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Geoambiente patrocinou 9ª edição do LASE

geoambiente_lase5Nos dias 16 e 17 de outubro, a Geoambiente foi uma das patrocinadoras da 9ª edição do LASE (Congresso de Licenciamento e Gestão Socioambiental no Setor Elétrico).
No evento, que ocorreu no Blue Tree Premium Morumbi, em São Paulo, a equipe Geoambiente, representada por Ana Carolina Rezende, Carina Rodrigues e Vinicius Franzol, explicou e mostrou a todos os visitantes alguns serviços específicos para o mercado de energia elétrica, como por exemplo: estudos ambientais para regularização do sistema elétrico de transmissão e licenciamento ambiental de linhas de transmissão. Sistemas ambientais também receberam destaque, como o Go Field Collector e a Sala de Cenários da CETESB, inclusive apresentada pela própria em apresentação no auditório. Ambos sistemas foram desenvolvidos pela Geoambiente.

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O evento reuniu governos e empresas do setor de geração e transmissão de energia elétrica para discutir temas da gestão socioambiental dos empreendimentos. Os debates e palestras apresentaram as experiências dos empreendedores, aspectos regulatórios e técnicos da pauta ambiental e social dos projetos do setor elétrico.

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Geoambiente patrocina 9ª edição do LASE

LASE

Entre os dias 16 e 17 de outubro, a Geoambiente patrocina a 9ª edição do LASE – Congresso de Licenciamento e Gestão Socioambiental no Setor Elétrico.

O evento reúne governos e empresas do setor de geração e transmissão de energia elétrica para discutir temas da gestão socioambiental dos empreendimentos. Os debates e palestras apresentam as experiências dos empreendedores, aspectos regulatórios e técnicos da pauta ambiental e social dos projetos do setor elétrico.

Inscreva-se: http://viex-americas.com/conferencias/lase/

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COPEL OBTÉM LICENÇA DE OPERAÇÃO DA LINHA DE TRANSMISSÃO ARARAQUARA 2 – TAUBATÉ, COM APOIO DA GEOAMBIENTE

ARA2TAU – Vegetação nativa conservada em montagem de estrutura (Fonte: COPEL Get)
ARA2TAU – Vegetação nativa conservada em montagem de estrutura (Fonte: COPEL Get)

A Copel e a GEOAMBIENTE celebram a obtenção da Licença de Operação para a Linha de Transmissão Araraquara 2 – Taubaté junto à CETESB. Trata-se de uma Linha de Transmissão de 500 kV e 334,32 km de extensão, que perpassa 28 municípios do Estado de São Paulo e irá reforçar o Sistema de Transmissão Nacional.

A implantação da LT Araraquara 2 – Taubaté representou um grande desafio para a Copel e para as empresas parceiras que trabalharam durante a obra, tendo em vista a sua complexidade por atravessar regiões densamente povoadas e a preocupação em relação à preservação ambiental.

ARA2TAU – Conservação de Mata Ciliar (Fonte: COPEL Get)
ARA2TAU – Conservação de Mata Ciliar (Fonte: COPEL Get)
A GEOAMBIENTE participou deste desafio durante o período de 2016 a 2018, gerenciando e fiscalizando a implantação dos Programas e Subprogramas Ambientais previstos na Licença de Instalação e definidos no Projeto Básico Ambiental da obra. Com presença diária na obra e equipes percorrendo toda a extensão da Linha de Transmissão, a GEOAMBIENTE foi responsável pela vistoria e fiscalização ambiental das empresas contratadas pela Copel para a implantação da obra e para a execução dos programas ambientais, tais como Controle ambiental dos procedimentos construtivos; Monitoramento do desmatamento; Resgate e Destinação de Germoplasma; Afugentamento e salvaguarda da fauna; Minimização dos incômodos à população; Reflorestamento; Desmobilização e recuperação de áreas degradadas; Compensação Ambiental e; Preservação, prospecção, resgate e monitoramento arqueológico.

