipes e ativos. Mais do que isso, significa tomar decisões de alto nível apoiadas por incríveis aplicações e ferramentas.  Nesse sentido, se destacam as empresas que valorizam a atividade criadora de seus profissionais uma vez que as possibilidades estão mais tangíveis do que nunca. Esse é o momento de mudar, de ouvir, de buscar parcerias estratégicas, de concretizar sonhos. O ano de 2013 se torna um marco na história da geotecnologia e da própria geografia. Sejam todos bem vindos!

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Conheça como a Geoambiente e a solução Google Maps Coordinate podem apoiar o seu negócio

[youtube=http://youtu.be/0IVOOV7_4io]

A Geoambiente, revenda dos produtos Google no Brasil, apresenta o Google Maps Coordinate, ferramenta de gestão de força de trabalho que aperfeiçoa a eficiência de seus times móveis. Com ela todos os membros das equipes podem ser vistos em um mapa do Google e através do endereçamento de serviços para a equipe mais próxima, mais tarefas podem ser completadas em um período menor de tempo.

Os trabalhadores de campo podem visualizar informações detalhadas sobre a tarefa, assim como adicionar suas próprias anotações, que são imediatamente armazenadas na nuvem. E os gestores ainda podem fazer análises, como o histórico de localização de cada trabalhador.

Venha conhecer mais sobre nossas soluções em nosso site: www.geoambiente.com.br

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Mapa colaborativo indica alagamentos na cidade de São Paulo

Usuários podem visualizar na internet e informar pontos inundados, além de receber alertas de alagamentos

fonte: Agência USP de Notícias (Júlio Bernardes)

Usuários do site podem mandar fotos e vídeos dos pontos de alagamento

Na Escola Politécnica (Poli) da USP, a geógrafa Eliane Hirata desenvolve em pesquisa de mestrado um esquema conceitual para elaborar mapas dinâmicos e colaborativos, disponibilizados na internet, que indiquem alagamentos na cidade de São Paulo. As informações são obtidas a partir da contribuição voluntária de dados geográficos pelos usuários que acessam o site do projeto, obtidos por receptores GPS em telefones celulares. A página com o mapeamento, denominada “Pontos de Alagamento”, pode ser acessada por computador, celular e dispositivos móveis. Também é possível aos usuários se cadastrarem no site para receber alertas de inundações.

O site utiliza a plataforma livre e de código aberto Ushahidi, criada por desenvolvedores africanos e já utilizada no exterior em casos de desastres naturais e crises políticas. “Essa plataforma permite criar mapas de forma colaborativa, com base no princípio denominado Volunteered Geographic Information (VGI), ou seja, informação geográfica voluntária”, conta a geógrafa. “A página é hospedada no serviço Crowdmap, que abriga mapas sem a necessidade da instalação em servidores, bastando apenas customizar o site”.

Ao acessar a página, o usuário visualiza um mapa da cidade de São Paulo, com marcações dos pontos de alagamento. “Ele também pode consultar uma lista com os relatos de inundações, incluindo indicação de endereço, data e horário”, aponta Eliane. “São disponibilizadas ainda informações fornecidas pelos órgãos oficiais, como o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), da Prefeitura de São Paulo, e sites de notícias”.

A pessoa que quiser colaborar pode enviar um relato de alagamento, preenchendo um formulário, e também mandar fotos e vídeos. “A descrição dos eventos é padronizada, de acordo com os padrões do CGE”, conta a pesquisadora. “O site possui um sistema que indica no mapa se a rua está intransitável, transitável ou se a água já escoou, entre outras categorias”.

Os usuários cadastrados também podem receber alertas de alagamento, bastando informar seu endereço. “Uma vez cadastrado, ele receberá os informes sobre alagamentos acontecidos em um raio que pode ser de 5 a 100 quilômetros de distância do local informado”, ressalta Eliane. O acesso ao site pode ser feito pela internet, e também por telefone celular, iPhone ou Android, por intermédio de um aplicativo disponibilizado aos usuários no site do projeto.

“Pela internet, é possível entrar com o nome da rua e marcar manualmente no mapa o ponto de alagamento”, afirma a geógrafa. “Quando a informação é passada por celular ou aparelhos móveis, o ponto é inserido automaticamente por meio do sistema de localização do celular, baseado em GPS”.

A pesquisa está sendo desenvolvida no Laboratório de Geoprocessamento (LabGEO) do Departamento de Engenharia de Transportes (PTR) da Poli, com orientação dos professores Ana Paula Camargo Larocca, José Alberto Quintanilha e Mariana Abrantes Giannotti. O estudo conta com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O site está disponível no endereço http://pontosdealagamento.crowdmap.com/ e já aceita informações de colaboradores. Eliane atua como administradora e atualmente tem colocado no mapa da cidade os pontos de alagamento informados no site do CGE. “Na medida em que os usuários acessarem, eles também poderão fornecer dados e colaborar com a atualização do mapeamento”, diz. “Além disso, para quem puder colaborar com a pesquisa, está a disposição um questionário rápido, para que o sistema possa ser aperfeiçoado”.

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