Arquivos da categoria: Sistemas de Informação Geográfica

Geoambiente recebe alunos de Engenharia Ambiental da EEL/USP

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A Geoambiente encerra o mês de novembro com a visita de alunos de Engenharia Ambiental da Escola de Engenharia de Lorena (EEL/USP), sob a supervisão da Profª Danúbia Caporusso Bargos, que leciona a disciplina Sistema de Informações Geográficas na EEL.

Pela manhã, os alunos foram recepcionados pela equipe de Marketing da Geoambiente, além da Presidente, Izabel Cecarelli, e da Gerente de Projetos de Sensoriamento Remoto e Cartografia, Neila Ferreira. E no momento inicial da visita, Neila apresentou uma visão geral sobre a empresa, o mercado de Geotecnologias e alguns projetos desenvolvidos pela Geoambiente.

Momentos depois, o grupo de alunos foi dividido em duas turmas para assistirem a uma apresentação do Sistema Curupira, uma guiada por Neila e Ana Carolina Rezende, e outra, por Bruno Schultz e Tiago Pinheiro.

Os alunos, que pertencem às turmas do segundo, terceiro e quarto ano do curso, mostraram grande interesse nas apresentações do dia e não faltaram perguntas desde o primeiro momento das apresentações.

E o término da visita contou com um tour por dentro da empresa para conhecer os departamentos, principalmente a área que contempla a Engenharia.

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MAIS VANTAGENS da API do GOOGLE MAPS para empresas de LOGÍSTICA

Se você achou que as vantagens de usar a API do GOOGLE MAPS pelas empresas de logística foram todas citadas naquela publicação (CLIQUE AQUI), está enganado. As empresas de logística e de rastreamento só ganham quando contam com a API do GOOGLE MAPS em seus sistemas e apps pois as vantagens são muitas.
Uma das vantagens é a OTIMIZAÇÃO DE TRAJETOS que faz com que o transporte siga rotas inteligentes, leve um TEMPO MENOR aos seus destinos, trazendo EFICIÊNCIA a todo o processo e planejamento, pois além de diminuir custos com grande coordenação de recursos, ELEVA A SATISFAÇÃO DO CLIENTE.

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A API do GOOGLE MAPS é um dos melhores recursos estratégicos que você pode ter em mãos se o sucesso dos seus negócios for um de seus objetivos.
Entre em contato com a GEOAMBIENTE para obter a licença da API DO GOOGLE MAPS e começar a explorar todas as vantagens deste grande recurso para seus negócios.
Envie e-mail para querosabermais@geoambiente.com.br ou ligue para (12) 3878-6400.

Mais informações sobre a API do GOOGLE MAPS para empresas de logística/rastreamento, acesse: http://www.geoambiente.com.br/googlemapsapi/rastreamento

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Geoambiente seguindo os ventos do sul

No mês de outubro, a Geoambiente foi para o sul do país e deu início ao projeto “Conservação da Biodiversidade como Fator de Contribuição ao Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul/Brasil”.

O objetivo do projeto, na terra das araucárias, é a conservação da biodiversidade do Estado do Rio Grande do Sul.

Áreas a serem analisadas
Áreas a serem analisadas: Campos da Campanha, Quarta Colônia, Litoral Médio e Escudo sul-riograndense

O projeto está sob coordenação da SEMA-RS (Secretaria Estadual do Meio Ambiente) e apresenta a FEPAM (Fundação Estadual de Proteção Ambiental) para licenciamento ambiental, FZB (Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul) para conservação da biodiversidade no RS e a EMATER (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul) como órgãos executores.

A Geoambiente segue responsável pelo desenvolvimento e implantação dos seguintes sistemas de informações geográficas:

  • Sistema de Coleções Biológicas com banco de dados em ambiente web e carga de dados inicial do acervo do Museu de Ciências Naturais e do Jardim Botânico, mantido pela FZB.
  • Sistema Web-SIGBIO, com dados espaciais relacionados à conservação da biodiversidade do Estado do Rio Grande do Sul, permitindo consulta de dados e configuração de serviços de mapas para publicação na web. E que também inclui o Sistema de Gestão de Ocorrência de Espécies, que permite o registro digital de todo o acervo de ocorrência de espécies no Rio Grande do Sul, e o Módulo de Indicadores de Biodiversidade.
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Da esq. para dir.: Mateus Pontes (SIGBIO), Danilo Ramalho (SIGBIO), Joyce Tosetto (Gerência do projeto), Miriam Carvalho (Sistema de Coleções), Carolina Landim (Sistema de Coleções) e Djonatas Tenfen (SIGBIO).