As vistorias ambientais de campo, com o uso do aplicativo Go Field Collector desenvolvido pela GEOAMBIENTE, permitiram o controle, rastreabilidade e gestão sobre os dados coletados em campo, todos geolocalizados e de acordo com os requisitos definidos pela CETESB e garantiram que o empreendimento fosse implantado de acordo com as normas e legislações ambientais vigentes.

A elaboração de Relatórios Técnicos Periódicos de acompanhamento das ações ambientais pela GEOAMBIENTE, deram o suporte necessário à manutenção das Licenças de Instalação durante a obra e à obtenção da Licença de Operação junto à CETESB.

Fato importante a destacar é a validade de 10 anos para a Licença de Operação obtida pela Copel. É o reconhecimento de que na Linha de Transmissão Araraquara 2 – Taubaté, a Copel e Parceiros estão alinhados com os grandes preceitos da CETESB: mais que o cumprimento à legislação ambiental vigente, as medidas de conservação ambiental representam o compromisso do empreendedor perante a sociedade e as instituições responsáveis pela gestão ambiental, no sentido de conciliar a operação do empreendimento com a manutenção dos recursos naturais e com o desenvolvimento socioeconômico da região.

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Geoambiente organiza 2º Workshop do Projeto de P&D ANEEL – Faixa de Servidão

Nos dias 22 e 23 de agosto, as instalações da Eletronorte em Brasília, foram palco para o 2º Workshop do Projeto de P&D ANEEL – Faixa de Servidão, organizado pela TAESA – Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A., pela GEOAMBIENTE, representada pelos pesquisadores Dra. Maíra Dzedzej, MSC.Carina Rodrigues, MSc.Luciana Arasato e MSc. Alex Silva, pela ANEEL e Ekocap – Auditoria e Consultoria Ambiental.

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Os 160 convidados de diversas empresas, como concessionárias de energia, agências e órgãos ambientais e do setor elétrico, compareceram ao evento para assistir às apresentações e debater os resultados parciais do projeto de P&D denominado “Estudo de Ações para Mitigação de Riscos de Desligamento das Linhas de Transmissão por Queimadas e Avaliação de Métodos de Manutenção de Faixas de Servidão”.

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O objetivo do projeto de Pesquisa e Desenvolvimento é entender as causas de desligamento de linhas de transmissão de energia por queimadas, avaliar os riscos, identificar indicadores de risco de fogo, vulnerabilidade da linha e criticidade, modelando todos estes aspectos, gerando um modelo preditivo baseado em diversos parâmetros, e de modo especial, em parâmetros definidos a partir de imagens de sensores remotos e de levantamentos florestais in loco.

Além disso a pesquisa visa trazer mais informações para o debate sobre a revisão da Norma NBR 5422, que trata, entre outros aspectos, da manutenção da faixa de servidão das Linhas de Transmissão.

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O evento foi dividido em dois módulos: no primeiro dia (22/08), os principais resultados alcançados pela equipe executora da Geoambiente e Ekocap, durante um ano e meio de projeto foram apresentados a todos os convidados. No segundo dia (23/08), houve uma dinâmica organizada em 3 grupos técnicos de trabalho, formados entre os participantes do evento, com as seguintes temáticas:

  • Correlação entre dados de Sensoriamento Remoto e de Campo (inventário florestal, meio físico e socioeconômico),
  • Modelagem de Risco de Fogo, Vulnerabilidade e Criticidade com diferentes sensores e
  • Normatizações.

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Esta edição, dos dias 22 e 23 de agosto, foi a segunda do total das 5 previstas ao longo dos 36 meses de projeto.

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Confira algumas fotos do evento:

Você pode conferir imagens da primeira edição em: http://www.geoambiente.com.br/blog/2016/12/07/geoambiente-no-1o-workshop-do-projeto-de-pd-aneel-faixa-de-servidao

Para obter mais informações sobre o conteúdo deste workshop e/ou solicitar serviços de Sensoriamento Remoto e Desenvolvimento de Sistemas Geográficos, entre em contato com a Geoambiente: querosabermais@geoambiente.com.br

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Geoambiente no 1º Workshop do Projeto de P&D ANEEL – 0044 – Faixa de Servidão

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(dir. para esq.) Carina Rodrigues, Maíra Dzedzej e Júlio Guerra

Os dias 1 e 2 de dezembro foram marcados pelo 1º Workshop do Projeto de P&D ANEEL 0044 – Faixa de Servidão, organizado pela TAESA (Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A.), Geoambiente, ANEEL e Ekocap, na Universidade de Brasília.

