IBGE lança mapa e relatório do uso da terra no Rio Grande do Sul.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) acaba de lançar um relatório e um mapa, na escala 1:1.000.000, do uso da terra no Rio Grande do Sul. A publicação, ricamente ilustrada, apresenta mapeamento e análises das características e dos processos de utilização do uso da terra no estado.

O estudo revela que 46% das terras gaúchas são ocupadas pela atividade pecuária, e 29%, pelos usos associados com lavouras. Também as coberturas florestais, associadas principalmente com atividades da lavoura diversificada do pequeno produtor, têm expressão, representando em torno de 14% de ocupação das terras. Além disso, os usos das áreas cobertas por água, como as lagoas, representam cerca de 7% do total de usos.

O lançamento do Mapa e do Relatório do Uso da Terra no Rio Grande do Sul ocorreu na última quinta-feira (12/8), na sede da Unidade Estadual do IBGE do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.

Os resultados dos estudos sobre o uso da terra no território brasileiro, realizados pelo IBGE, se apresentam como parâmetro indispensável nas análises da qualidade ambiental e da sustentabilidade socioambiental para os planejamentos público e privado, para a comunidade acadêmica e a sociedade em geral.

Os resultados dos estudos estão organizados em seis capítulos, sendo três sobre a estrutura do relatório e dois sobre análises temáticas. Na estrutura, além dos procedimentos metodológicos, é apresentado um retrospecto dos diferentes momentos da ocupação, desde a indígena, passando pelos espanhóis e portugueses, que antecederam o período da colonização pelos alemães e italianos, entre outros europeus, e o papel que cada etapa histórica representa para a atual configuração do estado e de suas características sociais, econômicas e culturais.

Nas análises temáticas, são descritas as classes de mapeamento de uso, segundo as categorias de análise inscritas no sistema de classificação de uso da terra adotado. A estrutura foi organizada em cinco categorias: áreas antrópicas, ou ocupadas pelo homem, não agrícolas, áreas antrópicas agrícolas, áreas de vegetação natural, água e outras áreas. A publicação inclui tabelas, figuras e fotos.

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