Além disso, a Geoambiente deverá fazer a integração de todos os dados georreferenciados do Sistema de Gerenciamento de Coleções Biológicas e Sistema de Gestão de Ocorrência de Espécies ao Sistema Web-SIGBIO.

“É sempre um grande privilégio participar de projetos que visam a conservação da biodiversidade. A região do Rio Grande do Sul, especialmente, com biomas como Mata Atlântica e o Pampa, apresenta uma grande riqueza de espécies e ecossistema, e soluções como a que a Geoambiente está desenvolvendo, são ferramentas importantes para melhor compreensão sobre os impactos que a intervenção ocasionada pelo rápido crescimento poderá ocasionar à população. Nosso desafio, enquanto parceiros para soluções em GIS, envolve o desenvolvimento simultâneo de dois sistemas, que além disso, visa integrar informações de diversas instituições ambientais do Rio Grande do Sul, devendo o SIGBIO atender a necessidade de todos”, afirma Joyce Tosetto, Gerente de projetos GIS TI Geoambiente.

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Geoambiente e o Projeto de Sistema Gerencial de Informações (SGI) para a Gestão de Recursos Hídricos da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP)

Aumentar a oferta de água para a população. Missão difícil que exige esforço de todos.

E você sabia que uma parcela desta oferta pode ser garantida com a melhora na qualidade da água nos rios e mananciais? E é aí que a Geoambiente entra em cena com um grande projeto.

A Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos de São Paulo (SSRH-SP) solicitou à Geoambiente um sistema que a auxiliasse no controle das informações geradas pelos diversos órgãos diretamente ligados a este assunto, para que então várias decisões pudessem ser tomadas e colocadas em prática pela SSRH. Foi como nasceu o projeto da Geoambiente de desenvolvimento do Sistema de Gestão Integrada das Áreas de Proteção e Recuperação Ambiental da Região Metropolitana (APRM) de São Paulo, o SGI.

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Alguns membros da equipe: Tiago Pinheiro, Júlio Guerra, Carolina Landim e Maíra Dzedzej

Objetivos do sistema:

  • Promoção do compartilhamento dos mais diversos tipos de informações que vêm dos vários órgãos envolvidos;
  • Análise integrada dos dados sob diferentes óticas;
  • Apoio à definição de políticas públicas;
  • Suporte ao monitoramento e à fiscalização das ações implementadas.

E neste sistema, a variedade de informações contidas vão desde características ambientais das sub-bacias, áreas protegidas, dados hidrológicos, uso e ocupação do solo e tendências de transformação, até dados de monitoramento de qualidade da água.

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Processo geral da execução do projeto para a SSRH-SP

Veja algumas das funcionalidades específicas do SGI:

  • Disponibilizar à sociedade e aos órgãos competentes da gestão pública dados e documentos atualizados e organizados referentes à gestão de recursos hídricos nas APRMs;
  • Dar apoio informativo aos agentes públicos e privados que atuam nas bacias;
  • Subsidiar a elaboração e os ajustes nos programas e Planos de Desenvolvimento e Proteção Ambiental (PDPAs) das APRMs;
  • Fornecer informações para monitorar e avaliar a qualidade ambiental das APRMs e os programas e ações definidos nos PDPAs.

A análise e apresentação gráfica, espacializada e temática de temas como abastecimento e qualidade da água, cargas poluidoras, riscos ambientais, dinâmica econômica, fiscalização, habitação, áreas degradadas e doenças de veiculação hídrica são alguns dos resultados das funcionalidades específica do SGI.

O desenho do sistema pela Geoambiente não foi algo simples. Houve inicialmente o rastreamento das fontes de informações necessárias ao SGI que culminou na identificação de sistemas já existentes prontos para serem integrados no projeto, além dos ainda em desenvolvimento. Foram identificados 24 sistemas em diferentes fases de desenvolvimento que serão ou não integrados ao sistema. Portanto, houve a necessidade de uniformização e adaptação de muitas variáveis para o desenvolvimento do sistema.

