Estudo da Unesp Rio Claro aponta áreas com maior impacto ambiental

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Índice de vulnerabilidade sócio-climática avalia também aspectos sociais. Região de Ribeirão Preto e Campinas mostraram dados preocupantes.

fonte: Portal G1

Um estudo realizado pelo Departamento de Ecologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro (SP) em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) identificou as regiões do estado de São Paulo onde as pessoas terão mais impacto com o aquecimento global nas próximas décadas.

Para avaliar essas possíveis consequências, os pesquisadores não se limitaram aos dados climáticos como temperatura e quantidade de chuvas, mas cruzaram essas informações com outros dados, como a concentração da população e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que combina educação, saúde e renda. O resultado foi o índice de vulnerabilidade sócio-climática.

Ribeirão Preto e Campinas
Em relação somente aos aspectos climáticos, a situação do estado não é tão preocupante, mas quando se leva em conta também os dados sociais, os impactos podem aumentar. O estudo apontou que a vulnerabilidade sócio-climática é maior na região de Campinas (SP) e em Ribeirão Preto (SP).

Segundo os pesquisadores, Campinas está nesta situação por causa da grande concentração populacional, o que potencializa as consequências de uma enchente, por exemplo. Já Ribeirão Preto ganhou essa classificação porque, além de populosa, já estão previstas temperaturas mais altas para essa

Áreas em vermelho têm maior índice de vulnerabilidade sócio-climática. (Foto: Reprodução/EPTV)

Região Central
Já na Região Central do estado, as consequências devem ser menos intensas, segundo o pesquisador. “Isso não quer dizer que nada vai acontecer nessa região, pode acontecer sim. Mas são áreas que, para o tomador de decisão, ele tem que focar onde vai colocar os esforços e seria, primordialmente, em Campinas e Ribeirão Preto”, explicou.

Ações imediatas
Segundo Lapola, as mudanças climáticas podem ocorrer ao longo das próximas décadas, mas as ações precisam ser imediatas. “A ideia do estudo é já começar a se pensar no tipo de política pública para ir adaptando essa população e nos sentirmos mais preparados para lidar com essas mudanças climáticas”, alertou o pesquisador.

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1 Response
  1. Maurílio Queirós Nepomuceno

    Qual a escala destes dados?? Foi um estudo mundial?? olha o tamanho destes pixels…

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