Com o objetivo de apresentar e discutir os resultados parciais do projeto, a equipe da Geoambiente (representada por Izabel Cecarelli, Maíra Dzedzej, Carina Rodrigues e Júlio Guerra) e da TAESA realizaram palestras e dinâmicas de grupo entre o público convidado.

Nas palestras, foram apresentados os conceitos, entendimentos e resultados previstos e já alcançados no projeto “Estudo de Ações para Mitigação de Riscos de Desligamento das Linhas de Transmissão por Queimadas e Avaliação de Métodos de Manutenção de Faixas de Servidão”.

Confira algumas fotos do evento:
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Webinar Geoambiente: Licenciamento Ambiental para Empresas de Energia Elétrica

14608793_1221814834507723_2633999373953739414_oNo Webinar Geoambiente “Licenciamento Ambiental para Empresas de Energia Elétrica”, apresentado no dia 27/10/2016, Maíra Dzedzej e Dione dos Santos discutiram sobre o processo de licenciamento ambiental de LTs e trabalho de campo para empresas de energia elétrica.

Assista ao vídeo:

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Gestão e Monitoramento Ambiental de Linhas de Transmissão

A Geoambiente possui vasta experiência na gestão e monitoramento ambiental de empreendimentos de energia elétrica em diferentes regiões brasileiras. Tem-se com destaque a gestão e monitoramento ambiental de Linhas de Transmissão.

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Dione dos Santos, especialista GIS Geoambiente, em campo e utilizando o Field Collector.


A empresa utiliza técnicas de Sensoriamento Remoto e GIS como ferramentas de trabalho para os processos de gestão e monitoramento ambiental destes empreendimentos de energia elétrica em suas diferentes fases de licenciamento – licenças prévias, de instalação e operação. Desta forma, o conhecimento espacializado na forma de mapas traduz a “expertise” da equipe de uma forma clara e assertiva para os desafios propostos.

Luciano Barão, especialista GIS Geoambiente, em campo.
Luciano Barão, especialista GIS Geoambiente, em campo.


As vistorias ambientais de campo com o uso do aplicativo
Field Collector, desenvolvido pela Geoambiente, permitem um melhor controle e gestão dos dados coletados em campo. Somado a isto está a utilização de procedimentos de controle ambientais, os quais permitem que os empreendimentos sejam implantados e operem de acordo com as normas e legislação ambiental vigentes.

Tiago Pinheiro e Mateus Pontes, desenvolvedores do Field Collector.
Tiago Pinheiro e Mateus Pontes, desenvolvedores do Field Collector.

 

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Field Collector

Projeto 1: Cliente – CPFL

A Linha de Transmissão de 138 kV SE Franca – SE Pioneiros, com 54,219 km de extensão – está situada nos municípios de Franca, São José da Bela Vista, Guará e São Joaquim da Barra. A Linha de Transmissão irá interligar a SE Franca, localizada no município de Franca, à SE Pioneiros, localizada no município de São Joaquim da Barra.

Projeto 2: Cliente – CENTROESTE

A Linha de Transmissão de 345 kV FUPII II – circuito simples de 345kV, com 62,326 km de extensão – está situada na região centro-oeste do Estado de Minas Gerais. A Linha interliga a SE Furnas, no município de São João Batista do Glória, à SE Pimenta no município de Pimenta. O traçado da linha atravessa, além dos municípios citados, São José da Barra, Capitólio e Piumhi, todos inseridos na região centro-oeste de Minas Gerais.