Além disso, a equipe Geoambiente fez diversas reuniões com cada um dos órgãos envolvidos para identificar e transcrever as reais necessidades dos usuários complementar a atividade de interpretação das leis gerais, leis específicas e resoluções que tratam do SGI e de suas principais aplicações. Esta etapa foi conduzida pela equipe multidisciplinar de profissionais da Geoambiente em parceria com a contratante e demais stakeholders, com o objetivo principal de rastreabilidade e entendimento dos dados e, necessidades dos usuários para o desenho das funcionalidades do sistema. Estas reuniões aconteceram no período de agosto a outubro de 2014.

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Por onde você andou? Consulte seu histórico de localização junto à Google

fonte: TecMundo – por Ramon Voltolini

A Google é conhecida também pelo codinome “a Gigante das buscas”. Mas as atividades da companhia não se restringem a implementações em seus serviços de pesquisas de conteúdo online. A empresa é responsável ainda por encabeçar uma série de projetos.  Rastrear os passos de seus clientes é outra das tarefas que a companhia executa com maestria.

Confusões, contudo, devem ser evitadas: o monitoramento de determinadas informações por parte da Google é feito somente a partir de autorizações concedidas por usuários de certos serviços. Isso significa que, se um celular rodar, por exemplo, o aplicativo Google Maps, o registro de atividades passadas pode ser consultado.

Consultar os dados coletados por apps pode ser, por vezes, tarefa complicada. Nem todas as ferramentas da Gigante das buscas contam com mecanismos de monitoramento de atividades. Que tal então experimentar o “Histórico de Localização” disponibilizado pela empresa?

Revisite seus últimos passos

O site “Location History Browser” funciona como um tipo de extensão do Google Maps. Ao acessar o espaço virtual, um histórico detalhado sobre seus últimos passos pode ser conferido. Hora e local de visita, bem como tempo de permanência em um determinado lugar, são alguns dos dados apontados pela ferramenta.

Para que as estatísticas sejam todas apontadas, uma conta ativa junto à Google deve ser usada – certifique-se de estar logado antes de conferir os registros feitos por Location History Browser. Demais configurações podem ser calibradas: se sua privacidade estiver sendo ameaçada, clique sobre o ícone de configurações (“engrenagem”) e personalize a forma de funcionamento do serviço de monitoramento.

Ao acessar os pontos vermelhos exibidos pelo mapa, informações diversas vão pipocar em sua tela. Ao lado esquerdo da página, a opção “Excluir todo o histórico” estará à mostra; o registro online de seus últimos passos pode, dessa forma, ser apagado sem grandes dificuldades.

Como desativar o serviço em seu mobile

A Google faz uso também do mecanismo de GPS acoplado em seu smartphone ou tablet para rastrear seu itinerário. E, apesar de estar ativada por padrão, fazer com que esta função pare de funcionar é tarefa fácil. Em Configurações/Contas/Config. de local do Google, dois comandos serão listados: desative o “Relatório de localização” e o “Histórico de localização”.

Para saber mais do Google Maps e as diversas aplicações profissionais que podem ser feitas com a API do Google Maps, acesse o site www.maisqueummapa.com.br.

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DNIT lança aplicativo que monitora rodovias federais

fonte: Assessoria de Imprensa/DNIT

O motorista que rodar pelas estradas federais já pode comunicar, em tempo real, ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), os problemas encontrados nas rodovias – como buracos e quedas de barreira. Para isso, o órgão desenvolveu um aplicativo para smartphones, o DNIT Móvel, que facilita o contato com os usuários. Sem a necessidade de dar um telefonema e nem ser atendido por um telemarketing, o programa envia o registro da ocorrência direto ao banco de dados do DNIT.
“A localização exata da ocorrência é marcada por GPS. Com isso, pode-se mapear os problemas da malha rodoviária federal, atualizando os dados sobre suas condições”, explica Tarcísio Gomes de Freitas, diretor geral do DNIT. O DNIT Móvel, com a ajuda dos usuários, permite que o reparo nas rodovias federais possa ser feito mais rápido, proporcionando, assim, mais segurança para os usuários.
Além disso, o aplicativo facilita o mapeamento das ocorrências mais constantes em determinada rodovia federal e possibilita o planejamento e a priorização dos trabalhos de manutenção e melhorias. “Isso dá mais eficiência ao uso dos recursos públicos e torna as estradas federais mais seguras”, completa o diretor de Planejamento e Pesquisa do DNIT, Adailton Cardoso Dias.
dmovelO programa permite que a ocorrência seja feita de forma anônima. Caso o motorista queira uma resposta do DNIT, é necessário que o usuário faça um pequeno cadastro. Após abrir o programa, aparecerá um mapa com a localização do GPS. Antes de iniciar o processo, uma mensagem de alerta aparecerá na tela: ‘Você é o condutor?’. Em seguida, o programa chama atenção para que o veículo esteja estacionado. ‘Você só poderá informar uma ocorrência se não estiver dirigindo’. “Não é recomendado o uso de celular enquanto se conduz o veículo”, lembra Rafael Vidal de Abreu, ouvidor do DNIT.
O aplicativo DNIT Móvel pode ser baixado gratuitamente no Google Play e na Apple Store.
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Monitoramento por satélite auxilia no gerenciamento da crise hídrica

fonte: MundoGEO – por Izabela Prates

Software SOMABRASIL reúne informações de diferentes fontes e as apresenta em mapa
Software SOMABRASIL reúne informações de diferentes fontes e as apresenta em mapa

Uma poderosa ferramenta de monitoramento está sendo utilizada para acompanhar os efeitos da crise hídrica nacional. Desenvolvido pela Embrapa Monitoramento por Satélite (SP), o Sistema de Observação e Monitoramento da Agricultura no Brasil (SOMABRASIL) reúne dados de diferentes fontes e os apresenta de forma amigável em mapas de fácil compreensão.

Agora, um trabalho de cooperação entre o Mapa e a Embrapa prevê o desenvolvimento tecnológico para o acompanhamento da produção, mapeando indicativos de anomalias agrometeorológicas. No início de fevereiro, a Embrapa apresentou para a ministra da Agricultura Kátia Abreu as primeiras análises sobre a atual disponibilidade de água no solo para as principais culturas agrícolas do país.

A partir de informações disponíveis no SOMABRASIL, foi possível localizar os municípios responsáveis por 80% da produção nacional de culturas agrícolas como algodão, café, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja e trigo, e relacionar com dados agrometeorológicos, socioeconômicos e relatórios de safra. A situação atual, com relação às chuvas e à oferta de água no solo, é comparada com a média histórica para o mesmo período a fim de observar se condição de hoje está muito abaixo do esperado. A análise é realizada em bases municipais e por cultura, possibilitando mapear os municípios em situação mais crítica em relação a esses parâmetros, ou seja, aqueles que podem sofrer mais caso a baixa oferta de água coincida com estágios importantes para o desenvolvimento das plantas.

A avaliação pode ser feita a cada dez dias, acompanhando as diferentes fases da cultura e comparando a necessidade hídrica com a disponibilidade de água verificada naquele período. Essas informações, que serão entregues ao Mapa, vão auxiliar em ações direcionadas junto aos produtores para minimizar os possíveis impactos na produção. Além de imagens de satélite, estão sendo utilizadas no trabalho informações disponibilizadas pelo IBGE, Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), Agência Nacional de Águas (ANA) e sistema Agritempo, também da Embrapa.

“Ter uma visão das áreas de produção agrícola em diferentes escalas e dos indicadores que afetam as culturas nos diferentes estágios de desenvolvimento é de fundamental importância”, explica Mateus Batistella, pesquisador e chefe-geral da Embrapa Monitoramento por Satélite. Segundo ele, o desenvolvimento de técnicas e métodos baseados em tecnologias geoespaciais, como satélites e sistemas integradores de geoinformação, tem sido a resposta da ciência para o monitoramento de uma atividade tão dinâmica quanto a agricultura, num país de dimensões continentais como o Brasil.

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O Sistema de Observação e Monitoramento da Agricultura no Brasil (SOMABRASIL) reúne num único ambiente, com acesso amigável e interatividade, informações produzidas por diferentes fontes, seguindo um processo contínuo de desenvolvimento que possibilita agregar novos módulos de monitoramento, como as análises das condições agrometeorológicas que afetam diretamente a produção agrícola.