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Equipe de inspeção do projeto CPFL: André Santos, Luciano Barão e Rogério Silva (atrás)/ Dione Santos, Maíra Dzedzej e Mariângela Martins (frente).
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Geoambiente – Projeto CPFL Paulista

geoambienteA equipe Geoambiente está no meio do projeto de Estudos ambientais para licenciamento das linhas de transmissão do Grupo CPFL, em que são feitos levantamentos de campo de fauna e flora, utilizando a geotecnologia para análises ambientais, especificamente na área da CPFL Paulista.
Os levantamentos de fauna e flora estão sendo feitos pela equipe em campo para algumas linhas de transmissão que serão instaladas.

Local do projeto: Região do Rio Mogi-Guaçu/ Rio Pardo

 

Pegada de onça parda
Pegada de onça parda

Diversas espécies de animais e plantas são registradas em toda a extensão deste projeto. Estamos falando de belíssimos pássaros, e até mesmo lobos-guará, capivaras e onças pardas. Por isso, a equipe Geoambiente (os biólogos Luciana Arasato e Moisés Guimarães, os engenheiros florestais Maíra Dzedzej, Francisco Bernardes e Marco Antônio da Costa) que embora encarem lama, sol, chuva e até mesmo pequenos visitantes curiosos da mata, tem a grande satisfação de trabalhar com empenho em projetos que ajudam a preservar o meio ambiente.

Os profissionais da Geoambiente estão sempre à disposição para planejar e executar projetos de licenciamento ambiental, como este da CPFL. Nosso serviço de Consultoria e Gestão ambiental também envolve estudos de viabilidade de traçado, levantamento de situação fundiária, planos de conservação e uso do solo, gestão ambiental de empreendimentos e muito mais.

Conheça um pouco mais sobre nossa atuação no mercado de meio ambiente: http://www.geoambiente.com.br/meioambiente.html

 

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GravityLight – Lâmpada movida a gravidade deve ajudar regiões do mundo sem acesso à energia elétrica

Com um baixo custo de produção e pouco consumo de eletricidade, GravityLight é alimentada por uma energia renovável que pode ser encontrada a qualquer hora

fonte: Exame (Vanessa Daraya)

GravityLight, a nova lâmpada que funciona com a força da gravidade: tecnologia deve ajudar regiões do mundo onde a população não tem acesso à energia elétrica

Os designers londrinos Martin Riddiford e Jim Reeves criaram uma lâmpada alimentada por uma energia renovável que pode ser encontrada a qualquer hora do dia: a gravidade.

Com um baixo custo de produção e pouco consumo de eletricidade, a GravityLight deve ajudar regiões do mundo onde a população não tem acesso à energia elétrica. Os criadores imaginam que a GravityLight terá um impacto muito grande, pois ela consegue manter as pessoas seguras e ainda reduzir as emissões do combustível poluente.

A GravityLight também é mais fácil de usar, mais barata do que as lâmpadas convencionas, e potencialmente mais duradoura. A lâmpada funciona como um relógio de corda. O usuário precisa puxar um cabo durante três segundos para a luz funcionar durante 30 minutos.

Para isso, ela é equipada com uma lâmpada LED, uma corda e um saco, que precisa ser preenchido até ficar pesado e pendurado na lâmpada. Isso pode ser feito com um saco de terra, areia, pedras ou qualquer outro material que dê uma sobrecarga para a lâmpada e consiga gerar energia.

Mas vale ressaltar que o objetivo não é substituir completamente as redes de energia elétrica. A dupla deseja apenas melhorar a situação das pessoas que não tem acesso à rede elétrica. A ideia também não deverá pesar no bolso das pessoas. Quando forem produzidas e vendidas em larga escala, as luzes abastecidas com gravidade deverão custar apenas cinco dólares.

Riddiford e Reeves colocaram o projeto em o site de crowdfunding IndieGoGo para captar recursos a fim de produzir a GravityLight em larga escala. Ainda resta um mês para o grupo encerrar o financiamento, mas eles já bateram a meta de arrecadação. Eles precisavam de 55 mil dólares, mas já conseguiram mais de 170 mil dólares.

[vimeo http://vimeo.com/53588182]

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