O sistema é consultado por pesquisadores, gestores, analistas, consultores ambientais e estudantes de graduação e pós-graduação, além de ser ferramenta frequente para instituições públicas e privadas que necessitam dessas informações. Atualmente, estão cadastrados mais de cinco mil usuários do Brasil e de mais de 20 outros países. Em seu banco de dados, estão reunidos cerca de quatro milhões de registros relacionados às produções agrícola e pecuária municipais desde 1990, além de bases político-administrativas; relevo, hidrografia, biomas, solos e potencial agrícola; áreas protegidas e desmatamento na Amazônia; logística e clima.

Disponível na internet

O SOMABRASIL, não requer software nem conhecimento especializado e foi construída com base em tecnologia de código aberto, ou seja, software livre – com as Base de Maps: GOOGLE Terrain, GOOGLE Satellite, Bing Roads, OpenStreetMap. O usuário é capaz de interagir com os diferentes planos de informação disponíveis e fazer consultas básicas e avançadas. Todos os cruzamentos dos mais de quatro milhões de registros geram mapas dinâmicos, sobrepostos em uma mesma plataforma. Desde 2013, a Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SPA/Mapa) é um dos principais usuários governamentais do SOMABRASIL, utilizado para o apoio à tomada de decisão e ao direcionamento de políticas públicas já estabelecidas, como o zoneamento agrícola de risco climático e o seguro rural.

A ocorrência de chuvas abaixo da média histórica, registrada nos últimos meses em importantes regiões agrícolas, deixou o país em alerta para potenciais impactos na produção de alimentos. Há dois anos, a Embrapa Monitoramento por Satélite (SP) vem trabalhando em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no desenvolvimento de ferramentas para a gestão de análises de riscos para as lavouras, em especial aqueles relacionados ao clima. O cenário de crise hídrica intensificou a demanda por respostas rápidas e um acompanhamento sistemático dos efeitos da disponibilidade de água na safra 2014/2015.

Visite a página Água na Agricultura

Graziella Galinari (MTb 3863 / PR)
Embrapa Monitoramento por Satélite
monitoramento-por-satelite.imprensa@embrapa.br
Telefone: (19) 3211-6214

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)

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Geometrópoles e ReCiMe constroem servidor de mapas para pesquisa acadêmica

fonte: MundoGEO – por Deyse Delamura

Pesquisadores do Observatório das Metrópoles e da Rede de Pesquisadores Sobre Cidades Medias (ReCime), que possuem núcleos distribuídos por cidades brasileiras, principalmente nas principais regiões metropolitanas, utilizam tecnologias para ampliar a comunicação e a colaboração de pesquisas para fins comparativos de determinados efeitos sociais, econômicos e urbanos em processos semelhantes mas que se desenvolvem em realidades diferentes.

Estas tecnologias se baseiam na criação de servidores de mapas, para atender a necessidade de uma maior integração entre os pesquisadores envolvidos, de forma a reduzir a distância e visando o compartilhamento de dados, uma vez que havia muita informação e pouca sistematização, principalmente em mapas e tabelas.

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Ambos os órgãos possuíam grandes bases de dados em formato Shapefile e Excel. Fora então utilizado como plataforma para o desenvolvimento do projeto o software Geonius  da Codium. O maior propósito do servidor para o ReCiMe era integrar os núcleos e facilitar a disponibilização de dados entre os pares.

No caso do servidor do Observatório, havia ainda um interesse de divulgação científica dos trabalhos publicados. Ambos exigiam um acesso facilitado sem grande necessidade de conhecimento de SIG e possibilidade de colaborar com mais informações.

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O Geometrópoles foi a solução adotada no Observatório (http://geometropoles.net/), utilizou-se os layers do Google (Google Physical, Google Streets, Google Hybrid e Google Satellite), além do OpenStreetMap.

O Servidor ReCiMe foi criado sem motor de visualização próprio. Aproveitou-se o Google Earth como visualizador de dados que eram gerados online em KMZ. Este servidor não foi disponibilizado em público.

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Os pesquisadores das redes foram os mais beneficiados no sentido de facilitar seus trabalhos. Os dados estavam disponíveis a todo momento via Internet e um controle de versão dos dados evitavam que houvesse mau uso dos mesmos.

Além disso, ao inserir novas informações, estas eram instantaneamente disponibilizada para o restante da rede. Desta forma, realizavam a pesquisa de modo colaborativo. No sistema, são analisados não apenas o processo de elaboração de tais ferramentas, mas também a implantação e o uso posterior por parte dos pesquisadores envolvidos.

No caso do Geometrópoles, há ainda um outro benefício no sentido de disponibilizar dados de modo estruturado para o público permitindo ser utilizado em rotinas de participação popular nos processos de embate pela reforma urbana e educação cidadã.

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GEOAMBIENTE desenvolve projeto para caracterização e monitoramento qualitativo de manguezais

Mangue1O ecossistema manguezal é considerado um dos sistemas mais produtivos do mundo e de grande valor socioeconômico. Desenvolve-se principalmente na zona de transição entre os ambientes terrestres e marinhos, sujeita aos regimes das marés, em climas tropical e subtropical (SCHAEFFER-NOVELLI, 1994).

A PETROBRAS, por desenvolver várias atividades na região costeira, realiza frequentemente estudos de caracterização e monitoramento em áreas de manguezais, envolvendo recursos humanos e logísticos consideráveis devido à complexidade do ambiente, temporariamente alagado, e a dificuldades de acesso.

A busca por métodos de caracterização e monitoramento da vegetação com o uso de sensoriamento remoto, vem de encontro à necessidade de melhorar esses processos e otimizar o esforço em campo. Entre as novas tecnologias destaca-se o uso e dados ópticos de alta resolução espacial, associados a técnicas de processamento digital de imagem, que permitam a interpretação e geração de mapas de forma semi-automática.

O sistema WorldView-2 foi lançado em 2009 com resoluções espectral, espacial e temporal inéditas para este tipo de sensor. Possui 8 bandas multiespectrais, 5 na faixa do visível e 3 na do infra-vermelho próximo, com resolução espacial de 2 m; e banda pancromática com 0,5 m. Além das 4 bandas tradicionais tem 4 bandas adicionais sendo o vermelho limítrofe (Red-edge) e infravermelho-2, voltadas para análises e classificações de vegetação e estudos de biomassa.

Adicionalmente, dados LiDAR (Light Detectionand Ranging) aerotransportados, tem sido utilizados em áreas de floresta (MACEDO, 2009); demonstrando o potencial de uso dos modelos derivados, na caracterização de áreas de manguezais.

Entre as técnicas de classificação de imagens, as orientadas a objetos têm sido utilizadas na classificação de imagens de alta resolução espacial. O processo busca emular o conhecimento do especialista aplicando regras de classificação em segmentos das imagens. Ao contrário da abordagem de classificação pixel-a-pixel, que usa somente atributos espectrais, neste processo atributos espaciais, geométricos, relações de vizinhança e hierárquicas podem ser utilizadas (DEFINIENS, 2003).

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Neste contexto, o presente trabalho objetiva avaliar o uso combinado de dados WorldView-2 e LiDAR, em processo de classificação orientada a objetos para a caracterização qualitativa de áreas de manguezal.

Os manguezais da Área de Proteção Ambiental (APA) Guapimirim, na Baía de Guanabara (RJ) foram selecionados para este estudo devido à disponibilidade de dados de campo, do Programa de Caracterização e Monitoramento dos Manguezais da APA Guapimirim e Estação Ecológica (ESEC) Guanabara, em atendimento a licença de instalação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ).

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Evite engarrafamentos no Carnaval com esta atualização do Waze da Google

fonte: Tecmundo – Por Ramon Voltolini

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O popular serviço de GPS e rede social Waze da Google lançou sua campanha para o Carnaval com os Road Goodies. A empreitada se estende para além de Brasil pela primeira vez; agora, usuários da Itália e Alemanha terão acesso também a figura carnavalescas como chapéus, máscaras e pandeiros. Os ícones alternativos ficam dispostos no período entre os dias 03 de fevereiro e 09 de março.

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Ajudar motoristas a evitar ruas congestionadas e engarrafamentos é o principal objetivo da iniciativa. Os Goodies serão os mesmos para o Brasil e para a Alemanha, enquanto que na Itália serão espalhados fogos de artifício. Usuários podem elevar seus status na rede a partir do uso de Goodies (que vale três pontos) – para captá-los, basta ativar o Waze.

Waze é um GPS social que usa tecnologia móvel, base de dados e uma comunidade ativa que contribui para redefinição da forma como os mapas são utilizados hoje em dia.  O aplicativo conta atualmente com cerca de 50 milhões de motoristas ativos .

IMAGENS: The iOS Post
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